O Jogador e a Jornalista_Perina
63 Capítulo 60. Fim de Festa...
Notas iniciais
60° Capítulo
Pov Pedro
Minha noiva está radiante hoje.
E depois da cena do banheiro, eu só quero ir pra casa, e dar prazer pra minha menina.
—Acho.. assim.. –ela solta outro suspiro. _Acho melhor, nós irmos nos despedir dos pessoal. –ela fala depois do nosso quinto beijo.
Eu dou risada.
Ela falou isso já faz mais de meia hora atrás.
Faz mais de meia hora que saímos do banheiro, e depois do episódio de vergonha da minha noiva.
Faz mais de meia hora, que fico parando no caminho a cada parede pra roubar beijos dela.
Minhas mãos querer entrar no vestido dela, mesmo não podendo nesse exato momento, porque eu sei que não vai parar por ai...
—Vamos. –ela fala me empurrando com calma, me olhando com um olhar sério e ao mesmo tempo sexy, um de seus olhares que me deixa louco, sorri safadinha, e me puxa pra dentro do Salão.
Os primeiros que vimos, foram os pais da Ka e nos despedimos deles, e depois despedimos dos recém casados.
—Amor.. vamos logo.. –sussurrei mordendo a orelha dela.
Ela me olhou séria.
—Calma Pedro. –ferrou, ela me chamou de Pedro.
Ela se despediu de mais alguns amigos, e mais um monte de gente, e eu sempre atrás dela.
Fabi na hora de nos despedirmos, começou a conversar com a Ka e não parava mais.
“Amor, vou no banheiro...” –sussurrei, ela me olhou, sorriu e voltou a conversar com Fabi.
Porra, eu to louco pra arranca esse vestido dela, e essa Fabi não para de falar com ela.
—Me vê uma Água. –peço ao barmen. –depois de beber minha agua vou ao banheiro.
—Assim, eu não quero estragar relacionamento de ninguém. –ela falou.
Me virei.
—Qual é Debora, você gosta de seguir as pessoas no banheiro?
Mas...
É mais diferente, aqui é um banheiro masculino.
Ela riu.
—Pedro isso nunca foi problema pra nós. –ela falou se aproximando de mim.
—Isso é passado. –falei.
—Passado gostoso. –ela falou mexendo na minha gravata.
Tirei as mãos dela que começaram a soltar minha gravata.
—Qual é Pê, lembra como a gente era feliz, lembra como fazíamos amor, lembra quando saiamos juntos, como que se esqueceu disso tudo. –ela me pergunta voltando a mexer na minha gravata.
—Dé, não complica. Nós dois já fomos muito felizes, mais isso acabou, eu conheci a Ka, amo ela, e estou muito feliz com ela. –eu digo olhando em seus olhos.
—Pê.. –ela sussurra e me abraça. _Quando cheguei, você me recebeu bem, e ficamos até amigos de novo lembra, ou melhor nunca deixamos de nos gostar. –ela fala e acaricia meu pescoço por onde ela acabou de abrir logo após a gravata solta.
—Eu ainda gosto muito de você Dé... Mais não como um homem gosta de uma mulher e sim, como amigos entende? –ela bufa.
—Então vamos ser amigos? –ela perguntou sorrindo.
Quantas vezes já me perdi nesse sorriso.
Mais aquele sorriso rosinha, Domina meus pensamentos, aqueles olhos de Mar, me invadem e aqueles fios de ouro, me enlouquecem, e mais uma vez olhando pro meu Anelar direito me lembro que o único serzinho que é capaz de que eu me perca todo, se chama Karina, e só de pensar nela sinto meu coração acelerar, e meu sorriso involuntário surgir..
_Amigos! –falei sorrindo simpático. _Mais amigos não soltam a gravata do outro, e nem acaricia desse jeito. –eu me afasto sorrindo, e ela sorri.
—Desculpa. _Bom já vou indo. –ela falou olhando pra porta. _Mais se algum dia mudar de opinião, eu.. estarei aqui..
E saiu.
Eu Pedro Ramos imagino que vocês estão perguntando, Caraca não entra homem nesse banheiro?
Pois é, não sei porque também.
Mais depois da Debora sair, arrumei minha gravata e voltei pro salão.
Karina estava sentada em uma cadeira, ao fundo, como o rosto debruçado em seu braço que está sobre a mesa. Seus olhos estão fechados.
Alguns convidados conversam, e alguns outros ainda estão na pista de dança.
Du e Bi, ainda curtem o casamento.
Sentei-me ao lado da Ka, e comecei a acariciar suas costas.
—Vamos pra casa Amor? –sussurrei em seu ouvido.
—Urum. –ela sussurrou, balançando a cabeça.
Ela abriu aquele olhos que eu amo.
—Vamos. –ela se levantou.
Acho que nem nos despedimos do novo casal. Mais agora é tarde porque já estamos dentro do carro.
Seguimos o caminho inteiro em silêncio.
Ka veio o caminho todo dormindo.
Os pais da Ka e da Bi, estão na minha casa, por isso decidimos antes do casamento que iriamos para o apê, porque nos sentiríamos mais à vontade, e vocês me entendem o porquê...
Assim que chegamos, Ka se sentou no sofá, e retirou seus sapatos, fechou os olhos e esticou as costas no sofá.
Me sentei ao seu lados e acariciei suas bochechas.
Rapidamente ela abriu os olhos, me olhou, eu sorri, mais ela não sorriu.
Ela se levantou rapidamente, e foi rumo ao quarto, sem nem me olhar.
Fui atrás dela, passei pelo quarto, mais a porta do banheiro estava trancada.
—Ka, o que foi? –perguntei sem realmente saber o que aconteceu. _Abre a porta amor.
Ela não me respondeu.
Escuto o chuveiro ser ligando.
Bufando e inconformado, volto pro quarto.
Retiro o paletó, depois o colete por fim a camisa social, sem tirar a gravata cor de pêssego. Me sento na cama para tirar meus sapatos e a meia. Assim me deito na cama.
Fecho os olhos e penso, penso no que pode ter acontecido com a minha noiva por sua reação.
Reabro meus olhos momentos depois, quando a porta do banheiro se abre.
Karina entra no quarto, com a toalha em seu corpo, e uma outra em seus cabelos.
—ka... –eu digo me sentando na cama.
Ela olha e suspira.
—...Eu preciso me trocar.. –ela fala, e vai até seu guarda-roupas.
Eu vou atrás dela.
—Me fala. Me diz o que eu fiz. Me diz o que está te agoniando. –eu falo.
Ela bufa e me olha.
—Eu vi Ramos. –ela diz e eu ainda nada sei.
—Viu o que Ka?
Ela ri.
—Não se faz de sínico, que pra comprovar o que vi, ainda tem marca, ainda tem a prova do crime. –ela se virando e pegando uma roupa das gavetas.
—Eu não estou me fazendo de sínico. –eu falei, e ela voltou seus olhos para as roupas em suas mãos, e começou a vesti-las. Eu só a observei sem nada dizer.
Ela se sentou na cama, respirou fundo e me olhou.
Fui até ela, e me sentei ao seu lado.
—Amor, eu já mais faria algo pra te magoar, mas...
—Eu vi hora que você entrou no banheiro, e vi também que a Debora entrou logo em seguida... e nem queria imaginar o que ela poderia fazer a você, mais de uma coisa eu tinha certeza, você já mais cairia no jogo dela.
—É por isso. –eu ri. Ela está com ciúmes.
—Amor.. –eu me aproximo mais ela se afasta.
—Não. –ela diz.
—Eu não fiz nada com a Debora. – eu disse me aproximando.
—Eu vi o Batom, na sua camisa. –ela fala se levantando.
Vou até a poltrona onde as roupas que eu tirei estão.
E procuro pela camisa, e vejo o batom.
—Amor, deixa eu te contar, ela realmente veio com um papinho pra cima de mim, mais não deixei, me afastei dela, e disse que Amava você, e que gostava dela apenas como amiga, Ka. –eu disse.
—Ah sério? E o Batom? –ela perguntou.
—O Batom, foi na hora que ela me abraçou, mais foi um abraço amigável, ela se despediu de mim, e foi embora depois Ka. Agora se ela fez de propósito eu não sei, eu realmente fui só amigável. –disse.
—Eu vi ela saindo feliz, e com sorrisinho. –ela disse.
—Amor, a felicidade dela não é a minha. –falei me aproximando dela e a prendendo entre meu corpo e a parede. _A minha felicidade está aqui na minha frente. –falei me aproximando mais.
Quando estava bem próximo, ela começou a me dar socos no peito, e me empurra e tentei desviar mais ela é perita em May Thai, eu fui vindo pra trás e ela continuou me batendo, lágrimas começaram a correr por seus olhos e acabamos caindo no chão.
Me virei deixando-a por baixo de mim.
Segurei seu rosto entre minhas mãos e beijei seus lábios que de início nada fazia enquanto suas mãos ainda me dão socos, mais eu vou a amolecendo aos poucos.
Nosso beijo começou agressivo e foi ficando mais gostoso enquanto minha Pequena ia cedendo.
—Para de ciúmes da Debora Ka. –eu disse parando o beijo, enquanto abria os olhos com calma.
—Amor, eu só quero beijar a sua boca. –falei.
—Mais e se vocês se beijaram por momento de fraqueza? –ela falou com os olhos fechados.
—Eu não beijei ela Ka. Poxa, confie em mim. Minha única fraqueza está aqui, agora e na minha frente. –digo um pouco antes de me levantar.
Estendo a mão para ela se levantar mais ela desvia de mim e se levanta.
E se senta na cama.
—Ta ficando chato Ka. –complementei.
—Eu sei Pedro, mais tá um saco essa garota em cima de você. Eu estou tentando ser menos ciumenta, mais desse jeito não está dando. Ela está em tudo. –ela fala me olhando séria. _Você é homem, e sem generalizar os homens, mais a maioria tem fraqueza por uma mulher dada.
Respiro fundo e me sento ao lado dela.
—Eu Amo você, não tem o porquê você ter dúvidas. –digo, e ela nem me olha.
Me levanto, e agora é minha vez de tomar banho.
Pov Karina
Logo depois que o Pedro entrou no banho, me deitei na cama.
Lágrimas silenciosas, caiando dos meus olhos.
...
Senti cafuné.
—Odeio brigar com você. –ele sussurrou no meu ouvido.
Sorri involuntariamente.
Me virei pra ele.
—Eu também. –e depois dessa frase prometo a mim mesma interiormente a controlar mais o meu ciúmes.
—Eu desde que te vi, naquela loja de aluguel de vestido, com o Pêssego, fiquei louco pra tirar de você. –ele falou de frente pra mim.
Sorri mais ainda.
Me levantei da cama.
—OU, onde você vai? –ele perguntou confuso.
—Já volto. –respondi, e corri pro banheiro pra me vestir pra ele.
Coloquei o vestido, soltei meus cabelos e voltei pro quarto.
Pedro se sentou na cama, e começou a observar cada detalhe de mim, enquanto eu fiquei parada em sua frente.
Ele se levantou e veio até mim.
Trocamos sorrisos e olhares fortes, nenhuma palavra precisava ser dita.
Sua boca já bem próxima de mim, ele beija o meu nariz, logo depois seu nariz tocou o meu e finalizando ele tocou meus lábios com a ponta de seu nariz.
Meu corpo está arrepiado, com seus toques.
Seus lábios estão tocando os meus, e suas mãos vão de encontro ao fecho do meu vestido. Mais antes de abri-lo, ele para, respira, me olha, acaricia meu rosto com as mãos, e me beija...
Me virar de costas pra ele, e começa a deslizar o vestido pelo meu corpo, seguido de beijos, e depois de me deixar nua, sorri.
—Eu tenho que comprar esse vestido pra você...Você fica mais sexy ainda com ele... –ele sussurra no meu ouvido..
Me viro pra ele, e olhando seu sorriso lindo e danado é impossível não rir.
Totalmente sem roupa, nos olhamos intensamente.
Acho que nunca vou perder a vergonha com esse olhar dele.
Ele sorri, eu sorrio, e nós nos beijamos..
...E ele, me faz feliz, me dá amor, ele me satisfaz com só ele sabe fazer...
Seu corpo sobre o meu, como de costume, seus beijos em meu pescoço, seus lábios e línguas dessem pelos meus seios, meus olhos fechados, e meus lábios sorriso bobos.
—Porque os momentos com você passam tão rápido? –ele pergunta quando meu despertado desperta, nos tirando de foco.
—Eu também queria saber. –suspiro com a voz rouca.
Ele ri,
Ele adora minha voz rouca..
Mordendo meu mamilo direito, seguido de um beijinho no mesmo, sobe seus beijos até chegarem aos meus lábios,
Nossas bocas se amam com tanto amor..
—Agora, vamos tomar banho, porque o trabalho espera por nós. –ele diz mordendo meu lábio inferior, se levanta e me pega no colo.
Virados de uma noite á outra, é assim que estamos. Não dormimos um minuto se quer.
Mais felizes!
Pedro ficou encarregado de levar nossas roupas, e nem tocou no assunto do vestido.
Me deixando na Classic Sport, afinal ele vai entrar depois de mim, e me prometeu buscar na saída.
Logo depois de me beijar ele se vai.
Logo, meu dia hoje não queria passar de jeito nenhum, acho que porque o sono queria me invadir, coisa que nem o café estava resolvendo.
...
Naquela mesma noite, quando cheguei em casa, depois de um belo banho relaxante, uma boa comida e a companhia do meu Futuro Marido, acabamos dormindo no sofá mesmo...
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Continua...
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