Notas iniciais
Olá, meus queridos. Eu amei escrever este cap com todo meu amor ♥!
Porém, peço que não zoem ninguém por causa disto, é tudo pura FICCÇÃO estão avisados.
Boa Leitura ♥!

Assim, não entendi muito bem o que aconteceu, pois num piscar de olhos o Guilherme fugiu como um louco, puxando a Vicky junto.

Claro que eu e Douglas fomos precipitados e corremos também atrás dos dois. Resumindo: Ficamos morrendo de medo daqueles caras armados e curiosos sobre quem era realmente Guilherme.

Mas ele largou a Vicky em um beco e saiu em disparada para algum lugar.

Cansados, ficamos lá parados, em silêncio.

(…)

Douglas Martine

Olhava o céu numa, cara, superdeprê situação. Estávamos novamente naquele lugar escuro que odeio e sem fazer nada. Queria matar, queria roubar e queria ver sangue! Pois, para mim, isto é adrenalina.

Contei à Letícia Lavinne, nossa líder, o que houve. Parece que o espertinho do Gui roubou joias e armas raras que valiam mó grana. Sem falar na recompensa que a FBI daria pelo garoto.

Letícia Lavinne

Letícia também parecia sem vontade deste corre-corre. E se ela encontrasse a Ravena, sua irmã, no meio da confusão?

Mas pouco me importava.

Eu queria matar o Guilherme e estuprar a metida da Vitória!

~~ ♥ ~~

Estava tendo uma crise, nem queria ir à escola. Porém, uma certa mãe não deixou eu faltar.

E lá estava eu, naquele colégio chato em uma sexta-feira. E junto à Douglas e Vicky, que esperávamos o Gui, que logo chegou.

E chegou... ããã... cheio de arranhões.

– Guilherme – Iniciei – Por que você estava naquela... ããã... situação ontem?

Eu encarando

Ele olhou para os lados, nervoso.

– Eu sou de Nova York, na verdade. Meus pais me enchiam de coisas superentediantes da sociedade para fazer. Até balé! Então, combinei com um cara e falsifiquei minha morte. Só que acho que meu pai, o … um super empresário não acreditou nisto e agora mandou a FBI atrás de mim! Simples, não?

A Vicky quase teve um, tipo, ataque ali mesmo de pressão. Mas fez pior: Armou um barraco.

– O quê???!!! Pirou, é? Você NÃO me contou isto?! E AINDA teve o DESCARAMENTO de me chamar para sair, sendo que eu podia... ããã... MORRER a qualquer hora? E se me perseguirem, hein, Guilherme? Como EU ia ficar??!!

Nestes três anos que conheço a Vicky, nunca vi ela explodir desta maneira, na frente de todo mundo.

Mas, como uma legítima fofoqueira E barraqueira, tive de admitir: Eu estava amando aquele barraco!

E, sem contar que pareceu a cena de um game que eu tenho:

Logo vi uma pessoa sair da cena de fininho. Era a loira da Raissa.

Estranhei, pois como uma bela patricinha, ela amava um barraco.

Então, é claro que eu persegui ela, que foi até o armário catar uns livros, acho. Mas estava errada. Ela sussurrou:

– Pois é, amiga. O garoto que você gosta está saindo com outra, e o nome dela é Vitória, da minha sala – Contou segurando um telefone rosa – E tem mais: Parece que eles tão num babado fortíssimo de polícia ou algo assim. Então... Lorena, você pode atacar! Isso, pode crer! O garoto é seu!

Ba-ba-do! Caara! Tô arrasada com isto! Elas duas, estas metidas, estão atrás do boy ali?

Primeiro: Cara, o que estas garotas veem de bom no Guilherme? Eu, hein? E depois: Quanta encrenca isto pode rolar? Dar-me direito à superbarracos com direito a puxões de cabelo?

(Típica Briga de Garotas)

Tudo bem que eu torço pela Vicky, mas sou baraqueira.

(…)

Eu, Emillyn e Vitória saímos da sala um pouco cansadas deste dia.

Emillyn finalmente conseguia conversar com Vitória e isto me deixou feliz, é ruim ver uma amizade se desmanchar.

Na saída, vi a Dayane conversando com um garoto do 2º ano, um com crachá de Alejando (lê-se Alerrandro ;*), ela parecia mó empolgada e contente com isto.

Enquanto a Luiza olhava com cara de deprê pros dois, parecia, tipo, abandonada ali!

Ou então, até, segurando vela.

A Ravena estava ouvindo a Yasmin desabafar alguma coisa sobre a vida dela, os pais e tudo mais, então a Ravena disse:

– Querida, levanta essa cabeça e olhe para frente! As pessoas estão rindo e você aí, toda deprê! Sai dessa, criatura! Você é forte! Se joga, bem!

Ravena =3

Me supreendi. A Ravena era também uma boa conselheira e bem otimista. Parecia legal ser amiga dela.

Mas só entendi por que a rockeira não estava com a Sandy quando vi a garota abraçando um menino bem gatinho lá no banco. Foi uma cena muito fofa, até.

Enfim, saímos da escola pensando em ter um ar positivo das coisas. Afinal, se ela gostava do Guilherme, por que não dar uma chance?

A própria Dayane dizia: “Deixem de serem frescas e reclamarem, suas gordas! Eu sonho em ser uma estilista, mas não vou só sonhar! O negócio é arregaçar as mangas e trabalhar! Então, só por que tem um probleminha vocês surtam? Ah, vão para p***, suas covardes!

ó aí a Fofão de novo :)

Tá bom, é um pouco ofensivo, mas verdadeiro.

Andamos em direção à um beco muito sinistro que tínhamos medo de atravessar sempre. E desta vez, com razão.

Lá estava o Guilherme, e ele estava no chão, machucado.

E logo, Douglas e Pedro com ferros na mão. E pareciam estar fazendo ele confessar algo.

Ai, meu deus! Cadê a FBI quando a gente precisa?!

Tudo que pudemos ver como esperança era a arma que estava encima de uma lata de ferro ao lado deles. Mas, se pegássemos, as consequências sairiam de nosso controle.

Então, o que fazer para salvar o Guilherme?!

Daniel Bennson

Eu e Bia estávamos na sala da diretora Ingrid, ela devia ter um plano.

– Agora ele já sabe de vocês – Ela iniciou – Mas não sabe da Clarisse, nossa outra espiã. Certo, Clarisse?

Clarisse Dannid

– Isto mesmo. E eu junto à Lucas e Jennifer podemos invadir a casa de Guilherme e roubá-lo. É só enrolá-los com um papinho qualquer.

– E as professoras Tainara e Isabela? Como estão indo?

– Enganado direitinho todo mundo com aquele disfarce idiota! – Beatriz sorriu – Sem falar que a idade delas aumentou o bastante. Agora, podemos pegar a diretora que assalta o local.

Tainara

Isabela

– E a Luiza? Ela está fazendo seu trabalho? – Perguntei, olhando para minha irmã.

– Sim, ela já conseguiu pegar documentos sobre o caso. – Afirmou Sttephanny, rindo de canto.

– Estão liberados. – Ingrid disse.

– Ótimo, estou doida para ver o Pedro, onde será que ele se meteu? – Sttephanny se perguntou.

Aproximei-me da mesa de Ingrid.

– Ei, hoje a noite podemos nos encontrar? – Mirei-a de cima a baixo malicioso.

– Sei. Estou muito ocupada, podem desconfiar – Ela ficou vermelha. – E hoje a noite, sem falhas, quero que você prenda de uma vez o garoto.


– Pode deixar – Sorri.

Notas finais
Bjus >3< Comentem no face e muito obrigada, leitora fantasma por ler minha fic.