O Jogador e a Jornalista_Perina

50 Capítulo 50 Dia de Natal... E sua confusões.


Notas iniciais
Olá, Amores, começo essa Nota, com agradecimentos, á todos os comentários. Obrigadaaaaaaaa ! ! ! Bom, esse Cap, é Bem grande. Eu adorei escreve-lo, espero que vocês gostem. Pretendo não demorar pra postar o proximo, que em fim, vai vir o que vocês tanto querem, que é... Não, não vou falar, se não estraga, e é sempre gostoso, esse ar de suspense. É isso, amores, espero que gostem.. Boa Leitura.

50 ° Capitulo.

Pov Karina.

Enfim, quinta-feira chegou. Animação total, é o que estou sentindo.

Vou passar o natal, com a minha família, com os meus amigos, e o Homem que eu Amo. Realmente, não tem coisa melhor.

Acordo feliz.

Pedro está ao meu lado, acordado e sorrindo.

Me virando, subo sobre seu corpo e o olho profundamente, já com um sorriso apaixonado nos lábios.

—Bom Dia Meu Lindo. –digo.

Ele sorri... Um sorriso gosto, onde eu me perco fácil, fácil.

—Bom dia Baby, dormiu bem? –ele perguntou acariciando meu rosto com tanto carinho, que estou toda derretida.

Sorrio, e devoro seus lábios, com tanta vontade, nem ao menos, nos preocupar com o fato de termos acabado de acordar.

—Eu adoro dormir e acordar com você. –ele diz enchendo meu pescoço com beijos.

Rio..

—Logo, logo, você vai se enjoar de mim. –eu disse dando um sorriso morto.

—Eu acho difícil me enjoar de você. –ele fala rindo e puxando lentamente, meu rosto, para que nossos olhares se encontram. _É mais fácil, você se enjoar de mim. –dito isto eu rio que nem um completa boba.

Impossível, a gente enjoar de quem Amamos.

—Não, não, eu não enjoo fácil não, então é melhor você se acostumar, comigo. –eu digo, e subo mais ainda sobre seu corpo.

Pedro ri.

—Então, se depender de nós, de mim, ninguém te tira já mais. –ele fala e morde a ponta do meu nariz.

Rio.

—Faço das suas palavras as minhas. –rimos que nem dois bobos.

Nos beijamos com vontade, com desejo com carinho, com se o amanhã não existisse.

Mas..

—Filha, véspera de Natal, já são quase 10h, e temos um monte de coisas, para prepararmos. –diz minha animada do outro lado da porta.

Dando um último selinho no meu menino, sorrio.

—Tá mãe, já desço. –digo enquanto me levanto.

—Sem demora. –ela responde, e já ouço, ela bater em outra porta.

Me acompanhando no banho, minutos depois Pedro e Eu, entramos na cozinha, onde já estão os meus Pais, Cobra e João.

Eu e o Pê nos sentamos á mesa, e começamos a tomar café da manhã.

Instantes depois, Bi desceu com seu namorado.

...

Começamos os preparativos.

...

As 19:20, todos já estavam se arrumando á uns 20 minutos já, mais eu ainda estou aqui terminado de preparar uma sobremesa que eu quis fazer.

Pedro foi pra casa de seus pais, pra se arrumar por lá, e pra chegar junto deles. Realmente eu achei essa atitude muito fofa...

Certo, terminei minha sobremesa, e mais que de pressa subi as escadas pra me arrumar.

Trancando a porta, sorri, sorri me olhando pro espelho.

Primeiramente, banho..

Cogitei uma lista, pra mim, ficar impecável.

Acabei meu banho.

Sabe? Aquele banho demorado... Pois Bem...Esse mesmo...

Assim que me embrulho na toalha, vou até o meu guarda roupas.

Minha cama, já contém, um monte de roupas.

Não comprei nenhuma especifica pro natal, mais eu tinha certeza de que algo no meu guarda roupas seria ideal pra essa noite.

Sabe, quando terminei com o Alan, eu virei outra, só queria curtir minha vida com meus amigos. Ai vocês me perguntam, e o que tem a ver com a roupa pro Natal?

Bom, tudo, porque eu saia pra todos os lados, e o shopping, foi um desses lado que eu saia. Por isso, pra extravasar, eu saia comprando um monte de coisas, e roupas eu comprei bastante. Confesso que a maioria foi pra Londres, mais aqui ainda tem bastante, e eu tenho certeza, de que vou encontrar algo especial.

Bato o olho de novo, na roupas calmamente exposta sobre a minha cama.

Olho, olho e olho. Mais nada me chama a atenção.

Estou quase chorando. Será que meu extinto de ter algo especial aqui estava errado?

...Quando, olho mais uma vez, pro meu guarda roupas, que está com as portas abertas...

E ali, o meu Look pra Véspera de natal estava. Num cantinho, excluidinho, mais lindo, e me chamando...

Certo, Look escolhido, sapato escolhido, Make pronta, meu cabelo arrumei igual á um vídeo no Yotube que eu vi.

E agora, o acessório?

...

Já sei, o presente que ganhei do meu Menino....

Presente esse que eu amei de Paixão. Acho que foi um dos primeiro que ganhei do Pedro..

Certo, já escolhi tudo, só falta uni-los ao meu corpo..

Enquanto estou aqui, me arrumando, escuto conversas e risos lá em baixo, e pelos tons de vozes, Meu Menino já chegou.

Meu coração acelera.

To nervosa demais...

Tenho tanta coisa pra fazer ainda.

Ai Jesus, me ajuda..

—Ka, tá tudo Bem. –Bianca Bate na Porta.

Mais estou tão concentrada em terminar de passar meu batom, sem borrar, que nada falo.

—Filha? O pessoal todo já está lá em baixo, e todos prontos. –diz minha mãe.

Terminando de dar o último retoque no batom, mando um beijo pro espelho e sorrio.

—Mãe, falta só alguns minutos, já desço. –digo.

Enquanto observo minha Make no espelho.

—Sabe o que é Ka, é tem um ser lá em baixo que está ansioso demais pra te ver. –ela fala, e escuto risadas.

—Lindezas da minha vida, podem descer, e assim que eu terminar aqui, eu desço, prometo, tentar não demorar.

Termino de colocar meu sapato. Acho que estou pronta, cabelo, make, visual, e ...

Ah Sim! Os acessórios.

O presente...

Respirando fundo, me olho mais uma vez no espelho, e estou confiante.

Olho pro relógio, que marca 21: 14.

Sorrio, abro aporta.

Desço degrau, por Degrau.

No último, dou de frente com a sala de estar.

O pessoal está todo aqui.

Meus pais conversam com os paisi do Pê.

Bianca conversa com João.

Pedro, Cobra e Duca conversam.

Resumindo, estão todos felizes, e lindos e lindas, todos bem vestidos.

Com o impacto do meu salto com o piso do chão, todos se viram em minha direção.

SIM, todos...

E o lado tímido em mim, se despertou.

Todos me olham admirados.

Será que estou feia?

Será que passei batom nos dentes sem querer?

Será que tem alguma mancha no meu vestido, e eu distraída não vi?

Pedro me olha quem nem um bobo. E eu acho que não o olho diferente. Porque ele está lindo. Tipo lindo mesmo, com uma camisa, de cor quase igual á meu vestido.

Parece até que combinamos.

Só consigo ver ele.

Meus lábios clamam pelos dele.

—Filha, você está linda. –diz meu Pai todo Babão.

Sorrio.

Sério, opinião dos meus pais não vale, eles sempre me acham linda, mesmo de pijama cabelo bagunçado e de cara inchada de sono.

—Tá linda Meu Amor. -diz minha mãe que sorri pra mim.

Bianca e Delma, também me elogiam.

E até os meninos também.

Mais quem eu mais desejo saber a opinião está quase babando, e me olhando com aquele olhar bobo.

Eu só sei sorrir.

Cara, como ele tá lindo.

O pessoal começar dar risada.

João cutucou Pedro que vem até mim, e me abraça.

Todo sorridente.

—Tá Linda minha Loira. –ele falou agora me olhando nos olhos.

Sorri.

Me abraçando mais uma vez, ele sussurrou no meu ouviu.

“Toda vermelhinha”...

Sorrio.

Devo estar mesmo, nunca fui afim de ser observada por bastante gente..

“Me ajuda”.. –sussurro.

Ele rio.

—E ai Gente, que horas vamos brincar de amigo secreto? –Pedro pergunta se virando pro pessoal, e puxando minha mão, pra nós nos sentarmos no sofá....

A conversa começou a rolar..

A nossa linda mesa da ceia de Natal, está preparada na varanda.

Minutos depois da minha chegada a sala, o pessoal todo foi pra varanda, e quando me levantei, pra fazer o mesmo, Adivinham vocês, quem puxou meu braço para que eu me sentasse de novo no sofá.

SIM, Pedro Ramos.

Me abraçando..

—To louco pra devorar sua boca. –ele falou me dando um selinho.

—Meu Batom. –digo.

—Resolvemos isso depois... –E assim puxou meu corpo pra mais próximo do seu, e devora meus lábios com vontade. E eu faço o mesmo.

Ficar quase 6 horas sem meu Menino, já me deixa com saudades. Melosa eu?

Nem um Pouco..

—Seu vestido é lindo. –ele sussurra, lambendo meu pescoço, e me dá uma leve sugada por ali. Enquanto sobe sua mão pela minha coxa, descobrindo o vestido. _E ficou mais lindo ainda no seu Corpo. –ele sussurra mais um vez.

Estou começando a ficar fervendo. Se essa mão, não parar de subir não respondo por mim.

—Pedro... –sussurro enquanto sua outra mão apalpa meus seios com vontade. _Para. –digo me levantando.

Ele ri.

—Não me resiste. –ele fala satisfeito.

—Não. E com você não é diferente. –digo.

E ele olha pro seu Amigo, e ri.

Me olho no espelho da sala, me espanto com a situação da minha boca, e queixo e até meu pescoço tem marca de batom, devido aos beijos do Pedro.

—Nem preciso dizer, que você estragou minha Make, né senhor Ramos. –falo olhando séria pra ele.

Ele se levante e vem até mim.

Me abraçando, dá beijinhos no meu pescoço, atitude que me arrepia.

—Olha minha boca. –ele fala rindo. _Só você pra me fazer usar batom. –ele fala ainda rindo.

—Idiota, vêm, vamos pro quarto arrumar o estrago. –eu digo.

Ele sorri malicioso, e eu nem ligo.

...

Depois de nos limpar, e eu retocar meu batom, Pedro me olhou tão Profundamente, que eu me arrepiei inteirinha.

Vindo até mim, ele me abraça com força e carinho.

—Tá tudo bem lindo? –pergunto agora olhando em seus olhos de chocolate.

Ele sorri, e acaricia minhas bochechas, com ambos os dedos. Seus olhos brilham.

—Sim... –ele sussurra. –Eu queria te dizer que...

—Ka, querida, tá aqui? –pergunta minha mãe batendo na porta.

—To sim, mãe. O que ouve? –pergunto.

—O pessoal já quer brincar de Amigo oculto filha. –ela diz.

—Certo, já estamos descendo. –digo.

—Ok. –ela diz antes de sair.

Os dedos do Meu Menino ainda acariciam meu rosto.

—Me diz Pê. –digo olhando pra ele, e acariciando seus braços.

Ele ri. E fica um certo tempo apenas me olhando, me observando com devoção.

—Vamos descer. –ele finaliza.

Se olhando uma última vez no espelho, ele me puxando pra fora do Quarto.

Na sala de estar, As 22:03, diante da Arvore de Natal, e com os presentes, começamos a brincar de amigo oculto.

Comeremos a Ceia, somente as 00:00, que segundo minha mãe e a mãe do Pê, esse é o tradicional do Natal.

Eu não ligo muito pro horário não, e sempre acabo comendo antes, quando me dá fome.

(*Obs: Só não brincaram os Pais do Pê, porque organizamos isso antes, da reconciliação do Pê com seus Pais)

E assim começa a Brincadeira: Dona Dandara foi a primeira, e tirou o João, Que tirou Bianca, que tirou meu Pai, que tirou o Duca, que tirou Cobra e que tirou minha mãe.

Certo, o que aconteceu?

Todos aqui, já trocaram presentes. Certo. Todos já deram e já ganharam presentes.

Certo. Todos menos eu que ainda não recebi presente, e ainda estou com o presente que comprei em mãos.

OK, certo de novo. Porque Senhor Ramos, também não deu o presente que está na sua mão á ninguém.

Certo, isso quer dizer que....

Todos começam a rir.

Pedro me Olha, Eu olho pro Pedro.

—Sério isso? –dissemos juntos, e ainda nos encaramos.

—Eu tinha preparado um discurso enorme pra falar pra minha amiga secreta, e acho que vocês iam demorar pra adivinha, mais agora todo mundo já sabe quem é. –ele fala dando de ombros.

—Eu fiz o mesmo. Mais perdeu a graça agora. –eu falo me levantando de pé.

Pedro ainda me encarando faz o mesmos.

As pessoas que na sala estão juntos de nós, apenas nos observam com sorriso nos lábios.

—Bom, a minha amiga secreta, é feia.

—Meu amigo secreto, é idiota.

Enquanto falamos nos aproximamos mais um do outro.

Ok, o que vamos fazer?

Vamos mesmo fazer de conta que ninguém imagina, que eu tirei o Pedro e o Pedro tirou Eu?

—Minha amiga secreta, é Mandona.

SIM, pelo jeito vamos!

—Meu amigo secreto, é Ridículo.

—Minha Amiga secreta, é dura na queda.

—Meu amigo secreto é muito exibido, e se acha a última Coca-Cola do deserto. –digo.

Ele ri.

—Minha Amiga Secreta, me Apoia e sempre me dá Força.

—Meu Amigo secreto, me deixa toda melosa, sentimental e chorosa... E eu acho que gosto disso. –eu falo já rindo, e ele ri junto. Até o pessoal que também está na sala ri.

(Nem lembrava-me que tinha mais gente na sala, além de Pedro e eu).

—Minha amiga secreta é toda esquentadinha. –ele fala e ri.

—Meu amigo secreto é convencido, e bobo demais.

—... E você gosta... –ele diz.

E eu sorrio toda boba.

—Minha Amiga secreta fica toda vermelhinha quando tá com vergonha. Principalmente, quando eu á deixo com vergonha. –ele fala sorrindo.

SIM sorrindo, e com aquele sorriso que eu Amo.

—...E você gosta... –eu digo.

Ele balança a cabeça e ri.

Me olhando sempre firme, começa a caminhar. E caminhando lentamente chega até mim. Bem de frente pra mim.

Ainda com aquele Sorriso (Que eu Amo), me abraça.

“Eu Amo”.. –ele sussurra no meu ouvido, e somente eu ouvi.

Me arrepio toda e sorrio pra ele.

Sinto que nossas vontades, e de devorar os lábios um do outro. Mas nossas famílias está aqui. (Família: Incluindo os amigos).

—Minha Amiga Secreta, é a Karina... Digo isso pra quem ainda tiver dúvidas, é claro. –ele diz e a gargalhada na sala e inevitável.

—...Bom, e o meu Amigo secreto, pros que não fazem ideia de quem seja, e o Pedro. –eu digo, e não consigo (Nem Quero), tirar meus olhos dos olhos de chocolate que sorri pra mim.

O povo da sala, só sabem dar risada.

Abraço meu Menino com vontade.

E sinto seus braços me apertarem.

Fazemos a troca de presentes, e com todos os curiosos aqui da sala em cima e de olho.

Presente da Karina pro Pedro: http://static4.depositphotos.com/1002395/273/i/950/depositphotos_2731760-Gold-pendant-in-shape-of-soccer-ball.jpg

Presente do Pedro Pra Karina: http://3.bp.blogspot.com/-OMEJu0bCVfU/VFvzTZ67EPI/AAAAAAAABd4/v77iZ-upcN8/s1600/modal-lily.jpg

Pedro Adorou o presente que eu lhe dei, e fez questão que eu coloca-se nele.

Eu me senti vitoriosa por achar um presente que eu adorei, e que chutei na sorte que ele iria gostar. (Segundo ele, Ele amou)

Porque não pensei nisso antes, uma correntinha de Ouro, com uma Bolinha de futebol. A cara dele.

Confesso que pra chegar nessa ideia, penei bastante, bastante mesmo. Até no google eu procurei dicas.

E a Moça da Joalheria, foi meu ponto principal. Agradeço a ela do fundo do coração.

Amei, amei de paixão o presente que ganhei dele.

...

00:00, nós todos nos abraçamos, e nos desejamos Feliz Natal, uns aos outros.

Enfim, chegou á hora da grande Ceia.

#boracomer.

Assim que a mesa nos sentamos.

Duca ficou de pé, e pediu a atenção de todos nós por alguns minutos.

—Gente, eu quero fazer uma coisa muito importante.

E queria a presença e a atenção, de todos vocês, que eu já gosto muito, e considero como Família. –ele fala e olha pra Bi, que está boquiaberta.

—Ah quase dois anos atrás conheci, uma moça, que em questão de meses, Se tornou muito importante pra mim. Viramos amigos, e atualmente, ela é minha namorada. Ela me faz muito feliz, me faz um bem danado, e eu já não me imagino mais sem ela na minha vida. Bom, eu não sou muito de palavras, mais... Bianca minha Linda, quer Casar comigo? –ele pergunto com um sorriso pra minha prima, que ainda está boquiaberta, e nem piscar mais piscas.

Eu, minha Mãe e a Dona Delma, sorrimos como bobas apaixonas que adoram apreciar finais felizes..

Bianca nada diz, e nós todos rimos do “Não caiu a Ficha” dela.

—Biiiii. –Eu sussurro no ouvido dela, enquanto a cutuco.

Ela não tira os olhos do Duca.

—Quer casar comigo Bi? –Duca pergunta mais um vez.

...

—C-Casar, tipo... tipo, Casar? –ela pergunta meio abobada.

Rimos todos com essa lerdeza da Bianca.

—Sim. –Duca diz sorrindo.

Bianca começa a rir do nada, que nem uma retardada.

E mais que de presa, pula a cadeira, e abraça Duca.

—Eu quero! –ela fala beijando o agora seu noivo...

Nós todos os parabenizamos.

...

Pedro me olhou e sorri.

Segurando minha mão direita, ele entrelaçou nossos dedos, e beijou as costas da minha mão...

Depois, de nos alimentarmos, veio as sobremesas, com doces e frutas.

Ah frutas! Vocês vão nem acreditar, que tinha Uva com chocolate, morango com leite condensado...

Magina, isso nem passou na cabeça de vocês, né?

Certo.

Poucos, mais alguns fogos coloridos, espalhavam no céu. E por isso, fomos todos pra praça pra apreciar.

Conversas, Brincadeiras, risos, e muita felicidade.

...

No momento, estou sentada no Banco da praça, com a cabeça no ombro do Pedro. E nós dois observamos quatro crianças brincando de bola, no centro da praça.

Em frente a casa dos meus Pais.

Nosso vizinho do lado direito, está fazem churrasco na área de sua casa, com amigos e familiares, onde só se escuta conversas, risadas e música. Ah, e essas crianças que estão brincando, as duas meninas, são filhas dele e sua mulher, e os dois meninos são sobrinhos deles.

João e Cobra sumiram.

Bianca e Duca, meus pais e os pais do Pedro, estão os Seis numa conversa longa, em uns bancos um pouco longe, de onde Pedro e eu estamos...

Pedro se vira, e me olha.

—Quer fazer alguma coisa? –pergunta.

Sorrio.

—Lindo, se não se incomoda, eu quero ir pra casa. –sussurro.

Beijando minha testa, ele se levanta.

—Ok, vamos? –ele diz me estendendo a mão.

Eu aceito de imediato, e começamos a andar pra minha casa.

Antes passamos pelos 6, que conversam animados.

Nos despedimos, e entramos em casa...

Já no meu quarto...

Nada melhor que um banho relaxante..

Úmidos belo banho e cheirosos pelo sabonete, nos deitamos a cama. Eu estou toda esparramada sobre o seu corpo, de frente pra ele.

—Sério Baby... eu amei o presente que eu ganhei da minha amiga secreta. –ele diz, me observando e contornando minha sobrancelha com os polegares.

Olhando em seus olhos de chocolate, dou uma gargalhada gostosa.

—Acredite, sua amiga secreta teve o maior trabalham, pra encontrar um presente pra você. –eu digo, e ele ri.

—Sério? –ele pergunta com cara de sínico. E dou um tapa bem dado no braço dele. _Calma esquentadinha. –ele fala passam a mão no braço atingindo, e rimos. _Hoje não se pode bater em ninguém. É Natal... Lembra? –ele diz, e ri sem parar. (Até eu estou rindo).

—Mais sabe Pê, foi tão legal isso. Eu tirei você e você tirou eu. Sempre vi isso nos amigos secretos, Sempre acontece isso com alguém. Mais nunca aconteceu comigo, hoje foi a primeira vez. –digo, e em seguida, dou um beijo no lugar que atingi o braço do Meu Menino. (Afinal, não se bate em ninguém no Natal).

Ele sorriu.

—Te digo o mesmo, isso também, nunca rolou comigo. –ele falou rindo, e passando seus dedos no meu coro cabeludo.

Fechei os olhos e sorri.

—Mais vou te falar hein? Lindo, você vai sempre me avisar, o que quer ganhar de presente, mesmo que estrague a surpresa de você já saber o que vai ganhar de mim. –eu falo olhando agora pros seus olhos.

Ele dá uma risada gostosa.

—Mesmo no amigo secreto? –ele pergunta.

—Não, se eu pegar você de novo no amigo secreto, eu vou te dar um abraço de presente. –eu falo rindo.

Ele me observa.

—Eu vou amar... –ele sussurra e devora minha boca.

Com fogo e paixão.

Seus dedos começam a descer pelo meu corpo...

Minhas mãos descem de seu pescoço pro seu Abdômen perfeitamente formado...

—Eu vou amar qualquer presente que você me der Pequena. Não quebra a cabeça com isso. Você sabe que eu gosto de coisas simples. –ele fala após um tempo gostoso de beijos.

Minha respiração ainda está ofegante enquanto ele fala e termina de falar.

Sorrio, e lhe dou mais um selinho, em seu lábios agora vermelhos.

—O presente que eu mais quero, está aqui. –ele toca com a mão esquerda, meu peito ao lado esquerdo, onde bate meu coração.

—Ele já é totalmente seu... –eu sussurro, e beijo a ponta de seus dedos da mão direita.

Ele sorri..

Seus olhos de chocolate encaram os meus.

Eu sorrio, observando todo o seu rosto e principalmente seus Olhos. Quando ele se vira sobre me corpo ficando sobre mim, se apoia em seus cotovelos, e com as mão acariciam meus cabelo com carinho.

Um cafuné delicioso que me faz fechar os olhos.

—Linda... Eu Te Amo. –ele diz, enquanto acaricia meus cabelos.

Me arrepio toda, meu coração acelera mais que o normal.

Sério??

Não estou ouvindo coisa errada não?

ELE ME AMA ?

ASSIM COM EU AMO ELE?

Abro meus olhos e encaro os olhos do Meu Menino que Eu Amo.

—P-Pedro... –sussurro.

Ele ri.

—Eu te Amo esquentadinha. Te Amo, minha Baby, Minha Loira Linda. –ele falou com a voz totalmente roca, tranquila, e gostosa de ser ouvida.

Eu sorri que nem um bobona apaixonada...

—Eu Te Amo Pedro Ramos... Muito Muito... –eu disse acariciando seu rosto.

—Digo, mesmo, você já sabendo isso... –sussurro.

Ele solta uma gargalhada gostosa, e eu rio.

—Sério Linda? Você sabia que eu tinha ouvido? -Eu assinto. _Poxa, eu achei que tinha me feito de desentendido tão bem. –ele fala. _Como?

—Eu te conheço Pedro Ramos se lembra que você não consegue mentir pra mim?! 1° Suas reações, estou contando tudo, sua cara de bobo entrando na cozinha, até seus sorriso lindo, enquanto dormia. –Ele Ri. ­_2° porque eu vi uma sombra de pé de baixo da porta, e senti seu perfume. -lhe dou um selinho por último e ele ri, todo boquiaberto.

—Caraca... –ele diz.

—Pois é. –digo por fim.

..

—Ah, e seu Coração é Meu Tá. –eu falo, e devoro seus lábios com vontade, e ele sorri sobre nosso beijo.

Suas mão se voltam pro meu corpo, onde ele me acaricia com vontade.

Seus beijos chegam no meu pescoço.

Sua língua desliza tranquilamente em meu pescoço me arrepiando por inteira.

Minha mãos seguram com força em seu quadril, enquanto sua boca alcança meus seios em cheio.

Pedro se delicia com suas sugadas fortes, e eu então nem se fala.

Minhas mãos agora mexem com vontade em seu cabelo.

Pedro suspira, e em uma trilha de beijos, dos meus seio, vai até minha intimidade.

Suspiro..

Suas sugadas são profundas, suas lambidas no meu clitóris, está me deixando cada vez mais louca.

Sua mão esquerda, alcança meus seios, e sua mão direita me penetra.

Meus gemidos saem de mim, com vida própria.

Sinto meu orgasmo me devastando e grito.

Pedro Ri enquanto me lambe...

Rapidamente fica sobre o meu corpo.

E com aquele bendito sorriso que me deixa atordoada, e totalmente boba apaixonada..

—Shiiii... Não sei se o Pessoal já tá em casa... Mais se tiver... Você quer que eles deduzam o que estão fazendo aqui? –ele pergunta, enquanto desliza sua língua quente sobre a minha boca.

Com a respiração ainda ofegante, eu não consigo dizer nada, apenas encarar seus olhos, que tanto amo..

Ele ri mais uma vez..

—Bom... Você sabe que por mim eu não ligo... Mais você é toda envergonhada... E amanhã se alguém comentar algo, você vai ficar toda vermilha...Você não gosta... Mais se bem que eu vou adorar te ver vermelhinha, então pode gritar mais Baby.. –ele falam enquanto sua língua ainda contorna meus lábios. Adoro isso..

—Palhaço. –eu falo e belisco seu bumbum.

Ele ri mais ainda.

...

Com impulso, jogo seu corpo na cama.

E agora, sobre seu corpo, devoro seus lábios com muita, muita vontade..

Meus dedos descem até encontra seu membro, mais sem desfocar nossas bocas.

Com muita agilidade, mexo em seu membro já duro..

Agora na minha vez! Desço meus lábios em um trilha de beijos de seus lábios, sem antes, dar uma bela sugada no seu lábio inferior.

Quando alcanço seu membro, o abocanho com vontade, e ouço um gemido rouco do Meu Menino.

Com uma rapidez louca, vou deixando-o cada vez mais excitado e totalmente duro, pra mim, que já me sinto molhada e com vontade de ter ele de novo em mim...

Seus dedos afundo no meu coro cabeludo. E sem dó alguma, os puxa, e isso me excita.

Lambo e chupo com vontade a sua glande, e deslizo minha língua em seus testículos, e só consigo ouvir gemidos roucos de satisfação, e seu coração acelerado juntamente de sua respiração.

Quando sinto seu jato me invadir com força, dou uma risada gostosa, após ouvir seu grito de satisfação.

Subindo sobre seu corpo, devoro seus lábios.

No nosso beijo, contem nossos gostos...

—Quem tá gritando agora hein? –pergunto rindo, e beijando agora seu peitoral.

—Pequena, você tá bem de mais nisso... –ele sussurra beijando a minha testa.

—Eu te quero inteiro dentro de mim agora... –sussurro, me virando mais sobre ele e olhando em seus olhos.

Ele ri...

—Estou criando uma safadinha Louca por sexo. –ele fala deslizando seus dedos suavemente sobre meu pescoço, me arrepiando inteirinha...

Sorrio..

—Bobão...

Nos beijamos com desejo, e com nossos corpos pegando fogo.

Me virando na cama, Pedro sobre meu corpo, me Penetra se mais tempo pra nada. Apenas pro nosso prazer.

E isso me faz muito feliz!

Com minhas mãos sobre seu corpo, as deslizo sobre suas costas largas e totalmente definidas. Minhas pernas se fecham com força em sua cintura.

E nossa velocidade, é de mais...

Pedro me olha nos olhos com profundidade, e eu não faço diferente.

Sorrimos com bobos, e nos beijamos...

Suas mão me apalpam com devoção.

Roucos e baixos, nossos gemidos se expande no meu quarto.

Numa deliciosa explosão de prazer, nós liberamos juntos.

Respirações totalmente em falta... Mais estamos em busca.

Pedro descansa seu corpo sobre o meus, enquanto acaricia meus braços.

Meus dedos fazem círculos em seus cabelos...

Dando em beijo em sua testa suspiro.

Ele sorri.

E subindo mais sobre o meu corpo me encara, com aqueles olhos de chocolate...

—Te amo Minha Pequena.

Eu sorrio como uma boba apaixonada.

Ele sorri.

Eu beijo seus lábios com carinho..

—Te Amo Pedro Ramos... –sussurro.

...

Com a claridade do dia, de um lindo sol no céu, eu acordo.

Com um pouco de dificuldade, mais acordo.

Pedro ainda dorme profundamente sobre mim.

Com cuidado, consigo sair da cama, sem que ele acorde.

Coloco sua camiseta, e vou até a janela do meu quarto, que me dá de cara com a varanda e a churrasqueira.

Olho as flores do jardim de mamãe, e suspiro feliz.

Olho pro céu, e ele está lindo de mais, bem azulzinho e com um lindo sol brilhando.

Um dia perfeito pra churrasco, amigos, família, e ... Piscina...

Opa, Piscina, boa ideia.

Sorrio feliz...

Sinto braços me apertarem.. Sorrio mais ainda, porque é o Meu Menino.

Me viro pra ele, que sorri.

Seu corpo Nu, me sobe um calor...

—Tá olhando o céu? –ele me pergunta enquanto prende meu cabelo em um coque de qualquer jeito, e beija meu pescoço.

—Sim Pê, e olha com está lindo. –suspiro.

Ele ri.

—Tá mesmo, bem que podíamos Encher a piscina. O que acha? –ele pergunta acariciando meus braços.

Sério isso? Até pensando igual, estamos.

—Eu estava pensando a mesma coisa. -falei sorrindo.

—Então vamos encher essa piscina. –ele falou me abraçando.

...

Minutos depois, de termos tom ado banho, e feito nossa higiene pessoal, descemos as escadas.

Eu diria que agora, são por volta das 11h.

Não tem ninguém acordado ainda.

Na varanda, eu e o Pedro endireitamos a piscina, e depois de passarmos um pano pra tirar qualquer sujeirinha, ligamos a torneira, onde a mangueira começou a bobear agua na piscina.

—Olha Elaaaaaaa. -gritou Bianca me abraçando. E por eu estar de costas, levei o maior susto

—Bi Sua Loucaaaa. –eu falei rindo.

Duca que veio junto dela, estava cumprimentando Pedro.

—Então vai ter piscina? –Duca perguntou enquanto Cumprimentava eu agora.

—Pois é! –Pedro falou feliz.

Nos sentamos nas cadeira, de frente a mesa e começamos a conversar.

...

—Então a festa vai rolar solta, e ninguém chamou nós? É isso mesmo produção.

João Perguntou ao lado de Cobra, e ambos estavam com sacolas nas mãos.

Vindo até nós, eles colocam as sacolas sobre a mesa, na nossa frente.

Depois, puxaram cadeiras e também se sentaram juntos de nós.

—Bom, nós íamos ligar, pra vocês, eu tinha acabado de falar nisso, né Não Pedroso. –Duca falou batendo no ombro do Pedro, que riu.

—É... é sim.

—Amigos ingratos, iam nada. –Cobra falou rindo, e tirando as bebidas que os dois tinham comprado das sacolas.

Minutos depois aparecem meus pais na varanda com sorrisos.

—Bom dia crianças! –Diz minha mãe, cumprimentando um por um.

Meu Pai mais prático, cumprimenta todos de uma vez só.

Minha mãe pergunta se já tomamos café da manhã, e digo por todos nós que não. E ela insiste em preparar um café da manhã pra nós. Mais insistimos de que não precisa, pois já deve passar do 12h. E por fim, ela acaba concordando.

...

Meu pai começou a preparar a churrasqueira, que ele já tinha limpado as grelhas e seus equipamentos pro churras (Garfões, tábua pra cortar a carne, faca afiada, grelhas, carvão, e Em fim a carne).

Ontem, quando começamos os preparativos pra ceia, formos no mercado todos nós, e já compramos tudo pra véspera e pro dia. (No caso Hoje, kkkkkkk).

Como em um dia de Natal tradicional, pra sobremesa, hoje não pode faltar a famosa sala de frutas da Dona Dandara. (Ah, minha mãe também sempre faz a sua sala de frutas no Dia de Ano Novo).

Duca e Pedro ficaram encarregados de preparar arroz e a farofa temperada.

Meu Pai de churrasqueiro, tem como ajudantes Cobra e João. Que pegaram uma boa amizade com o meu Pai.

Eu e a Bi, começamos a picar as frutas, como ajudantes da mamãe.

...

Delma e Marcelo, chegaram.

Marcelo, logo se juntou ao meu Pai e seus ajudantes.

E se juntando ao pessoal da Cozinha, (Eu, Bi, minha Mãe, Duca e Pedro), Delma.

E essa ficou super orgulhosa, de ver Seu Filho, Cozinhando, picando os ingredientes da farofa juntamente de Duca..

....

No momentos, estamos na varanda.

Minha Mãe e Delma, conversam sentadas em espreguiçadeiras, sobre o lindo Jardim da minha Mãe.

Meu Pai conversa com o Marcelo, enquanto cuida da churrasqueira.

João e Pedro formam á dubla contra Duca e Cobra e Jogam Sinuca.

E eu e a Bi, apena os observamos.

Resumindo, Depois de almoçarmos como uma linda Família, entramos na Agua e curtimos muito.

Ao final, nos saboreamos com a deliciosa salada de frutas da Dona Dandara. Ah! E Também com a deliciosa torta de Limão que a minha “Sogra” trouxe.

....

Após o Jantar, os Pais do Pedro foram em Bora.

...

Minutos depois... Resolvemos terminar o dia, tomando sorvete e sentados na praça.

Mas.. Como no dia de Natal, não tem nada aberto, pegamos dois potes de sorte que tinham e casa mesmo, taças e colheres, e na praça fizemos a festa, com sorvete...

Conversa vai, conversa vêm, quando...

—Oi Bi! -Diz alguém atrás de nós, e pela voz enjoada, só dever ser...

Bianca nada diz, mais sorri, se virando pro ser que a chamou, e todos nós também nos viramos.

—Debora?

—Pê?

Os dois falam ao mesmo tempo.

Espera, o que eu Perdi?

Pedro e Debora sorri um pro outro.

—Quanto tempo! –ela diz se aproximando. E eu não estou gostando nada disso.

Pedro se levanta e os dois se abraçam.

Bianca me olha com cara de “Eu não faço ideia do que está acontecendo”

Cobra e Duca, estão sem expressão, ou eu diria em choque assim como eu e a Bi.

Mais o João sorri, como algo normal.

Sério? Isso pra mim não é nada normal.

Após se soltarem, a vaca da Debora, ainda beija a bochecha do Pedro. Olha pro João e sorri pra ele também.

Ele sorri de volta, e se levantando e a cumprimenta.

—Oi Bi. –ela sorri agora pra minha prima, que ainda em choque, também sorri, e a abraça.

Eu estou... sei lá, o que está acontecendo comigo. Só sei que, a pessoa, que eu não suporto nenhum pouco, além de ter minha prima como amiga, ainda conhece o Homem que eu Amo. Sério isso?

Ele comprimente Cobra e Duca em seguida.

Me levanto, me posicionando ao lado do Pedro, e de frente pra ela.

—Ka, querida, quanto tempo hein. –ela fala rindo, com cinismo pra mim, e eu odeio isso.

Falsidade! Não suporto nenhum pouco.

Mais a comprimento.

—Oi. –Digo apena isso, sem expressão nenhuma. Mais por Dentro...

—Vocês se Conhecem PEDRO? –pergunto olhando pra ele, que me olha.

Debora, não sei se já falei sobre ela, mais eu á detesto!

Ela é amiga da Bi, de tempos. Ou melhor, sempre fez de tudo pra roubar a minha prima de Mim.

Nós duas sempre estudamos na mesma escola, e sei lá, no começo da amizade das duas, eu tentei fazer amizade com ela, mais ela parecia nunca querer ser minha amiga. Tempo depois, descobri que ela tinha muita inveja de mim, e sempre fez de tudo pra tomar meu Posto de melhor amiga da minha Prima (Coisa de criança? Concordo) Mais eu como já, disse, era tipo, Popularzinha da escola, e ela não. Debora, sempre foi cheinha e de cabelos Pretos lizo não compridos (E isso não mudou), e olhos negros.

Ela vivia me dizendo, que me achava linda loira e de olhos azuis, na frente da Bi. Mais pelas costas da minha prima, ela adorava me zoar, dizia que eu tinha cabelo feio, em geral, que eu era feia, e sempre me tratava mal, sem que a Bi soubesse. Mais eu nunca liguei pra isso, e muitas vezes eu não revidava, pois eu me sentia superior, e não ia me rebaixar pra ela.

—Bom, faz tempo que não nos vemos né Ka? Acho que não te vejo desde de o Episódio da Traição. –ela falou com uma voz de deboche.

RAIVA, Sim, isso que estou sentido.

Além, de não suportar essa VACA, ela ainda vai pisar no meu Calo, sério isso? (obs: Episódio da traição, porque como já disse o bairro inteiro ficou sabendo do que o Alan fez comigo, inclusive ela, e também, porque logo depois disso, ela se mudou de estado)

—É.. –digo apenas. _Vocês se Conhecem, PEDRO? –pergunto olhando pra ele, que me olha.

Antes que ele responda...

—Bom, galera, tudo, muito bom, mais eu e o Jhony, temos encontro com duas Carioquinha, que Ai Papai. –Cobra fala, e o foco vai nele e no João, e todos riem... Menos eu, que não tiro os olhos do Pedro.

Os meninos depois de se despediram, saem.

Cutuco o Braço do Pedro que, se vira pra mim, e acaricia meu rosto.

Com cara de Poucos amigos, assim que estou.

Antes que ele responda...

—Pê e eu, Namorávamos Ka. –ela disse convicta.

Sério isso? Eu ouvi direito..

Namorados?

OI?!

—É... Pê...? –ele me olha, e ainda acariciando meu rosto.

—Sim, isso foi antes de eu ir pra Londres. –ele fala. _Eu ia te apresentar a Minha Loira, Mais vocês já se conhecem ne.

—É, ela é prima da Bi... Falando em Bi, cade ela? –ela pergunta olhando pros lados.

Pedro e eu fazemos o mesmo, mais nem sinal do casal Duanca.

Certo, na certa, eles se mandaram.

Certo, eu faria o mesmo. Porque pensam comigo: Se você tivesse com seu noivo, sua prima e o quase namorado dela, e chegasse uma ex dele. Bom é obvio, que você não ia ficar. A menos que você amasse sua prima, e ficasse, ainda mais sabendo o quão esquentadinha ela.

Mais Bianca sumiu com Duca.

...

Nos sentamos no banco, Pedro no meio, eu a direita, e ela a esquerda.

Os dois começaram a conversar sobre lembranças do passado, sobre o que fazem no tempo atual.

Lembro me bem, que a Debora gostava bastante de futebol, (Não sei se ainda gosta) Mais sempre teve inveja de mim, porque eu jogava melhor. Já eu, nunca fui de ficar me achando melhor que ninguém, nunca fui esnobe.

No momento os dois comentam, sobre futebol.

Pedro está com sua mão direita entrelaçada á minha mão esquerda, e seu dedão, acaricia as costas da minha mão.

Mais sua atenção e suas conversas estão direcionadas á Debora.

—Vocês pelo jeito se dão bem, né. –eu digo depois de um certo tempo, cortando algo sem noção que Debora fala.

Pedro me olha e sorri, e se vira pra Debora, e olha de volta pra mim.

—Sim. –respondem juntos, e riem.

Afff, com três Fs, como diria a Sol, minha amiga de Londres.

—Então porque terminaram? –pergunto irritada, me levantando de pé, e ficando de frente pra eles.

Os dois me olham sem nada entender.

Mais ainda vejo o risinho de deboche nos lábios de Debora.

—Bom... Porque tínhamos caminhos diferentes pra seguir. –ela falou.

—Sim, eu fui pra Londres. –Pedro diz.

—E eu fui pro Rio Grande do Sul. –ela diz. _Nós nos amamos, mais tínhamos sonhos cada um o seu pra seguir, não é Pê? –ela fala passando a mão na perna do Pedro, e sorrindo pra ele.

OI? Ela falou em “Amamos” No tempo presente?

É ISSO?

Certo, entendi que eles tiveram suas intimidades. Infelizmente mais profundas, do que eu possa imaginar.

Ok, isso não é pra mim.

Dou uma bofetada com toda a minha força, na cara da Debora.

Isso faz com que seu rosto vire.

Isso desconta, o pouco caso e suas desfeitas á minha pessoa, sem eu nem tê-la feito nada. Por sempre me humilhar quando tinha oportunidade, por tentar rouba minha prima, e principalmente, por ter namorado o Pedro..

Pedro se levanta do nada, e entra no meio, porque com raiva, a Debora vem pra cima de mim, mais não dá tempo.

—Karina... –Pedro apenas me olha.

Eu encaro a Debora. Sei, que ela está p. da vida comigo, e por estar com a cara vermelha. Mais minha raiva que também existe, aumenta, quando ela começa a rir debochada.

—O Pedro Me Ama, sua VACA, INVEGOSA, COBRA! –eu grito tentando socar a cara dela, mais o Pedro não me solta. _Essa menina tem inveja de mim, desde que me conhece Ramos, ela não presta. –eu falo ainda lutando pra acabar com ela.

—Chega Ka, vamos embora. –Pedro fala me olhando sério.

Ele se vira, pra Debora, e a olha.

Sinto nessa olhar dele pra ela, que ele está dividido, mais nada posso dizer.

Me soltando de seus braços, eu saio correndo, até minha casa, com o portão aberto, a adentro, e pro meu quarto corro. Ouço o pessoal que está na sala, me chamando, mais eu nem bola dou, e assim que entro, me tranco nele, e minha cama parece o melhor lugar do mundo pra mim agora.

Choro baixo pra que ninguém ouça. Choro de Raiva, de desconfiança, de preocupação, de derrota...

Ouço alguém mexer no batente da porta, mais nem dou bola. Sei quem é.

—Ka, abre a porta pra mim.

É ele... Mais eu não vou abrir a porta, não quero falar com ninguém... Não hoje.

—Linda, abre... nós precisamos conversar..

Eu quero bater no Pedro, por ter namorado quem ele namorou, mais ao mesmo tempo, quero abraçar ele e beija-lo, e fazer amor com ele, pra esfregar na cara da Debora, quem é a mulher que o Pedro Ama.

Mais não consigo fazer nada, apenas deixar que minhas lágrimas se caem, e em silêncio total.

—Karina, para de fazer criancice a Debora, não fez nada hoje pra você. Vai Ka, abre a porta.

Começo a rir, irônica.

NADA? Como nada?

Ah, É porque a “Dé”, é uma santa.

—Pedro sai daqui, some, eu não quero conversa. Sai, é melhor pra você. –eu grito, já me levantando da cama, e chegando perto da porta.

—Não eu não vou sa... Espera, Ka, se tá chorando? –ele pergunta, mais uma vez, batendo na porta.

—Não to nada, só saída daqui. –eu grito mais uma vez.

Ele tenta, e tenta.

Me deito na cama, e cubro minha cabeça com o outro travesseiro.

Escuto vozes além do Pedro, mais isso não me interessa.

...

Sei lá, acabei de acordar..

Debruçando sobre meus cotovelos, me viro de lado e me observo pelo espelho, meus olho estão vermelhos.

As lembranças de ontem, vem em borrões na minha cabeça.

Pedro...

Depois de me rolar de um lado pro outro na minha cama, eu me levanto e depois de um banho demorado, eu saio do quarto.

Assim que abro a porta, vejo Pedro sentado no chão, com a cabeça escorada, na parede e os olhos fechados.

Não sei o que fazer, mais olhando pra ele desse jeito, imagino eu, que minutos mais tarde, terá um terrível torcicolo.

Me abaixo e cutuco seu ombro.

Ele se meche e aos poucos abre os olhos.

Me olha, e se levanta. Agora, ficando de frente pra mim.

—Ka, eu ....

—Pedro, eu não quero conversa. –eu falo.

Ele me observa, e eu não tiro meus olhos dele.

—Vamos conversar, por favor? –ele fala se aproximando, e tocando minha mão, calmamente.

Eu olho em seus olhos e respiro fundo.

—Quanto tempo você namorou a Debora? –pergunto.

Ele bufa, e me olha sério.

—Ka, o que tem haver isso agora? –ele pergunta indignado, pegando minha mão, mais eu a puxo de volta pra mim.

—Quantos anos? –pergunto, mais séria, e sem tirar meus olhos dos dele.

—Uns 4 anos. –diz ele, baixo.

—Certo, e agora? O que você quer conversar comigo? Porque se vier com conversinha afiada, sobre a Debora, pode tirar seu cavalinho da chuva, porque eu não quero ouvir uma palavra se quer dela. –eu digo. _Muito menos pra defende-la. Eu tenho certeza de que você vai fazer isso. Você conhece ela a mais tempo, do que conhece eu. –Meu tom de voz, aumente, e eu estou praticamente gritando.

Ele ainda me observando sério, sinto que ele está nervoso.

—Karina, não sei a que rumo, você quer proporcionar nossa conversa, mais...

—Pedro, eu vi, eu vi você olhando pra ela com um olhar de dúvida, com as palavras que eu deferia a ela. Eu vi, sua indecisão. Pelo seu jeito de ontem, me entrega, que o que vocês dois tiveram no passado, não é tão passado assim. E olha, eu não quero ser fardo de novo na vida de ninguém.

—Sabe o que é Karina, você falou palavras sem caráter pra uma pessoa, que eu jugo conhecer bem, e não é o você diz ontem a respeito dela. –ele fala.

Duvidando de Mim?

Sinto minha garganta seca e sufocante, e meus olhos ardem, isso é um aviso prévio de lagrimas.

Sem saber muito o que dizer, eu o olho.

—Pedro, eu já mais mentiria pra você sobre isso, ou sobre qualquer outra coisa. Eu sei que você acredita muito nela, é obvio, não é pra menos, vocês namoraram por 4 anos, como você acabou de dizer, e não se separaram por brigas ou traição, e sim por conquistas de sonhos. Mais ela sempre fez o possível pra me humilhar e me destratar sempre que pode. –eu digo gritando.

As lagrimas gritam, querendo ser derramadas. Mais eu não vou derrama-las.

—Eu conheço ela, e sei que ela não faria isso Karina, vai ver é coisa da sua cabeça. –ele fala dando de ombros. Com a cabeça totalmente quente, igual a minha.

—Não defende ela Pedro... E isso não é coisa da minha cabeça, porque eu não sou idiota á esse ponto pra criar rixa com as pessoas. –eu falo rindo sem graça alguma, apenas com pura ironia.

—Quer saber...

—Não Ramos, eu não quero saber de nada.. Eu estou com a minha cabeça estourando, você tá defendendo uma pessoa que me odeia, e que eu a detesto. Uma pessoa que está na cara que você ainda nutre sentimentos. E tenho certeza que vocês se falaram, conversaram, assim que eu sai correndo. Agora, eu não quero ser trouxa de ninguém. Vai lá, volta lá pra ela.. Sai, e não me procure, mais.. –eu digo gritando, e confesso que essas palavras estão quebrando meu coração, em pedaços.

Pedro está espantado, em choque, e desesperado.

Abre a boca pra falar algo, mais nada diz, apena desse as escadas, indo rumo a porta da saída. E eu me volto pro meu quarto, me permitindo chorar...

Notas finais
Bom, sei que tem alguém, que vai querer matar a escritora (Euzinha), mais se me matarem não haverá continuação, e eu sei que vocês querem continuação, não querem? O próximo Cap, tá bom hen, se preparem.. Comente, comentem e comente. Beijoss e Beijoss.