O Legado De Thor
1 Prólogo
Notas iniciais
Particularmente eu não acredito que esse capítulo esteja muito bom,mas enfim...Sintam-se a vontade para ler.
Eu corria desenfreada pela floresta, tentando não tropeçar nas pedras e troncos que haviam no meu caminho — eu sabia que se caísse não conseguiria me levantar — mas a falta de luz tornava essa tarefa um pouco complicada.A noite estava fria, sombria e amedrontadora como nunca fora.
Naquela parte da floresta as árvores entroncadas tinham copas altas e eram latifoliadas o que tornava impossível a entrada de um misera quantia que fosse de luz lunar. E eu necessitava mais do que nunca da presença do satélite natural para iluminar o meu caminho e me ajudar a me localizar em meio às trevas.
Eu conseguia ouvia claramente o som da minha respiração alterada e o meu coração batendo descontrolado. Também podia ouvir o som de vozes másculas gritando acompanhadas pelo som de pés esmagando o mato seco e galopes de cavalos.
O que me preocupava era que aqueles sons estavam terrivelmente perto. E vinham de todos os lados.
Ótimo. Fim de jogo para mim.
Eles estavam vindo de todos os lados, cada vez mais perto de mim. Eu estava cercada, não havia mais escapatória.Eu sabia que eles estavam programados para me capturar e matar, pois essas haviam sido as ordens do senhor deles. Essas haviam sido as ordens de Set.
Eu apertava freneticamente o meu diário contra o meu peito. Precisa proteger aquele livro a qualquer custo porque eu também sabia o que eles iriam fazer comigo quando me pegassem e por isso precisava preservar qualquer lembrança que me fosse útil futuramente.
E todas as minhas memórias seriam úteis futuramente. E todas elas estavam contidas naquele livro grosso de capa marrom.Em breve eu iria precisar cada uma delas.
Usei minha última centelha de energia para correr para o mais longe dali que eu podia.
A cada segundo que se passava eu podia senti-los mais próximos de mim. Estavam me alcançando.Aquele era o meu destino.Foi o que as Nornas me disseram.
Cheguei uma enorme clareira. Pelo menos lá eu podia enxergar alguma coisa.A luz da lua furava fracamente as folhas das altas árvores providenciando uma escassa — porém suficiente — luminosidade ao local.
Esquadrinhei o ambiente ao meu redor com os olhos até achar uma árvore não tão alta quanto as outras, mas com um tronco bem grosso. O que realmente chamou minha atenção foi uma fenda localizada na parte direita do seu tronco.Ela me fez ter uma idéia repentina,simples e genial, mas será que daria certo?
Caminhei até ela e deslizei a mão sobre a fenda. Era a alta e larga o suficiente.Peguei meu diário e o enfiei cuidadosamente dentro da fenda.Não houve dificuldade alguma.E ninguém poderia jamais notar que haveria alguma coisa escondida ali.Puxei minha mão rapidamente para fora e senti uma fisgada em sua palma.
O sangue vazava. Observei o líquido vermelho se misturar a terra que estava em minha mão e tive outra idéia.Encostei o palmo no tronco da árvore deixando uma pequena marca rubra.Quando eu voltasse aquela seria minha pista para encontrar o diário.
Sorri e tentei retomar a minha corrida sem rumo. Mas minhas pernas cederam ao cansaço e caí de costas na terra úmida.
Fiquei deitada ali, sentindo o cheiro de terra recém molhada e ouvindo a movimentação ao meu redor. Poucos minutos depois eu já estava cercada por eles.
Alguns deles riam como crianças. Uma risada mais gélida e malévola e sobrepujou a todas as outras e eu sabia a quem exatamente ela pertencia.
Ele andou até mim, em passos largos e firmes, como se fosse o rei do mundo. Se eu não o impedisse ele seria mesmo, por isso eu tinha que resistir, tinha que sobreviver.
Tive um último vislumbre de sua estranha armadura negra que brilhava no escuro antes dela acenar em minha direção e eu cair em um sono profundo.
Notas finais
Minha prima que postou a fanfic para mim,então eu tenho que dar uma ajeitadinha mais tarde.
Até mais.
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