Notas iniciais
GRRR! Eu não consigo aumentar muito estes capítulos meus! Mesmo com todo este tempo no qual eu escrevo! Que coisa!É o seguinte: Perdoem-me novamente por este capítulo pequeno. A sorte não está ao meu lado e muito menos o tempo.Minha frequência de postagens estão me deixando enojada. Eu preciso me concentrar mais.Não vou gastar o tempo de vocês digitando meus resmungos malditos.

Ao acordar estava em uma cama de hospital. Meu rosto ardia e tinha uma imensa vontade de coçá-lo, porém não o fiz, pois sabia que iria piorar a minha situação. Olhei ao redor. Ao lado de minha cama havia um tipo de remédio com uma agulha ao lado; na outra direção estavam cadeiras. Como não haviam equipamentos que monitoravam minhas batidas cardíacas ou coisas do gênero, não havia com o quê preocupar-me. Senti um peso em meu colo, logo virei minha cabeça para descobrir o quê havia lá. Deparei-me com Yulia dormindo e... Babando em mim! Logo pensei em levantar-me para ela sair de meu colo, porém sua expressão era tão calma e bela... Seria uma pena se eu a acordasse e ela ficasse tagarelando até que seus pulmões explodissem. Logo, não o fiz.

Após uns vinte minutos Yulia acordou, bocejou e espreguiçou-se. Ao notar que eu estava acordada disse.

‘Bom dia Ivyzinha! Está com a cara mais inchada do que as bochechas do Quico!’ Disse com um sorriso amarelo.

‘Você faz ideia do quanto isso me ofende?’ Disse indignada.

‘Quê?’

‘Não se faça de tola, Yuli.’ Houve um silêncio incômodo. Então decidi perguntar. ‘ Ugh... O que aconteceu, exatamente, enquanto eu estava dormindo?’

‘ Você foi picada por... Um bicho venenoso... Eu acho... Bem, de qualquer modo te levamos pra cá e você ficou exatamente um dia inteiro dormindo! É isso.’

‘Por que você não continuou investigando a mina? O caso é ma—‘

‘ Escuta aqui, Ivy. Você é minha única amiga, OK? A única que eu tive em minha vida INTEIRA! Não venha com essa de “ O trabalho/caso é mais importante do que a minha vida e blá, blá, blá, radda, radda, uma frase difícil pra me fazer me sentir culpada, blá, blá, blá, você é infantil”... Não me venha com porcarias assim! Você banca a sem coração com nenhum interesse, mas você é completamente o contrário! Eu. Sou. Sua. Chefe! Não sou sua aprendiz! VOCÊ é MINHA aprendiz! Entendeu? Você quer ser detetive? Tudo bem! Quer aprender com a melhor? TUDO BEM! Agora você tem que arcar com os costumes dos outros! Eu conquistei meu cargo sendo EU MESMA! BOBA, RETARDADA, BRINCALHONA... O QUE DIABOS VOCÊ ACHA O QUE EU SOU, MAS SENDO EU MESMA! CADA UM CONQUISTA O QUE QUER SENDO O QUE É! SENDO. SI. MESMO! É MINHA APRENDIZ?! BELEZA! QUER APRENDER COMIGO? MARAVILHA! EU SOU ADMIRADA E ME SINTO BEM ASSIM! SE VOCÊ ADMIRA O MODO COM O QUAL EU DESCUBRO E SOLUCIONO AS COISAS...’ Ela chegou perto de mim e segurou no colarinho de minha camisa. ‘ TEM QUE APRENDER ME OBSERVANDO! SE VOCÊ TENTAR ME MUDAR, EU NÃO SEREI MAIS YULIA ULIANISKY! EU SEREI IVANA GALANTOV! E EU NÃO QUERO SER ALGUÉM QUE NÃO SOU! ESTOU SATISFEITA COMIGO MESMA! VOCÊ É MINHA APRENDIZ! EU GOSTO DE VOCÊ, MAS PARECE QUE VOCÊ ME DESPREZA! E EU. ODEIO. ISSO! EU SOU MAIS VELHA QUE VOCÊ, TENHO MAIS CONHECIMENTO QUE VOCÊ! APRENDA COMIGO!’ Ela me soltou um pouco. ‘ Tenha respeito por aqueles que querem lhe ensinar o caminho certo...’ Eu a observei. Havia lágrimas em seus olhos. ‘ Ivana... Não seja quem eu fui. Não seja ignorante...’ Ela suspirou. ‘A ignorância só afasta as pessoas. Não quero que perca suas amizades e vire a louca que eu sou...’

‘... Yuli... E-eu—‘ A porta do quarto foi aberta repentinamente. Leonid e Iván entraram. Yulia deu um pulo para trás com o estrondo da porta.

‘Perdoem-nos, senhoritas. Ao vermos aquela coisa pulando no rosto de Ivana nos assustamos. Queríamos vir o mais rápido possível, porém tivemos que fechar a mina e contratar seguranças para que ninguém (certamente o ou os culpados) tirassem qualquer tipo de pistas que pudessem estar lá.’ Disse o senhor Arlovsky.

‘Hmm, que atencioso de você, senhor Arlovsky...’ Disse Yulia aproximando-se dele de modo... Sedutor.

Apenas respirei fundo. O olhar que o dono da mina de diamantes fez para Yulia chegou a ser cômico. Iván conteve o riso com muita dificuldade.

‘Uh... O-obrigado... Senhorita Yulia... ‘ Disse corando. ‘Sua... Aprendiz está bem?’

‘Sinceramente não sei, ela aparenta estar tão cansada e... Oh! Me sinto tão culpada!... Não sabia o que fazer até você chamar a ambulância e... Isso foi tão atencioso de sua parte...’ Enquanto falava começou a se esfregar no pobre homem.

‘... Acho melhor... Quem sabe... Deixar o senhor Arlovsky e a senhorita Yulia saírem deste aposento e discutirem seus assun---‘ Começou Yektov, que fora interrompido por Arlovsky.

‘N-nada disso! Temos que cuidar de NOSSOS assuntos! O caso da mina, nada das coisas que a senhorita Yulia faz comigo!’

‘Certamente, senhor. Creio que precisamos chamar o médico para nos dar o diagnóstico de minha situação atual.’ Disse calmamente.

‘S-sim!’ Gritou Arlovsky. Então ele disparou em direção à porta para procurar pelo doutor, deixando Yulia cair no chão. Esta gemeu de dor com a queda.

‘Hng... Um dia eu consigo meu homem...’

Notas finais
Bem, é isso. Concordo. Está uma porcaria.Comentários, por favor. Escrevam o que acham dos personagens, o que acham que vai acontecer, se a Yulia vai parar de ser a louca que eu adoro ou se a Ivy vai deixar de ser como ela é, se extra-terrestres existem, o que vai acontecer no próximo episódio da sua novela ou anime, o que vai ocorrer nos próximos quadrinhos do seu webcomic favorito, whatever! Comenta!Sim, eu estou mendigando aqui por comentários. Eles estão virando meu ganha-pão. Comentem, por favor! (( LOL, como eu sou ridícula xD))Bem, vou deixar por aqui e ir pro meu cantinho e ficar em posição fetal.Se me dão licença...Bye.