O Poder do Amor
4 Capítulo 3
3 CAPITULO
[i]Alemanha, Frankfurt 1996[/i]
Isabella estava se sentindo péssima, não conseguia se lembrar exatamente o que comeu que pode lhe causar tremendo mal estar, a maldita febre não baixava assim como calafrio, entretanto ela estava feliz de ter se livrado da diarréia.
Acomodou-se na cama melhor, puxou o edredon até seu pescoço e encolhida deixou que o sono a levasse para um lado de sua mente que desejava esquecer.
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Eram um pouco mais que sete da manhã, olhou-se no espelho e se sentiu satisfeita, definitivamente a madre superior não iria reclamar.
O sapato preto estilo boneca estava limpo e engraxado, as meias até os joelhos bem branquinhas, a saia com pregas azul no devido lugar em cima dos joelhos, a camisa de botão branca por dentro da saia e a gravata azul com o nó bem feito. Seu cabelo estava bem penteado, partido ao meio e feito tranças, amarrados com fitas azuis, e em sua face nenhuma maquiagem, nem mesmo um leve batom cor de rosa claro.
Saiu de seu quarto e passou pelos corredores sem deixar que seu sapato fizesse um barulho se quer, seguiu até o refeitório e encontrou-se com Alice.
- Bom dia! – falou animada.
- Bellinha, bom dia! – disse a pequena Alice com a boca cheia de pão de doce.
Discretamente Bella colocou as mãos nos lábios escondendo o sorriso das freiras, se por acaso elas olhassem uma atitude tão “mal-educada” de sua amiga, ela estaria em maus lençóis.
- Então, sonhou aprontando algo com algum cigarro? – perguntou Bella sussurrando.
Alice um pouco nervosa engasgou com o leite que estava tomando. Durante a madrugada Bella e Jessica a levaram para a sala de vídeo e juntas as três assistiram Emmanuelle, um verdadeiro clássico pornô.
A pequena e então inocente Kuhn sentiu-se assustada, pelo menos no começo, pois quando viu Isabella e Jéssica masturbando-se sentiu uma necessidade enorme crescendo dentro de si, chegando ao ponto de colocar suas mãos por dentro de sua calcinha e estimular a pequena carne que começou a sobressair de seus lábios vaginais.
Ela tivera seu primeiro orgasmo.
- Ah qual é Alice? Você esta com vergonha de mim? – perguntou Bella sorrindo docemente.
Alice encarou sua amiga e sorriu timidamente.
- Não, é só que...
- Isabella Swan! – gritou a freira Maria interrompendo o que quer que fosse que Alice diria.
- Pois não madre? – perguntou Isabella levantando-se e ficando com a cabeça baixa.
- A madre superior esta a sua espera!
Um medo passou por sua espinha, toda vez que a madre lhe chamava não acontecia boa coisa.
O que foi que ela deixou passar dessa vez?
Caminhou até a sala da madre. Bateu na porta e assim que ela lhe deu o sinal positivo para entrar o seu inferno começou.
Tudo como sempre, o piso de madeira, uma enorme janela iluminando o local, decorado com cortinas brancas, um armário de madeira a esquerda, um armário de metal para arquivos à direita, próximo a sala uma mini sala, com um jogo de sofá e uma mesinha de centro, ao fundo, de frente a janela a enorme mesa que ela ocupava.
Ela estava lá, o habito preto, a face enrugada e a expressão dura de sempre, que nem seus olhos azuis conseguiam suavizar.
Como que ninguém via que ela daria melhor como discípula de satã?
- Sente-se Isabella.
Engolindo seco fez o que a madre pediu.
Ela terminou de preencher alguns papeis até que largou a caneta e apoiou seu queixo em suas mãos cruzadas.
- Então? – perguntou.
- Desculpe Madre, mas não estou entendo! – disse Isabella.
A madre Eloisa sorriu.
- É sempre assim, aprontas e ainda tenta parecer um anjo!
- Madre...
- Cale-se, respeite os mais velhos, ainda não terminei de me pronunciar – Falou cortando a pequena menina de 14 anos – Porque insiste em não cumprir com as regras? Porque tem que ter essa revolta?
Isabella quis dizer a verdade, entretanto guardou toda a raiva que nutria pela velha que posava de anjo.
- Olhe o que veio parar em minhas mãos! — disse a madre jogando o papel em direção a Isabella.
Curiosa, Swan pegou o papel e reconheceu sua letra. Analisando melhor reconheceu o que estava escrito, era uma redação sobre normas que ela escreveu na aula de interpretação.
- Fiz o que a professora pediu! – disse temendo que talvez tivesse deixado a paixão falar mais alto na hora de escrever.
- Duvido que a madre tenha pedido que criticasse as regras! – suspirou – Regras são importantes Isabella.
- Eu não disse o contrario!
- Nega com tamanha convicção que até acreditaria se eu mesma não tivesse lido. – arrancou a atividade das mãos de sua aluna – “Normas, desculpa que a sociedade primitiva inventou para camuflar o prazer da liberdade!”
Olhou para Isabella por alguns segundos.
- Tem alguma coisa a dizer que possa ser útil? – perguntou a Isabella.
“Talvez se atendesse o fogo gritando debaixo de sua saia eu não precisasse dizer nada”
Essa era a resposta que a jovem trancou dentro de sua boca e simplesmente negou em silencio.
- Foi o que imaginei – pegou o telefone discou dois números – irmã Jane, pode vim buscar Isabella para sua punição!
Isabella fechou os olhos, escutou as portas sendo abertas e passos se aproximando.
- Madre eu acho que deveria pensar melhor sobre a punição!
- Já pensei o suficiente, agora leve-a!
Jane a segurou pela mão e a guiou até a sala de punições do internado.
- Eu sinto muito meu anjo, mas eu não posso fazer muita coisa, a não ser cuidar de você depois! – disse a freira Jane com os olhos cheios de lágrimas.
Isabella nada disse, simplesmente ajoelhou nos milhos jogados diante do altar e começou a rezar o rosário.
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Isabella mexia-se atordoada em sua cama, sonhar com seu passado sempre lhe fazia mal, era como se sua realidade, como se seu direito de tomar decisões lhe fosse arrancado.
- Hei, acorda! – sussurrou uma voz amiga, cutucando levemente.
Atordoada levantou assustada e ofegante da cama, olhou para a única pessoa que a compreendia e a abraçou.
- Hei, Shiii, calma!
Bella nem sabe ao certo por quanto tempo ficou abraçada a sua amiga, mas assim que se sentiu um pouco melhor afastou-se.
- Me desculpe! – disse Isabella mais calma.
- Desculpar o que? – retirou os fios que estavam na face de Isabella – Sou sua amiga, me preocupo com você!
- Você deveria estar com seu marido, não comigo Lice!
- O Jasper também se preocupa com você!
Isabella sorriu tristemente, apesar de tudo seu ex-marido continuava demonstrando algum sentimento por ela, ao ponto de nem ao menos implicar com o fato de sua atual esposa cuidar de sua ex pervertida.
- Então de que se tratava o sonho? – perguntou analisando-a.
- Não diria sonho – coçou os olhos – Acho que o termo lembrança é mais valido.
Alice pegou o prato fundo de sopa que havia feito e apoiou em sua perna.
- Vamos abra a boca!
Isabella revirou os olhos.
- Estou bem o suficiente para me alimentar sozinha.
- Se realmente estivesse não teria ficado doente. Agora se cale e abra a boquinha! – sentindo-se uma criança de 5 anos abriu a boca e degustou da sopa de legumes – Ta boa? – acenou positivamente – Então, qual foi à lembrança irritante?
Mastigou o alimento, comeu mais um pouco em silencio antes de responder.
- Madre Eloisa!
As duas contorceram a face.
- Ainda bem que acordei você!
- Ainda bem!
As duas ficaram em silencio por alguns minutos até que Isabella comeu tudo o que havia no prato.
- Hum, a febre baixou. – disse tocando em sua testa e pescoço.
Isabella com as costas das mãos tocou sua testa e ficou satisfeita.
- Como disse, uma infecção.
Alice fechou sua feição.
- Sim uma infecção que não teria existido se tivesse pelo menos tirado um tempo para cuidar de sua alimentação. Você não é uma heroína, precisa se alimentar, se não seus 3 projetos e mais os 5 que supervisiona de Aro Volturi, ficarão sem você!
Isabella revirou os olhos.
- Nem adianta fazer essa expressão, se você não se cuidar eu cuido de você, e te garanto não irá gostar nada!
- Tudo bem, relaxa, vou ao médico amanhã e vou cuidar de minhas refeições!
- E vai deixar de transar com Aro?
- Lici eu não transo com Aro faz uns 4 meses, nossa relação deixou de ter graça quando a nova estagiaria despertou o interesse dele.
- Menos mau!
Isabella suspirou.
- Por favor, deixe esse lance de monogamia para você, não estenda a mim, sabes que não vai adiantar!
Alice suspirou.
- Eu não quero te controlar, só me preocupo com você!
- Eu sei me cuidar Lici – sorriu – Mas, obrigada por ainda me aturar!
- Eu te amo, nada que acontecer vai me separar de você, simplesmente aceite o fato!
{...}
Era incrível como as coisas mudam tão rapidamente, se falassem para ele há um ano atrás que logo ele teria condições de comprar uma casa ele teria rido totalmente desacreditado.
Completamente bestificado sorriu diante de sua casa!
Olhou para suas mãos e sorriu, suas chaves!
A casa não era muito grande, tinha dois quartos, um para ele e outro para Rose, mas pelo menos os dois tinham aquecedores. Um pequeno banheiro entre os quartos, uma sala e uma cozinha. Na frente tinha um pequeno jardim protegido por um muro baixo, um lugar seguro que poderia brincar com sua filha.
Fechou os olhos e suspirou aliviado.
- Adorei!!! – gritou uma voz conhecida muito animada.
Escutou a pequena porta de ferro ser empurrada, alguns passos para enfim uma mão feminina lhe tocar o ombro.
- Se bem que analisando melhor, mudar essa maldita cor serio o primeiro passo!
Ele abriu os olhos e a olhou de canto, nada de surpreendente, nem mesmo o violão que carregava nas costas.
- Olá para você também! Como vai? – disse irônico, fazendo sua amiga sorrir faceira.
- Nossa linda e pura amizade é tão verdadeira que não precisamos desse tipo de formalidade. Epa, eu já não te falei isso antes? Acho que seu caso de memória é bem mais grave que o meu!
Edward bem que tentou mais acabou gargalhando e abraçando sua melhor amiga.
Ele bem que tentava entender o motivo deles terem se tornados amigos, afinal, eles tinham uma diferença de mais de dez anos, e quando ela ainda era uma garota sem seios e que estava longe de menstruar vasculhava e remexia as coisas em seu quarto.
Ele não sabe ao certo, mas, de repente lá estava à louca lhe contando sobre seu primeiro pavoroso beijo em uma brincadeira de verdade ou conseqüência, onde ela lhe jurou jamais beijar outra pessoa na vida, é claro que sua promessa não durou muito tempo e ele sofreu as conseqüências, pois em sua visão de adolescente de 14 anos, o seu amigo mais velho estava tentando lhe esconder as maravilhas de um beijo de verdade.
É claro que eles discutiram, eles sempre discutiam, mas não demorava cinco minutos já estavam de bem. Havia alguma coisa naquela coisinha louca que o deixava completamente rendido as suas zombarias.
- Então posso conhecer seu novo lar? – perguntou com uma feição matreira mordendo seu lábio inferior.
Edward fez biquinho, movimentando-o de um lado a outro e revirando os olhos como se estivesse pensando.
- Ah Edward deixa de drama, a minha opinião conta muito, tenho alma de criança e conheço a pequena Rose com a palma de minha mão, o que me torna sua melhor conselheira, depois da Esme, mas é claro que ela não irá largar sua linda casa de 5 quartos para vim ao seu antigo bairro! – colocou as mãos no coração e afinou a voz debochada – “Oh, o que meu marido iria pensar se soubesse aonde vou?” – bufou – Eu gosto dela, juro que gosto, mas sou verdadeira, e aquela depois que deu o golpe ficou metida, mas tudo bem eu perdôo, afinal você esta fazendo esse sucesso todo graças à pequena ajuda que ela te deu! – falou tudo muito rápido.
Ele tentou segurar mais gargalhou mais uma vez.
Outra grande duvida que ele possuía: Como essa coisinha louca tinha o poder de lhe dizer verdades e ainda fazê-lo sorrir?
Tudo bem, ele não gostaria da resposta, ele só precisava ter sua amiguinha por perto, isso, somente isso bastava.
- Vamos coisinha louca, não quero que perca o ar de tanto falar!
Com uma falsa irritação deu um tapa no ombro de Edward.
- Olha o respeito, ainda sou de menor e sei muito bem dos meus direitos!
Ele revirou os olhos e abriu a porta branca que se destacava diante da pintura cor de rosa que sua adorável amiga detestava.
Sua doce e falante amiga adentrou e examinou o local.
A sala possuía um tapete marrom com várias almofadas grandes ao redor, uma televisão, um vídeo cassete de segunda mão que ela mesma havia lhe dado e um pequeno som. Caminhou e foi até o quarto de seu amigo onde tinha somente uma cama de casal antiga e uma cômoda. Abriu o quarto de Rose e se deparou com o berço e cômoda que ela e alguns amigos haviam lhe dado de presente através de uma vaquinha camarada. Foi ao banheiro e ficou feliz ao ver o box separado do vaso sanitário e da pia, enfim um banheiro com espaço. Seguiu até a cozinha o encontrando, ele estava preparando um chocolate quente. A cozinha não estava muito diferente, afinal eram os mesmos moveis do quitinete, entretanto o espaço era um ponto fundamental para deixar tudo mais bonito.
- Eu gosto daqui! – disse sentando-se na cadeira e colocando o violão na mesa.
- Tirando o fato da fachada ser cor de rosa!
- Ah, mais isso podemos resolver em instantes, se quiser amanhã mesmo, até venho lhe ajudar!
- Nina, amanhã você tem escola, não é legal ficar faltando no ultimo ano do ensino médio! – disse como se fosse um irmão mais velho.
Criança do jeito que era, sua amiga lhe deu a língua e colocou as pernas em cima da mesa.
- Tudo bem, não vou insistir, porque sei que você vai me deletar para minha mãe se souber de alguma coisa!
Ele virou e se encostou à bancada da pia olhando para a menina a sua frente.
Olhando-a assim todos julgavam que ela era normal, calça jeans, bota, casaco vermelho e toca preta. Aparência de menina educada, ainda mais com seu cabelo castanho emoldurando sua face, um verdadeiro anjo!
- Eu nunca entreguei você, simplesmente me preocupo, não quero que passe pelo que passei!
- Eu jamais vou passar pelo que passou, afinal, você esta bem de situação financeira e poderá me sustentar caso aconteça alguma coisa ruim comigo! — disse cinicamente.
Ele revirou os olhos e voltou-se ao fogão.
- Então vai comemorar em algum lugar? Tipo pegar alguma gatinha? Fala sério, desde que Esme fugiu com Rose nos braços para casa do Dr. Carlisle se fazendo de vítima do destino que você não pega ninguém!
- Amanhã trabalho Nina, tenho que descansar!
Ele já esperava um excelente discurso de sua coisinha louca quando escutou passos se afastando, suspirou e se questionou o que ela iria aprontar, porque ir embora ela não iria.
Não demorou muito para ele ter a resposta.
Notas conhecidas começaram a encher o ambiente
http://www.youtube.com/watch?v=Q3Xn2HpMg3o&feature=related
- Bom Jovi? – questionou reconhecendo a melodia.
- E quem mais poderia ser? Você me fez amá-lo, um dia quem sabe eu não caso com ele! – disse sorrindo.
Com uma voz suave começou a cantar a música.
“This ain't a song for the broken-hearted
No silent prayer for faith-departed
I ain't gonna be just a face in the crowd
You're gonna hear my voice
When I shout it out loud.”
Ele se virou e a encarou, estava lindamente concentrada com os olhos fechados sentindo cada palavra que dizia.
CHORUS:
It's my life
It's now or never
I ain't gonna live forever
I just want to live while I'm alive
(It's my life)
My heart is like an open highway
Like Frankie said
I did it my way
I just wanna live while I'm alive
It's my life.
- É com você bonitão, e nem quero desculpa – disse autoritária.
Ele bem que quis fugir, entretanto antes mesmo de perceber e dar uma resposta bem dada a sua amiga estava envolvido cantando a melodia.
This is for the ones who stood their ground
For Tommy and Gina who never backed down
Tomorrow's getting hard make no mistake
Luck ain't even lucky
Got to make your owns breaks.
CHORUS:
It's my life
It's now or never
I ain't gonna live forever
I just want to live while I'm alive
(It's my life)
My heart is like an open highway
Like Frankie said
I did it my way
I just wanna live while I'm alive
It's my life.
Juntos, completamente envolvidos com o que cada letra dizia, continuaram a linda e tocante melodia.
Better stand tall when they're calling you out
Don't bend, don't break, baby, don't back down.
CHORUS:
It's my life
It's now or never
I ain't gonna live forever
I just want to live while I'm alive
(It's my life)
My heart is like an open highway
Like Frankie said
I did it my way
I just wanna live while I'm alive
It's my life.
It's now or never
I ain't gonna live forever
I just want to live while I'm alive
(It's my life)
My heart is like an open highway
Like Frankie said
I did it my way
I just wanna live while I'm alive
It's my life.
Assim que os ultimo acordes foram dados os dois ficaram se olhando fundo, deixando que o silencio gritasse o que ambos gostariam de dizer.
Aparentando ter mais idade do que verdadeiramente tinha, Nina levantou-se e se aproximou de seu amigo lhe abraçando apertado.
- Sei que às vezes posso parecer meio louca e falar um monte de bobagem, mas eu adoraria ver aquele meu amigo novamente – afastou-se e olhou em sua face – Não estou lhe pedindo para sair por ai, encher a cara e transar com todas as mulheres que encontrar, só quero que você sorria como antes, antes dela te machucar, porque por mais que não diga eu sei que a Esme te feriu!
Edward sorriu e se afastou, deixando sua amiga bufando, afinal ela não era de dizer esse tipo de coisa normalmente.
Silencioso ele pegou duas canecas, retirou o chocolate quente e despejou, com cuidado levou os dois objetos e os colocou na mesa, se sentando de frente para Nina.
- Eu sei, de todas as pessoas do mundo que conheço você sempre foi a única que sempre esteve ao meu lado – suspirou – A Esme foi um sonho doce e amargo mas eu juro pra você, já passou.
- Que bom! Isso quer dizer que você já esta pronto para seguir em frente!
Ele sorriu.
- Isso quer dizer que tenho que ser mais cauteloso, pode não parecer, mas tenho os meus encontros uma vez ou outra, eu só não quero me envolver emocionalmente com alguém para passar o que passei.
Como resposta a louca Nina lhe sorriu satisfeita.
- Agora eu quero brindar essa maravilhosa mudança! – falou erguendo a caneca.
- Brindar com chocolate quente é meio trágico. Não tem nem uma vodca? – perguntou Nina com as sobrancelhas arqueadas.
- Daqui a alguns meses quando você ficar mais velha brindamos com vodca, por enquanto, devido a sua idade ficamos com o trágico mesmo!
Sorrindo revirou os olhos.
- A uma nova vida! – disse Nina erguendo a caneca.
FIM DO CAPITULO
Notas finais
aeeeeeee
realmente sou uma anja.....*-*
E ai gostaram de conhecer um pouquinho da vida da Bella????
E quem sera essa Nina???? sera q vai atrapalhar em alguma coisa????
comentem e deixem essa pobre autora feliz...
bjocas
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