Notas iniciais
Contém morte e sangue neste, mas só vou escrever coisas pesadas nos próximos, então se não gosta pule.
Boa leitura, fofos! ^-^

No episódio anterior...

Douglas, Pedro, Letícia, Tiphani e outros caras fazem parte de uma quadrilha. Eles querem roubar Guilherme, que roubou coisas valiosas do pai.

FBI: Sttephanny, Bia, Daniel, Ingrid, Tainara, Isabela e Clarisse participam de uma investigação para pegar de volta as coisas roubadas de Guilherme trazê-lo para casa.

Eu, Vitória e Emillyn encontramos Guilherme apanhando em um beco e não sabíamos o que fazer.

~~ ~~

Oh, meu Deus! Como fui acabar assim?! Há duas semanas minha vida era... ããã... totalmente normal! E agora, tenho que ajudar um garoto chato à sair vivo de uma treta terrível. Eu com certeza joguei pedra na cruz!

Fiquei olhando o colega apanhar como fracote com cara de boba. E Vicky não estava diferente. Aí eu ia me intrometer, chamando a atenção deles, sei lá. Só que apareceu dois caras altos e com roupas pretas.

Eu não sabia o que fazer, mas a Vitória finalmente se moveu, pegando a arma e apontando para eles.

Eles rosnaram, e antes dos caras atrás da gente perceberem, ela gritou assustada e disparou neles.

Não sei de onde ela sabia atirar tão bem mas uma coisa é certa: nunca tremi de tanto horror na minha vida.

Eles receberam uma no estômago e outra no coração. Começaram a ofegar, gaguejar e cuspir sangue. O sangue escorria por suas pernas e enlagava o chão. Eles ficaram vermelhos e rosnaram suas últimas palavras:

– Vo-vocês... me... pa-gam... bluaarrrrr! – Este foi seu último vômito de líquido gosmento e avermelhado, que manchou nossas roupas.

Vitória começou a se espantar, pôs a mão na boca e percebeu o que fez. Olhei para o lado, Emillyn havia desmaiado, pois ela tinha medo de sangue e ali havia sangue para uma eternidade.

Meu coração disparava, eu estava trêmula e horrorizada. Vicky perdeu o controle, se jogou contra a parede e abaixou-se, com as mãos na cabeça.

– Não. Não. Não. Nãããããããããõoooo! – Gritou, sem controle.

~~ ~~

Letícia Lavinne (agora a Letícia narra a história ;)

Pedro e Douglas entraram no barraco correndo e com sangue nas roupas.

– E aí? – perguntei – Barraram ele? Mataram? Pegaram a grana?

– Não... exatamente! – disse Pedro – Ele escapou por que uma garota pegou nossa arma e saiu atirando.

– Como é que é?! – questionei, irritada – Vocês deixaram uma garotinha inútil pegar sua arma? Seus imbecis! Vão tomar no **! Como puderam?! Ah, véi, vou estraçalhar vocês! – gritei.

Pedro e Douglas se esconderam, tentando evitar a punição. Mas peguei o chicote rapidamente e os filhos da mãe ficaram gemendo doloridos. Dava para ver a marca na pele e sangue escorrendo.

Douglas

– Ela matou... James e Sebastian... ai! – gemeu Douglas.

– Sério? – perguntei – interessante. Bom, eles não vão fazer falta, mesmo. – disse sem dó – Mas eu não quero que vocês morram. Vocês estudam lá. Tratem de atacá-lo já! – gritei.

– Sim. – eles afirmaram.

~~ ~~

Lorena (ela que narra a história agora)

Eu não pude ver nem a chata da Vitória nem suas amiguinhas frescas no colégio, mas enfim isto significa poder ficar sozinha com o Gui!

Saí da companhia da Raíssa, que só fofocava sobre batons para ver o chuchuko entrar.

lorena

– Oi, Guilherme...! – cantarolei.

– Oi... – ele me olhou de cima a baixo, estranhando algo – Desculpe, te conheço?

De repente, meu mundo caiu. Ele nem reparou na minha existência. Mas resolvi fazer charme e fingir que não ouvi.

– Ah, seu bobo – brinquei – Eu sou da sua turma, Lorena. – pisquei inocente – lembra?

– Sim, eu acho. – ele olhou para os lados e aí viu a Letícia. Então, eu resolvi tentar chamar a atenção.

– Ei, você conhece aquele cantor que ganhou o Grime semana passada? Ele já apareceu na Vogue e...

– Desculpe – ele interrompeu – mas tenho que ir. Tchau.

Antes que eu pudesse fazer algo, ele escapou. Ai, quanta humilhação! Eu vou me vingar por que fui ignorada totalmente. Ele que me aguarde!

~~ ♥ ~~

Eu que narro agora

Depois daquilo, ficamos tão assustadas que nos afastamos da Vicky e corremos com medo. Nunca encaramos coisas tão... ããã... horríveis. Foi o maior bafáfá da minha vida! Não dá para crer, não dá!

Sentar perto da Bia e da Luíza nem me animou. Droga. Não dava para me concentrar em nada!

– Aí, du barro! Que cara é essa? Comeu coisa estragada?! – perguntou Luíza.

Ignorei.

Bia e Daniel, o casal de irmãos da FBI, estavam me encarando, apontando e olhando de cara feia. E eu tipo:

“Ah, qualé? Tem problema com a minha cara? Pelo menos eu não sou uma nerd, psicopata e com cara de bicho morto que nem vocês!”

Mas claro, não falei na cara deles. Eu é que não ia encarar os machões ali.

Corri para o portão, mal podia esperar para ir para casa e fugir destes caras! E nem estava aí para a Tiphani esperando pelo traíra e o Pedro agarrando a Sttephanny.

Isto mesmo! Todo mundo é falso! MER**! Eu vou contar para elas tudinho amanhã! Não aguento mais ver isto!

A rua de minha casa ficava perto da escola, e era cheia de lugares sinistros que me lembravam o que vi ontem. Tentei ligar para a Vitória, mas soube que ela está presa! E minha mãe, eu não pude contá-la e ela me obrigou a vir.

Entrei num atalho para chegar mais rápido, mesmo sabendo que ia me arrepender pois era mó escuro e cheio de aranhas.

Aí, ouvi uns gritos. Desespero. Foi o que senti.

– Irmã! Me solta! Me deixa! Me larga! – gritava Ravena, desamparada.

– Não. Você é um problema na minha vida. Agora, vai aprender a não se meter comigo! – Letícia disse.

Meus olhos arregalaram ao reconhecê-las. Vi uma sombra na parede, a qual Letícia carregava uma faca e direcionava ao coração de Ravena. Sangue esparramava pelo recinto. Ouvi gritos e gemidos, a voz rouca da Ravena tentando respirar, até ficar tão fraca e fútil a cair no chão.

Pela sombra, vi ela carregar o corpo em uma mala e se distanciar. Cheguei ao local, aterrorizada, e havia uma poça de sangue que sujava as paredes e o chão.

Tinha uma faca no canto e coisas escritas como: Tortura, morte, horror, medo, pavor, vingança.

Fugir. A única coisa que me vinha a mente.

Principalmente pelo olho rachado no chão que me encarava. Eu estava enlouquecendo! Socorro!

~~ ~~

Daniel (Ele que narra.)

A casa do Guilherme era um simples apartamento. Encontrei sua identidade falsa no chão e Bia ficou encarando-a. Eu queria ir com pressa, tinha um encontro com Ingrid, cara! Jennifer, Clarisse e Lucas estavam brigando um com o outro e os mandei calar, eu tava nervoso.

Finalmente, achamos um baú com as armas e jóias do ladrãozinho.

O Guilherme estava ferrado!

Notas finais
Curiosos? *o* aguardem! ^-^