Notas iniciais
Bom, aqui está um capítulo bem maior e ele é a base da fanfic, espero que gostem e obrigada a todos que leram e acompanharam, deixaram reviews e tudo mais. Boa leitura xx

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– O que estão fazendo ai dentro, oras?

Uma voz esganiçada ecoou, um senhor bem baixinho apareceu na abertura da porta. Cabelos grisalhos, meio gordinho no terno preto e sandálias de couro. Ele aparentava ter entre sessenta e setenta anos, no máximo. Nenhum dos cinco que estavam no chão o reconhecia.

Eles se puseram de pé em instantes, Newt e Levi a frente, Reagan estava junto de Caden e Tessa já alcançava a porta, prestes a falar com o senhor de idade.

– Desculpa, mas, quem é o senhor? – Tessa disse gentilmente, quase que esquecendo que passara a noite ali.

– Sou Charles, o dono da biblioteca. – ele disse indiferente, como se não soubesse no que isso ia ajudar. – Agora, me digam jovens. O que estão fazendo na minha biblioteca antes mesmo de abri-la? E melhor ainda, dentro dela?

Newt passou para frente, ao lado de Tessa. Seu olhar analisava o senhor, não estava contente mas se controlava.

– Ficamos presos noite passada depois do horário de fechar. A Senhora Arched sumiu e em seguida, as portas estavam trancadas. Esperamos até de manhã, quando ela abrisse de novo pra sairmos.

O senhor murmurou algo, depois assentiu.

– Não viram a Senhora Arched desde então? – os cinco negaram. – Muito bem, muito bem. Espero que não tenham causado nenhum dano à minha biblioteca, estão liberados.

Os cinco não disseram uma palavra sequer. Pegaram suas bolsas e saíram da biblioteca rapidamente, o livro nas mãos de Reagan.

Assim que chegaram na avenida, pararam no cruzamento e viraram-se uns para os outros. Newt estava quase branco a luz do sol, mas mesmo assim Levi conseguia perceber com clareza o rubor nas bochechas, de raiva.

– O que iremos fazer com este livro? – Caden se pronunciou, indicando com a cabeça o livro nas mãos de Reagan. Ela o abanou, como se quisesse dar ênfase.

– Eu acho que deveríamos devolver pra biblioteca. – Levi murmurou descrente. – Algum idiota está querendo pregar uma peça na gente e vocês estão caindo nessa.

– Eu acredito. – Tessa disse em voz alta, para mostrar que achava ser o certo a fazer. – Não devemos deixar ele na biblioteca, se ele apareceu para nós, devemos pelo menos dar uma olhada.

Levi balançou a cabeça, como se achasse idiotice.

– Eu não sei se acredito ou não, porém estou com Tessa. – Caden disse encarando o livro. – Não devemos deixar ele na biblioteca.

– Eu acho que não faz mal irmos ver o que ele pediu. Sabe, na rua Principal e tudo mais. – Reagan disse mexendo o livro nas mãos. – Afinal, é só um livro, não vai nos fazer mal.

Reagan mexeu a cabeça na direção de Caden, relembrando o que ele dissera noite passada.

– E você? – Levi se dirigiu a Newt. Ele estava só observando, quieto.

– Acho que alguém deve ficar com o livro. Pelo menos por enquanto. E depois, com mais calma, decidimos o que fazer. Estamos com fome, sono e acabamos de passar a noite em uma biblioteca. Não estamos com a cabeça boa. – ele disparou. Tessa concordou com a cabeça.

– Mas quem fica com o livro?

– Eu não. Estou apavorada com tudo isso, não levo isso comigo nem que me paguem. – Reagan disparou assim que a pergunta foi lançada.

– Não vai acontecer nada com você. – Levi disse entediado. – Esse livro não vai fazer nada, porque é mentira. Tudo isso é uma grande mentira.

– Se não acredita, não se importa de levar ele pra casa, certo? – Caden disse. Levi assentiu e pegou o livro, jogando-o dentro da sua mochila.

– Ótimo. Agora, cada um pro seu lado. – Newt murmurou. Os cinco se entreolharam. – Acham que é melhor pegarmos o numero ou coisa do tipo?

– Como iremos nos encontrar depois? – Tessa questionou, e em seguida, trocaram os números de telefone. – Bom, até. Eu acho.

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“ Tessa:

( Está tudo bem com o livro, Levi?)

Caden:

( E com você?)

Levi:

( Sim, obrigada Caden. O livro está muito bem.)

Tessa:

( Quando iremos nos encontrar de novo?)

Reagan:

( Quarta todos estão livres?)

Newt:

(Sim)

Tessa:

(Sim)

Caden:

(Sim)

Levi:

(Sim)

Reagan:

(Ótimo, então quarta na hora do almoço no...)

Newt:

( Porque não na rua Principal? Assim, independente do que decidirmos, estaremos perto do lugar.)

Levi:

(Acho idiotice, mas por mim tudo bem.)

Caden:

( Tudo bem)

Tessa:

(OK.)

Reagan:

(Beleza.)

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Quarta-feira, 12h36min. Rua Principal, cidade de Greensville.

Tessa foi a primeira a chegar. Ela estava graciosa como sempre. Seus cabelos longos e volumosos na cor castanho, olhos azuis escuros e lábios cheios, sua expressão de séria era tênue comparada com seu jeito gentil de ser.

Ela vestia uma calça preta, botas marrom escuro de cano médio, uma blusa preta, uma jaqueta jeans azul clara curta, uma boina vermelha, colares e sua bolsa. Ela se sentou em uma mesinha de café que tinha ali na curva da avenida.

Dez minutos depois, Caden chega. Seus cabelos loiros meio escuros estavam pra cima em um pequeno topete, os olhos azuis mais claros hoje, as sardas que tinha estavam mais a mostra hoje em seu rosto duro e sério. Ele vestia calças jeans escuras, uma blusa social azul de mangas longas e tênis branco. Ele chegou e sem dizer nada, sentou-se ao lado de Tessa. Não demorou muito para que os outros chegassem.

Reagan e Levi chegaram juntos. Reagan estava com seus cabelos loiros claros jogados pro lado, mostrando seus piercings na orelha. Seu rosto fino e delicado estava maquiado, os olhos castanho claro estavam com rímel e sua boca fina, com batom rosa claro. Ela vestia uma saia rodada preta que ia até os joelhos, uma blusa de moletom de renda bege, botas de cano curto da mesma cor e pulseiras, fora sua bolsa de lado.

Levi estava contente pelo menos. Seus cabelos castanhos escuros estavam pra cima, os olhos amêndoas bem marcados no rosto ossudo, as maças do rosto proeminentes. O sorrisinho sem dentes era seu charme. Ele vestia uma blusa de mangas compridas azul escuro, quase verde, e uma calça jeans escura surrada, e vans no pé.

O ultimo a chegar foi Newt. Seu rosto petrificado e tenso estava tênue à luz do sol. Os olhos escuros e as maças do rosto mais marcadas que as de Levi, o sorriso de lado meio sombrio, topete de um emaranhado de fios negros e seu jeito quieto de ser. Ele vestia calças jeans escuras, tênis preto, uma blusa branca com um casaco xadrez por cima.

Os cinco se reuniram na mesa do café que tinha ali fora e Levi jogou o livro em cima da mesa. Ele parecia o mesmo. Tessa o abriu e o analisou, era o mesmo livro. Mas de alguma forma parecia diferente, ela sentia. Pegou o bilhete.

– Não sei. Estou sentindo que algo está...

– Diferente. – Levi completou. Tessa se surpreendeu, o encarou assentindo. – Eu estou com o mesmo pressentimento desde que levei ele pra casa no sábado.

Caden pegou o livro e folheou as páginas. Em um certo momento ele parou, os olhos estavam quase que arregalados.

– O que foi? – Reagan disse confusa. Tessa se inclinou no ombro de Caden para ver.

– Levi, — ela o chamou. – o livro estava escrito quando o levou pra casa?

Levi franziu a testa. Encarou Newt e voltou o olhar para Tessa. Ela estava com o olhar fixo nas paginas do livro. Caden também.

– Não, ele não estava escrito. – Levi disse confuso. – Por que?

– Porque ele esta escrito. – Caden disse sério.

– Como assim? – Newt murmurou. Tomou o livro da mão de Caden e observou.

A primeira página do livro estava com um recado, que antes não tinha. Newt leu em voz alta.

“Façam sua decisão logo. Terão apenas cinco dias para terminar esta fase, se é que a aceitarão. Contando a partir de quando me tiraram da biblioteca.”

Tessa foi a primeira a se declarar.

– Cinco dias? Tiramos ele da biblioteca no sábado, hoje é quarta. – ela encarou os outros. Eles pareciam seguir a linha de raciocínio, mas não chegaram aonde ela queria apontar. – Hoje é o ultimo dia. O prazo acaba hoje!

Os cinco ficaram em silêncio.

– Como essa mensagem apareceu aí? – Levi murmurou. – Cara, juro que eu não escrevi. Não encostei nesse livro, só quando cheguei e hoje quando vim para cá. Não foi eu!

– Levi, acreditamos em você. – Reagan disse colocando a mão no ombro dele. Ele se acalmou. – Mas a questão é, temos que decidir o que fazer.

– Vamos fazer o seguinte. – Newt disse. – Vamos votar. A maioria vence.

Os cinco assentiram.

– Quem vota a favor de investigarmos aonde esse negócio vai dar, levanta a mão.

Os cinco levantaram a mão.

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– Muito bem. – Tessa murmurou enquanto os cinco caminhavam até o centro da rua Principal. – O recado diz o seguinte: “Vão para a rua Principal, virem para onde o sol nasce, e assim que virem algo verde mas que não é verde, sigam em frente. Um homem estará sentado no banco sem sombra, ele terá as informações necessárias para descobrirem o primeiro segredo deste livro”.

– Estamos na rua principal. – Caden disse ao pararem. – O sol nasce à leste.

Os cinco viraram para o leste, dando de cara com um cruzamento, do outro lado da rua, um restaurante movimentado e uma casa de frutos do mar eram tudo que ocupava a calçada.

– “Algo verde mas que não é verde” – Levi murmurou. – O que isso significa?

– Não sei. – Newt disse. – A única coisa verde que estou vendo aqui é o farol.

– Isso! – Tessa murmurou. – “Algo verde mas que não é verde, sigam em frente”, o farol verde significa siga em frente! Acho que devemos atravessar.

Os cinco atravessaram no farol verde e logo se encontravam em frente ao restaurante. Eles se reuniram em um circulo novamente.

– “Um homem estará sentado no banco sem sombra, ele terá as informações necessárias...”e blá blá blá. – Levi disse. – Um homem em um banco sem sombra. Temos que achar um homem que esta com o sol na cara.

Os cinco olharam ao redor. Minutos se passaram e nada, nenhum deles havia visto um homem debaixo do sol.

– Acharam? – Caden perguntou olhando ao redor.

– Não. – Tessa murmurou junto aos outros. – O que vamos fazer?

– Temos que continuar procurando. – Newt disse firme, ele começou a andar pelo lugar, indo quase até a esquina da rua e voltando, os olhos vasculhando todos os lugares e pessoas.

Tessa e Levi foram para o outro lado. Tessa foi entre as pessoas sentadas nas mesas de fora do restaurante, observando descaradamente cada uma delas, atraindo olhares. Levi bufou e se sentou no primeiro lugar que achou. Encostou a cabeça na parede atrás dele e tombou pro lado. Ele encostou em algo e abriu os olhos.

– AH! – deu um grito consideravelmente alto. Os outros foram atraídos pelo barulho. Tanto os outros colegas quanto as pessoas que almoçavam ao lado. Logo, os amigos estavam ao seu lado. – Cara, achei!

Ele apontou para a estátua de cera ao seu lado. Era um senhor de idade, pelas rugas na figura, ele estava sorridente, de suspensórios e sanfona. O sol pairava acima dele, fazendo sombra e o tornando assustador.

– Bom trabalho, cara! – Caden disse o ajudando a levantar. – Agora só precisamos achar a informação.

Tessa encarou a estátua. Algo nela a deixava intrigada.

– Isso é medonho. – Reagan disse.

Newt estava rodeando a estátua, procurando algo que possa ser útil. Ele estacou, e em seguida sorriu.

– Achei!

Ele enfiou a mão nos botões da sanfona, um estava vazio. Ele retirou de lá um pequeno pedaço de papel. Desenrolou-o e se pôs a ler.

“Parabéns, se estão lendo isso, devo supor que aceitaram o desafio e que desejam começar a primeira fase. Prestem atenção nas instruções a seguir:

Na casa de apostas, o vizinho é sortudo. Esconde segredos em baixo do tapete que podem abrir portas para o inteligível. Mas cuidado, a inveja esta na porta dos vencedores.

Agora que já têm todas as informações necessárias para seguir em frente, lembrem-se do mais importante: o prazo está passando, e a chance de vocês também.”

Os cinco se encararam.

– Tem mais? – Reagan reclamou tomando o papel de Newt e relendo o bilhete.

– Agora que começamos, vamos até o fim. – Caden disse. Tessa assentiu.

– A casa de apostas. – ela murmurou para si mesma. – A lotérica do seu Patrick!

– Quem? – Newt disse enquanto seguia a garota, que descia a rua em passos largos.

– Um amigo do meu avô. Ele tem essa lotérica a anos. Fica a duas quadras daqui. Se quisermos chegar antes do prazo acabar, acho melhor corrermos.

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A lotérica do seu Patrick era antiga mesmo. As paredes em verde estavam descascadas, mostrando o reboco por baixo. Uma placa no topo dizia “Lotéricas Patrick” e em baixo com uma cor berrante “A sorte pode estar ao seu lado hoje!”.

Ao encostarem na calçada, Levi leu a placa que pendia na porta de entrada.

– “Fechada, reabriremos mais tarde.” Maravilha. – ele bufou.

– O que iremos fazer agora?

Reagan murmurou irritada.

– “Na casa de apostas, o vizinho é sortudo” – Newt repetiu. – Não precisamos entrar, precisamos ver o vizinho dele. A questão é, de qual lado.

–Vamos fazer o seguinte, meninas para um lado, meninos para outro.

Todos concordaram com Caden e assim foi. Tessa e Reagan foram para o lado direito, onde uma senhora regava umas violetas no seu portão. Ela parecia ser bem idosa, os cabelos grisalhos presos com uma presilha, um vestido longo florido e um avental suspenso pelo nó a cintura. Ela sorriu para as duas.

– Boa tarde. – Reagan disse sorrindo, e em seguida trocou um olhar com Tessa. – A senhora poderia nos dizer uma coisa?

A senhora assentiu sem olhar, ainda regando as flores. Reagan se virou para Tessa.

– “Esconde segredos em baixo do tapete que podem abrir portas para o inteligível.” – ela repetiu. – Em baixo do tapete! Mas o tapete da casa dela esta lá dentro, depois desse jardim inteiro!

– Não acha que pode ser apenas uma metáfora? – Tessa cogitou. – Do tipo, algo que ela esconda muito bem, algo que esteja em baixo do nariz de todos mas ninguém consegue ver?

Reagan apenas a encarou. Voltou-se para a senhora.

– A quanto tempo mora aqui? – sua voz era gentil. Até demais, pensou Tessa.

– Desde quando nasci. Essa rua não era nem uma avenida. Lembro-me de quando tudo que havia aqui era um parquinho e um supermercado.

– E essa lotérica? Sabe algo? – Tessa foi logo ao ponto. Reagan a encarou incrédula, ela deu de ombros.

A senhora riu. Ainda regando as flores.

– Ah minha querida, ela esta aí a quase cinqüenta anos, mas antes, era um pedaço do meu jardim. Eu mesma vendi o terreno para Patrick e sua família.

Tessa e Reagan se encararam.

– E por acaso a senh...

Reagan foi interrompida pela risada que a senhora deu, espontaneamente. Ela se ergueu, o regador nas mãos. O sorriso que dirigiu as duas foi profundo e dócil ao mesmo tempo.

– Vou pegar alguns biscoitos para vocês.

E sem deixar sombra de respostas, ela entrou pela porta da frente, deixando o regador e as flores.

– E agora? – Tessa murmurou. – Precisamos entrar lá.

– Não vou invadir a casa de uma senhora!

– Não quis dizer que va...

– E aí? – Levi disse se aproximando com Caden e Newt.

– O que acharam? – Reagan disse para os garotos.

– Nada, tudo que tem pra lá é uma casa abandonada e uma LOJA de roupas. – Newt disse entediado.

– E vocês? – Caden disse.

– Precisamos entrar pra ver embaixo do tapete da senhora.

– E cadê ela? – Caden murmurou.

– Pegando biscoitos. – Tessa disse como se fosse óbvio.

Os cinco encararam o jardim.

– O portão está trancado. – Levi apontou, como se fosse ditar as coisas que não podiam ser uma alternativa.

– Podemos pular. – Reagan cogitou.

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– Cuidado, Tessa. – Caden murmurou enquanto Tessa escalava o portão. Newt em baixo, dando impulso no seu pé.

Assim que ela cruzou a grade, pulou. Caiu sem amassar nenhuma flor.

– Ótimo, agora corre lá e vê em baixo do tapete dela. – Reagan instruiu.

– Está bem. – antes que Tessa pudesse se mover, a porta começou a abrir. – Ah meu deus, o que eu faço?

– Pula de volta! – Newt disse.

– Não dá tempo! Ela vai ver. – Levi contrapôs.

– Finge que pulou para beber água do regador! – Caden disse exasperado. Logo os quatro estavam mandando Tessa fingir.

A senhora estava retornando, descendo a escada. E não parecia ter notado a presença de Tessa. Ela pegou o regador e virou na boca.

– Ah minha querida, se estava com sede era só ter me pedido um copo de água! – a senhora disse divertida, rindo no final.

Tessa virou de volta o regador e cuspiu um pouco. Algo caiu no chão. Uma coisa brilhante. Tessa ajoelhou rapidamente e a apanhou.

– Aqui, toma os biscoitos.

Entregando uma bandeja de biscoitos para Tessa, a senhora pegou o regador e entrou novamente, provavelmente para encher o que Tessa havia bebido.

Tessa pulou de volta e Caden a ajudou a descer do outro lado.

– Que droga! – Levi murmurou irritado.

– Não conseguimos pegar a chave.

– Claro que conseguimos. – Tessa disse cuspindo no chão. – Não bebi água de um regador a toa.

Ela estendeu a chave pros outros sorrindo.

– Como? – Reagan exalou, confusa.

– Acho que estava dentro do regador. Quando bebi, cuspi pra fora.

– Ótimo, agora tudo que precisamos fazer é... – Newt começou. – O que temos que fazer agora?

– “Na casa de apostas, o vizinho é sortudo. Esconde segredos em baixo do tapete que podem abrir portas para o inteligível. Mas cuidado, a inveja esta na porta dos vencedores.” – Caden repetiu. – Já pegamos a chave, agora precisamos achar a porta que ela corresponde.

– A casa dos vencedores. – Levi murmurou. – Quem foi o ultimo ganhador da lotérica?

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Notas finais
Bom, me digam o que acharam e espero trazer outro capitulo log