O Poder do Amor

15 Capítulo 13 (2ª PARTE)


{...}

Edward estava concentrado, ou melhor, tentando se concentrar, estava se sentindo abandonado, esquecido pelas pessoas que ele ama.

Sua filha era uma criança, uma menininha incapaz de ter uma memória maravilhosa ao ponto de se lembrar de seu aniversario, entretanto, Esme sabia muito bem e estava fazendo isso para se vingar, ou talvez quem sabe tenha mesmo esquecido.

Porém Nina que era a primeira pessoa a lhe ligar em todos os anos e Bella que tinha dormido com ele não lhe deram um simples parabéns sequer.

O pessoal da instituição que tinham conhecimento de seu aniversario lhe deram um abraço e alguns até levaram lembranças, mas era doloroso para ele saber que as mulheres de sua vida nem sequer lhe deram um abraço.

Respirou fundo e continuou o seu trabalho, afinal seu acordo com a prefeitura estava lhe consumindo muito tempo, era um projeto que englobava toda Frankfurt, precisava ter cuidado com cada passo, pois iria ajudar muitas pessoas, levar conhecimentos sexuais a adolescentes, adultos e idosos, até porque pelo que ele ouviu dizer sexo não tem idade.

Deu um suspiro e fechou os olhos, era nítido como sua Bella mudou sua vida, entretanto ninguém poderia imaginar o quanto essas mudanças lhe afetaram em seu interior, a parte que ele deixava reservado somente para si. Esse projeto foi pensando por culpa dela, e apesar de saber que ele iria ajudar muitas pessoas, uma dor de resignação por não poder ajudar a mulher que ama rasgava seu peito. Nada que ele pudesse fazer iria livrá-lo de sua dor.

Toc toc

Batidas na porta tiraram sua concentração.

- Edward, a Bella ligou, parece que esta tendo um problema com a encanação de sua casa, a cozinha esta toda inundada. – Disse Ângela.

- Inundada? Mas quando sai pela manhã estava tudo bem.... Ah.... Era só o que faltava! – disse se arrumando para sair.

Desceu as escadas correndo, e com passos apressado seguiu até sua casa. Bella era uma princesa, deveria estar desesperada.

Quando chegou em casa, abriu a porta e se encontrou com o silencio e as luzes da casa apagadas.

- Bella? Amor?

Não obteve nenhuma resposta, seguiu até a cozinha e tudo estava como ele deixou, foi até seu quarto e quando abriu a porta se deparou com Bella e Rose segurando uma torta cheia de velas e com sorrisos lindos em suas faces.

- Parabéns pra você, nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida, hoje é dia de festa, pra alegrar nossas almas, Edward faz anos, uma salva de palmas! – cantaram as duas com um brilho nos olhos que ele nem sequer imaginou ser possível.

Ele fechou os olhos por alguns segundos se sentiu um idiota por pensar que elas tinham esquecido dele, quando abriu os olhos novamente e encontrou com o olhar de sua filha e de sua Bella um enorme sorriso enfeitava sua face.

Rose deixou a torta com Bella e correu ao encontro do pai, que a carregou e abraçou-a com tanto sentimento que seria capaz dos dois se tornarem um.

- O papai estava com tanta saudade! – murmurou.

- Eu também papai... Você anda trabalhando muito...! – respondeu.

Ele se segurou pra não jogar a verdade para sua filha.

- Eu sei... Prometo que logo, logo vou diminuir o ritmo de trabalho.

Olhou sua filha e se deram um beijo de esquimó.

- Pai... Me deixa descer... A Bella quer te dar parabéns também!

Sorrindo ele desceu a menina de seu colo e seguiu até seu amor, sem a deixar dizer nada, emoldurou sua face com suas mãos e lhe roubou um beijo apaixonado, deixando Isabella com as pernas bambas.

- Parabéns! – disse ofegante.

- Obrigado!

- Ehhhh..... Agora tem o primeiro pedaço! – disse Rose pulando na cama.

Isabella e Edward sorriram da animação da pequena Rose, foram até a cozinha e Edward se apressou em cortar o bolo em três pedaços.

- O primeiro pedaço esta divido em três!...

- Nossa papai.... Não esta muito grande? – disse Rose com os olhos arregalados.

Ele gargalhou.

- É esta grande, mas nem chega perto do tamanho do amor que sinto por essas três mulheres... Apesar de uma delas não estar aqui, vou deixar o pedaço dela guardado!

- Se for a tia Nina, depois dela ter me pego na escola disse que tinha um compromisso. – disse Rose salivando, com os olhos fixo no primeiro pedaço que Edward colocava no prato.

Ele olhou para Isabella como se pedisse uma explicação.

- Ela conseguiu convencer a Esme.... A Rose vai poder até dormir aqui hoje... Não me pergunte como ela conseguiu... Você a conhece melhor do que eu.

Mil coisas passou pela cabeça dele, porém mandou as suposições embora por hora e se concentrou em acomodar em outro prato mais um pedaço da torta de chocolate com morango.

- Pronto... Quero ver as duas comendo a vontade!

Atendendo o seu pedido as duas comeram a vontade, ele tirou um pouco de cada uma delas para si, degustando e adorando.

- Pronto, agora acho que já podemos ir... Ou vamos perder a seção! – disse Rose.

- Seção? – perguntou Edward.

- Sim... Vamos ao cinema, da pra acreditar que A Dama e o Vagabundo esta passando? Papai não podemos perder a chance!

- Eu vou adorar! – disse Edward pegando sua filha no colo – Mas tenho que ligar pra Ângela e avisar que não apareço mais hoje.

- Não se preocupe, eu já avisei! – disse Bella sorrindo lhe estendendo as chaves do carro.

- Eu já deveria ter imaginado! – comentou sorrindo, ao perceber a armação para surpreendê-lo.

Como era de se imaginar o dia foi esplêndido, assistiram o filme, foram ao shopping, fizeram compras e jantaram por lá, quando chegaram em casa, Edward deu um banho em Rose e a colocou na cama, cantou até ela dormir, o que não demorou muito afinal, sua filha estava cansada.

Ficou parado olhando para as feições de sua pequena, se pegou sorrindo diante da imagem que via, sua pequena Rose era tão especial em sua vida, sua falta estava o torturando, ele não fazia idéia de como Nina conseguiu a proeza de convencer a cabeça dura de sua ex-mulher, mas ele agradeceria a ela eternamente por isso.

Deu um beijo demorado na testa de sua filha e a deixou descansando, seguindo rumo a cozinha onde encontrou sua doce amada comendo o resto de seu pedaço de bolo, sentada na mesa da cozinha.

Ele se aproximou e com as mãos nas coxas de Isabella lhe deu um selinho rápido nos lábios.

- Obrigado pelo dia maravilhoso! – comentou pegando um pedaço de torta e comendo.

- Fiz o mínimo possível.... Deveria agradecer a Nina! – comentou Isabella acariciando a lateral da face de Edward.

- Quando falar com ela irei agradecer!

- Esta triste? – perguntou Isabella.

- Não – disse sorrindo – Só estou preocupado com a Nina... Estou muito feliz, ter você e minha filha comigo hoje foi o maior presente que poderia ter ganho!

Isabella o puxou pela nuca delicadamente e o beijou de forma delicada e sublime.

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- Você é o meu presente... Minha vida sem você era tão mais difícil...

- Shiii – sussurrou com seus lábios encostado ao dela, para em seguida beijá-la novamente.

Suas mãos vagavam pelo corpo delicado de Isabella com um misto de desejo e delicadeza, como se ela fosse uma porcelana rara que qualquer gesto errado pudesse quebrá-la.

Delicadamente ele foi retirando suas peças de roupas, despindo-a e apreciando a imagem que vinha fazendo com que seu coração acelerasse, como se fosse à primeira vez que olhava-a, e ele poderia dizer que apesar de cada dia que passava ela se distanciar da estética ideal de beleza, para ele, a cada dia ela ficava ainda mais linda, pois a cada instante ela conseguia penetrar fundo em sua alma.

Assim que a blusa, calça e lingerie estavam no chão da cozinha, com Isabella nua tentando deixá-lo igualmente nu, uma idéia passou pela cabeça de Edward.

- Você confia em mim? – perguntou ofegante.

- Sempre...

Ele se afastou, foi até o armário e pegou um rolo de papel filme, abriu e rasgou um grande pedaço.

- Edward....? – Isabella chamou-o meio confusa.

Ele sorrindo se aproximou dela, posicionou-se entre suas pernas e a beijou, levando a confusão de sua mulher para longe.

- Eu andei pesquisando... – seguiu dando trilhas de beijou em sua mandíbula – Como posso te dar mais prazer...

- Você me da muito prazer... Nunca me senti tão completa antes...

- Mas eu sei de um modo pra deixar as coisas melhores.

Sua boca foi descendo por todo o seu corpo, se demorou nos seios visivelmente sensíveis e excitados, desceu por sua barriga e quando estava pra chegar em sua vagina úmida e quente, Isabella o segurou.

- Edward... Eu adoraria que seguisse com seus beijos, mas... Mas sabemos que não pode... – disse se segurando para não chorar.

Ele olhou firme em seus olhos e com suas mãos separou as pernas de Isabella, deixando-a exposta para ele.

- Eu não vou negar... Eu adoraria sentir o seu sabor e me deleitar com ele.... Mas isso a deixaria péssima.... E também eu tenho que pensar na Rose...

- Sim... Por...

- Shii.... Ainda não terminei – ele disse sorrindo deixando Isabella atordoada – Mas apesar de não poder degustar de você como gostaria, eu posso te fazer flutuar com ajuda disso.

Ele lhe mostrou o papel filme, fazendo-a se lembrar do objeto transparente que ele pegou minutos antes.

- Edward....

Antes mesmo dela terminar a frase, ele estava acomodando o papel em sua vagina, fazendo-a entender... Era como se fosse algum tipo de camisinha, que o deixaria livre para realizar parte de seu desejo sem ser contaminado.

Ela ficou estática, sem saber o que dizer ou fazer, porém antes que ela tomasse alguma atitude ele agiu, com a ponta de sua língua ele acariciou seu clitóris, fazendo-a gemer e mandar as preocupações para longe.

Edward a estimulava de uma forma tão intensa que a única coisa que lhe restava era segurá-lo pelo cabelo e gemer, gemer pedindo por mais, querendo cada vez mais desse carinho tão intimo e prazeroso.

Ela sentiu sua língua invadindo-a, e instintivamente as paredes de sua vagina se contraíram, apertando-o, mostrando-o o quanto ele a deixava além dos limites.

- Eu... Eu não... Posso... Agüentar.... – antes mesmo que ela terminasse a frase, o prazer que ele lhe dava a fez explodir em milhões de pedacinhos.

Estirada na mesa da cozinha ela sentiu seus lábios se abrirem em um sorriso tímido e feliz, sua respiração estava cortando, e seu peito subia e descia de forma intensa.

Ela sentiu o papel sento retirado de sua parte intima e sentiu o membro de Edward a pressionando, para enfim penetrá-la lentamente, reacendendo o fogo do desejo.

Ele a segurava pelo quadril, e a penetrava lento e fácil a principio, para logo em seguida penetrá-la forte e rápido, fazendo perder o fôlego...

Ela buscava por ar, porém ela não encontrava...

Edward perdido de prazer investia em sua amada de forma apaixonante e mesmo sentindo suas unhas pressionado seus braços, não notou nada de errado, pois entendeu como ato de paixão.

Quando ele explodiu e caiu em cima dela, foi que a visão e sentidos lhe voltaram ao normal, por isso começou a beijá-la e então percebeu que sua cor estava estranha e que ela tentava lhe dizer algo.

- Amor? Bella....? Me diz?... Eu fiz algo errado....??? Eu machuquei você???

Ele estava desesperado, um medo o invadiu sem piedade.

Isabella tentava lhe falar que não estava conseguindo respirar, gesticulava com as mãos o que por sorte o ajudou a entender o que estava acontecendo.

Desesperado, ele a carregou nos braços e a levou até a cama que dividiam, foi até o banheiro do quarto e pegou o oxigênio que há algumas semanas Isabella estava precisando quando se cansava muito.

Os minutos pareciam anos e as lágrimas desciam por sua face mostrando o quanto estava com medo e o quanto se sentia culpado.

- Me perdoa amor... Por favor, me perdoa! – pedia Edward enquanto acariciava a face de Isabella que aos poucos ia voltando ao normal.

- Não... Não...

- Não force amor... Hum... Não quero que nada de ruim lhe aconteça! – disse carinhosamente.

- Então... Não me... Peça... Desculpas... Por nada!

- Ok, amanhã a gente conversa.

Ele ficou acariciando-a até que finalmente sua respiração voltou completamente ao normal, entretanto ele não retirou o oxigênio dela, o medo era tanto que ele temeu por lhe causar algum mal.

Pegou uma toalha e deixou úmida, voltou para o quarto e a limpou para em seguida cobri-la com cuidado, voltou ao banheiro e tomou um banho, se permitindo chorar e quando saiu se sentiu um pouco melhor.

Já vestido voltou para a cozinha e arrumou e organizou tudo por lá.

Entrou no quarto de sua filha e viu que ela dormia como um anjo, foi até seu quarto e Isabella estava deitada sem o oxigênio, com medo ele estava se preparando para colocar novamente nela quando se deparou com pequenas e delicadas mãos o segurando.

- Eu estou bem – disse com uma voz um pouco cansada – Porém vou ficar melhor quando vier para cama e ficar junto comigo!

- Amor eu sinto muito, de verdade, eu não deveria ter ido com tanta vontade...

- Shiii.... Você deveria sim, e me proporcionou um bem tremendo, deixe de besteira e venha dormir comigo!

Ele atendeu ao seu pedido, se deitou com ela e se permitiu abraçá-la com tanta possessão que deixaria qualquer um surpreso.

E pela primeira vez desde que eles estavam juntos, Edward entendeu o quanto o amor que ele sentia por Isabella era um faca de dois gumes, pois apesar dela lhe fazer um homem feliz, a qualquer momento algo poderia acontecer e desmoronar toda a felicidade que ele optou em sentir.

FIM DO CAPITULO

Notas finais
ahhhhhhhhhhh

como prometido cap postado....

o q acharam???????

ihhhhh imagina morrer assim?????????

ahhhhhh eu n ia fazer essa maldade com a Bellinha...... poxa seria maldade demais......

mas ainda bem deu td certo.......

bem o proximo cap é o penultimo.......

simmmmmmmmmmmmm

a fic ta chegando ao fim

logo saberão o final dessa hist........

bjocas

e valew pelo carinho de tds