Notas iniciais
Olá, Amores, este aqui eu programei a postagem, Espero que gostem. Boa Leitura.

59º Capítulo

Pov Karina

...

—Sério que você tá chorando por uma bobeira dessas? –pergunta.

Eu conheço essa voz.

—Você não entende Cobreloa. –eu digo secando minhas lágrimas e me virando pra olhar pra ele.

Ele ri.

—Você tá chorando por causa que os dois estão dançando? –ele me pergunta como se fosse a coisa mais idiota do mundo.

—Não..é que...

—Ja sei, tá com frio?

—N..

—Ta com dor?

—Não.

—Então é ciúmes. -ele disse se sentando ao meu lado. _Karina! –ele falou me repreendendo. _Que coisa feia! Com ciúmes da feiosa da Debora? –ele solta um sorriso debochado.

—Você fala isso porque você não entende.

—Entendo! Entendo e muito bem. Debora é uma interesseira que já foi o grande amor da vida do Pedro, e hoje em dia não passa de apenas uma ex, uma ex por quem ele tem apenas uma simpatia.

Karina, o Pedro Ama você, e ele não fala em outra coisa a não ser você. Eu nunca vi o Pedro assim, e olha que nos conhecemos a quase 7 anos. Pedro sempre foi mulherengo Ka, mais com você ele mudou completamente.

E outra, você viu o que o cara fez pra você na frente de um monte de gente? Em relação a pagar mico, pro Pedro não tem limite, e menos limite ainda em ralação a você.

É involuntário não rir, pensando a alguns minutos atrás.

—Mais ela tá dançando com ela, e...

—E É nessa hora que você tem que ir lá. Não ficar aqui chorando. Sugiro que você seca as lágrimas e não deixe vestígios a ninguém daquele salão que você estava aqui fora chorando.

Eu sorrio, e concordando.

Pego um lencinho de papel e meu espelhinho da minha bolsa.

Seco minhas lágrimas, e passou um pouco de pó, essa é a vantagem de maquiagem a prova d’ agua.

Volto pro salão, sorrindo de braços dados com meu amigo.

Pedro e João dançam a musica atual, com Debora em cima dos dois.

Cobra me olha.

—Ka, não liga, respira fundo, e bota um sorriso nessa rosto.

Sorrio.

Meu noivo me olha e sorri.

Ele sai da pista de dança e vem até mim.

—Amor você sumiu.

Eu olho pro Cobra.

—Pois é, a moça aqui tinha ido dar uma olhada no jardim do la fora no salão. –Cobra disso rindo. _Bom Gatinha, eu vou indo, porque a madrinha que entrou comigo, não para de me olhar, e ela tem que acabar na minha cama. –ele diz e eu ri.

Ele puxa minha mão que ainda estava entrelaçada ao seu braço, e dá um beijo em minha mão.

—Olha Moça, eu vou indo. Boa noite. –eu sorrio e abraço ele.

—Obrigada. –eu digo.

—Não por isso. –ele diz piscando pra mim, e antes de sair dá dois tapinhas nas costa do Pedro e sai em busca da Madrinha que com ele entrou na igreja, e que está na pista de dança.

Pedro me olha, me olha e olha.

—Amor, tá acontecendo alguma coisa? –ele pergunta, e eu sorriu

—Perdi alguma coisa? –ele pergunta depois de 5 minutos, que se passaram enquanto meu olhos estão na pista de dança, com um sorriso suave em meu lábios, e os olhos dele em mim.

—Não. –eu digo sorrindo com mais alegria. _Tem disposição ainda?

—Por..

—Porque quem quer dançar com você agora, sou eu. –eu falo puxando meu noivo pro centro da pista, próximo á Debora.

Quando começa tocar funk.

E eu começo a dançar toda sensual olhando pro meu noivo, que está bobo me olhando.

—Quem é a molequinha aqui agora, em Dé? –pergunto empurrando ela de proposito e dançando muito...

Ela nada diz e saindo de perto começa a dançar sozinha.

Depois de algum tempo dançando com o Pedro, resolvemos sentar na mesa,

João logo se juntou a nós.

Os meninos começaram a conversar.

—Me espera? Vou ao Banheiro.

Ele me olha, me olha e me olha.

Com um olhar sério ainda por sinal.

—Pê...? –ele ri.

—Vai lá amor.

Me Levanto e começo a andar até o banheiro.

Me olho ao espelho e depois começo a retorcar o batom.

—Karina Karina, pelo visto, você esqueceu como eu sou né? –ela falou e eu me virei pra olhar pra Ela.

—Débora. –eu disse.

—Acho que ainda não tivemos um tempinho a sós não é mesmo? –ela falou se aproximando mais.

Sem paciência alguma pra ela, eu guardei meu batom na bolsa, e voltei meus olhos pra ela.

—O que você quer? –perguntei.

—Não está claro? –ela falou.

—Não. –respondo. (Mais é claro que eu sei o que ela quer.)

—O Pedro Karina! eu quero o Pedro. O grande Amor da minha vida. –ela falou e soltou uma risada e se olhou pro espelho.

Eu olho de cara feia pra ela.

—Certo, o problema é seu. –eu digo irônica, virando de costas.

Eu não vou brigar com essa idiota.

—Isso Ka, foge. Você só sabe fazer isso mesmo. Ou se não foge, dá uma de selvagen, querendo bater–ela falou.

Meu sangue estar fervendo e meu corpo também.

—Olha aqui, eu nunca fui com a sua cara e nunca vou me dar com você, nunca.

E em relação com o Pedro, eu amo ele e ele me ama, e...

—E nada, você só é uma loirinha de cabelo feio, uma pobre coitada e chifruda. Para Karina o pessoal do bairro só gostava de você porque a Bi é a popular e você é a prima dela. –ela falou e soltou uma risada.

Meus olhos arderam, mais eu não vou chorar eu sou forte, e se é isso que ela pensou quando deferiu essas palavras pra me atingir, ela está muito enganda.

Respiro fundo e a encaro.

—Olha, A Bi sempre foi esse carisma todo, por isso ele tinha a atenção de todos, eu, bom eu nunca quis ser popular ou coisa do tipo, mais se fiquei popular, não foi porque a Bianca é minha prima, e sim, por meus próprios méritos, não que eu quisesse, mais fiquei.

É porque eu consquiste as pessoas com educação, e não querendo me aparecer. Consquistei as pessoas porque eu sou uma pessoa boa que gosta de ajudar. Agora você? Bom você só ficava na sobra da minha prima pra conseguir as coisas, nem sabe o que é mérito próprio.

Agora Pedro Ramos, Bom, cinseramente eu não sei como uma pessoa como o Pedro, possa ter tido algum sentimento por você. Você é uma pessoa horrível. –eu disse.

Ela continua rindo.

—Meu cabelo, não é da sua conta, e outro meu Noivo adora ele, e é isso que me importa e não a sua opinião. –falei.

—O Pedro me Ama menina ingenoa. –ela falou. _Ele só gostou de você, e essa pena que ele tem de você por você ser uma chifruda mais a mídia, facilitou ele te pedir em casamento.

Não sei, mais a minha mão estralou com toda a força que eu tinha na cara dela, que com o impacto ela caio no chão.

Isso, isso que me queria fazer chorar, essa ferida que o Alan me deu que sempre se abre quando alguém fala sobre o assunto.

—Você me bateu, porque sabe que o Pedro me Ama, e tem muita inveja de mim. –ela falou.

Eu ri, ri com gosto.

—Não, não é o que ele demonstra. –falei. _Ele geme com tanta força meu nome quando estamos fazendo amor, é pra mim que ele deseja todos os seus gols. Sou eu quem ele Ama.

—É minha querida, mais ele me ama ainda. Ele sempre me Amou, e me Amou primeiro. –ela ainda disse do chão aonde estava devido ao meu tapa.

—Certo se o Pedro te Amassa assim como você diz, ele já teria voltado pra você. –eu disse.

—É mais ele tem pena d...

—Não Sua ratazande de esgoto, conhecendo o Pedro como você diz que conhece, você sabe que não é dó que faria ele ficar com uma pessoa, o Pedro tem uma opinião muito forte. E se tá noivo comigo é porque ele já não te ama mais, e outra, se é que foi amor ne, porque amor não vai embora com o tempo.

—Quem é você pra falar que eu não o Amo, eu Amo ele e muito. –ela falou se levantando.

—Á é mesmo? Então porque foi embora? Porque deixou ele quando ele mais precisava de apoio? Porque foi tão egoísta?

—Eu não fui egoísta Karina. Nós tínhamos sonhos diferentes.

—Voce sabe o que é o amar Debora?-perguntei, ela me olhou, e abriu a boca pra falar, mais eu a cortei. _Amar é colocar a necessidade do outro na frente da suas. Então se o sonho do Pedro era ser jogador de futebol, e pra isso, precisaria vir pra europa, eu teria vindo sem pensar duas vezes com ele. Sonhos, Bom, todos tem, e eu tinha o meu quando também terminei o ensino médio.

Mais eu viria junto do Pedro, e quando o sonho dele estevesse dando certo, eu tenho certeza que ele me ajudaria no meu. Mais eu não estava lá quando ele precisa de ajuda e de um apoio.

Mais ele mostrou que ele é realmente persistente, e consquistou seu sonho, sem a sua ou a minha ajuda. Mais agora, eu estou aqui, e estou do lado dele. E estou aqui por ele e pelo o que ele precisar, para o resto dos meus dias. –eu dizia enquanto ela me olhava com ódio. Me abaixei bem próxima dela. Uma aproximação segura. _E ai de você tentar atrapalhar. Porque eu te juro que vou te mostrar a Selvagem, eu aprendi a Proteger e cuidar do que é meu.

Voltei a minha posição normal, me olhei mais uma vez no espelho.

E quando olho pra trás a porta que chega do corredor do salão ao banheiro, vejo ele..

—Eu... –não sei o que dizer enquanto ele me olha com uma espreção forte.

Debora se levanta ainda tordoada e retoma nossos olhares.

—Ah Karina, isso não vai ficar assim. –ela disse se aproximando de mim.

—Ok. –eu digo e sorrio sinica. Me Viro pra sair do banheiro, mais Pedro toca meu braço, e eu paralizo.

Ela se vira, encara o Pedro e sai do banheiro.

Eu volto meus olhos mais uma vez pra ele, e ele me olha do mesmo jeito.

Eu...-ele começa falar.

—Eu preciso ficar um tempo sozinha. –digo sem olhar pra ele.

—Ka.. –ele fala, mais eu corto.

—Me da um tempo.

Saiu do banheiro, deixando pra trás um Pedro, sem reação.

Chego ao mesmo lugar onde o Cobreola me encontrou.

Me sento e respiro fundo.

Ow, o que eu acabei de fazer?

Bati na Debora?

Meu Deus, eu fugi de mim!

Eu deveria ter saído do banheiro, e não ter dado ouvidos pra ela..

—Posso? –só de ouvir essa voz, meu coração disparou, acho que o efeito Ramos está me atingindo do mesmo jeito que o Efeito Karina o atinge.

Acho que se passaram alguns segundos, ou minutos sei lá, só consigo pensar na cena que acabou de se passar no banheiro.

Sua respiração está forte.

Meus olhos demoram a encontrar os dele.

Mais quando eu olho, sei que ele pediu pra sentar ao meu lado. Como se eu fosse negar.

—Sim. –um sim rápido e objetivo.

Ele se senta ao meu lado.

—Eu.. é.. você escutou tudo né? –perguntei. Perguntei com a voz bem baixa enquanto olhava pra frente.

Ele não respondeu de imediato.

—Bom, se no “Tudo”, você se refere a sua pergunta a Débora, sobre o que ela queria. Sim... Acho que tudo...

Solto a respiração que predi enquanto ele falou.

—Pedro... Eu...

—Primeiro me olha. –ele falou puchando meu rosto me fazendo olhar pra ele.

Olhei em seus olhos.

—Eu não queria ter batido nela, mais... ela insiste em abrir essa porra de ferida que o Alan deixou aqui. –toco meu peito. _Eu quero tanto que isso se cicatrize e sem me deixar marcas. –eu falo e sinto uma lagrima escorrer pelo meu rosto.

Ele desliza seu polegar por onde a Lagrima passa.

—Amor... eu to aqui com você não estou. –ele fala acariciando meu rosto.

Eu concordo.

—Então baby, eu vou te ajudar a sumir com essa dor, com esse dodói que me incomoda também. –ele fala sorrindo, e eu sorrio.

Só ele pra me fazer sorrir num momento desse.

—Eu nunca tive dó ou pena de você, ou seja lá o que foi que a Debora disse porque eu fiz questão de esquecer. E você provou que realmente me conhece. Eu JAMAIS ficaria com alguém por qualquer outro motivo que não fosse o amor..

—Eu sei Ramos, mais a Deb...

—Não liga pra ela. E outra Amar é colocar as nessecidades de quem a gente ama na Frente das nossas nessecidades. Assim que eu passase no teste pra jogador eu em seguida iria com você te matricular na faculdade. –ele fala e eu dou uma risada.

—Você ouviu isso também? –eu pergunto.

—Acho que sim. –ele fala rindo.

—Bobo.. Amor... eu quero ir em bora. –eu digo me aconchegando mais sobre seu peito.

—Vamos, mais antes eu preciso te dizer algumas coisas, pra deixar bem claro. –ele fala com firmeza e isso faz meus olhos se voltarem pra ele. _Eu AMO seus cabelos Loiros, AMO! –eu sorrio, e quando vou falar, seu dedo voa sobre meus lábios, e quando ele tem certeza de que eu não vou falar nada, e que ele pode continuar a falar ele deliza seu polegar contornando meus lábios.

—Amor, eu vou dedicar meu Gols a você até eu não jogar mais. Não posso dizer todos, porque acho que nossos filhos também vão querer ganhar gols, mais não vai ser motivo pra senhoriata ficar com ciúmes porque a maioria ainda vai ser pra você. –ele diz me dando um selinho.

Eu já mais sentiria ciúmes dos gols dedicados aos nosso futuros filhos.

—E outra, eu Adoro gemer pra você, gemer seu nome e principalmente quando a gente explode em prazer juntos. –ele diz e sinto minhas bochechas arderem...Acho que eu estou um tomatinho.

Ele ri alto.

—Amor... –eu falo e me escondendo nele..

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Continua...

Notas finais
E ai O que Acharam? COMENTEM, COMENTEM, COMENTEM !!!! Prometo responder, os comentários. Beijoos