O Jogador e a Jornalista_Perina
48 Capítulo 48 -Sentimentos, saudades, velhos amigos, reencontro, tristeza.
Notas iniciais
48° Capítulo
Pov Karina.
Enfeitiçada pelo Meu Deus Grego. Depois de um tempão no vestiário, e de um banho certo, e digno, descarregamos os nossos suores...
O caminho de pra minha casa, foi com sorrisos bobos, e como se tivéssemos andando nas nuvens.
Assim que entramos, a resposta a interrogativa do meu pai foi, “estávamos dando um volta pelo quarteirão”, ele fingiu acreditar.
As pessoas de casa, já tinham almoça, faltava só o Pedro e eu.
Meu pai volto pra academia pra dar suas aulas do Período da tarde.
Bianca estava louca pra ir á praia e arrastou o Duca com ela, João e Cobra decidirão ir juntos.
Minha mãe está de férias, consequência disso, seus alunos também estão. E só a academia do meu pai está funcionando ainda.
Seu Gael não dá descanso.
...
Sentado nós três na mesa da varanda, admiramos o jardim que minha mãe construiu.
Ela comenta sobre suas flores com total orgulho.
Noto que assim como com meu Pai, Pedro conquistou minha mãe também, e eu fico super feliz com isso.
Pretendo fazer o mesmo com seus pais.
Sorrimos e conversamos.
Conto com mais detalhes como é Londres pra minha mãe. Depois, o Pê e eu contamos pra minha mãe como nós nos conhecemos, os nosso desencontros, e minha mãe se diverte com tudo.
Ao final, ela sorri, quando digo que estamos felizes juntos...
Passamos a tarde assim entre conversas, risadas...
As 18:15, chamo o Pedro pra irmos nem um restaurante que eu gosto muito, e que sempre vou com os meus pais ou os meus amigos.
João E Cobra, assistem á um jogo de futebol, com meu Pai e Minha mãe.
Duca chama minha prima, pra ir a casa de sua Avó, fazer uma surpresa pra ela, revê-la, pra matar saudade, e não menos importante apresentar minha prima á ela.
—Você vai adorar o restaurante Pê, o ambiente é aconchegante, os donos são super gente boa, e eu gosto bastante deles, sem falar que a comida é ótima. –eu falo enquanto termino minha make, e o Pê me observa já pronto sentando na cama.
—É por aqui? –ele pergunta.
—Não, é num bairro próximo daqui, acho que de carro dá de 20 á 30 minutos. –Eu digo e o Pedro ri, ele sabe que eu não entendo nada de distância por Km.
—Certo. –ele diz ainda rindo.
Minutos depois, despeço-me dos meus Pais, Cobra e João, que estão os quatro com os olhos colados na tv, e mal se despedem de mim do Pê.
Peguei o carro do meu pai, pra irmos pro restaurante.
Os 30 min, se passam tão rápidos dentro do carro, Pedro e eu, além das conversas e as risadas, observamos além da janela, as pessoas, e a linda vista do nosso Rio de Janeiro.
Assim que estaciono o carro no estaciomento do restaurante, de mãos dadas entramos no restaurante.
O lugar está calmo, sem muito movimento, mais o bastante, pra ouvirmos conversar e risos.
Ao fundo, tem um pequeno palco, onde tem música ao vivo.
Um garçom nos indica uma mesa pra dois.
Nos sentamos e sorrimos.
—Acredite, eu gostei desse lugar. –ele diz sorrindo pra mim.
E eu sorri de volta, toda derretida.
...
—E ai Pê, vai querer o que? –pergunto minutos depois, enquanto observamos o cardápio.
—Ainda não sei Pequena, tem tanta coisa gostosa. –ele diz rindo enquanto olha seu cardápio. _E você? –ele me olha.
—Também não sei, eu ia pedir o mesmo que você. –eu falo e ele ri. _Confio no seu bom gosto. Ele dá uma gargalhada gostosa.
—Agradecido. –ele diz. _Ok, então vou de arroz com estrogonofe de frango e batata frita. –ele disse, me olhando. _Comidinha caseira, eu adorava, quando minha mãe cozinhava isso, era tipo, o meu prato preferido. –ele diz rindo, e eu ri junto.
—Ok, e um bom suco de maracujá. –eu digo.
—Tirou as palavras da minha boca. –ela fala rindo.
Mais quando vou chamar o garçom, me deparo com a entrada de Delma, que vem das portas da cozinha, e cumprimenta uma família ali próximo.
Delma e seu marido são os donos do restaurante, os dois e meus pais são bem amigos, e eu como já disse gosto muito dos dois.
Assim que ela me Vê, sorri, aceno pra ela que vem me ver.
Pedro me olha.
—O que ouve?
—Ah, a dona do restaurante, está aqui, quero que a conheça, ela está vindo. –digo feliz, e Pedro sorri pra mim.
—Karina... – Assim que ela se aproxima da mesa, me levanto pra cumprimenta-la.
Pedro se levanta junto de mim e quando á vê, paralisa.
Delma o encara também paralisada, e seus olhos começam a marejar assim como os do Pê, e eu não estou entendo nada.
Dando uma pequena volta, abraço Pedro pela cintura, e coloco meu queixo sobre seu ombro.
—Lindo, está é a Dona Delma. –eu digo olhando pra ela.
Ela sorri.
—Pedrinho... –ela sussurra, se aproximando.
De ambos os olhos caem lágrimas, Pedro está sem reação.
Quando ela se aproxima, próxima a tocar no rosto dele, ele se afasta, e me olha nos olhos.
—Porque fez isso? –ele pergunta com os olhos banhados em lágrimas.
Delma toca em seu braço, mais ele se solta, e sai do restaurante.
Sem entender nada, olho pra ela.
—Dona Delma, eu não entendi nada... mais desculpa por isso... Eu.. eu.. Eu vou atrás dele... –Digo pegando minha bolsa rapidamente, e saio correndo atrás do Meu Menino.
Olhando pros dois lados da avenida, o encontro sentado em um banco na calçada, do lado de lá da avenida.
Corro até ele que chora, está com seus cotovelos apoiados nos joelhos e as mãos no rosto.
—Pê, o que ouve? –pergunto acariciando seu cabelos. _Porque, eu não entendi nada.
Ele fica alguns minutos, do mesmo jeito. Depois levanta a cabeça e me olha, com magoa nos olhos.
—Como Não Karina, não se faz de boba. –ele diz rindo irônico, e num tom alto.
Eu o olho incrédula.
—Não Pedro Ramos, eu não estou me fazendo de boba, eu realmente não sei o que está acontecendo. – eu digo séria, e com um volume de voz um pouco alto.
Ele só me olha e olha, e com lágrimas,
Meu coração se parte.
—Me diz o que eu fiz, porque nem eu sei... –eu sussurro com a voz preocupada enquanto volto a mexer nos seus cabelos.
Ele me puxa pra um abraço forte.. Ficamos um bom tempo assim, e ainda sinto suas lágrimas.
Me sento no banco ao seu lado e coloco minhas pernas em seu colo.
Pegos suas duas mãos e as acaricio.
—Tá mais Calmo? –pergunto enquanto não vejo mais suas lágrimas brotarem.
—Acho que sim.. –ele sussurra.
—Pode me dizer o que ouve? –pergunto deslizo uma mão e acaricio o seu rosto.
—Vamos sair daqui. –ele diz, sem tirar os olhos de uma de nossas mãos que estão unidas.
—Vamos. –eu digo depois de alguns minutos, tenho que dar, o seu próprio tempo.
Me levanto, e aperto mais sua mão a minha.
Caminhamos pro carro, e depois de passar o sinto.
Olho pra ele que não tira os olhos de suas mãos.
—Quero ir pra praia mais próxima daqui. –ele diz enquanto eu o observo sem nada dizer.
—Certo. –eu digo ligando o carro.
O clima está horrível, e eu quero saber o que está acontecendo.
...Caminho silencioso...
Assim que estaciono o carro..
Pedro abre a porta, e fica olhando o mar.
Eu faço o mesmo que ele, e depois de apertar o alarme, vou pra perto dele.
Ele não me diz nada, apenas pega minha mão, e caminha em direção á praia.
Já na areia bem próximo do mar, nos sentamos..
Eu me sentei de frente pra ele.
Pedro está de olhos fechados.
Eu só o observo...
Quando ele sorri, do nada.
Abre os olhos e me olha, Pega minhas pernas e passa por cima de suas pernas estendias.
Nossos corpos já juntos, ele acaricia meus cabelos.
—Dona Delma Karina, é minha mãe... –ele diz me olhando nos olhos.
Espera... Meu coração parou, minha respiração sumiu, minha vista está embaçada, eu estou paralisada..
“Minha mãe chama Delma, meu Pai Marcelo...”
–Me lembro do Pê contando sobre os pais dele, e como eles se conheceram aqui no Rio..
—Meu Deus.... –ele me olha, sem expressão.
E eu estou em choque.
—Pedro, Lindo me desculpa. Cara, como eu sou burra, porque não liguei as coisas. –eu digo sentindo meus olhos marejarem.
Não era pra ser assim, claro que não.
Claro que eu quero, que o Pedro volta a se relacionar com seus pais, reveja seus pais, mais não desse jeito, de surpresa, e não contra sua vontade.
Tem que ser espontâneo.
—Linda, não se culpe, eu sei que você não me forçaria a nada. –ele diz me olhando. _Sinto verdade nas suas palavras. – Dizendo isso, me dá um selinho. _Eu não imaginava que minha mãe tinha realizado o sonho dela, de ter aperto o restaurante. –ele fala.
Nos abraçamos e ficamos, realmente um bom tempo abraços, e sentido as caricias um do outro.
Certo tempo depois, eu estava entre suas pernas com a cabeça apoiada sobre seu peito, meu queixo está sobre os meus joelhos que estão encolhidos, e meus braços estão abraçados ao meus joelhos.
Pedro, está com seus braços em volta dos meus, e seu queixo sobre minha cabeça.
Está tão gosto, estar assim com ele, é tão gostoso que eu não quero nunca mais soltar...
—Caraca, eu ainda não acredito que minha sogra, é a dona Delma... –eu digo. _A mulher que faz o melhor bolinho de bacalhau do mundo. -sorrio.
Pedro solta uma risada gostosa.
—Os melhores bolinhos de bacalhau do mundo. –ele repete, rindo. _Você também gosta? –ele pergunta e eu me viro pra olhar pra ele.
—Gosto não, eu amo. — digo. _Eu sempre e sempre encomendava bolinhos de bacalhau com a dona Delma. –falo rindo, e ele me olha nos olhos, e contorna meus lábios com seus polegares.
Sorrimos..
Seus lábios estão tão lindos, quem toca lábios, agora sou eu e com delicadeza..
Me aproximo cada vez mais dele.
Ele desliza sua língua, sobre meu lábio superior, depois o inferior e finaliza, com uma mordidinha gostosa no meu lábio inferior.
Me olha profundamente nos olhos, antes de atacar meus lábios com muita intensidade.
Um beijo doce, demorado, com carinho, com devoção, com paixão..
...
—Eu to com fome. –eu digo após finalizarmos nosso beijo.
Ele ri.
—Então vamos alimentar minha linda Dama. –ele diz enchendo meu rosto de beijos.
Levantamos, e tiramos a areia da roupa, de mãos dadas caminhos, até um quiosque, bem iluminado e com algumas pessoas sentadas na mesa.
Pedro e eu pedimos um cachorro-quente, e um suco de maracujá. E fomos nos sentar em uma das mesas vazias.
Uns 15 minutos depois, nossos pedidos chegam.
Minutos depois, me conhecendo como o Pedro me conhece, ele ainda pediu, mais sucos, mais dois cachorros quente, e uma porção de batata frita.
—Pra que isso Pê? –eu disse depois que o cara deixou nosso segundo pedido.
—Porque eu tenho certeza, de que você ainda está com fome, e eu não quero que você fale pros seus pais, que eu não te alimento direito e que você passa fome. –ele diz e devora uma bata frita.
—Bobo... Lindo e gostoso. –eu digo um pouco alto e rio.
Ele só sabe rir.
Depois de comermos tudo, e do Pê pagar, fomos dar uma volta pela praia. Não andamos muito longe, porque causa do carro. Mais andamos o suficiente pra chegar umas pessoas fãs do Pê, pra tirar fotos com ele.
Rimos que nem bobos, enquanto eu comento, o Quanto Ele é Famoso...
Minutos depois, estamos sentados num banco de frente pra onde está estacionado o carro do meu pai.
Estamos de frente um pro outro, com uma perna de cada lado do banco.
Meus dedos deslizam de seus cabelos pro seu rosto.
Seus olhos se fecham, enquanto eu o acaricio. Nossos corpos estão tão colados, meus sorrisos derretidos não saem dos meus lábios.
—Pê... –eu digo.
Ele demoro alguns minutos pra olhar pra mim.
—Sim...
—Tá tudo tão perfeito que eu... eu tenho medo de... –seus dedos calaram meus lábios, e seus olhos me perfuraram.
—Não diga, dá azar. –ele fala rindo. _Eu não quero pensar nisso Pequena, eu estou tão feliz. –ele fala enquanto seu dedo contorna meus lábios. _Eu sei que temos que pensar no amanhã, mais por enquanto, vamos pensar e viver só o agora? –ele pergunta ainda com seu olhar em mim.
Eu apenas assinto com a cabeça, e o abraço..
Sinto seus lábios contornarem meu pescoço com seus beijos...
—Pê... Não quero ser chata.. –eu digo depois de um tempo.
—Iiii, lá vem. –ele diz dando um último beijo no meu pescoço, e me olhando.
—Dona Delma... Seu Marcelo.. –eu digo e ele só sabe me olhar sério.
—Karina...
—Lindo, eu nunca conheci ninguém tão de bem com a vida como você... –eu digo sorrindo, e ele ainda me olha sério. _Você vive me dizendo que a vida é curta, e que temos que preenche-la, com alegria, amor... –eu digo.
—Eu sou feliz Karina. –ele diz seco.
Certo, ele disse Karina, ok, vamos começar de novo.
—Pê, eu aprendi com você, que o amor prevalece tudo..
—Tá Karina, mais eles me machucaram muito. –ele fala.
—Eu sei lindo, mais eles são humanos com eu e você, mesmo eles sendo pais, não digo isso só dos seus pais, porque os meus pais também já erram. Mais sem errar, não tem como acertar, como aprender. E ainda mais quando estamos nervosos. Nós erramos lindo. –acaricio o seu rosto. _Aposto que seus pais, se arrependeram do que fez, pois eles perderam um filho incrível. –eu digo, e ele sorri depois de um tempão sério, mais logo em seguida, volta pra sua cara fechada.
—Imagino eu, que eles devem ter sofrido muito com a sua falta Lindo. E acho que eles já pagaram pela culpa, pelo erro cometido. Porque você foi além, dos que eles pensavam que você fosse, e eles ficaram esse tempo todo sem você.
—Ka, Para...
—Só mais um coisinha.. Lembra a cena que vimos no filme? Aquele que nós gostamos bastante, em que Margarida a protagonista, diz que tudo o que sentimos ou desejamos, pra uma pessoa, volta em dobra pra nós? Seja ela coisa boa ou ruim? –ele apenas concorda.
(Obs: Esse filme, eu criei.)
—Por isso meu Querido, não sinta magoa, raiva ou rancor nesse coraçãozinho, que é enorme e alegre. –eu digo passando a mão sobre seu peito, onde bate seu coração.
Ele me olha, me olha e me olha.
—Vamos em bora? –ele diz depois de um tempo me olhando.
Eu apenas assinto e me levanto.
Sei, que ele está refletindo sobre tudo o que falei...
O caminho até minha casa, foi totalmente silencioso.
Pedro não disse nada.
Quando entramos em casa, por volta das 23:34, meus pais, Bi, Duca, Cobra e João, estão todos na sala, com caixas de pizza sobre a mesinha de centro, eles assistem algum programa de comédia na tv, e riam sem parar.
Minha mãe me olha.
—Oi querida como foi o restaurante, falou com a Delma, ela tinha me dito que estava louca pra te ver... – Minha mãe me fala. Pedro me olha e sobe as escadas, se falar com ninguém.
Me sentei no sofá ao lado de minha mãe.
O pessoal vendo o clima tenso, voltaram os olhos pra tv.
Minha mãe me olhou, com aquele olhar de “O que houve Ka?”
—Mãe, pelo menos por enquanto, não comenta nada sobre a dona Delma e seu Marcelo, ok. –eu digo falando somente pra ela, e dando um beijo em sua testa.
Ela está louca pra saber o porquê, mais respeita o meu olhar de “Não quero falar sobre o assunto”.
Bi me olha, e sorri. Eu sorrio de volta.
—E ai Bi, conheceu sua avó? –pergunto já me levantando.
—Não. –ela me diz com um olhar emburrado. _Duca queria fazer surpresa, e não disse á ela que iriamos hoje pra lá, e quando chegamos lá, ela não estava. –ela diz.
—Que pena. –eu digo.
Mais ela logo volta a sorri com uma piada da tv.
Subo as escadas em direção ao meu quarto, e ouço o chuveiro ligado.
Sem pensar duas vez, retiro minhas roupas e prendo o cabelo.
Assim que abro a porta do banheiro, vejo Pedro, ele me olha, e eu entro no box junto dele.
Seus olhos estão vermelhos devido ao choro.
Assim que estou diante dele, o abraço, um abraço confortante.
—Meu lindo, eu sei que você que tem que tomar uma decisão, mais nunca se esqueça, de que você tem eu, e pra sempre lembra?
Ele sorri, e me olha nos olhos, por minutos...
...E me beija com vontade...
Seus dedos safadinhos, e com pressa, mergulham na minha intimidade com força, me preparando pra receber ele, e pra me deixar excitada. Rapidamente, me pega em seu colo e depois de sugar com devoção, um de meus seios com força, me penetrar de surpresa, eu mordo seu ombro pra não gemer alto.
Suas estocadas são velozes.
Sei, que eles está descontando sua raiva, na nossa consumação. Ele precisa desabafar... E é tão gostoso, tão molhado, tão veloz e com tanta força.
Seus dedos apertão com vontade meu bumbum, que é por onde ele me segura. Meus braços estão em volta de seu pescoço, por onde eu me seguro firme a ele.
Nossos gemidos são abafados, pois ambas as bocas se encontram uma no pescoço do outro.
...
Pressiono meus lábios nos dele, quando sinto meu orgasmos próximo, e ele funga quando seus jato terrivelmente ferventes me atinge.
15 minutos, foi o tempo suficiente, pra nossas respirações, voltarem ao normal e nossos corpos pegarem fogo, e novamente, estamos num prazer louco, unidos, penetrados um ao outro...
...
Deitados em minha cama, de corpos nús, e com o Meu Menino sobre o meu corpo com a cabeça sobre os meus seios, onde eu acaricio seus cabelo com carinho..
—Tá mais calmo. –pergunto.
Ele apenas acena com a cabeça.
Ficamos um bom tempo assim, sem palavra alguma.
....
As 10:00, de uma Linda Terça-Feira, quando acordo, sinto os toques do meu Menino sobre o meu corpo.
—Bom dia Minha loirinha. –ele falou igual meu Pai. E eu sorri que nem um boba.
Com uma voz extremamente rouca de quem acabou de acordar, sussurro um Bom Dia.
Ele me abraça apertado.
Tempo depois, estamos tomando café da manhã.
Bianca, e os meninos já estão prontos pra ir pra praia.
E minutos depois, estamos nós seis a caminho da praia.
Acho que são uns 20 minutos de caminhada da minha casa na praia.
Assim que começamos a enxergar o mar, começo a dar risada. Sério que saudade dessa praia, eu vinha tanto pra cá.
Assim que estamos já com os pés na areia, retiro minha saída de banho, e junto do Pê, corro pra agua.
A praia não está tão cheia. Essa aqui é umas das praias que não tem muito movimento, e é isso que eu gosto.
Minutos depois, o restante do pessoal se junto a nós.
O clima tá muito bom...
Uma hora depois, estamos sentados em um quiosque comendo, rindo, conversando, se divertindo...
É logico, pessoas passam por nós e tiram fotos com os meninos.
Eu e a Bi nos divertimos com isso..
Depois de darmos umas voltas pela cidade, voltamos pra casa, menos Cobra e o João, que conheceram duas moças e por ali ficaram.
Assim que chegamos, meu pai está em casa, e ele diz estar de férias.
Se tem uma coisa que meu pai gosta, é de jogar bilhar, e por estar de férias, ele chama os meninos pra irem com ele até um salão de sinuca, de uns amigos dele, eu bem conheço esse lugar eu ia muito por lá com meu Pai, a Bi e o Tio Jorge.
—E nós? –Bi diz se referindo de nós duas, enquanto os meninos sobem pro quarto pra se arrumarem.
Meu pai olha pra nós e ri.
—Vamos também. –ele fala rindo. _Aposto que vocês duas vão dar um show no pessoal.
E fala e nós rimos.
—Deixa pra próxima tio, eu to brincando. –Bianca diz se jogando no sofá. _Mais se a Ka quiser ir, eu vou. –Bi completa a fala me olhando.
—Hoje não dá, tenho que resolver, umas coisas. –falo me sentando no sofá...
Minutos depois, meu celular apita.
Pri, mandou uma mensagem pra mim, avisando que conversou com o tio dela, e ele liberou o salão dele de boliche só pra nós hoje. E eu super gostei da ideia, então por volta das 19:20 min, ela e os meninos vão passar por aqui, na van, do Luca, pra irmos todos juntos.
Minutos depois, de confirmar Pedro desce e senta ao meu lado no sofá.
E só estamos nós dois na sala.
—Oh, a minha amiga Pri, me mandou sms, e disse, que marcou Boliche pra nós, tá? –falo enquanto sinto seus lábios no meu pescoço. _Vê, se não chega tarde, porque eles vão passar pra pegar nós, por volta das 19:20. –eu disse ele estava realmente me deixando louca com esse beijos no meu pescoço. _Pedro, tá prestando atenção? –eu falei dando um tapa nele.
—Claro que sim, boliche as 19:20, gostei da ideia. –ele falou me dando um selinho, e me puxando pra um beijo gostoso...
—Na minha época, isso ai era namoro. –meu pai disse entrando na sala com mamãe, Duca e a Bi.
Eu e o Pê paramos na hora, e estou totalmente sem graça. Bianca e minha mãe riem que nem duas bobas...
Minutos depois que os meninos saíram, eu subi pro meu quarto.
Depois de um banho tomado, e uma roupa leve desci, tenho algo a fazer...
—Amores, estou de saída. –eu disse passando pela cozinha onde minha mãe a Bi faziam um bolo.
As duas curiosas, me perguntam onde eu vou.
“Segredo”—respondo.
“Já se foi o tempo em que os filhos respeitavam os pais, e pra eles tudo contavam”.—diz minha mãe se fazendo de vítima e eu rio.
Me despeço delas e saio.
Peguei minha bicicleta, e segui meu destino.
Tempo depois...
—Oi Lincon, tudo bem? –perguntei ao garçom, distraído que lavando os copos.
—Oi menina. –ele diz sorrindo pra mim. _Quanto tempo..
—Pois é. –eu digo sorrindo. _Então Lincon, eu vim falar com a dona Delma. –digo. _Ela está por aqui?
Ele me olha, me olha...
—Não, hoje ela não veio. –ele fala com um sorriso morto. _Mais seu Marcelo está na sala dele.
Penso, penso..
—Obrigada Lincon, mais eu queria ver a dona Delma mesmo.. Então vou indo. –eu digo me despedindo, mais assim que viro as costas...
—Karina? –ouço chamarem meu nome.
Me viro e dou de cara com o seu Marcelo, com um olhar perdido.
—Oi seu Marcelo. –eu digo com um sorriso simpático.
—Com vai? –ele pergunta se aproximando.
—Vou bem obrigada. –digo. _E você? –pergunto.
—Bom tentando seguir a vida. –ele diz. _Mais no que posso te ajudar?
—Eu queria ver a dona Delma. –eu digo.
Ele abaixa a cabeça, e fica uns minutos assim.
—É, ela não veio hoje. Mais, porque você não vai lá em casa, aposto que ela vai gostar de te ver. –ele diz.
Boa ideia, penso.
—Ok, vou sim. –falo sorrindo. _Mais é no mesmo lugar certo? –pergunto.
—É sim. –ele diz.
Depois de acenar, pego minha bike, e começo andar pelas ruas.
Assim, que chego a casa dos pais do Pê, aperto a campainha...
E nada... Toco mais uma vez e nada...
Na quarta vez, resolvo ir embora.
Quando dou uma última olhada, ela aparece na porta.
—Ka? –ela diz me olhando.
—Oi dona Delma, sou eu. –eu digo acenando.
Ela está com uma aparência abatida, e os olhos inchados de quem chorou e não dormiu direito.
—Eu queria conversar. -eu digo bem próxima do portão.
—Ah claro, espere um minuto, vou pegar a chave. –ela disse.
Minutos depois, já dentro de sua casa, ela me abraça apertado...
Com um beijo em cada bochecha.
—Vem, vamos entrar. –ela diz animada com a minha presença, e me puxando pela mão, caminho a dentro de sua casa.
Assim que nos sentamos no sofá, nós nos olhamos, eu abro a boca pra começar a falar...
—Karina, eu... eu.. Ka, como está meu Pedrinho? –ela pergunta.
Eu sorrio..
—Pê está Bem dona Delma. –digo sorrindo e ela sorri.
—Está bem mesmo? Está sendo bem cuidado? –ela pergunta.
Rindo mais uma vez.
—Opa, parece até um Rei. –eu digo e ela sorri.
—Eu sempre acompanho, os jogos do Real Londres, só pra ver meu filhinho jogar. –ela diz com o pensamento longe.
—Pedro joga muito. –eu digo rindo.
—Sim.. –Ela diz triste, e vejo lágrimas por seus olhos.
—Sabe Ka, ele sempre jogou muito desde de pequeno, Marcelo sempre falava isso. Mais hoje em dia de 10 meninos 1, consegue seguir na profissão, é muito serrado. –ela diz. _Mais eu já mais, já mais quis que meu filho fosse expulso de casa. A minha vida ficou sem cor sem meu único filho. Todos os dias eu pedia pra Deus cuidar dele por Mim, e meu filho sempre teve a cabeça no lugar, ele sempre foi objetivo no que queria, sempre, nunca desistia. Mais em relação do Futebol, eu sempre tive medo, medo de ele se machucar, por não conseguir ser Profissional, no que ele ama fazer. –ela fala com o rosto banhado de lágrimas. _Poxa, sou mãe, e mães nunca que querem ver seus filhos sofrerem. –ela fala e para após um soluço.
Meu coração se aperta..
Chego mais perto dela e a abraço.
—Você acha Ka, que em algum dia ele vai perdoar, Marcelo e eu? –ela pergunta, agora me olhando nos olhos.
Respiro fundo..
—Olha dona Delma...
—Só Delma Ka. –ela diz.
—Desculpa. –digo. _Mais, eu sinto muito mais isso eu não vou poder dizer.
—Ka, você não sabe, o quanto Marcelo e eu nos arrependemos pelo o que fizemos. –ela fala.
Eu sinto isso, eu vejo pelo olhar dela e do Seu Marcelo, eu vejo o quanto sofrem.
—E acho que estamos pagando na Terra, os nosso erros. –ela diz solução.
—Sabe Delma, eu Sinto que o Pê, tem uma magoa muito grande, ele se faz de forte de feliz, mais sinto nele, que está machucado, e Bem Machucado.
Eu entendo ambos os lados, é difícil pros dois lados. Pedro é uma pessoas Incrível. Ele é Bom, ele tem um coração muito lindo, Delma. Ontem, quando eu o trouxe pro restaurante, eu não fazia ideia, de que você e o Marcelo eram os pais dele, não tinha caído a fixa pra mim, que os pais dele, eram vocês.
Pedro estava acabado por dentro ontem. Eu conversei bastante com ele sabe. Ele não disse nada, Típico dele, mais eu tenho certeza, que ele refletiu cada palavra que eu falei pra ele. –eu digo.
Delma assenti.
Tristeza, arrependimento e magoa, esses são os sentimentos, que vejo em Delma.
Fiquei conversando com ela por um bom tempo. Ela me chamou pra tomar um cafezinho com ela.
Na cozinha..
—Sabe Delma, vamos dar tempo ao tempo pro Pê, eu sei que ele sente falta de vocês, tanto quanto, imagino que vocês sinta dele. Pedro é muito querido, e é inevitável não sentir saudades dele, digo por experiência própria. –digo sorrindo.
Ela me olha também sorrindo.
Pelo olhar dela, sei muito bem o que se passa “Está apaixonada”. O mesmo olhar que minha mãe me deu.
Voltei meus olhos pra xicara.
—Ka, não quero ser chata, mais... e vocês dois são...?
Sorrio, porque todo mundo pergunta isso?
Bom, eu sou dele e ele é meu, fácil assim.
—Certo, Bom, nós temos um relacionamento nosso. –digo sorrindo.
—Bom, então tá né. –ela fala rindo, e eu rio também, pensando no Meu Menino, que eu já to com saudade...
Minutos depois...
—Bom, está na minha hora. –eu digo olhando pro meu relógio.
Ela sorri.
—Está cedo Ka.
—Sim, mais é que hoje marquei de sair com uns amigos. –digo.
—Ah sim, mais adorei sua visita, obrigada mesmo por vir. –ela diz se levantando e me abraçando.
—Magina Delma.
—Espero que vem mais vezes. –ela diz.
—Ah claro. –eu digo sorrindo.
Ela me leva até o portão,
Me dando uma abraço de despedida.
—Fico muito feliz, por Pedro ter te encontrado Ka, você é muito especial. –ela fala sorrindo pra mim.
—Ah muito obrigada, mais a felizarda sou eu. Sou muito grata Por ter o Pê na minha vida. –eu digo sorrindo.
—Ka, dá um abraço bem apertado nele por mim? –ela me diz. _Não diga que foi eu, apenas o abrace. –ela fala e eu concordo com a cabeça.
—Pode deixar. –dando mais um abraço na minha “Sogra”, monto em minha Bike, e rumo casa.
...
Assim que cheguei, vejo minha mãe e a Bi assistindo novela.
Me sento no meio das duas e as abraço..
—Ai como é bom estar em casa de novo. –digo, dando um beijo em cada bochecha.
As duas riem.
—Posso saber onde a senhorita estava? –minha mãe pergunta.
—Fui ver a dona Delma, mais isso morre aqui. –digo.
—Mais porque Ka? –pergunta mamãe.
Eu apenas a olho...
Ela e Bi concordam.
—Bom agora vou tomar um banho, e começar a me arrumar. –falo.
—Vai sair Ka? –Minha prima pergunta?
—Vou sim, vou sair com os meus amigos. –falo.
—Pri, Luca, Rominho, e Zé? –Bianca diz fazendo careta ao falar dos meus amigos. Morre de ciúmes de mim.
—Sim. –Digo rindo dela.
—E vai pra balada Ka? –pergunta minha mãe.
—Não, vamos pro boliche. –eu falo.
—Boliche? Ah eu também quero ir. –minha prima fala me olhando.
—Vamos então. –falo sorrindo. _Vamos também mãe, você adora boliche. –eu digo olhando pra ela que ri.
—Ok, se seu Pai topar, vamos sim. –ela diz.
—OI lindas moças. –fala João, entrando do nada, na sala com Cobra.
—E você vão também? –Bi pergunta olhando pra eles.
—Onde? –Cobra.
—Boliche. –digo.
Eles riem e concordam.
—Eu topo. –João fala.
—Eu também. –Cobra diz.
—Eu vou ligar pro seu Pai. –fala minha mãe saindo da sala.
—Então, os meus amigos vão passar pra pegar a gente de Vã, de um deles. Cabe até 12 pessoas. –eu explico. _Então, se quiserem ir com nós, eles vão passar aqui 19:20. –aviso pros meninos e pra Bi.
E todos correm se arrumar.
Mando sms pro Pê, perguntando se ele vai demorar pra vim.
Mais antes de mais nada...
—Oi Pequena. –ele fala entrando, com Duca e Meu Pai, e vindo até mim.
Me abraça.
—Não atende mais o celular seu Gael? –pergunta minha mãe abraçando meu pai, que ri e a beija. _Vamos com os meninos, no Boliche? –pergunta minha mãe animada.
Meu Pai, acaba topando...
As 19:20, nós todos já arrumados, esperamos A vã.
Assim que meus quatro amigos chegam, eu os apresento á Duca, João e Cobra..
Quando chegamos, vejo que o salão, está mais bonito, mais novo, mais evoluído.
Mais está só pra nós 12.
Resumindo: Nos divertimos a Beça.
Nos dividimos em 4 times de 3 pessoas, Eu Pedro e João, meus pais e o Zé, Duca Bianca e Cobra, Pri Rominho e Luca.
Quem ganhou, nesse disputadíssimo Jogo, Foi meu Time. Deixando claro, que não estou me gabando, mais Pedro e João jogam muito, e ganhamos por um strike a mais, do grupo dos meus Pais e o Zé.
Ficamos um bom tempo jogando depois.
...
Agora imaginam a cena de 12 pessoas num estabelecimento de Lanche, SIM, nós 12, e fizemos a festa...
As 01:12, quando chegamos em casa foi cada um pro seu quarto. Sinceramente, meu dia hoje, foi muito corrido, mais foi bom demais.
Ah como é Bom estar em casa Novamente....
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Continua...
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