Notas iniciais
Olá, Bom, pelo visto, acho que quase ninguém gostou do Cap. Porque cada meus comentário?? Mas.. bom, eu estou aqui pra postar mais 1. Esse cap, e grandinho, espero que gostem. Boa Leitura.

49º Capítulo

Pov Karina.

Nossa semana Passou super rápido, super divertida.

Curti meus pais, meus amigos, E o Meu menino.

O Resto da semana, Sempre saímos juntos, pra dançar, ir a praia, pra lanchonetes com karaokê, pra assistir filme...

Pro natal, combinamos de brincar de amigo Secreto, então depois de tirarmos os papeizinhos, fomos cada um pra um lado da cidade pra comprar os presentes.

...

De presentes comprados, só falta chegar a véspera natalina pra desvendarmos quem pegou quem.

Bi está um pouco triste porque Tio Jorge e a Tia Ana, não vão poder vir pra cá passar o natal aqui com a gente, mais ela se alegrou um pouco quando eles disseram que contam com a presença de todos nós, na casa de praia no Guarujá, pra passarmos todos juntos o réveillon e o Ano novo.

E claro, nós todos aceitamos. E assim, vamos pra São Paulo, um dia antes da véspera.

...

Hoje, já é segunda-feira, na semana do natal, que será na sexta.

No momento, eu estou deitada ainda na cama, observando meu menino se arrumando, e ele nem sabe que eu estou aqui, acordada e olhando ele se vestir.

—Bom dia. –digo sorrindo.

Ele me olha e sorri.

—Bom dia Baby. –vem até mim e me da um selinho..

De jeans, um tênis, e uma polo, e de cabelos arrumados..

—Vai sair? –pergunto.

Ele está sério.

Me olha, e fica assim alguns segundos antes de responder.

—Sim. –ele fala. _Vou.. Vou fazer algo que já deveria ter feito. –ele fala.

—Posso saber? –pergunto na miúda.

Ele sorri, e se senta na cama ao meu lado, por eu já estar sentada.

Respirando Fundo, ele me olha nos olhos.

—Vou conversar com os meus pais... –ele me diz.

Sério!

Eu estou pasma, 1° porque nessa semana inteira que se passou, ele não comentou nada sobre os pais, ou sobre quere ver ou conversar com eles.

2° eu estou feliz por demais, e desejo que tudo de certo entre os três.

—Pê, eu.. eu fico muito feliz. –eu falo abraçando ele.

Ele sorri.

—Linda, eu.. eu quero você comigo. –ele fala agora me olhando.

—Pê, será que não vai ser melhor, você sozinho conversar com seus pais? –eu disse acariciando seus cabelos.

—Você me dá força. –ele fala me olhando.

Sorri e me derreti toda..

—Se você quer assim, então eu vou sim com você. –digo.

...

30 minutos depois, estamos no carro do Meu pai rumo a casa dos pais do Pê.

Ele dirigi.

Sinto que ele tá bem nervoso.

Ligo o som pra descontrair o ambiente, Nada melhor que ouvir Wesley Safadão.

Como é bom ouvir músicas brasileiras, pela rádio novamente.

—Sabe Pê, agora eu sei da onde meus Pais, te conhecem. –Eu falo sorrindo.

Brevemente ele me olha e ri.

—Porque eles se conhecem áh tempos, e com certeza, seus Pais já deve ter falado de você mostrado fotos suas pros meus Pais. E bem, e é daí que eles te acharam familiar. –eu falei.

Pedro me olhou mais uma vez.

—Boa Baby, eu nem tinha me ligado disso. –ele diz. _Mais e o Seu Carlos Eduardo?

Penso...

—Bom, já o Duca, eu não sei. –falo dando de ombros...

Assim que chegamos, eu sou a primeira a sair do carro.

Observo, que o Pê respira fundo, e não tira os olhos da sua antiga casa.

Assim que ele sai do carro, e aperta o alarme.

Vem até mim, que já estou de frente pro portão.

Respirando fundo mais uma vez, ele aperta o botão da campainha, e eu seguro firmemente sua mão, pra tentar acalmá-lo.

Ele sorriu pra mim..

Dona Delma aparece no portão, e fica totalmente em choque.

Pedro não tinha expressão nenhuma.

—Oi Dona Delma. –eu disse sorrindo pra ela que só sabia olhar pro filho.

Assim que abriu o portão, Delma não sabe o que fazer, mais não tira os olhos do nosso Menino.

Eu sorrio.

Sei que não vai ser fácil pra ambos os três, mais a iniciativa, a atitude do Pê é um bom começo.

—Posso...? –Dona Delma, de braços abertos pro Pedro, que só a olha.

Mudando sua expressão, ele sorri e abraça.

Uma abraço forte, ambos choram e se abraçam com vontade, com saudade, com amor.

Meus olhos se enchem de agua, observando essa cena linda, ainda mais na minha tpm.

Após minutos assim, Pedro se afasta de sua mãe, e com as mesmas expressões de sério volta ao meu lado, Dona Delma, compreende, que o Pedro está ainda muito magoado, e nos chama pra entrar em sua casa.

Pedro segura a minha mão enquanto entramos...

Ele observa cada detalhe da sala, e nos sentamos no sofá.

Ambos se olham..

—Querida, é... –diz Marcelo descendo os degraus, mais para assim que vê o Pedro.

—Pedro... –ele fala, e o meu Menino se vira pra olhar pra ele.

Enquanto Marcelo se aproxima, de onde estamos, Pedro e ele não param de se encarar.

Sério, estou a mercê, não faço ideia do que vai acontecer.

Pedro se levante e fica frente a frente com seu pai.

Lágrimas correm dos olhos do Marcelo.

—Meu Filho. –o mais velho diz.

Pedro nada diz, e se afasta um pouco.

—Eu fiquei tão feliz, quando sua mãe me disse que você estava no Brasil de novo, Filho, eu quero tanto falar com você, ver você... –Marcelo diz.

Pedro continua o observando.

—Sabe filho, eu me arrependi tanto do que falei, do fiz no dia que você foi em bora. –Marcelo fala, com um olhar de arrependimento, e as lágrimas correm por seu rosto. _Filho, eu como seu pai só queria o seu Bem, não queria ver você mal, por não conseguir conquistar seu sonho, me arrependo muito, eu errei Pedro, eu e sua mãe, não deveríamos ter feito o que fizemos. –ele diz e Pedro ri irônico.

—Não, quem me mandou embora foi você, só você.

—Filho... eu estou tão feliz pelo seu potencial.

—Fala isso, só porque tenho grana, porque me dei bem na vida.. –Pedro fala com um tom de voz alto.

—Não filho, eu me arrependo de cada palavra que disse a você naquele dia, ou qualquer outra palavra que desferi você, em relação, ao Futebol. Eu errei filho eu...

—Você não me apoio, não confiou e nem acreditou em mim. –Pedro falo com a voz falha e totalmente machucado.

—Não, e me arrependo por isso. Filho eu queria voltar no tempo, e fazer tudo certo, te apoiar. Errei, e pago por isso, fique com toda essa culpa, perdi meu Filho, e vi você seguir seu sonho, e conquistá-lo, e ganhar seu espaço. –Marcelo fala.

Dona Delma ao meu lado só sabe chorar.

Pedro nada diz, mais está com lágrimas nos olhos...

—Me Perdoa Filho? –Marcelo pergunta com o coração.

—E sua mãe também? –Dona Delma diz enquanto se levanta e fica ao lado do marido..

Pedro os olha, e abre os braços aos pais.

Os três se abração, um abraço de amor...

Eu os observo, feliz da vida pelo meu Menino. Ele está feliz por estar com seus pais, que também estão felizes, por estarem juntos de seu filho.

Dos meus olhos, lágrimas caem.

Palavras de carinho, de desculpas, de felicidades, são ditas entres os três.

Pedro se vira pra mim, e sorri.

Vem até mim, me levanta do sofá e me abraça. “Não chora pequena”—Ele sussurra no meu ouvido.. “Emoção”—Respondo também sussurrando e ele ri.

Secando meus olhos, ele me dá um selinho e se vira pros seus pais.

—Ok, finjam que não conhecem essa moça ok? –ele fala as pais que riem assim como eu.

E eles concordam.

—Essa é a Karina Duarte, minha Loirinha, e Ka, meus pais. –ele fala de seus pais pra mim e de mim pros seus pais.

Sorrimos e nos cumprimentamos.

—Bom, e a Ka é sua...? –Seu pai pergunta.

Pedro me olha e sorri, acho que ele pensa igual eu, todo mundo pergunta isso.

—Somos um do outro. –Pedro fala rindo, e me abraçando de lado.

Delma sorri, e Marcelo nos olha confuso.

—Certo, eu vou preparar um almoço pra nós. –Dona Delma fala.

—Dona Delma, se não fosse pedir muito... –ela me cortou.

—Bolinho de bacalhau? –ela disse rindo e eu ri.

—Isso. –eu digo. Pedro sorri pra mim, daquele jeito que me derrete.

Seu Marcelo, vai até o mercado, e dona Delma começa a prepara o almoço.

—Filho a casa é sua. –ela fala sorrindo pro filho, antes de ir pra cozinha.

Sentados no sofá, Pedro me abraça.

—Quer conhecer meu quarto.. Quer dizer meu antigo quarto? –ele pergunta deslizando seu dedo indicador pelo meu rosto, e sorri.

Apena concordo.

Nos levantamos do sofá, e Pedro me levou até seu quarto.

Assim que abriu a porta, e me deu passagem eu ri.

—Sério, porque será que eu imaginei que fosse de outra cor? –falei olhando pra ele, que ri, e eu rio junto.

(Quarto do Pê: http://i60.tinypic.com/2njj2c1.jpg)

Depois que ele me mostrou seu quarto e suas coisas, nos deitamos lado a lado na cama dele, de frente pro teto.

Seus dedos alcançara a minha mão, se entrelaçando.

Seu polegar acaricia as costas da minha mão.

—Sério, pensei que nunca mais fosse ver meu quarto de novo... Tá tudo do mesmo jeitinho... –ele falou.

....

Tempo depois, dona Delma nos chama pro almoço.

O nosso almoço, segundo ela, é o prato preferido do Pê.

Arroz com estrogonofe e batata palha. Ah! E tinha os famosos bolinhos de bacalhau da Dona Delma que eu amo!

Noto que no fundo, Pedro ainda sente sua ferida no peito, porque pra uma situação dessas, até eu concordo que é difícil se passar uma borracha em cima.

Mais sinto, que ele perdoou os pais, e que agora se precisa de paciência pra que essa ferida se feche por completo.

Depois de almoçarmos, nos sentamos no sofá.

Delma como sempre me corrigindo pra chama-lá só de Delma, e tirar o Dona.

Pedro ria, cada vez que ela me corrigia.

Marcelo e Delma estão radiantes com o filho de volta, e o Pê não estava diferente.

Seus pais o parabenizaram pela grande final e a linda vitória. Disseram que o Pedro Joga muito, e que sempre acompanham os jogos.

Delma Pergunta pro Pê e eu, como nos conhecemos.

E em detalhe contamos..

Ela e o Pai do Pê se divertem.

Mais tarde, Pedro e eu decidimos ir pra casa.

Pedro fez questão de convidar os pais para passarem natal junto de nós, como a minha família.

...

Assim que chegamos em casa, tomamos um longo banho.

No jantar, Pedro anunciou á todos, que seus pais passariam o natal, com nós.

Meus Pais ficaram felizes da vida, pelos Pais do Pê serem, Delma e Marcelo, Grandes Amigos dos meus Pais.

Os meninos também ficaram felizes, pelo Pê ter se reconciliado com seus pais. João foi o que mais se manifestou, está feliz demais pelo Amigo.

Ao anoitecer, depois de um banho relaxante, estamos deitados na cama.

Seus dedos acariciam meus cabelos.

E me sinto tão em paz..

—Obrigado Ka. –ele fala.

Me debruçando sobre seu corpo, eu me viro pra olhar pra ele.

—Eu to tão feliz por isso Pê. –eu falo sorrindo, e ele sorri.

—Eu também. –ele diz deslizando seus dedos suavemente pelo meu rosto. _Obrigado, por me dar força, por me incentivar. –ele fala.

—Você sabe que pode contar comigo pra tudo, não sabe Pedro. –eu falo enchendo seu rosto de beijinhos, e ele ri.

Ficamos bom tempo da noite conversando, ele me contando coisas da sua infância, e eu fazendo o mesmo.

—Sabe Pê, eu odeio mentiras, e principalmente com você. –eu disse me virando, pra olhá-lo melhor.

Ele franze a testa, e encolhes os olhos.

—Sim, eu também não gosto de mentiras, e com você menos ainda. Mais... Aconteceu alguma coisa?

—Sim... –me sento na cama, e ele se senta de frente pra mim. _É.. no dia seguinte de nós dois, termos ido ao restaurante dos seus pais, eu fui na casa da Dona Delma. –eu falei e ele só me observa. _Eu queria conversar com a sua mãe Pê, eu queria entender o lado dela, falar sobre você... Me entende? –Pergunto esperançosa de que ele não me jogue pela janela.

Ele ainda sem expressão...

—Imaginei, que tivesse feito isso. –ele fala.

—Sério? –pergunto confusa.

—Claro, primeiro que eu reparei seu olhar cúmplice, com a minha mãe, segundo, ela não perguntou como eu estou, se estou sendo bem cuidado. –ele fala e começar rir. _Minha mãe não ia passar essas perguntas em leso, sem antes saber a resposta. –ele fala.

E é, realmente, nós nos olhamos como, esse tal olhar cumplice que o Pedro falou, no dia que eu fui conversar com ela.

E ela realmente me perguntou como que ele estava, e se estava sendo bem cuidado.

Respirei fundo, e o olhei.

—E você.. Ficou chateado comigo por causa disso? –pergunto, olhando diretamente em seus olhos.

Ele sorriu tranquilamente, e acariciou o meu Rosto..

—Não! E, sinceramente, eu gosto da sua amizade com a minha mãe. –ele fala prendendo meus cabelos em um coque, do jeito dele, mais prende, e me puxando pro corpo dele, já tirando a única peça de roupa que tenho no corpo, que é a camisa dele.

Sorrio, sei perfeitamente Bem, como vai acabar nossa noite...

Na manhã seguinte, acordei quase junto com o Pê, ele sorriu pra mim, e disse que iria sair com meu Pai e os meninos.

Depois de tomar café da manhã, e observar a praça, através da janela, e vê, um lindo céu azul, com algumas nuvens, e um lindo sol, tive uma ideai.

Chamei minha mãe, minha prima e “minha Sogra”, pra irmos ao shopping. Ficar em casa, em um dia lindo desses? Isso está fora de cogitação.

Por lá, andamos, rimos, conversamos, comemos, assistimos filmes, tiramos fotos, fizemos algumas comprinhas, vimos pessoas bonitas.. Nos divertimos a beça.

...

Hora de vir em bora, Bianca e minha mãe, pegaram um taxi, e eu peguei outro junto com a Delma, pra não deixar ela vir sozinha.

Assim que chagamos na casa dela, liberei o taxista, e disse que ira de apé mesmo, fazer uma caminhadinha de volta pra casa, é sempre bom.

Depois de tomar uma água, e me despedir dela, comecei meu caminho pra casa.

..

No caminho, meu celular tocou, e eu sorrio que nem boba, Advinham quem é?..

Ligação On:

*Pedro: Linda, onde se tá? –ele perguntou no segundo toque, que eu atendi.

Sorrri..

*Karina: Oi pra Você também viu Ramos. –Falei rindo. _Calma Pê, eu vim junto com a sua mãe, aproveitei pra tomar uma água, mais já estou a caminho de casa. –digo, e ele suspira.

*Pedro: Pequena, fala onde você tá, que eu vou te encontra, tá escuro já, e é perigoso você andar sozinha na rua. –ele fala e eu rio.

Amo seu lado protetor.

*Karina: Pê, fica tranquilo, eu conheço o caminho, e ainda tem bastante gente na rua, e eu sei me defender, já estou mais da metade do caminho...

...

Resumindo, bravo ou não, eu o convenci, de que, eu vou terminar meu trajeto de a pé, e que logo chego em casa.

..

No momento, o caminho, que estou fazendo pra minha casa, é na calçada da praia. Que á essa hora, (que nem é tão tarde), está bem iluminada, tem bastante quiosques aberto ainda, e pessoas andando próximas ao mar.

Pessoas vai, Pessoas vem...

Quando de repente, entre as pessoas, vejo uma. Uma pessoas que realmente, é capaz de estragar meu dia, assim, de uma hora pra outra, instantaneamente...

Sim, parei no meio da calçada da praia, e o observei bem, de longe, mais eu pude vê-lo perfeitamente. Era ele mesmo, eu tenho certeza. Mais magro, com barba e pouca coisa mais velho. Mais é ele.

Alan Menezes.

Ele mesmo!

O que fez minha vida virar uma Bosta..

Sério, meu corpo está arrepiado. Estou com calafrio.

Respirei fundo.

Medo? Será?

Pavor? Sera?

Não sei, só sei, que não quero que ele me veja.

Andei mais rápido que pude e vez ou outra olhando pra trás, pra ver se ele não estava me seguindo.

Será que ele me viu?

Não, acho que não, tenho quase certeza..

Assim que me aproximei do portão da minha casa, Senti minhas penas moles...

Entrei..

Todos estão na sala.

Pedro dá um pulo do sofá, assim que me vê, e me abraça.

Todos me olham.

—Demorou filha, o que ouve? –ela perguntou.

Sério, acho que minha voz, não vai sair.

Mesmo assim tento. Respiro fundo.

—Eu.. eu.., vim andando devagar, fiz o caminho pela praia, e foi isso. –eu disse tentando mostra normalidade. Mais minha voz, saiu acelerada, devido ao meus passos rápidos, meu coração que está a mil, devido á minha surpresa de ter visto o que, nunca mais, achei que fosse ver, e essa preocupação que está me atingindo.

—Tá com cara de quem correu maratona. –João como sempre fazendo suas piadas.

Todos riem.

Eu não estou no pique pra risadas. Mais rio, pra não levantar suspeitas. Eles todos já estão desconfiados de algo. Não quero falar sobre o que vi. Quero simplesmente esquecer. Sei que vai ser difícil. E se eu não sorrir, eles vão desconfiar, não vou saber e nem querer mentir, e vou acabar falando.

—Bom.. Vou tomar um banho. –digo. _Já jantaram? –pergunto.

—Sim filha, desculpa não termos te esperado, mais é que passam das 20:00h, e estávamos todos com fome.

Mais faz pouco tempo. –diz minha mãe.

Eu apenas concordo.

—Mais eu te esperei. Pra jantarmos juntos. –Pedro diz sorrindo pra mim.

E eu sorri.

“Coisa Mais Lindaaa da minha Vidaa”

Minha mãe e Bianca, em coro, faze

“ AHHHHHHHHHHHHHH, FOFO”

Os homens riem.

Eu sorrio Boba, e abraço forte meu Menino, e o puxo pro meu quarto comigo..

—Vai, só nós dois aqui, pode me contar o que aconteceu com você. –Pedro diz, enquanto sinto o jato de água do chuveiro, sobre o meu corpo. E não, não foi uma pergunta, foi uma afirmativa.

Ele me conhece melhor que ninguém.

Pedro está olhando com aquele olhar sério, segurando a porta aberta, do box.

—Lindo, não aconteceu nada. –tento dizer naturalmente.

Mas... Ele me conhece muito Bem...

—Serio Ka, mentir pra mim? –ele diz..

Sem mais nenhuma palavra, termino o meu banho.

Pedro apenas me observa.

Me embrulhando na toalha, saindo do box, e bem de frente pra ele, devoro seus lábios com vontade.

Meus lábios descem pelo seu pescoço, onde eu não penso duas vezes em deixar uma marquinha minha.

Ele ri..

—Tá, mais sem mudar de assunto. –ele me olha, segura em meus ombros.

Bufo.

—Tá bom Pedro, eu vi uma pessoa, e pensei que conhecia, só isso. –digo subindo minhas mãos por seu abdômen, debaixo da camisa.

—E você não gosta dessa pessoa é isso? –ele pergunta arqueando uma sobrancelha.

—Não, nem um pouquinho.. Bom... Mais agora, Eu to com fome. –eu disse.

“Ok, mudando de assunto você está tão bonito...”

Ele ainda me olhando..

—Tá, eu vou tomar um banho. –ele me encarou, encarou e encarou, depois disso entrou no box. _Vai descendo, mais me espera pra jantar.

Sorri.

Mais no fundo, preocupação..

E um Pedro totalmente desconfiado..

Me troque e desci.

O pessoal estava todos na sala, menos Uma...

Minha mãe. Ela está na cozinha, arrumando a mesa.

Me sentei em uma das cadeiras.

—Obrigada Mãe. –eu disse sorrindo.

Ela retribuiu o sorri e se sentou ao meu lado.

—Mãe.. –olhei bem pra ela. _é... O ..oo Alan, ele...ele esteve aqui na cidade? –pergunto.

Ela me observa, Observa e Observa.

Com seu olhar sério, aquele olhar que eu bem conheço.

Respira, e como se já tivesse escolhido as palavras..

—Porque falar desse cara, Karina, ele que tem fez sofrer tanto, te faz tão mal. –ela diz. _E que eu saiba não, ele não esteve por aqui, eu não o vi, e nem na casa da dona Dalva, ele esteve. Mais porque isso agora, Ka, e o Pedro? –ela fala agora pegando minha mão.

—Não, não e Não, por mim mãe, eu queria que o Alan sumisse e nunca, nunca, nunca mais aparecesse.

Pedro! -Sorri lembrando dele.. _Ele sim me faz muito feliz. E te digo mais mãe, Pedro sim, me trata bem, ele me faz andar nas nuvens, ele cuida de mim mãe, me apoia, sorri pra mim, de um jeito que me deixa toda derretida. E que me Faz, eu me sentir Única. Sinceramente Mãe, com o Meu Pedro, eu vejo futuro, Eu amo o Pedro Mãe.. Amo o Meu Menino. E isso é tão forte, sinto que nunca Amei ninguém assim. Sinto que nunca senti o que sinto por ele, por ninguém. –sorrio totalmente boba derretida...

Acho que nunca disse pra ninguém o que sinto pelo Pedro. Nem mesmo no meu interior..

—Awnnnn, Que coisa Linda filha, seus olhinhos estão brilhando. –Ela diz. _E não só agora, quando vocês chegaram no Rio, eu senti isso, eu vi isso em você Ka, você tá diferente, tá mais feliz, nem parece aquela Karina que saiu do rio num Avião rumo á Londres.

Sorrio que nem uma boba, e acho que só sei fazer isso.

—Sabe mãe, esse meu 1 ano, foi muito bom, acho que bom demais, eu estou realizando meu sonho, conheci meu Menino, que sabe, acho que foi a melhor que já fiz.

Está tudo indo tão certo na minha vida mãe, que eu tenho medo de alguma coisa dar errado. –eu digo e sinto meus olhos arderem.

Sinto minhas lágrimas.

Minha mãe como sempre bate três vezes no armário de madeira ao lado, pra mandar o azar em bora. E me olhando com cara de repreensão..

­_Filha, não fale, nem pense em coisas negativas você sabe que atrai. E outra, não pensa nisso. Pensa, no quanto vocês estão felizes, e que vão fazer isso continuar assim. –ela diz olhando bem fundo pra mim.

Tentei sorrir, mais lágrimas escaparam dos meus olhos.

—Bobinha, vem cá vem. –ela sorriu me puxando pro colo dela e acariciam meus cabelos...

Pov Pedro.

Sério, ela tá me escondendo alguma coisa.

Pode até não ser por mal, mais tá. Conheço a loira que tenho.

No banho tento relaxar.

Nada melhor, que água fria pra isso.

Enquanto estou aqui, penso, penso e repenso sobre meus dias aqui no Rio. Penso, desde o primeiro dia.

Conhecendo os Pais da minha Loira, o bairro onde ela nasceu e morou até se mudar pra Londres. A praia, que ela costumava vir sempre.

Voltei a conversar com os meus Pais, e isso está fazendo um bem danado pra minha Alma. Me sinto mais feliz, mais leve, mais tranquilo. Afinal, tenho os meus Pais de volta pra mim..

Depois de um tempo no banho, me arrumo e desço.

Na sala de estar, João dorme no tapete, Cobra e o Gael, conversam entre si, Bianca dorme no colo de Duca, que é o único que se concentra no que passa na tv.

Me aproximando, as portas da cozinha..

“...e o Pedro?” –escutei a Dandara dizer.

Espera Ai, eu o que? –penso confuso.

“_Não, não e Não, por mim mãe, eu queria que o Alan sumisse e nunca, nunca, nunca mais aparecesse...” –Agora é a voz, da minha esquentadinha. –Opa, ela disse Alan. Se não estou enganado, esse sujeito, não é o desgraçado, que Machucou a minha Loira?

Esperá.. Será que ela viu ele, por aqui?

Sério, estou confuso..

Quando escuto..

“_Ele sim me faz muito feliz. E te digo mais mãe, Pedro sim, me trata bem, ele me faz flutuar nas nuvens, ele cuida de mim mãe, me apoia, sorri pra mim de um jeito que me deixa toda derretida. E que me Faz, eu me sentir Única. Sinceramente Mãe, com o Meu Pedro, eu vejo futuro, Eu amo o Pedro Mãe..

Amo o Meu Menino. E isso é tão forte, sinto que nunca Amei ninguém assim.. Sinto que nunca senti o que sinto por ele, por ninguém.”

Sério??

Ela disse o que disse?

Eu ouvi o que Ouvi?

Minha Pequena me Ama?

Tipo Me Ama Mesmo??

Sério, eu estou em choque, parado, de boca aberta, absorvendo cada palavra que ela disse e minha mente faz questão de frisar

“... Eu amo o Pedro Mãe...

...Amo o Meu Menino...”

Acho que fiquei que nem bobo, uns bom minutos, com as palavras da Ka na minha cabeça..

Entrei na cozinha, e mãe e filha me olharam.

Eu não podia dizer á ela, ou demonstra, o que tinha ouvido. Eu quero ouvir da boquinha dela, enquanto ele olha nos meus olhos.

Sorri para as duas que me olharam sem expressão.

Dandara riu.

—Bom, a janta de vocês está pronta. –ela fala na simpatia. _Vou deixar vocês. Estou na sala. –ela fala dando um beijo na testa da Minha Loira.

Ka sorri.

Assim que Dandara Sai da Cozinha..

—Vamos comer, porque eu estou com fominha. –Karina fala. Ela está sem graça. Mal me olha.

Sorrio discretamente, e a observo.

—Tá tudo bem Pequena? –pergunto como que não quer nada. Me levantando vou até ela que está pegando a coca na geladeira.

Seguro ela pela cintura a virando pra mim.

Ela tá nervosa.

Olho em seus olhos, que brilham..

Ela sorri, encantadoramente.

—Tudo ótimo. –ela fala me puxando pra um abraço.

Seus braços me apertam com força.

E sinto seus sentimento por mim, e sorrio mais uma vez.

Seus olhos se encontram com os meus mais uma vez, e sem pensar duas vezes, devoro os lábios da minha Pequena com vontade.

Ele sorri enquanto nos beijamos...

Minutos depois, sentados a mesa, devoramos o delicioso jantar...

—Pê, vamos tomar sorvete? –ela pergunta sorrindo.

E eu concordo concordando.

—Vou me arrumar, vem. –ela se levantou me puxando junto com ela.

Um tempo Depois..

Estamos sentados na praça que fica próxima a casa dela, com sorvetes em mãos...

Pov Karina.

A noite tá linda, a lua está bem cheia, e parece que está tão perto de nós.

Sentados no banco, eu devoro meu sorvete com devoção, enquanto o Pê me observa.

—Toda Lambuzada. –ele fala sorrindo e se aproximando mais de mim.

Sua língua contorna minha boca, limpando o sorvete.

Sorrio..

Nossos olhares se cruzam, e nos encaramos apaixonadamente...

EU AMO Esse Menino, que é só MEU ... Cara, como demorei pra me dar conta disso?

Meu coração grita por isso, enquanto nossos olhos se observam, eu sorrio.

“Será que ele ouviu minha conversa com mamãe ??”

Ele sorri, e desliza seus lábios com vontade sobre os meus, me devorando..

Minutos depois...

Estou eu no colo do meu Menino. Devoramos os lábios um do outro com vontade..

Pedro está feliz, e eu então, nem se fala.

Passo minhas pernas uma de cada lado da cintura dele, que me acaricia.

A praça, está praticamente vazia..

O vento que sopra sobre nós, é magnifico...

—Princesa...? – Uma voz.. Sim. Uma voz falou se dirigindo pra onde Pedro e eu estamos.

No separamos de imediato.

Pedro observa a pessoa, porque ele está de frente, e eu por estar em seu colo demoro um pouco pra me virar.

Mais quando me viro...

Me arrepio de nervoso, olhando pra pessoa, a nossa frente.

Ele tem um sorriso totalmente sínico. E isso me sobe cada vez mais a raiva.

Pedro sem saber quem é, continua suas caricias em meu corpo, mais o olhar está na pessoa á nossa frente.

—Princesa, é você mesmo? –ele retorna a perguntar.

Raiva, magoa, tristeza, sofrimento e perda de tempo.

Explicando o último item, é que eu perdi alguns anos, meses e dias, da minha vida, com esse homem quem não me deu valor algum.

Perdi um tempo antes de me envolver com ele, sofrendo por um amor platônico.

Resumindo, perdi, um bom tempo da minha vida, que eu poderia ter curtido de muitas maneiras melhores, do que com ele...

—O que você quer. –falei grosa, e me sentando ao lado do Pê no banco, mais com as minhas pernas ainda sobre as suas, e ainda com uma de nossas mãos entrelaçadas.

Ele ri, (Ironicamente).

—Que isso Amor, cadê a educação? Não vai me dar um beijo pra matar a saudade não, é? –ele fala abrindo os braços, e dando um passo a frente, se aproximando mais de nós.

—Não, eu quero que você vai pro... –antes de terminar respiro fundo, e olho pro Pedro.

Que, pela sua expressão, está montando o quebra-cabeça, de tipo, “acho que estou descobrindo que é esse homem”.

—Não quero nada de você, não te quero perto, nunca, nunca mais. –eu disse com o meu melhor olhar mortal pra ele.

Ele só sabe rir.

—Ah, como eu amo, seu olharzinho de mal princesa. –ele fala.

—Some, me deixa em paz. –falo quase gritando.

Ele cambaleia pro lado.

Além, de me deixar com raiva da sua prensa inesperada, ainda está caindo de bêbado.

—Sabe flor, eu vi numa revista de famosos, que você viria pro Rio, junto com um jogador, que nem o nome eu lembro. Só lembro de ter visto seu rostinho lindo na capa. – ele fala. _Mais e ai, não vai me apresentar, pro seu colega. –ele fala.

Pedro se levanta, e o encara com raiva.

Eu nada digo, apenas me levanto, e me posiciono ao lado do Pê, segurando forte em sua Mão. E o sinto tremer de raiva.

—Bom, se tu não quer me apresentar, eu me apresento. –ele falou olhando pro Pê com deboche. _Sou Alan, o Amor da vida dessa minha Princesa. –Alan estende a mão pro Pê e ri.

Pedro dá um soco em sua mão e um belo empurram que o faz cambalear.

—Pê.. –seguro o meu Menino pelo braço.

Alan ri e ri.

—Vêm meu amor, cadê meu beijinho.

—Beijinho vai ser minha mão na sua cara. –Pedro fala tentando se soltar de mim. E eu uso toda minha força pra não deixa-lo.

—Pê, não liga ele quer que você cai na pilha dele. –falo.

Pedro respira fundo e me olha.

—Vamos em bora daqui. –ele falou segurando minha mão.

Eu concordo, e segurando firme em sua mão, damos um passo pra frente, pra daqui sairmos.

Alan da um gargalhada alta.

—Karina Meu amor, como você ficou interesseira, nunca te imaginei Maria Chuteira. –ele fala.

Voltando passos em sua direção, lhe dou um tapa bem dado na sua cara, e garanto, ficou marcado em vermelho, com o formato de meus dedos.

Depois do impacto de seu rosto, ele volta seus olhos pra mim.

—Isso não vai ficar assim minha princesa. –ele diz e sai.

Raiva!

Eu tinha quase certeza de algo ruim iria acontecer comigo. Ainda mais agora com o ex namorado infernal, que um dia virou minha vida em uma grande bosta.

Pedro Vêm até mim, e me abraça.

Isso me alivia, porque nesse abraço gostoso do meu Pedro, eu sinto confiança, tranquilidade, minha segurança e minha força.

—Pedro, eu não sou interesseira... Eu-eu.. –Digo com a voz tremula de nervoso, e sinto meus olhos se encherem.

Pedro sorri, agora me olhando nos olhos.

—Pequena, eu já mais pensaria isso de você. –ele diz me dando um beijo delicado na testa.

Eu sorrio, e o abraço mais forte.

Ele ri, e nem parece que acabou de conhecer o inferno do meu ex namorado.

No sentamos em um banco, e ele me puxou pro colo dele.

—Pê, e se ele fazer alguma coisa de ruim com a gente. Sei lá, eu tenho medo de algo ruim acontecer. –eu disse rápido demais.

Ele sorri e afaga meus cabelo.

—Linda, nós temos que ficar unidos e não ligar para as provocações dele. E outra o que sentimos um pelo outro é mais forte, do que esse bosta. –Pedro diz.

Ainda com medo, mais confiante no meu Menino, sorrio.

—Vamos pra casa Pê? –ele sorriu e concordou.

Minutos mais tarde, chegamos em casa.

Por ser 23:34, estranhei por não ter ninguém na sala e pela casa estar num sliêncio...

Subimos pro meu quarto, onde no momento estamos deitados na minha cama assistindo um filminho melosinho de romance. E eu estou adorando..

Confesso, quem me conhece de verdade, tem toda certeza de que eu mudei. Mudei, pois nunca que me veriam, vendo filme melosinho de romance, nunquinha, nem mesmo quando eu era toda boba apaixonada pelo Alan.

Mais como diz uma música ai, :“... E com você meu munda faz sentido...”

E esse “Você”, é o Meu Pedro Ramos, que me faz rir de coisas nada a ver, coisas bobas, me faz chorar de felicidade com coisas super fofas, e me faz suspirar com filminhos melosos de Romance...

Esse Pedro Ramos, dá todo sentido pra mim.. E eu não me vejo mais sem ele...

Logo que o filme acaba, Pedro desliga a tv, e sobre meu corpo, me olha nos olhos.

—Lembra que minha mãe disse, pra irmos dormir qualquer dia desses por lá? -ele fala acariciando rosto.

Eu sorrio.

—Lembro sim. –eu falo tirando sua camisa.

—Então, nós podíamos ir lá, amanhã né. –ele fala.

Eu sorrio mais ainda enquanto ele retira me visto.

—Vamos sim. –eu falo sorrindo.

Beijando seu pescoço, logo encaminho meus lábios pros seus, que me devoram com vontade.

Seus dedinhos abeis, retiram meu sutiã...

Nus, suados, colados, lambuzados por amor e desejo, respirações aceleradas e fora de ritmo e uma Fome inacabável de um pelo outro.

...

Pedro está como seu corpo de Deus Grego inteiro sobre meu corpo. Sua língua desliza sobre o meu pescoço com vontade. Minha unhas deslizam sobre suas costas largas.

Nossos gemidos são roucos e baixo.

Sua boca suga meus mamilo arrepiados, com tanta vontade que me da vontade de gemer tão alto por tanto prazer que estou sentido.

Sinto, minha intimidade formigar, gritando pela dele...

—Pê... –sussurro, quando sinto o membro dele duro novamente pater contra minha coxa.

Mais ele está fora de si, sugando meus seios.

—Pedro... –sussurro, passando minha unhas por sua pele novamente.

Ele ri, e finaliza suas sugadas com uma trilha de beijos, sobre meu pescoço e em seguida meus lábios.

Onde com um beijo totalmente erótico, me Penetra..

Sério estou vendo estrelas...

Nossas velocidades é monstra. O ruim, é não poder gritar de tanto prazer que eu estou sentindo com o Meu Menino, pra não acordar ninguém...

Longos minutos depois...

Sério, estou acabada, mais feliz. Muito Feliz.

As lembranças do Alan, é a única coisa, que não me deixa completamente feliz.

Lembro de mais cedo na praça.

Tudo corria bem, até que ele apareceu..

Não consigo dormir..

Acaricio os cabelo do Pê, que dorme tranquilo.

Acho que nunca senti esse medo que estou sentido.

Tenho medo, do Alan fazer alguma coisa com o Pedro, tenho medo dele estrar a felicidade Minha e do Meu Menino.

O pior é que eu não sei o que fazer..

O sono não vem.. Já contei mais de 1.000 carneirinhos e nada do sono chegar..

Resolvo me levantar, com cuidado pra não acordar o Pedro.

De frente pro espelho me observo, e sorrio.

Imaginam a cena, eu, uma moça de pele branca (Leite azedo, zoa Bianca quando nós duas brigamos), totalmente sensível ao sol, estou com marcas por todo o corpo, estou com vestígio de Ramos, pelo corpo inteiro.

Meus cabelos grande, está todinho embaraçado, e minha boca então, só não está mais inchada, por ser uma só.

Sorrio que nem uma boba.

E ainda totalmente sem sono, e com pensamentos ruins, vou pro chuveiro. Quem sabe, ele não leva esse mal estar de pensamentos, ruins ralo a baixo, e deixa só minha noite de consumação com o Meu Deus Grego.

...

30 minutos debaixo do chuveiro, e me privo a pensar em apenas coisas boas.

Minha família, meus amigos, Pedro...

Sim, e acreditam, que esse último item acabou de entra no box junto de mim.

Me abraçando, ele sussurra no meu ouvido.

“Que coisa feia Ka, não me chamou pro Banho..”

Rio.

Me viro pra ele que me olha com um lindo sorriso.

—Pê.. Não consigo dormir. –falo. _E você estava dormindo tão gostoso que eu não tive coragem de te acordar. –digo, enquanto sinto seus lábios beijando meu pescoço com uma certa vontade, e eu sinto alguém aqui em baixo dando sinal de vida.

Seus dedos procuram por meus mamilos, onde ele os aberta sem dó.

Gemendo baixinho, me viro pra ele, que ataca meus lábios.

Em minutos, estamos mais um vez desfrutando um do outro com muito prazer e amor...

Tempo indefinido depois, estou nos braços do meu Menino, recebendo suas caricias em meus cabelos, onde pouco a pouco, vou sentindo meu sono dar o ar da graça, e apago...

Com os raios do sol batendo no meu rosto, abro os olhos lentamente.

Pedro ainda está na cama, junto do meu corpo.

Sorrio..

Fico mais alguns minutos na cama. E depois de me arrumar, desço pra cozinha.

Minha casa está silenciosa igual á ontem de noite, e olha que isso não é comum.

Não tem ninguém na minha casa. Pelo menos não na cozinha, nem sala de estar, e nem na copa.

Estranho, muito estranho.

Olho pro relógio que marca 10:23, e nada deles.

Bom, fazer o que né.

Preparei uma bandeja de café da manhã, para desfrutar com o meu Menino e subi pro quarto.

Pê já está acordado na cama, quando entro no quarto, e sorri ao me ver.

Me sentando junto dele, trocamos um selinho gostoso.

E depois de disfrutarmos de torradas e frutas, e nos arrumarmos. Dou a ideia de darmos apenas umas voltas na praia, sem entrar na água..

Minutos depois... E de Bike, com o Pê no banco e eu no cano, chegamos a praia.

Pedro prende a bicicleta, no suporte, onde já tem algumas bicicleta..

Em fim, chegamos a linda praia.

Um lindo sol, estra no céu, algumas pessoas felizes curtem a praia, e os quiosques.

De mãos dadas andamos na areia..

Areia vai, areia vem...

—Olha Pê, minha mãe e a Bi... bem ali ó. –eu digo rindo e apontando o dedo, pra duas supostas pessoas sentadas na areia.

Pedro ri, e logo aponta um suposto João, meu Pai, Cobra e Duca, jogando futevôlei.

Caminhamos em direção, a eles.

Pedro já chegou chegando, dominando a bola no peito, e eu sentei entre as meninas.

—Casa estava vazia hoje, e ontem... –eu falei olhando de uma pra outra.

—Sabe o que é amor, ontem fomos dormir cedo, porque combinamos em cima da hora, já de noite, de pegar uma prainha hoje logo cedo. Mais seu eu soubesse que vocês queriam vir, nós tínhamos esperado vocês. –ela fala e a Bi concorda enquanto devora seu picolé

—De boa Mãe. –eu falo rindo. _Viemos só dar uma volta. –digo e trocamos sorrisos

Amarrando meu cabelo em um rabo de cavalo, me junto ao meninos pra jogar.

Tempo depois...

Fomos todos,

Para um restaurante almoçar..

E pós almoço, eu e o Pê, voltamos pra casa, só nos dois...

Assim que chegamos..

—Linda, e ai, vamos passar essa noite na casa dos meus pais? –ele pergunta se sentando ao meu lado no sofá. –eu sorrio e coloco meus pés em seu colo, e sinto seus dedos massageando-o.

Concordo sorrindo, e de olhos fechados, aproveitando a massagem.

Pedro liga pro pais e avisa que estamos indo pra lá.

Eles ficam super felizes...

Depois de um banho pós praia, eu arrumo uma bolsa, com algumas roupas minha e do Pê, enquanto ele toma banho..

Minutos antes de sair de casa, ligo pra minha mãe, e aviso que vamos dormir na casa dos meus “Sogros”.

Minha mãe ri, e meu pai manda eu pegar sua moto, pra nos locomovermos.

Agradeço..

No momento, estamos rumo a casa dos pais do Pê.

...

Assim que chegamos, somos recebidos, pelos dois, e entre beijos e abraços, conversar, risadas, lanche da tarde, e muita felicidade, passamos a tarde toda assim.

Na hora do jantar, nos arrumamos, e fomos pro Restaurante dos Pais do Pê.

E juntos nós quatro jantamos.

Percebo que o Pedro já está em harmonia com seus pais, e isso me deixa feliz por demais...

Quando chegamos do restaurante, nos sentamos no sofá, e a conversa rola solta.

Delma, nos deu ideia de assistirmos um filme. E assim Nossa noite passou que uma beleza.

...

Na manhã seguinte, acordei sozinha, num quarto vermelho, do Pedro. E depois de me arrumar, cheguei a sala de jantar, e o Pedro tomava café da manhã com seus pais, e eu sorri vendo essa linda cena.

Assim que me aproximei mais da mesa, os três pra mim sorriram, e eu de volta sorri.

Pedro se levantou, me deu um selinho e puxou a cadeira pra mim me sentar.

“Só não te acordei, porque você estava dormindo tão gostos e eu não tive coragem.”

Sorri...

E assim passamos a manhã.

....

O almoço não foi diferente, entre conversas e risadas, só mudou em um aspecto, o almoço foi preparado pelos meninos, mais o mousse de maracujá quem fez foi eu. Ah, e também fiz Brigadeiro de colher, que comemos juntos da uva, Pedro fez questão disso..

As 17:20, despedimos dos pais do Pê, que nos intimaram a voltar, e nós concordamos, e também os intimamos, á ir na casa meus pais pro natal.

As 17:55, quando chegamos em casa, tinha se várias caixas de papelão espalhadas pela sala.

—Ah Ka meu Amor, eu já te liguei umas 500 vezes, e nada da senhorita atender. –Minha Mãe diz.

—Meu celular descarregou. –falo.

—E você Ramos, só não esquece a cabeça por que tá colada, te liguei, e vi que o seu celular tava aqui. –João falou, e todos nós rimos.

—Mais qual é o motivo dona Dandara? –pergunto me sentando no sofá e olhando pra ela.

—Bom, eu queria a presença de todos pra enfeitarmos a casa pro natal. –diz ela feliz.

Sim, minha mãe é louca, estamos na ante véspera do natal, e ela quer enfeitar a casa agora. Mais antes que possa falar algo..

—Sim, eu sei que já deveria ter feito isso, mais é que esses últimos dias foram tão corrido, que acabou não dando tempo. –ela fala.

Eu sorrio.

—Então mão na massa. –digo me levantando..

E assim foi, enfeitamos a casa, com pisca-pisca, com bonecos de Papai Noel em diversos tamanhos, meias coloridas (Que simbolicamente, é onde o Papai Noel deixa os presentes), velas, um lindo presépio, guirlanda de natal, e mais um monte de coisas que minha mãe tem nessas caixas. E por Ultimo, mais não menos importante, a Árvore de Natal, enorme, e isso foi coisa do meu pai.

O mais lindo, foi que nós 8 unidos e feliz fizemos toda a decoração de casa, e principalmente os enfeites na árvore.

Depois de tudo pronto, nos sentamos no sofá e tapete e ficamos a admirar, a beleza de nossa decoração.

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Continua...

Notas finais
E ai Amores, o que acharam? Desculpem algum erro. Eu estou tão carente de comentário, de recomendações. :( :( Então fica a dica Ok?! Até loguinho.. Beijos e Beijos