O Labirinto

5 Capítulo 5


“Éramos oito, agora somos sete.”

Isabel devia ter ouvido sua intuição, nunca quis acampar.

No caminho não encontraram ninguém. As ruas estavam desertas, as casas também. Eles procuravam por ajuda afoitos:

_ Meu Deus, será que estamos em uma cidade fantasma?!_disse Isabel incrédula.

_ Aqui ninguém duvida de que fantasma existe._ exclama Eduardo.

Isabel sentiu um arrepio. Os dois resolveram ir à lanchonete. Aparentemente, aquela garçonete era a única pessoa além deles que estava naquela cidade.

A porta estava trancada. Eduardo tentou arrombá-la, mas ela parecia ser feita de um material resistente. Eduardo gemeu de dor.

_Ei, psiu!

_ Que foi? Indaga Eduardo com o ombro dolorido.

_Não fui eu_ responde Isabel.

O som vinha detrás de uma árvore. Era a jovem garçonete loira que gesticulava para Isabel e Eduardo se aproximarem.

_ Vai na frente_ diz Isabel em tom autoritário.

Os dois se aproximam cautelosamente:

_ Nós precisamos de ajuda_suplica Eduardo.

Shhhhh! _ a garçonete pede para se fazer silêncio.

Ela olha para os lados, como se quisesse reassegurar-se que estavam a sós:

_ Isabel.

Isabel franziu o cenho:

_ Como você sabe o meu nome?

_ Não importa, vocês precisam ir embora.

_ Bem é isso que a gente esta planejando fazer moça_ replicou Eduardo.

_ Silêncio_sussurrou.a garçonete._ Escute bem Isabel, vocês estão em uma armadilha conhecida como “O Labirinto”. Não tente usar nenhum automóvel. “Eles” estão te vigiando.

_ Quem?_ indagou nervosa.

_Tem muita gente envolvida nisso, mas o objetivo de todos é o mesmo..._ hesitou.