Notas iniciais
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BASTILLE-OBLIVION
Kim está sentado, em cima de uma alta ponte em uma cidade desconhecida, nem mesmo ele sabia como havia chegado até ali, a sua frente havia um belo rio a água estava parada, e por ali não passava ninguém naquele momento, seu carro estava estacionado de forma drasticamente errada, atravessando uma rua que ficava a uma certa distância dali.
O silêncio era quem reinava ali, havia apenas um barulho muito ao longe que parecia ser de um pássaro que aos ouvidos de Kim deviam estar voando bem longe, talvez do outro lado do rio , mas ainda assim aquele som podia ser escutado, ou talvez fosse apenas imaginação dele, talvez ele nem mesmo estivesse ali, talvez isso fosse apenas mais um de seus pesadelos que vinham o consumindo nos últimos dias, porém não poderia ser um pesadelo tudo era real, pois o garoto já estava ali a pelo menos meia hora, e tinha consigo duas companhias: o litro de uma bebida que ele nem mesmo fazia ideia qual era e o seu diário, ao qual ele abriu e começou a escrever.
Querido Diário, mais uma vez estou aqui feito uma garotinha contando minha vida para você, esse foi um hábito que Kathryn me fez adquirir...Kathryn, não posso nem escrever o nome dela que já começo a chorar, e é isso que tenho feito nos últimos meses, apenas choro, já devo estar desidratando de tanto chorar, e sinto raiva disso, ou melhor sinto raiva da vida, eu odeio a vida, e de já afirmo que também odeio quem a criou, pois sem dúvidas o criador é cruel, pois só com muita crueldade, para orquestrar tudo isso, que vou listar agora :
1 — Eu sempre fui apaixonado por Kathryn Lockwood.
2 — Ela nunca me olhava, eu nem existia para ela.
3 — Finalmente consigo ter sua amizade
4 — Consigo tê-la.
5 — Descubro que quando finalmente a consigo, a vida me da um prazo pra aproveitar isso.
6 — Esse prazo acaba, e só tenho no máximo até amanhã.

Kim para de escrever por um momento e as lágrimas o dominaram enquanto ele aperta o botão da caneta repetidamente, até voltar a escrever.

E você deve se perguntar o que vou fazer agora, ou talvez o por que de eu estar aqui, e não lá aproveitando o tempo que me resta com o amor da minha vida, para todas essas perguntas tenho uma resposta pronta: DESESPERO. Eu não estou pronto para perde-la, eu ainda não sei o que vai ser da minha vida sem ela, corrigindo, a dúvida é se vou ter vida depois que ela se for.
É claro que penso em suicídio, pois o amor tem dessas coisa, e eu estou em um ponto perfeito para isso, e só me vem na cabeça a morte, talvez tudo acabe aqui, agora, e lamento dizer que se eu pular desse ponte, você virá junto comigo querido diário, eu não vou deixar que te leiam e saibam tudo que já pensei...
Kim parou de escrever e subiu na maior extremidade da ponte, e olhou toda aquela água que parecia o chamar, o garoto sempre ouviu isso, que quando você pensa em suicídio, algo começa a tentar te convencer a ir em frente, muitos falam que se trata do Demônio, mas no caso de Kim ele sabia que não era isso, pois ele sabia o que dava vontade de pular, e era simplesmente o medo de ver Kathryn partir. Assim após alguns segundos, Kim caminhou para o nada e começou a sua longa queda livre...

HOJE...

Kim abria seus orbéis cor de mel, bem devagar e de imediato sentiu uma forte dor de cabeça, que o fez lembrar dos últimos momentos em que lembra que estava consciente, a pancada era a última coisa de que se lembrava. O garoto olhou tudo ao seu redor e não reconheceu nada daquele local se tratava de um pequeno quarto, possivelmente de uma pensão, a única coisa que confortava Kim era saber que ainda estava em sua cidade, pois olhou ela janela, e reconheceu sua cidade. Algo que causou estranheza em Kim foi o fato de estar sentado em uma cadeira, possivelmente havia dormido ali, pois seu corpo estava dolorido, mas o que mais assustava Kim era o fato de não conseguir levantar da tal cadeira, por mais que quisesse levantar dali, não conseguia.
Kim ficou ali por cerca de dez minutos em tal situação, escutando um barulho de água que parecia cair de um chuveiro que ficava ainda no quartinho em que estava, logo alguém parecia estar abrindo a porta do banheiro, e logo estaria com Kim, que chegou a acelerar as batidas de seu coração, pois quem quer que saísse dali, provavelmente seria a pessoa que o tinha trazido para aquele local.

I CANT GET NO
A porta se abriu revelando um homem que saia do banheiro completamente nu, o tal sujeito era bem alto e tinha uma pele extremamente branca, Kim pode bem ver isso, principalmente nas partes do corpo do homem em que o sol não encontra, o tal homem tinha algo de familiar a Kim, tinha olhos azuis, que prendiam a atenção do garoto. O homem ainda estava molhado, e saiu sorrindo encarando Kim que a principio decidiu ficar mudo, porém logo decidiu tentar descobrir o que estava acontecendo.
— Olha eu não sei se te informaram, mas já inventaram uma coisa chamada toalha. — falou Kim de forma corajosa, encarando o homem que apenas sorria de forma irônica.
— O que ? A mocinha não gostou? — falou o homem sorrindo, enquanto se exibia próximo a Kim.
— Sinto informar, mas acho que você pegou o cara errado, pois eu não curto...
Kim não pode terminar sua frase pois foi interrompido pelas altas risadas do homem a sua frente, que ria descontroladamente, enquanto vestia uma cueca e uma calça jeans escuro.
— Ai vai me ajuda, qual dessas duas você acha que parece mais jovem, mais...atual? — indagou o homem que mostrava duas camisas, uma dela era listrada e bem formal, enquanto a outra, era bem despojada, e escura.
— Ah eu apostaria na preta...é a minha cor favorita — falou Kim de forma calma.
O homem rapidamente vestiu a camisa escolhida por Kim, e começou a arrumar seus cabelos que tinham um corte bem moderno, que havia lhe caido bem.
— Vamos, você vai comigo até o Primeira Opção, vai me ajudar a conseguir uma matricula.
— Você me deu uma pancada na cabeça, me fez dormir nessa cadeira, pra isso? — falou Kim de forma confusa — Poderia ter pedido que eu ajudava, não precisava disso.
— Não foi só pra isso, mas não te devo satisfações, vem vamos logo. — falou o homem irritado.
— Eu não consigo, não sei o que me aconteceu, mas eu não consigo levantar dessa cadeira — falou Kim confuso.
— Ah me perdoe não lembrava. — falou o rapaz se aproximando de Kim para lhe falar olhando nos seus olhos — Pode levantar, me acompanha.
Kim não pode explicar o que aconteceu, mas no mesmo instante levantou da cadeira e começou a seguir homem que havia colocado óculos escuros, e que seguia a caminho do Primeira Opção. Ao chegarem na escola os dois rapazes entraram na escola, e seguiram até uma porta que dava acesso a diretoria, ao entrarem na sala se depararam com a diretora Lis sentada na em sua cadeira, como sempre organizando alguns papéis.
— Bom dia senhor Salvatore, presumo que veio saber sobre o o inicio das aulas do segundo semestre. — falou a diretora.
— Não senhora Lis, eu vim trazer o meu grande amigo... — Kim pensou de que nome chamaria o estranho.
— Jason. Jason Parker. — falou o futuro aluno, cumprimentando a diretora.
— Você trouxe seus documentos, e o histórico da escola anterior? — indagou a diretora.
— Claro está tudo aqui. — falou Jason entregando uma pasta branca a diretora, que leu com atenção todos os seus documentos.
— Deve haver um grande erro aqui — falou Lis confusa com o que lia — Não é possivel, aqui fala que o senhor já tem 40 anos, e a sua última passagem por uma escola, foi em 1993, justamente nessa escola. Como isso pode ser possível?
— Escuta bem o que eu vou dizer. — falou Jason retirando seus óculos para olhar nos olhos da mulher — Você olhou os meus documentos, e está tudo certo, você agora vai concluir a minha matricula e vai esquecer que eu te pedi isso.
— Sim claro, você está matriculado — falou a diretora de forma séria guardando os documentos do rapaz. — As aulas começam na segunda feira.
Kim assistia a tudo aquilo impressionado com o que acabara de ver, logo Jason o levou para fora da escola e enquanto caminhavam, Kim enchia Jason de perguntas.
— Seu nome é mesmo Jason?
— Sim, por que eu mentiria?
— Como você faz aquilo? Como convence as pessoas, você as hipnotiza?
— Quer tomar um suco? Eu pago. — ofereceu Jason.
— Me diz o que diabos você é.
— Ai que garoto chato! — falou Jason revirando os olhos — Vem na lanchonete comigo, que eu te conto.
Os dois sentaram-se em uma das mesas da lanchonete, e logo Kim começou novamente suas perguntas que incomodavam a Jason. Kim parou de falar ao ver que uma funcionária vinha chegando para atende-los.
— Bom dia! O que os senhores desejam? — falou a atendente de uniforme que tinha cabelos encaracolados, era uma bela morena, e posuia um belo sorriso.
— Eu quero você. — falou o mais velho sentado a mesa.
— Jason, não vai cantar a atendente não é mesmo? — falou Kim constrangido.
— Senta ! — ordenou Jason olhando nos olhos da mulher que cumpriu a ordem prontamente. — Você vai ficar bem calma e não vai gritar aconteça o que aconteça.
— Por que você está fazendo isso Jason, deixa ela ir. — falou Kim assustado.
— Você não queria, saber o que eu sou? — falou Jason tirando o cabelo da moça, de seu pescoço para assim ter uma melhor visão.
Kim não estava acreditando no que via talvez seus olhos o traiam, não era possível o que estava acontecendo, era de mais para sua cabeça. Os olhos azuis de Jason pareciam ferver enquando seu rosto mudava bruscamente de aparência, veias pareciam querer saltar próximo a seus olhos e suas presas ganhavam tamanho maior bem ali diante dos olhos de Kim.
— Isso aqui está cheio de pessoas, não faz isso... — falou Kim com medo.
— Ninguém vai perceber. — falou o vampiro para depois cravar suas presas no pescoço da atendente, que demonstrava dor, porém não reagia de maneira alguma.
Kim olhava tudo aquilo, com olhar de incredulidade e também tratava de olhar para todos os cantos do local, afim de perceber qualquer local, ao olhar para a entrada da lanchonete levou um susto ainda maior, eram Anthony e Megan que surgiam.
— Para! — gritou Kim — meu irmão está vindo para cá com a namorada dele.

Jason revirou seus olhos em sinal de decepção e parou de morder a garota para olhar em seus olhos e dar mais ordens.
— Levanta, vai no banheiro, da um jeito de fazer um curativo nisso, e principalmente, esquece tudo que aconteceu , esquece que você me viu, esquece do Kim, você apenas nos atendeu gentilmente e foi ao banheiro.
A garota ouviu tudo atentamente e se dirigiu até o banheiro sangrando, enquanto Anthony e Megan se aproximavam da mesa ao olhar de medo de Kim.
— Oi cunhadinho — falou Megan tocando no ombro de Kim.
— Oi Megan...Oi Anthony. — respondeu Kim rapidamente olhando para Jason, que limpava o canto de sua boca.
— Quem é o amigo? É novo na cidade? — indagou Megan sobre Jason.
— É ele é novo na cidade — falou Kim nervoso.
— Não vai apresentar pra gente Kim? Cadê sua educação? — falou Megan recebendo um olhar fuminante de Kim.
— Jason Parker, seu súdito. — se apresentou para a loirinha beijando a mão da garota, sob o olhar de total raiva do mais jovem Salvatore.
— Encantada! — falou Megan de fato encantada com a gentileza de Jason. — De onde você veio Jason?
— Se eu te disser que vim de outro planeta você acreditaria?
— Acreditaria sim, com toda essa educação e charme, não deve ser desse planeta. — falou Megan sorrindo.
Anthony não podia acreditar no que estava vendo, por alguns segundos parecia que ele e seu irmão nem estavam ali, Megan parecia estar hipnotizada pelo homem que nada agradava o garoto, que por extinto saiu daquele local, avisando apenas que ia até o banheiro, Kim pensou em acompanha-lo, porém logo desistiu, pois não podia deixar Megan sozinha com aquele estranho. Aproveitando a saída de Anthony, Jason voltou a seu jogo de hipnose, desta vez com Megan.
— Escuta loirinha, quando aquele seu namorado babaca voltar do banheiro, brigando com você, apenas explique que não conseguiu resistir a meu charme e minha beleza... A e diga que eu e Kim fomos resolver um problema — ordenou Jason que se despediu dando um beijo no rosto da garota, e saiu do ambiente acompanhado de Kim.
Ao voltar do banheiro, Anthony encontrou sua namorada, bebendo um suco de goiaba, sorrindo vez ou outra. O garoto sentou na cadeira que havia ao lado da loira e irritadamente começou a falar.
— O que foi isso? —
— Isso o que amor? — perguntou Megan sem entender o por que da irritação do outro.
— Você pensa que eu não vi aquele cara dando em cima de você, e o pior, parecia que você estava gostando. — explicou Anthony.
— Não é nada disso amor, eu apenas fiquei encantada com o charme e a beleza dele. — explicou Megan calmamente.
— E você fala isso dessa maneira? — falou Anthony levantando chutando sua cadeira deixando o local.
Megan ficou bem confusa, pois ainda não havia entendido o motivo da briga, e então foi atrás do seu namorado, porém ao sair da lanchonete não o encontrou.

OoO...

— Sensibilidade ao sol? — indagava Kim.
— Verdadeiro, eu preciso disso pra me proteger. — falou Jason mostrando um belo anel dourado em seu dedo.
— Alho?
— Para né, isso já é fantasia, se quiser eu como um pra você ver.
— Reflexo no espelho?
— Totalmente normal.
— Verbena?
— Verdadeiro.
— Estaca de madeira? — indagou mais uma vez Kim.
— Bom isso é verdade, mas nem tente, eu arranco seu coração primeiro. — falou Jason sorrindo — Como você sabe tanto sobre vampiros Kim?
— Ah eu tenho minhas fontes. — falou Kim sorrindo — Por que você me levou até sua casa e me mostrou tudo isso.
— Kathryn Lockwood. — respondeu Jason calmamente.
— Você conhece a Kathryn ?
Jason pensou na resposta que daria, os dois andavam em uma rua próxima a praça de Flowers, ao se aproximarem de um banco, o mais velho pediu a Kim que sentasse, e assim também fez.
— Kim presta atenção. — ordenou Jason — Eu sou o pai da Kathryn...Ela não sabe, mas eu tive que abandona-la quando perdi o controle, em 1999, eu ataquei várias pessoas e antes que eu fosse pego eu tive que ir embora.
Kim não sabia o que dizer diante de tudo aquilo, era muita coisa para sua cabeça, além de descobrir que Jason era um vampiro, ainda descobrira que ele é pai de Kathryn.
— Por que só veio procura-la agora? — indagou Kim.
— Eu sempre estive com ela, por muitas vezes eu " raptei " minha filha para termos um dia sozinho, já fizemos muita coisa juntos, embora ele não lembre de nada, pois sempre a hipnotizei para que esquecesse. — explicou de forma triste. — Agora ela está em seus últimos dias, e eu preciso ficar mais préximo, por isso você me ajudou na matrícula da escola.
— E o que você pretende com isso? — perguntou Kim.
— Eu penso que posso ter a solução...a cura de Kathryn.
— Você não está pensando em transforma-la? — falou Kim assustado.
— Só em último caso.
— Como assim em último caso? — perguntou Kim com certa curiosidade.
— Você não vai entender, mas tenho outra solução, só que dependerá de muita coisa, vou até a Virginia amanhã em busca de saber mais sobre isso.
— Se for para salvar a Kathryn, eu ajudo.
— É eu percebi que a ama. — falou tocando no ombro de Kim.
Os doi se olharam, Kim sentia ainda um certo medo de confiar em tal criatura, mas se fosse para ajudar Kathryn o ajudaria. Jason olhou nos olhos de Kim e disse.
— Você agora vai no hospital, vai ver a Kathryn, demonstre seu amor, tente ao máximo fazê-la feliz. — explicava Jason recebendo um olhar de positividade de Kim — Eu não vou apagar sua memória, mas peço que não conte a ninguém nada sobre mim, nem para Kathryn. Agora vá até o hospital.
— Tudo bem, eu já iria.
— Quando você chegar você vai dizer a ela, tudo que eu te falar agora por isso preste atenção.
OoO...
No hospital, Kathryn não estava sozinha, já era noite e Mari e Alex ainda estavam ali ao seu lado, a garota estava fazendo uma espécie de trança em Kathryn e Alex como de costume tentava atrapalhar as garotas que apenas sorriam das bobagens ditas por ele. Kim chegou e encontrou aquele ambiente que tanto lhe agradava, tudo em harmonia, seus amigos, o amor de sua vida. Depois de tudo que havia visto hoje, aquilo por mais rotineiro que fosse lhe fazia bem lhe trazia para o seu mundo, onde tudo fosse normal. Alex estranhou o silêncio de Kim, afinal o garoto estava calado olhando para Kathryn, talvez na tentativa de encontrar aguma semelhança entre Kathryn e seu novo "amigo" no caso o pai da moça.
— Kim vem aqui pra perto. — falou Kathryn chamando seu namorado que estava sentado em uma cadeira longe da cama onde o trio estava.
— É Kim vem convencer a Kathryn a ir viajar com a gente. — falou Mari.
— Viajar? — indagou Kim.
— É Kim, eu e Mari vamos conhecer uma cachoeira, e vocês poderiam vir com a gente.
— Nós falamos com o médico e ele falou que poderia se fosse apenas por algumas horas. — falou Mari.
— É pode ser, vamos amor. — falou Kim se aproximando da cama e beijando Kathryn rapidamente.
— Bom vocês pensem, eu e Mari vamos deixar vocês sozinhos.
— Até amanhã amiga.

LIKE GONNA LOSE YOU
O casal se despediu de Kathryn e Kim, que ficaram agora sozinhos no quarto. Kim continuava pensativo e Kathryn o observava, o garoto sentou na cama e pegou a mão de sua namorada, e olhou ela por alguns segundos.
— Kathryn, hoje algo me fez pensar sobre a gente. — falou Kim.
— E a que conclusão você chegou?
— Que não podemos desistir, temos que lutar eu vou fazer de tudo para que fique comigo.
— Você só precisa sorrir pra me ajudar — falou a garota acariciando os cabelos de Kim.
— Hoje um cara me fez ver que eu preciso demonstrar o quanto eu te amo.
— Você já faz isso meu amor.
— Por acaso eu já te falei que, eu não teria vida sem você?
— Já sim.
— Falta eu falar que todos os dias quando acordo o primeiro pensamento é você, e que o seu sorriso é o meu combústivel, e que sem ele eu simplesmente não teria motivo para sorrir. Sempre que sonho com você no fim eu acabo sem você, por isso eu vou fazer com que cada momento nosso pareca o último. — falou Kim ainda acariciando a mão de Kathryn, que não respondeu nada apenas o beijou como se aquele fosse o último beijo, não seria, mas é como ela queria encarar aquele momento, como se fosse o último. Era assim que sempre deveria ser.
OoO...

Notas finais
OI MEUS QUERIDOS AQUI ESTOU EU DE VOLTA COM MAIS UM CAPÍTULO DEMOROU MAIS SAIU, DESCULPEM A ESPERA, CAPITULO CHEIO DE REVELAÇÕES BRIGAS E MUITO AÇUCAR, GOSTARM? cOMENTEM O QUE ACHARAM. POR FAVOR...BJS E ATÉ O FIM DE SEMANA TEM MAIS CAPITULO