Notas iniciais
Eu sei que vocês devem estar me odiando! Admito que vocês tem todo o direito para tal, já que estou completamente inativa! Não tenho conseguindo responder os comentários nem muito menos escrever os capítulos! Isto tem me matado de verdade! Odeio o fato de estar em falta com vocês! Sou leitora e sei o quão e difícil e chato ficar esperando por capitulo por tanto tempo! Enfim, justificativas eu tenho mais duvido muito que isto vai mudar alguma coisa pra vocês, então, vamos direto ao ponto! Voltei a trabalhar, estou tendo que controlar e projetar a reforma em minha casa...Cuidar de uma bebê de oito meses - que cada vez exige mais e mais atenção - e ainda controlar finanças, marido e de mim, obviamente! Quase não tenho tido tempo pra respirar!!!! Hoje choveu, não teve obra! Não consegui adiantar meu trabalho, minha filha esta chata e febril...Não consegui resolver o que precisava ...Ou seja, FOI UM DIA DE MERDA! Ai no meio da loucura que ta isto tudo, respirei, parei e vi o quanto estava estressada. Dei um tempo nos problemas, alimentei a princesa e a fiz dormi e corri para abrir o Word para tentar escrever um capitulo FODA pra vocês....Não sei se tive muito êxito, entretanto, me empenhei ao máximo para dar tudo que podia e não podia, hahaha. Espero que gostem, compreendam e comentem porque o que tem me motivado a não desistir de vez deste HOBBIE são os comentários de vocês! Obrigada por ter lido as notas e direto ao capitulo agora!

Nunca parei para pensar que um teste de gravidez pudesse mudar tanto minha vida e meus conceitos. Klaus estava instável e cada dias mais tenso e imprevisível que o normal e, eu estava cada vez mais perdida e sozinha. Por alguns dias me peguei pensando seriamente no quanto uma criança poderia mudar minha vida, meus sentimentos e minhas convicções. Me peguei pensando no que seria capaz de fazer para manter um filho em segurança caso precisasse algum dia, me vi ansiando poder sentir e compreender aquele sentimentos irracional e sem explicação que as mães tão orgulhosamente comentam por ai... Me vi imaginando como me sairia nesta função completamente nova e assustadora. No fim, decidi parar de pensar em toda aquela situação ao qual me encontrava e me forcei a levar adiante aquilo que eu chamava de "vida".

Fazia apenas alguns dias que a pequena Hope havia nascido. Embora o parto de Hayley tenha sido um tanto quanto conturbado e preocupante, elas estavam bem. Mikael também havia finalmente recebido alta e conhecido a neta que tornara-se seu grande xodó. Ele ia visita-la todos os dias e fazia questão de ajudar Hayley com a menina, na maior parte do tempo ele estava mais presente do que Elaijah que se empenhava em dividir-se entre sua mulher e filha e suas responsabilidades na Máfia e com Niklaus.

Bill não havia entrado em contato desde então. Havia se passado quase um mês completo e nem ao menos um sinal de fumaça ele havia enviado. E sinceramente eu não sabia se ficava aliviada ou em alerta total mediante ao silencio que ele estava impondo.

Elena estava chateada comigo. Me ligava quase todos os dias e na maioria das vezes eu não atendia suas ligações, apenas lia as diversas mensagens que ela me enviava durante todo o dia. Por mais que sentisse falta de conversa com minha melhor amiga e de Ian, fazia aquilo para o bem deles e para o meu. Elena era uma pessoa de confiança e, eu estava prestes a explodir com tantos segredos há minha volta e tinha medo que de alguma forma eu contasse mais do que o necessário e prejudicasse não somente ela, como a mim e a Klaus. Por isto tentava manter o mínimo contato possível.

Rebekah estava cada vez mais presente na Mansão de Klaus, isto, obviamente se atribuía ao fato da gravidez. Ela tentava estar sempre pronta a me ajudar ou me ouvir, entretanto, mantinha-me o mais distante e indiferente possível. Não estava pronta para deixar as reservas que havia conseguindo construir neste curto espaço de tempo ruir novamente. Esther estava ocupada demais cuidando de Hayley e de Hope para lembrar-se das estupidas aulas de etiqueta que ela tanto prezava.

E Klaus, bom ele estava sendo Klaus. Cruel, instável, incomunicativo, incompreensível, insensível e odiável. Normalmente ele chegava pela madrugada e mantinha-se em seu escritório quase que a o restante da noite, quando ia para o quarto limitava-se apenas a beber seu amável Whiskey e dormi pelo resto das horas que lhe restava.

Ao menos ele mantivera-se assim durante todos estes dias, no entanto, nesta manhã ele resolverá mudar a rotina que ele mesmo havia montado para si. Pela primeira vez em quase um mês ele sentara-se a mesa de café da manhã. Olhei-o de esgoela por alguns segundos e voltei minha atenção para o chá intocado em minha xicara. O silencio perdurou por algum tempo até ele finalmente resolveu revelar o motivo da sua mudança de rotina.

"Caroline." Sua voz rouca e forte soou. Ergui-me rapidamente e olhei-o atentamente. Suspirei, ao ver as olheiras arroxeadas em seu rosto e o olhar distante e completamente sem brilho. Klaus estava um caco.

"Precisamos comunicar a família sobre a gravidez." Ele falou lentamente enquanto fechava o jornal que tinha nas mãos e o largou sobre a mesa.

Suspirei desapontada.

"Você acha mesmo necessa..."

"Não faça perguntas idiotas!" Ele me interrompeu no mesmo instante. O olhar frio e expressivo que ele me lançou deixou-me completamente sem argumento. Assenti positivamente e voltei minha atenção para a xicara em minha frente.

"Marque um almoço com minha mãe e peça pra ela comunicar toda família!" Ele rosnou ainda irritado.

"Pra quando?" Perguntei, voltando a fita-lo.

"Se possível para hoje!" Ele levantou-se tão rápido quanto havia sentando-se e desapareceu para fora da sala de jantar.

***

"Esther...Sinceramente eu..."

"Não quero saber Caroline! Niklaus enlouqueceu de vez!" Ela me interrompeu pela decima vez naquela manhã. "Ele sabe perfeitamente bem que esta festa está programa a praticamente um ano! Não tenho tempo para almoços em família hoje! E falando a verdade quem deveria estar cuidando de toda a ornamentação do evento era você querida!" Revirei os olhos chateada. Parecia que todos daquela família resolveram ser "insensíveis" ultimamente.

"Não tenho intenção de lhe irritar, Esther...Acredite!" Suspirei cansada. "Você sabe como seu filho e quanto se trata de "ordens" e hoje ele me ordenou esta missão...Por favor, apenas facilite!" Apelei. Ouvi ela suspirar do outro lado da linha.

"Desculpe! Imagino o inferno que deve estar sendo conviver com Niklaus estes últimos dias...Entretanto por mais que eu lhe entenda não posso simplesmente adiar esta festa! Façamos o seguinte como estaremos todos juntos esta noite para a festa beneficentes ele pode comunicar o que quer que seja esta noite!" Antes mesmo que eu tivesse oportunidade de retrucar, ela já havia desligado o telefone.

***

"Por Deus...Nem mesmo um simples almoço você consegue marcar?" Ele resmungou irritado assim que entrou pela porta do quarto.

Suspirei e tentei manter-me calma.

"Klaus...Sua mãe simplesmente fora irredutível! Ela disse que você poderia comunicar o que quer que "fosse" esta noite!" Repliquei rapidamente.

"Ótimo!" Ele bufou.

"Ótimo." Repeti baixo o suficiente e voltei minha atenção para o livro que tinha nas mãos.

"O carro vai passar as oito em ponto! Esteja pronta!" Ele avisou despreocupado, enquanto atravessava a porta do banheiro.

Eu sabia que os problemas estavam corroendo-o completamente. Tinha noção da loucura que estava a Máfia desde o atentado ao pai dele e ainda tinha Bill planejando e executando planos contra Klaus, entretanto, estava cansada de ser tratada como uma estranha. Cansada de viver sob o mesmo teto com alguém que não tinha o mínimo de consideração.

Joguei o livro sobre a poltrona e levantei irritada. Adentrei o banheiro completamente chateada, Klaus nem se moveu. Continuou dentro do box, em baixo do chuveiro completamente indiferente a minha presença.

"Você pode me dizer porque não vamos juntos a essa porcaria de festa?" Cruzei os braços irritada, quando ele virou-se de frente e me olhou atento. O silencio perdurou por alguns segundos. Bufei. "Ate onde me consta ainda somos casados, Klaus! Você poderia ao menos responder as minhas perguntas?" Ele manteve-se calado e completamente inexpressivo.

"Que inferno Klaus!" Gritei alterada, ele abriu o box em um rompante e se aproximou.

"Porque você simplesmente e incapaz de manter essa maldita boca calada, Caroline?" Ele sussurrou lentamente. Meu corpo inteiro entrou em alerta, ele estava próximo demais, irritado demais.

"Porque você tem tanta dificuldade em responder minhas perguntas?" Devolvi. Ele me fuzilou.

"Vou estar ocupado demais pra perde meu tempo vindo te buscar para uma maldita festa!" Ele rosnou se afastando completamente. Assenti irritada.

"Ótimo. Vou estar ocupada demais para ir há uma festa esta noite." Sorri ironicamente e sai do banheiro.

Ouvi seus passos logo atrás de mim e antes que eu pudesse sair do quarto, sua mão fechou-se em meu pulso firmemente mantendo-me parada no lugar.

"Você tem que ir!" Ele falou lentamente como se explicasse algo há uma criança mimada. "Caroline..." Ele resmungou irritado, vendo minha total indiferença. "Você vai!" Ele falou alto e completamente decidido. Soltei um sorriso e me aproximei um pouco dele, olhando-o firmemente em seus olhos.

"Me obrigue!" Desafiei. Ele revirou os olhos completamente irritado e soltou meu pulso.

"Você é irritante!" Ele falou se aproximando lentamente, depositou um beijo suave em meu ombro. "Quando quiser requisitar atenção basta apenas ser educada, querida! Não precisa me desafiar!" E sussurrou em meu ouvido lentamente antes de se distanciar completamente.

"Babaca bipolar." Retruquei abrindo a porta, vi um sorriso surgir em seus lábios e sai rapidamente do quarto, batendo a porta.

O dia depois disso decorreu tranquilo e solitário como todos os outros. Desde que Hayley havia voltado pra casa, minha única companhia era os empregados da casa que viviam de um lado para o outro afim de cumprir suas obrigações e, quando eu tentava puxar assunto eles desconversavam rapidamente e voltaram ao seu silencio habitual.

Depois de tentar passar o tempo caminhando pelo jardim resolvi subir para o quarto para poder ter tempo suficiente para me arrumar. Tratei de escolher um vestido seguindo cuidadosamente as "dicas" que Esther havia me dado, o resultado final fora realmente satisfatório. O vestido longo preto era de corte reto e elegante, um decote de coração mediano e um salto alto na cor nude. A maquiagem fora a mínima possível, e os cabelos optei por deixa-los soltos e ondulados nas pontas. Quando Klaus entrou no closet eu estava praticamente pronta, apenas terminava de colocar um brinco, enquanto ele trocava seu terno. Ele rolou os olhos brevemente em minha direção e saiu ajustando a gravata no seu corpo. Suspirei cansada e me levantei checando minha imagem no espelho, mesmo estando bem vestida e devidamente maquiada, minha aparência era de uma pessoa cansada e infeliz. Nem mesmo maquiagem, joias e roupas de grifes eram capazes de aplacar a tristeza eminente que carregava em meu olhar. Sai do quarto antes que Klaus voltasse para reclamar e desci as escadas cuidadosamente, me encaminhei diretamente para saída principal da casa, cumprimentei brevemente Connor — o motorista particular de Klaus — e entrei no carro, Klaus entrou segundos depois e o silencio reinou o caminho inteiro.

Nova Orleans é uma cidade turística, o que a torna uma cidade agitada e muito movimenta. Entretanto hoje ela estava mais calma que o habitual, ou toda população estava na festa que acontecia no Salão Principal do Centro, ou havia algo errado acontecendo.

Olhei Klaus mais atentamente. Ele digitava freneticamente em seu celular e mantinha o cenho sempre franzido. Estava mais preocupado que o habitual.

"Klaus." Chamei calma. Ele parou subitamente de digitar e ergueu o olhar em minha direção. "O que está acontecendo?"

Ele suspirou longo e deixou os ombros relaxarem um pouco, endireitou-se no banco ao meu lado e fixou seus olhos sob os meus.

"Hoje não é uma dia bom para se estar na rua, Caroline!" Ele foi direto. Estreitei os olhos em sua direção.

"O que está acontecendo, Klaus?!" Vociferei. Ele ponderou por algum tempo antes de suspirar derrotado.

"Seu pai comandou um ataque em um dos carregamentos da Máfia! Alguns dos meus homens de confiança morreram e eu resolvi contra-atacar!" Ele diminuiu consideravelmente o tom de voz a medida que ia falando, enquanto eu assimilava completamente a informação.

"Você não pode fazer isso, Klaus!" Resmunguei. "Não foi o combinado!" Apontei irritada. Ele revirou os olhos, perdendo completamente a paciência. Antes que entrássemos em uma briga longa, Connor abriu a porta para que saíssemos do carro.

Bufei irritada, quando Klaus estendeu a mão em minha direção. Ignorei a mesma e sai sozinha do carro, me adiante para a entrada principal do salão, deparando-me com uma imensidão de fotógrafos. Klaus circulou a minha cintura com seus braços e me manteve colada ao seu corpo, enquanto atravessávamos a imprensa. A enxurrada de perguntas surgiu e ignoramos todas elas. Não estava em um bom dia para responder perguntas idiotas de revistas de fofocas.

Assim que alcançamos o rall principal Klaus afastou-se e misturou-se a multidão de pessoas que havia ali. Acabei completamente sozinha e entediada, em meio a uma imensidão de pessoas desconhecidas e completamente desocupada e na maior parte falsas.

Minha boca salivava por um taça de vinho, entretanto, eu não podia. Tinha apenas que me contentar com o coquetel sem álcool que o Buffet estava oferecendo.

Esther fora a primeira da família há aparecer para me cumprimentar. Como em todas as outras vezes, ela estava realmente deslumbrante. Ostentava classe e beleza em um vestido longo azul marinho. Seu sorriso aberto e contagiante quase me pareceu sincero, se eu não conhecesse o poder que aquela família tem para disfarças suas dores pessoais.

"Você está perfeita, querida!" Ela sorriu amigavelmente.

"Você esta linda também, Esther." Elogiei sinceramente. Ela assentiu. Logo em seguida Kol e Rebekah apareceram e logo atras surgiu Mikael.

"Caroline. Linda como sempre!" Mikael sorriu, enlaçando sua mulher pela cintura e trazendo para perto de si. "Querida...Você sabe nos dizer o que Klaus esta planejando para esta noite?" Ele sussurrou quando estávamos pertos o suficiente para que ninguém mais pudesse ouvi-lo.

Neguei rapidamente. Ele suspirou.

"Não estou gostando de como os homens de Klaus estão se comportando! Estão em alerta total!" Kol resmungou baixo também. Rebekah revirou os olhos e deu de ombros.

"Seja o que for que Nik esteja planejando...Ele sabe o que esta fazendo!" Ele veio em defesa do irmão como sempre fazia. Antes que pudéssemos falar qualquer coisa, Klaus surgiu em nosso meio com um meio sorriso no rosto e um copo de Whiskey na mão.

"Querido..." Esther sorriu ternamente para ele e depositou um beijo em sua testa. "Onde você estava?"

"Por ai..." Ele respondeu vagamente, rolando os olhos atentamente pelo salão.

"Klaus...Você deveria pegar uma bebida para Caroline!" Esther sorriu abertamente. "Você sabe que um marido deve estar sempre pronta para servi sua mulher...Assim como ela esta sempre disposta a lhe servir!" Klaus revirou os olhos diante das normas de etiquetas que Esther sempre defendia.

"Obrigada Esther...Mais eu não estou bebendo!" Respondi educadamente tentando livrar Klaus de ter que responder sua mãe ou ir pegar uma bebida que obviamente não seria tomada. De repente todos os olhares estavam voltados em minha direção, analisando-me descaradamente. A curiosidade estava estampada no olhar de cada pessoa presente ali. Me senti completamente acuda, mediante a atenção que todos estavam me dando. A culpa surgiu rapidamente também.

Klaus pigarreou chamando atenção de sua família e sorriu abertamente.

"Caroline está gravida." Anunciou. Esther me olhou atenta agora, procurando por uma confirmação.

"Por isso que vocês queriam que almoçássemos todos juntos..." Ela resmungou baixo mais para si, do que para qualquer um ali. Um sorriso enorme estampou-se em seu rosto e antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, seus braços já estavam circulando meu corpo em um abraço acolhedor.

"Oh, querida...Isso é maravilhoso! Mais um netinho..." Ela sussurrou roucamente, segurando as lagrimas que cintilavam em seus olhos. Me limitei a sorrir.

"Não é maravilhoso querido?" Ela perguntou a Mikael que mantinha um sorriso contido nos lábios.

"Oh, claro que sim. Parabéns Caroline, filho!" Ele sorriu abertamente para Klaus e o mesmo apenas assentiu.

"E loira...Agora você esta oficialmente presa a família!" Kol riu, enquanto me puxava para um abraço apertado. "Parabéns." Sussurrou.

"Obrigada...Eu acho!" Respondi meia zonza, enquanto me livrava dos braços dele.

Por mais que minha relação com Klaus estivesse notoriamente abalada, não podia negar que eles eram uma família. Obviamente uma família quebrada, cheia de erros e falhas — muitas delas incorrigiveis — mais ainda assim uma eram uma família que se amavam, que prezavam o bem estar de cada componente dela. O sorriso estampado em cada rosto ali, fazia com que a culpa me invadisse por completo. Eu odiava mentiras.

Odiava o fato de ter que esconder algo tão serio deles. Odiava não poder compartilhar e pedir para que eles me ajudassem. E antes que as lagrimas rompessem ali mesmo, me afastei e me direcionei ao banheiro. De repente toda aquela situação estava me deixando zonza e sufocada.

Assim que atravessei o salão e encontrei o caminho para o banheiro feminino, duas mãos abafaram minha boca com agilidade.

Um odor forte de álcool surgiu e minha visão embaçou rapidamente. Senti minhas pernas amolecerem a medida que minha consciência se restringia e então antes do que eu imaginei, tudo a minha volta e escureceu e o silencio predominou.

***

Meu corpo inteiro doía. Minhas mãos suavam. Memorias aleatórias surgiam e desapareciam tão rápido quanto vinham. Minha cabeça latejava. Tudo a minha volta era escuro, frio. Silencio. Breu. E então eu apagava novamente. Algo em minha mente gritava para que eu acordasse, que eu precisava me manter alerta, no entanto, um cansaço fora do normal me atingia e eu era levada novamente para um estado de espirito estranho. Onde eu sabia que havia algo errado, mais não tinha forças suficientes para lutar.

Acho que acordei e voltei a dormi milhares de vezes antes de conseguir manter-me alerta completamente. Embora tenha sido em vão. Não conseguia visualizar muita coisa ao meu redor...Minhas mãos estavam atadas, meus pés estavam presos e minha cabeça girava constantemente.

O silencio era meu companheiro e a escuridão completa fora que fizera minha mente clarear pouco a pouco até finalmente conseguir assimilar completamente a situação...Eu havia sido sequestrada!