O Fim? O Segundo Volume De a Lua Que Te Dei
1 O Primeiro De Meus Últimos Dias
O FIM?
o segundo volume de
A LUA QUE TE DEI
CAP.1
O PRIMEIRO DE MEUS ÚLTIMOS DIAS
DAQUI A 6 MESES...
Kathryn está em uma rua escura, ha apenas uma luz, a garota esta a espera de Martin, os dois haviam marcado de se encontrarem as duas horas da manhã, mas já se passava das duas e meia e Martin ainda não havia aparecido, as mãos de Kathryn estavam suadas as suas orelhas estavam congelando, o lugar era muito frio, se tratava do centro da praça de Flowers.
Tudo em Kathryn pedia para que ela deixasse aquele local, as suas dores de cabeça aumentavam, e uma tontura tomava seu corpo, além da ansia de vômito que cada vez ficava mais forte, ela não iria aguentar e o sentimento de morte só crescia, o medo de que aqueles fossem os seus últimos segundos. A ideia de que poderia não ver mais aqueles a que ama, lhe assustava, e a deixava mais aflita. Em meio a toda aquela angústia finalmente Kathryn pode ver a figura de um homem, que para Kathryn parecia ser Martin, porém a tal figura vinha acompanhada de mais um homem, a qual a garota nunca havia visto, e uma menina que reconheceu ao longe era Annie, a sua adorável, amiga que lhe deixava mais tranquila.
As três figuras se aproximavam ainda mais de Kathryn, que pode ter certeza de que uma das figuras se tratava sim de Martin, e que garota era Annie, sua amiga que tinha um sorriso que lhe trazia cada vez mais esperanças, mas a última imagem que Kathryn pode ver antes de apagar totalmente, foi a do homem desconhecido, que tinha um rosto sombrio e um sorriso perfeitamente amedrontador, o que a fez sentir um arrepio correr por sua espinha, para depois se entregar ao sono e ver apenas um escuro total.
OoO...
HOJE...
12 DE AGOSTO DE 2015.
QUERIDO DIÁRIO...Eu não aguento mais o cheiro desse hospital, não suporto olhar para a cara da maldita mulher, que entra diariamente no meu quarto simplesmente para me encher de remédios, não aguento continuar ver a minha mãe como ela está agora, dormindo nessa cadeira do lado da minha cama, com a coluna completamente desgastada. Esse lugar mais parece uma prisão que um hospital, eu não consigo ver a luz do dia, parece que estou condenada a viver nesse quarto de paredes brancas, chão branco, lençóis brancos...e essa flor vermelha em cima da mesinha ao lado da minha cama, a flor que Kim trouxe para mim a mais de 4 dias, ela está com uma aparência terrível, sem cor, sem brilho, sem vida, assim como eu me vejo quando olho o espelho, e vejo essa pessoa que me tornei desde aquele maldito dia em que fui diagnósticada. Logo depois da noite em que desmaiei nos braços de Kim, e ele me trouxe para esse lugar, desde então eu enfrento baterias de exames constantemente, um deles afirmou o que tenho...Ainda lembro da expressão de minha mãe ao saber o que estava me fazendo tão mal, o desespero estampado nos olhos dela ao ouvir do meu médico, que eu tinha a doença Lamh, que me causa fraqueza, dor de cabeça e ânsia quase que de forma constante, desde então a minha vida virou essa rotina de exames, minha mãe tem esperanças de que eu possa sobreviver a isso, coisa que nem penso. Bem mas nem tudo é ruim nesse hospital, não nego que desde o dia que cheguei aqui o "amor" que as pessoas sentiam por mim parece ter triplicado e isso me faz muito bem. Até as pessoas que eu mal falei na vida vêm me visitar, as meninas com as quais nunca me dei bem, chegam aqui como se fossem minhas melhores amigas, e lançam sobre mim um olhar piedoso, que muitas vezes me parece bem sincero. A principio essas demonstrações de pena me afetavam, mas agora apenas as ignoro.
Há também aqueles a quem enxergo a sinceridade, aqueles a quem eu mesma tenho pena, esses de quem falo são as pessoas que amo, e cada um deles sabe como arrancar um sorriso meu, e digamos que nesse quesito( arrancar sorrisos ), o Alex vai muito bem, sempre ele chega com aquelas piadas sem graça que sempre me fazem rir, porém ele não é só risos não, ontem mesmo quando eu fiquei sozinha com ele, após ouvir várias piadas que ele contava, acabei fingindo que dormia, foi então que o ouvi se lamentar, então abri um de meus olhos discretamente, e o vi de cabeça baixa, ele estava chorando...Isso mesmo, Alex Macedo chorando, depois de provocar uma cena dessas, acho que eu merecia um prêmio. Após ver toda aquela comoção, voltei a "dormir", e senti o meu amigo, que até então nunca havia demonstrado sentimentos, se aproximar de mim e tocar a minha mão, sussurrando com uma voz chorosa " Você vai ficar bem "cunhadinha", era assim que ele me chamava por considerar o Kim como seu irmão. Se por um lado o meu "cunhadinho" esconde ao máximo a sua dor, Mari que sempre o acompanha não poupa lágrimas expostas quando me visita, e é sempre quase a mesma coisa, nós duas choramos abraçadas e ela me diz palavras que só uma MELHOR amiga consegue dizer. Também tem o casal #AnthonEgan, que é como decidir shippar o meu verdadeiro cunhado e a ex vadia da Megan, eles sempre aparecem por aqui, o Anthony sempre gentil como o irmão sempre me traz presentes, na maioria das vezes são bons livros, já a Megan nunca me trouxe nada além de seu olhar confuso, olhar esse que encontro um sentimento que pensei que nunca encontraria, o arrependimento, não tenho nada contra ela mas acho que não seremos amigas novamente.
Há também as ausências, a primeira delas a de meu pai, acho que nunca relatei aqui, mas o meu pai sumiu quando eu ainda era criança, eu não lembro do seu rosto, nem de seu sorriso, nem de nada assim, além de que minha mãe nunca fala dele para mim, ás vezes penso que ele pode estar morto, e esse pensamento fica mais forte ao perceber a ausência dele nesse quarto. A outra ausência é a de Martin, não sei se fico feliz ou triste com essa falta que ele me faz, pois fico feliz por pensar que ele deve ter encontrado a felicidade com alguém e por isso não veio me visitar e nem responde minhas mensagens, o que me deixa triste é a falta que ele me faz...Tem também minha mãe eu me sinto quebrada toda vez que a vejo chorar, e me sinto pior ainda quando a vejo tentar não chorar, porém existe uma pessoa que me faz ter muito medo da morte, e essa pessoa tem nome e sobrenome, Kim Salvatore.
Kim é a melhor parte de meu dia, todos os dias ele vem até mim, sempre com um olhar de esperança e sempre com uma boa dose do seriado que ele me viciou, "Diários de um Vampiro". Passamos horas assistindo e conversando, ele me faz sentir vontade de continuar com tudo me faz sentir vontade de viver, viver para ele, viver com ele. Essa flor aqui ao meu lado ao qual já citei me olha agora, me fazendo lembrar, o dia em que ele a me deu de presente, como sempre ri muito dele, o que o deixou com aquela cara de timido, que me apaixona a cada dia mais, e é por ele e por todos os outros que tudo o que mais desejo é passar os meus últimos dias ao lado de quem eu amo e fora daqui.
Kathryn Lockwod fechou o seu diário, ainda pensando no que havia escrito, então acabou deitando e dormindo, como a alguns dias não conseguia devido a ação dos remédios, que a deixam com uma terrível sonolência durante um dia e uma insônia insuportável a noite, porém especialmente naquela noite ela estava com muito sono. Após a duas horas de sono, Kathryn acordou com o barulho da enfermeira em seu quarto, o nome da mulher era Louise Lancaster, uma profissional completamente dedicada, porém incapaz de demonstrar piedade por seus pacientes. Louise arrumava o travesseiro de Kathryn em uma posição confortável, e lhe entregava duas capsulas brancas, que a mais jovem tomava todas as noites naquele mesmo horário.
— Kathryn está tudo bem? Você precisa de alguma coisa? — perguntou a mulher de branco.
— Não, obrigado. — respondeu a garota parecendo estar com muito sono.
Kathryn olhou por um instante para a sua mãe ela continuava imóvel de olhos fechados, como sempre deitada em uma cadeira dormindo. A garota decidiu aproveitar o silêncio que o hospital estava naquela madrugada para sair um pouco do quarto, e ir para o lugar mais agradável, o jardim que ficava nos fundos do hospital. Kathryn em poucos instantes já estava sentindo a brisa leve tocar seu rosto de forma agradável, a lua brilhava de forma exuberante, e a garota sentia-se bem de uma forma a como não se sentia a muito tempo.
Após aproveitar por alguns minutos a paz e a tranquilidade que aquele local a trazia, algo começou a incomodar a garota, que por alguns segundos parecia a estar sendo observada, no mesmo instante em que teve essa sensação, Kathryn procurou por todas as direções, porém não encontrou ninguém, então a garota andou em direção a uma árvore de onde algo fazia barulho, foi então que quase que instantaneamente um homem apareceu bem a sua frente, ele usava jeans rasgado, e uma camisa cinza, com algo em inglês que Kathryn não conseguia traduzir, a figura a sua frente tinha a pele branca, um belo par de olhos azuis, e um rosto praticamente perfeito, com um sorriso hipnotizante. Kathryn olhava para o homem tentando decifra-lo, e após uma análise rápida decidiu dar 21 anos para o rapaz a sua frente.
— Boa Noite! O senhor trabalha aqui? — perguntou Kathryn olhando fixamente nos olhos do homem a sua frente.
— Não! — falou o homem dando uma pausa para depois voltar a falar — Eu venho todos os dias aqui para te ver. — falou acariciando os cabelos de Kathryn.
Kathryn estranhou a ação, e começou a andar para distante dele, porém após alguns poucos passos, ele se materializou bem na sua frente, causando espanto na garota, que decidiu empurra-lo e continuar se afastando dessa vez correndo rapidamente, porém tanto a garota corria, como a criatura misteriosa a seguia estando sempre dois passos a sua frente.
— Quem é você, o que você quer comigo? — falou a garota parando de correr, para encarar o estranho de frente.
— Presta atenção! — falou o homem direcionando com suas mãos o olhar de Kathryn para os seus olhos. — Você vai ficar calma e quieta, e vai responder todas as minhas perguntas sinceramente.
Kathryn saiu de si, e não tinha como explicar , mas teve vontade de cumprir todas as ordens dadas pelo homem estranho a sua frente, e assim o fez, se acalmou, e ficou extremamente parada e quieta.
— Você teve alguma melhora hoje? Você se sente bem? — perguntou o misterioso homem.
— Não, continuo da mesma forma, a minha mãe não me fala mas devo estar com os dias contados. — falou Kathryn como ordenado.
O homem ficou parado olhando para o nada por um bom tempo, até de surpresa abraçar o corpo de Kathryn rapidamente, com força, durante o abraço a garota ficava imóvel como o homem havia lhe ordenado, enquanto ele demonstrava sentir dor através de uma lágrima que desceu sobre seu rosto. Após algum tempo o homem soltou Kathryn e voltou a olhar profundamente em seus olhos e disse :
— Você agora vai voltar para o seu quarto, e vai esquecer tudo o que se refere a mim, você veio aqui fora e voltou logo...Vai acordar feliz amanhã apesar da dor, e vai sorrir, na maior parte do dia...Você fica linda sorrindo. — falou a criatura para depois sumir sem que Kathryn percebesse.
Após isso Kathryn voltou rapidamente, com a sensação de estar sendo observada, entrou em seu quarto e voltou para cama e aos poucos conseguiu se entregar ao sono.
OoO...
Em Falls Church, Martin acabara de acordar e ao olhar para o outro lado da cama e sorriu, era Annie, que estava ali ainda dormindo como um anjo, ás vezes o garoto pensava seriamente sobre isso, a garota ao seu lado por inúmeras vezes lembra um anjo, mesmo sabendo que a garota é uma bruxa, palavra que tanto assusta a qualquer um, mas em relação a Annie era difernte pelo simples fato de ter a capacidade de faze-lo sorrir nas mais diversas situações e momentos, era como se ao lado da garota ele se sentisse completo, diferente e principalmente feliz.
Martin decidiu levantar de sua confortável cama, e foi até o banheiro afim de tomar o seu banho matinal, sem fazer barulho para não acordar Annie, que ainda dormia imóvel, porém virar-se de costas, a voz de sua adorável namorada que acabou lhe assustando.
— Já está acordado amor? — falou a garota com a voz sonolenta.
— Que susto! Achei que você estava dormindo.
A garota apenas sorriu da situação e levantou-se para sentir o gosto dos lábios de seu namorado, que a beijou carinhosamente, para depois seguir para o banho ao qual já estava indo. O garoto entrou no banheiro pensativo após beijar Annie, o rapaz pensava no quão rápido se envolveu com a morena, em menos de um mês o casal já havia decidido começar um relacionamento sério, o que não era comum aos relacionamentos que o garoto já havia tido em sua vida, com excessão do namoro que teve com Kathryn, nem um outro foi tão sério. Ao lembrar de Kathryn o garoto sorriu rapidamente, há meses ele não havia tido nenhuma notícia de sua ex namorada, a garota tentou contato por várias vezes, porém desde que checou a Falls Church, o rapaz decidiu evitar qualquer contato, por isso rejeitou todas as ligações e mensagens de Kathryn.
Ao sair do banho, Martin encontrou sua atual namorada ainda deitada na cama, a garota estava a mexer no celular pertencente ao garoto, e por mais que não tivesse nada a esconder, Martin ficou incomodado com tal situação.
— Hey o que está fazendo com meu celular? — perguntou irritado.
— Estou apenas dando uma olhada, estava querendo conhecer sua família — explicou a garota de maneira natural
— Eu não tenho família — falou o garoto secamente
— Quem é essa garota, que aparece em vária fotos? — perguntou a garota com curiosidade.
— Alguém de um passado distante — falou Martin retirando o celular das mãos de Annie.
— Namorada?
— Eu não quero falar sobre isso — falou Martin ainda irritado.
— Está bem não quer falar da garota, tudo bem, mas e o menino que parece com você e está na proteção de tela ao seu lado, quem é?
— Meu irmão. — respondeu rapidamente.
— Mas você não havia dito que não tinha família? — indagou Annie confusa.
— E não tenho ! — resondeu tristemente — Ele está morto.
— Oh me desculpe, eu não sabia. — falou a garota abraçando seu namorado que estava sentado ainda de toalha na cama.- Mas você ainda tem família, pois quando morremos não deixamos de existir, apenas vivemos no " Outro lado".
— Outro lado? Você acha possível se ter contato com alguém já morto.
— Claro que sim.
— E você pode conseguir isso?
— Eu posso tentar — falou a garota vendo se formar no rosto de Martin um sorriso de esperança.
OoO...
THREE TIMES A LADY
Na cama de hospital Kathryn estava a ler, um dos livros que Anthony havia lhe trazido, que tratava da história de uma garota que havia se perdido em outro país, na verdade a garota ainda não havia entendido o real sentido do livro e nem estava com vontade e disposição para entender naquele momento, com o tal livro em mãos a garota acabou pegando no sono, para em alguns instantes acordar novamente, ao sentir o cheiro e a presença de alguém, rapidamente abriu seus olhos para encontrar a sua frente os olhos cor de mel de Kim Salvatore que a observava, de forma doce como um anjo da guarda ou apenas como alguém que sente a vontade de se proteger. Ao perceber que Kathryn estava acordada o garoto chegou próximo a ela e a lhe beijou como sempre, de maneira suave. Como era agradável sentir o gosto dos lábios de Kim para Kathryn.
— O que você veio fazer aqui a essa hora? — indagou a garota ainda beijando Kim.
— Vim ter minha dose diária de você. — falou o garoto a beijando com mais intensidade.
Os dois ficaram um pouco assim, matando a vontade que tinham um do outro, vontade essa que nunca tinha fim, é como se a cada dia fosse o primeiro ou o último. Após algum tempo juntos, Kathryn pediu que fossem para fora daquele quarto, pois a garota queria sair dali, pois aquele ambiente não combinava com aquele momento, Kim apenas concordou e os dois seguiram em direção ao jardim, lá encontraram o de sempre um belo gramado, mas havia algo de diferente, Kathryn ainda não havia notado, mas haviam alguns balanços infantis que provavelmente tinham sido colocados ali a pouco tempo.
— Vamos brincar um pouco ! — falou Kim puxando sua namorada para próximo do brinquedo.
— Não Kim, isso é para criança.
Kim não deu bola para o que Kathryn estava dizendo e simplesmente começou um leve balançar no brinquedo, e a garota mesmo com um pouco de resistência acabou fazendo o mesmo no brinquedo ao lado do de Kim.
— Só você pra conseguir que eu faça isso — falou sorrindo um pouco sem graça.
— Eu faço tudo só para conseguir isso.
— Tudo isso o que? — indagou Kathryn.
— O seu sorriso, eu faria de tudo para ter sempre — falou o garoto admirando Kathryn.
— Você sabe que...
— Não, não fala — interrompeu o garoto.
— Você sabe que vai acontecer...É inevitável. — falou a garota com a voz embargada.
Kim ficou sério com as palavras da garota, e fingiu não ter ouvido e voltou a brincar no balanço que fazia um barulho um pouco irritante, mas que nada incomodava o casal, que voltava a se divertir, sem tristeza alguma, chegaram a contar algumas estrelas, adimiraram a noite e conversaram um pouco sobre a volta ás aulas, Kathryn ainda estudava sua volta as aulas.
— Amor, acho melhor você ir, já é tarde. — falou Kathryn abraçada a seu namorada.
— Nossa você está mandando eu ir embora.
— Me preocupo com você, é perigoso a essa hora da noite.
— Está certo, mas antes vou te dizer algo.
— Diga.
O garoto aproximou seu rosto ainda mais do de Kathryn e começou a falar, sobre o olhar atento de sua namorada.
— Você sabe que você sempre foi o meu sonho, e que eu sou o cara mais feliz por ter você comigo — falou Kim recebendo uma expressão de concordância de Kathryn — Por isso eu não quero pensar em te perder, vamos aproveitar o quanto Deus permitir. Sem você provavelmente eu sairia de mim mesmo, e eu não quero imaginar minha vida sem você. Por isso só me beija.
Falou o garoto tomando os lábios de Kathryn, que retribuiu o beijo com a mesma intensidade, deixando cair algumas lágrimas. Após alguns segundos o casal se despediu, e Kathryn seguiu para o quarto de hospital, enquanto Kim seguiu sozinho para casa. Ao dar alguns passos Kim teve a estranha sensação de ser observado, porém o garoto apenas apressou o passo. Após dar mais alguns passos rápidos a sensação de estar sendo seguido aumentou, era comoo se alguém estivesse bem próximo foi então que Kim decidiu decidiu olhar para trás, porém ao se virar Kim levou uma pancada forte na cabeça e perdeu a consciência.
OoO...
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