Alemanha, Frankfurt 1993

Seu coração batia acelerado.

Isabella Swan, a promissora recém formada de 23 anos há meses que trabalhava com o mestre, o verdadeiro cara no que diz respeito à arquitetura mundial, Aro Volturi. Aos 50 anos, o irmão mais novo dos Volturis, além de ser o mais talentoso, destacava-se com seu corpo definido, seu cabelo aloirado e seus olhos azuis.

Ele a chamou, ontem entregaram o grandioso museu de artes da Alemanha, e agora seu estágio chegaria ao fim.

Claro que ter o nome Swan a ajudou a conseguir essa oportunidade, afinal, mesmo morto seu pai lhe deixara dinheiro e um nome de valor – tudo bem, Charlie Swan trabalhava no ramo da moda, porém seu profissionalismo era tão comentado que até mesmo os Volturi o conhecia – entretanto não era modesta, sabia de seu talento nato, e o usava descaradamente para conseguir o que queria.

Fingindo uma calma que não sentia, esperou uma carta de recomendação ou uma indicação do “monstro” invejado da arquitetura, mas não estava preparada para o que estava por vir.

- Gosta de trabalhar conosco senhorita Swan?

- Sim, aprendi muito estando com vocês!

Aro sorriu.

- Fico feliz por isso. Seu trabalho foi muito útil!

Isabella tinha um olhar clinico, se não fosse por ela estar acompanhando cada detalhe da construção, com certeza a obra demoraria bem mais tempo para ser terminada.

- Sei disso, da mesma forma que sou ciente que jamais encontrara um estagiário tão esplendido como eu sou!

Aro arqueou as sobrancelhas enquanto ela lhe sorria pomposa.

- Interessante seu comentário!

Isabella sorriu cinicamente.

- Se fosse o senhor não subestimaria uma jovem de talento como eu!

- Não estou subestimando, tanto que, quero-a comigo, quero-a acompanhando cada detalhe de nosso mais novo projeto, desde a elaboração da planta até a conclusão do prédio, porque tens talento, porque é profissional e porque um dia será a melhor, um dia, porque atualmente o melhor sou eu!

O ar lhe faltou, com certa dificuldade começou a processar o que Aro Volturi lhe dissera.

- Esta me convidando para continuar meu estagio?

- Não, estou lhe propondo para que seja meu braço direito no projeto do novo banco *Commerzbank, como funcionaria!

Incrédula Isabella piscou os olhos por diversas vezes. Estava sonhando, ou o grande Aro estava lhe propondo um emprego?


- Então, o que me diz? – perguntou depois de longos segundos.

- Oh... Eu aceito... Claro que aceito! – disse sorrindo.

Aro sentado em sua cadeira majestoso lhe lançou uma olhar devorador.

- Está feliz Isabella? – perguntou.

- Sim, muito feliz, o senhor é incrível, um excelente professor!

- Já que estamos felizes que tal comemorarmos? Abra o frigobar e pega uma champanhe! – pediu.

Ela nunca teve instinto para garçonete, entretanto devido ao seu emprego estava pronta para ser o que Aro lhe achasse conveniente.

Em cima de uma prateleira de vidro pegou duas taças, abrira o frigobar e pegou a champanhe, abriu e voltou para servir tanto ela como Aro.

Quando se aproximou deparou com uma cena que jamais imaginou em sua vida, Aro estava com seu pênis duro pra fora da calça masturbando-se enquanto olhava sorridente para ela.

Olhou atentamente para ele e sentou-se na mesa sensualmente, serviu uma taça para si mesma e como se estivesse em um cinema assistiu seu “professor” proporcionando prazer a si mesmo.

- Pensei que talvez pudesse vim me ajudar! – comentou com dificuldade.

- Sou uma ótima arquiteta senhor Volturi que infelizmente não sabe o que os outros pensam!

- De fato... Mas adoraria saber uma coisa. Será que esta ótima arquiteta sempre faz o que seu chefe manda com maestria?

Isabella bebericou a champanhe.

- Só há uma maneira de saber!

Aro sorriu e devido à proximidade levou sua mão esquerda para as coxas de Isabella, na parte inferior, apertando com vontade enquanto se masturbava.

- Chupe-me com vontade!

Ela olhou fundo em seus olhos. Por segundos pesou suas duas alternativas e fez o que considerava o melhor, o certo. Tomou todo o liquido alcoólico que estava em sua taça de uma vez, retirou a mão de Aro que estava em seu pau e começou a fazer os movimentos lentamente com as suas.

- Não, quero sua boquinha! – falou arfando enquanto levava sua mão para a nuca de Isabella a puxando para baixo.

Ela não se fez de rogada, sem delongas colocou toda a extensão de Aro em sua boca e chupou cada pedaço com vontade. Prendeu-se em massagear a glande rosada com a língua e com seus delicados dedos atiçava os testículos.

Aro ronronava de prazer, puxando os cabelos castanhos de Isabella com força, comandando o ritmo.

Como se voltasse a ser o menino de treze anos que um dia foi, gozou com facilidade diante das habilidades da Swan. Entretanto somente em imaginá-la nua sentia-se esquentando novamente.

- Tire a roupa e monte em mim como uma habilidosa vadia que sei que és!

Isabella limpou o gozo que escorria em seus lábios com a língua e olhando para Aro intensamente puxou a blusa rosa de seda que estava dentro de sua saia e lentamente começou a desabotoá-la, revelando sua barriga lisa e pálida e seus dois médios seios cobertos por seu sutiã preto.

Levantou-se e puxou o zíper de sua sai preta para baixou, revelando sua calcinha combinando com seu sutiã e a meia 7/8 preta prendida pela cinta-liga.

- Deixe à meia, quero foder com você tendo a aparência da vadia talentosa!


Sorriu divertida. Sua língua suja a ajudava a entrar no jogo com facilidade.

Levou suas mãos para suas costas e abriu o feixo do sutiã, revelando por fim seus seios, empinado, duros de excitação, para deixar o clima mais quente, passou suas mãos por seu corpo, atiçando seus seios ainda mais e deixando Aro cada vez mais duro com a cena.

Cruzou as pernas e virou, empinou sua bunda em direção ao Volturi e lentamente retirou sua calcinha fio dental. Sem poder se controlar, perdido na beleza do corpo feminino, agarrou com vontade as nádegas de Isabella com as mãos e em seguida deu-lhe uma mordida com vontade.

- Oh.... – Isabella gemeu, e nem ao menos se preocupou com o que diria ao seu marido se por acaso ele voltasse de viagem antes do tempo e olhasse a marca.

Totalmente entregue Aro começou a golpear com tapas fortes a bunda empinada, como conseqüência, a convidativa vagina começou a produzir os sucos do prazer entre suas pernas. Ele acertou em cheio, sua mais nova funcionaria adorava um sexo com pitadas de violência.

Louco de tesão, a virou, segurou seu quadril com força e a enterrou por completo em seu pênis. Com sua boca sedenta chupou seus seios com vontade deixando-a marcada de propósito.

Primeiro porque ele não se enganava, Isabella era uma maldita vadia e segundo porque a muito não poderia saciar seus desejos com sua esposa, uma vez que ela aos seus 40 anos parecia não agüentar mais a fúria e paixão do marido.

Com uma vontade inquestionável Isabella subia e descia intensamente, gemia de prazer, afinal, além de sexo gostoso, transar com seu chefe iria lhe trazer o que sempre sonhou, ela iria aprender o que lhe faltava com o melhor, sem culpa ou dor na consciência, até porque trair seu marido simplesmente não lhe deixava enojada, nestes dois anos de casados ela já perdera as contas dos desconhecidos que amaram seu corpo.

Quando o êxtase atingiu a ambos, ela deixou que seu corpo caísse por cima do dele. Após uns minutos, quando o cansaço momentâneo evaporou, ela levantou e arrumou-se, feliz pelo prazer que consumiu seu corpo minutos antes.

- Espere! – disse Aro, quando ela estava para sair. – Nunca trepo com ninguém sem provar pelo menos um beijo.

Isabella arqueou as sobrancelhas.

Sem dizer uma palavra permitiu que Aro se aproximasse e tomasse sua boca com vontade, e Isabella só conseguia pensar uma coisa: Seu beijo era tão bom quanto seu sexo.

Quando saíra do escritório não havia mais ninguém, agora em sua mente fazia sentindo do porque Aro marcou com ela tão tarde.

Sorriu, homem quanto mais velho fica ainda mais previsível.

Quando chegou em seu carro, suspirou, olhou para o relógio em seu pulso e praguejou. Definitivamente Alice a insultaria pelo atraso.

Acelerou o seu jaguar e foi encontrar sua amiga sorridente, a noite começou muitíssimo bem, e tinha tudo para terminar ainda melhor.

{...}



Cansado, Edward Cullen carregava uma enorme pasta com vários documentos, e em sua outra mão segurava uma sacola relativamente pesada. Colocou sua pasta no chão e abriu a porta de sua quitinete.

Era pequeno, ou melhor, muitíssimo pequeno.

No local só havia uma cama de casal, uma cômoda, uma pequena mesa de dois lugares, uma geladeira velha, um fogão pequeno de duas bocas, uma pia com uma minúscula bancada, um armário de duas portas preso em cima da pia e um banheiro.

Colocou a sacola na mesa e fechou a porta. Escutou o chuveiro ligado e suspirou. Daria tudo para um banho, entretanto o local era tão pequeno que teria que esperar Esme sair para poder entrar.

Tirou a torta de morango com chocolate de dentro da sacola e colocou na mesa.

Delicadamente retirou peça por peça de sua roupa jogando-a no cesto ao lado de sua cama e quando estava completamente nu, enrolou uma toalha na cintura. Seguiu até a parte destinada para a cozinha e abriu a panela.

Arroz com salsicha.

Pegou um prato no armário e se serviu. Comeu com vontade, afinal, sua ultima refeição fora um café preto e pão melado com manteiga. Abriu a geladeira e encontrou uma latinha de cerveja, abriu-a e tomou um bom gole, para voltar a se alimentar.

Escutou a porta do banheiro se abrindo e viu saindo sua belíssima esposa completamente nua.

Esme não possuía um corpo de modelo, mas, sem dúvida era muito bela, com seus 50 quilos bem distribuídos em seus 1,65 cm. Possuía seios pequenos, barriga lisa e pernas torneadas, seu cabelo ruivo descia em cascatas até o meio de sua costa e para finalizar seu encanto, possuía lindos e grandes olhos azuis que combinava perfeitamente com seu sorriso meigo.

Como resposta a visão, Edward assobiou arrancando-lhe um sorriso tímido.

- Qual é? Tenho que aproveitar que estamos no verão. Quando o longo inverno chegar terei que me acostumar em vê-la empacotada.

Esme nada disse, vestiu sua calcinha e sua camisola que estavam em cima da cama e foi ao encontro de seu marido, deu-lhe um beijo nos lábios e tomou um pouco de sua cerveja.

- Como foram as coisas no escritório? – perguntou enquanto se servia.

- Tudo como sempre, muito trabalho e pouco dinheiro! – murmurou.

Esme colocou seu prato em cima da mesa e foi de encontro a seu marido, o abraçando afetuosa.

- As coisas vão melhorar, você é talentoso Edward, logo será descoberto! – disse distribuindo beijos por sua face.

- Você falando assim eu até acredito!

- Hei, mas tem mesmo é que acreditar!

Ele suspirou resignado.

- Eu sei, mas fica difícil acreditar, estou com 29 anos, faz tempo que me formei como o melhor da turma e até agora nada. – sorriu fraco – Às vezes me arrependo de ter me negado a trabalhar com os Herzogs!

- Não quero mais ouvi-lo repetir isso! – gritou Esme.

- Qual é? Sejamos honestos. Trabalhando com eles não ficaríamos contando moedas para pagar as contas.

- E nem teríamos nos conhecidos! – sussurrou Esme com lágrimas nos olhos sentando-se na cadeira de costas para seu marido.

Nesse momento Edward xingou-se internamente.

De fato, se ele não optasse seguir para um caminho mais honesto, não teria ajudado Klaus Kinski a conseguir o dinheiro de sua indenização e como conseqüência não teria conhecido sua belíssima filha.

Carinhoso, Edward começou a acariciar os braços de Esme enquanto distribuía beijos em seu pescoço.

- Por favor, perdoe-me. – mordiscou sua orelha – Tê-la conhecido foi o melhor presente da minha vida!

Esme nada disse, tentou controlar as lágrimas, mas elas desciam com fúria por seu delicado rosto.

Com o coração carregado de culpa, Edward a levantou e virou-a de frente para ele. Emoldurou sua face com esmero e beijou seus lábios delicadamente.

- Sinta... Eu te amo... Jamais irei me arrepender de tê-la conhecido!

Ela não lhe disse uma só palavra, envolveu seu pescoço com seus braços e o beijou suavemente.

- Eu também te amo! – sussurrou a senhora Cullen.

Envolvido pelo momento, Edward a segurou pelos quadris e a fez sentar-se na mesa. Apertando sua coxa foi subindo suas mãos apaixonadamente, retirando a camisola que a cobria.

- Amo cada pedaço seu... – disse Edward olhando para o corpo de sua esposa.

Como se estivesse provando uma comida que adorava, passou sua língua por entre os seios de Edward, seguindo até o queijo, para beijá-la novamente.

Como se estivesse com medo de perdê-lo, ela o enlaçou com suas pernas, encostando sua vagina no pênis duro de seu amado, fazendo a ambos gemer.

Docemente ele a deitou na mesa, e para o seu desgosto afastou-se para retirar sua calcinha, olhou para o corpo nu a sua frente e sorriu matreiro.

Olhou para a torta que trouxera e não pensou duas vezes. Retirou a tapa de plástico e com as mãos tirou poções espalhando primeiramente no pé, para logo em seguida chupar e lamber com volúpia.

Repetiu o mesmo com a panturrilha, coxa, barriga e seios, chupando um por um demoradamente, deixando-a contorcendo de deleite.

- Essa torta está uma delicia, mas duvido que supere o seu sabor natural! – disse enquanto colocava as pernas de Esme em seus ombros e olhava sua feminilidade molhada com adoração.

Com sua língua sugou sem demora cada canto da vagina conhecida fazendo-a contrair-se e explodir de prazer. Sem esperar se afastou, para em seguida meter-se com vontade, penetrando-a fundo e rápido, para sair lento bem demorado, fazendo-a sentir cada polegada de seu latejante pênis.

Ela mal teve tempo de respirar e seu corpo já estava convulsionando de êxtase novamente, só que dessa vez, junto com o dele.

- Jamais esqueça o quanto te amo! – sussurrou Edward com a cabeça deitada nos seios de Esme.

- Nunca! – acariciou os cabelos cobre de seu marido – Nós vamos conseguir, você vai ver!

*Commerzbank AG o segundo maior banco da Alemanha.

FIM DO CAPITULO

Notas finais
Voltando com força total... mais uma vez!!!!!!!!!

(eu já tinha postado esse cap, mas o nyah por alguma razão deletou) *chora

Meninas muitoooo obrigada pela presença em mais essa hist.....

Peço que prestem atenção nos primeiros capítulos, além de vcs conhecerem os personagens, vai encontrar explicações para muitas coisas.....

Como já sabem:

Comentem e deixem essa autora louca feliz *-*

Bjocas e quarta nos vemos com mais um capitulo!!!