Notas iniciais
Meus amores mil desculpas pela demora é que nos ultimos dias tem sido muito corrido pra mim, e a inspiraçao ta bem dificil e meu trabalho tem me consumido, mas vou entrar de férias em breve, bem chega de enrolação e vamos ao capitulo, vamos começar com um flash do futuro, lembrando que todos iram acontecer, por favor não me assassinem depoi de ler isso, decidi dar uma reviravolta nos casais, mas isso é so um flash do futuro, ainda vai acontecer... vamos ao capitulo.

DAQUI A 6 MESES...

Havia um barulho de água caindo, á alguns minutos atrás o céu estava estrelado, porém alguém lá de cima decidiu de repente que iria chover, e rapidamente todas as estrelas sumiram e a chuva teve seu início e Mari teve que se abrigar em baixo de uma árvore que a protegia parcialmente daquela chuva. Após algum tempo a garota já estava quase que inteiramente molhada e com muita vontade que alguém chegasse em um carro e lhe oferecesse uma carona e foi exatamente isso o que aconteceu, a luz do farol de um carro iluminou seu rosto, incomodando os olhos da mesma por um tempo, pois assim que se aproximou mais, o carro parou e de dentro dele desceu um homem, Mari não pode identificar de quem se tratava de início, pois tudo estava escuro.
— Mari vem! Vamos para o carro — falou o homem se arriscando na chuva.
Ao ouvir a voz, a garota logo soube de quem se tratava, era Anthony que pegou em sua mão e a conduziu rapidamente para o ambiente do carro, que fez Mari se sentir bem melhor pois aquele lugar não estava tão frio quanto lá fora, pelo contrário aquecia seu corpo. A garota havia sentado no banco ao lado de Anthony, tremendo um pouco.
— Toma! Isso vai te aquecer um pouco. — falou Anthony entregando sua jaqueta para a garota.
— Obrigada. — agradeceu Mari ainda tremendo um pouco.
Anthony ligou o carro, e seguiu em frente na intenção de chegar até a casa da garota. No caminho os dois ficaram em silêncio, pois realmente não tinham assunto. Mari a todo tempo se aquecia, enquanto Anthony procurava seu pen drive, afim de tocar uma música. Mari decidiu quebrar o silêncio.
— Desde quando você sabe dirigir Anthony?
— Desde a semana passada, quando Kim me ensinou. — respondeu o garoto, com um sorriso no rosto por ter encontrado seu pen drive.
— Nossa que sinceridade, aprendeu a dirigir semana passada, ouvir isso me deixou tão calma — falou a garota ironicamente.
Os dois sorriram, e logo após voltaram a ficar em silêncio, que foi quebrado no momento em que Anthony plugou seu pen drive no som do carro, e a música começou a tocar.

Beside you
— Você gosta? — perguntou Anthony se referindo a música.
— Sim, é uma das minhas favoritas.
O pouco diálogo se teve uma pausa novamente, e os dois decidiram ficar apenas apreciando a música que agradava a ambos, até Anthony, tentar reiniciar a conversa.
— Você está bem triste, não é mesmo?
— Sim. — respondeu a garota enquanto olhava para fora da janela do carro vendo a chuva cair
— Tem acontecido muitas coisas dolorosas nas nossas vidas — falou o garoto com um tom de tristeza.
— Creio que pra mim esteja sendo pior — falou a garota suspirando, para depois continuar — Tem a Kathryn, ela é minha melhor amiga e... — falou a garota começando a chorar.
— É, eu também gosto muito dela, afinal ela é minha cunhada, nisso estamos empatados.
— Como se não bastasse isso, tem o Alex...Eu terminei com ele, mas não consigo me afastar totalmente. — respondeu a garota de forma triste.
— Nesse caso, também estamos empatados, afinal eu terminei com Megan depois de...
— Está bem, não precisamos falar deles. Já entendi que nós dois estamos no mesmo nível de fossa.
Depois desse comentário, os dois se permitiram rir, como já dizia a velha frase: "rir para não chorar", talvez essa fosse a frase ideal para aquele momento, que ameaçou ter fim assim que Anthony freou o carro ainda meio desajeitado, causando risos em Mari.
— O importante é que está entregue, e inteira — riu o garoto.
— Muito obrigada pela carona e pela companhia.
Os dois se despediram com um abraço um pouco demorado, pois Mari estava gostando de sentir o calor do corpo de Anthony, assim como o rapaz. Então ambos foram deixando o abraço vagarosamente, até o momento em que os rostos ficaram bem colados, foi então que Anthony teve um momento de impulso, e direcionou sua boca até os lábios de Mari, que não repeliu o garoto, pois sentia que aquilo estava lhe fazendo bem, além de estar gostando do beijo do jovem Salvatore.


HOJE...

Annie estava em um profundo sono abraçada a Martin, quando ouviu um barulho, que parecia estar em seu inconsciente, a garota forçou seus olhos para se abrirem, porém parecia que eles estavam selados. Após algum esforço, finalmente ela parecia estar acordando, e aos poucos abria seus olhos castanhos que olharam primeiramente para Martin que estava ao seu lado, ao vê-lo ao seu lado, a garota depositou um beijo em sua bochecha.
— Ah...O amor é mesmo um sentimento lindo! — foi a voz que Annie ouviu assustando-a.
— Jason? O que esta fazendo aqui no meu quarto? — indagou a garota com uma voz assustada.
— Vim visitar a minha irmãzinha. Não posso? — falou Jason com um sorriso nos lábios.
— Fala logo o que você quer. — ordenou a garota levantando de sua cama.
Nesse momento Martin acabou acordando, pois Annie havia falado um pouco alto demais, o que culminou no despertar do garoto, que olhou para toda a cena, que parecia ser um pesadelo, e levantou e correu para proteger Annie, ficando ao seu lado. No momento em que viu Jason logo o reconheceu, pois há algum tempo atrás eles haviam se visto, e Martin tinha aquela noite bem guardada em sua memória.
— O que esse cara está fazendo aqui, Annie? Você disse que ele não apareceria novamente. — falou Martin ainda com sono.
— Olha que másculo! Até que o galãzinho leva jeito para super herói, se não fosse esse traje, eu até levava a sério — falou Jason entre altas risadas, falando sobre Martin que usava apenas uma samba canção.
— Você vai ficar de graça ou vai falar o que veio fazer aqui? — indagou Annie irritada.
— Eu vim apenas atrás de informações. — falou Jason seriamente, enquanto deitava-se na cama do casal.
— Esse cara é muito folgado! — falou Martin, indo até Jason tentando o tirar de cima de sua cama.
Nesse momento Jason se valeu de sua força e puxou Martin para próximo de si e o levou para o outro lado do quarto. O vampiro agarrou a Martin e colocou suas duas mãos no pescoço do garoto, que tentou se soltar do "abraço", porém não conseguia.
— Escuta bem maninha não tente abrir a boca pra fazer magia, ao primeiro sinal de palavra, eu quebro o pescoço do galã herói. — ameaçou Jason.
— Solta ele Jason! Eu te ajudo no que você quiser.
— Sério? Ele vale tanto assim? Se fosse você pensava bem, você não sabe o que ele aprontou em Flowers. — falou Jason sorrindo.
— Solta ele! Sua conversa é comigo.
— Vou te contar! — falou o vampiro sorrindo — Esse bom moço aqui, traiu a minha filha com a primeira vadia loira que ele encontrou.
— O que esse cara está falando, ele é pai da Kathryn? — indagou Martin confuso.
— É eu sou o pai dela, e é por causa da minha filha que eu estou aqui.
— Você sabe que eu não posso te ajudar. — falou Annie de forma triste.
— Se você não pode me ajudar, infelizmente o nosso galã é quem vai pagar por isso — falou Jason mudando sua expressão facial, para logo depois cravar seus dentes no pescoço de Martin lhe causando dor.

— Para com isso eu te ajudo! — gritou Annie.
Ao ouvir isso Jason parou com o ataque a Martin que aparentava sentir muita dor e continuava imóvel. Jason limpava seus lábios e falou:
— Logo agora que estava gostando, acho que vou continuar — falou mordendo Martin novamente.
— Eu te levo até a Esther, ela deve saber o que fazer. — falou Annie em desespero.
Ao ouvir aquelas palavras, o vampiro parou o que fazia imediatamente, e largou Martin no chão, quase desacordado.
— Eu venho daqui a pouco, esteja pronta. — falou Jason saindo em uma velocidade sobrenatural, pela janela.
No mesmo instante Annie foi até Martin chorando tentando cuidar do garoto que sangrava muito no pescoço. Só havia uma coisa a se fazer, e assim ela fez, gritou por seu irmão Liam, que rapidamente apareceu. O garoto se aproximou de Martin, e mordeu seu próprio pulso, o que causou estranheza a Martin, que disse de forma fraca:
— Você também é...
— Sim, eu sou um vampiro. Agora beba, vai cura-lo. — falou Liam forçando Martin a beber seu sangue...

OoO...

Megan ainda encontrava-se inconsciente quando sua mãe abriu a porta de seu quarto avisando-lhe que havia alguém a sua espera na sala. A loira levantou de sua cama e jogou água em seu rosto e desceu rapidamente para a sala, na esperança de que fosse Anthony, porém ao chegar encontrou apenas Mari que tomava um copo d'água sentada no sofá.
— Nossa Megan, desculpa ter te acordado, achei que você já estivesse acordada.
— Relaxa! Me diz qual é a boa? — disse Megan ainda sonolenta.
— Cachoeira. Vamos?
— Ah claro que sim — falou animada — Só preciso ir na casa do Anthony convida-lo.
— Claro! Aproveite e apresse Kim, diga que estou indo no hospital convencer a Kathryn, daí você Anthony e ele nos encontram no hospital — disse Mari saindo apressada.
No mesmo instante Megan foi para seu quarto se preparar para o banho, não levaram mais que dez minutos e a garota já estava pronto, logo em seguida seguiu para casa de seu namorado, ao se deparar com a porta de entrada aberta a garota entrou em direção ao quarto de Anthony, onde parecia estar havendo uma discussão entre ele e Kim, a garota parou próximo a porta e escutou um pouco da conversa.
— Anthony entenda que não foi culpa dela, o Jason é que apronta demais. — explicava Kim, tentando defender Megan.
— Ah é. E como você explica ela dizer na minha cara que não resistiu ao charme dele.
Kim ficou sem argumentos, e em silêncio tentando buscar uma explicação aceitável, que justificasse o que Jason fez a Megan, porém não disse nada, pois Megan entrou no quarto entrando em sua própria defesa.
— Ele é sim muito charmoso, mas eu gosto é de você, e nunca pensaria em te trocar por ele.
— O que você fez aqui? — indagou Anthony assustado com a presença de Megan.
— Vim te convencer a ir na cachoeira. — falou Megan em tom confiante. — Aliás Kim, o seu amigo maluco e a Mari já foram tentar levar a Kathryn. Vai lá ajudar a convence-la, em alguns minutos eu e Anthony chegamos lá.
Kim saiu do quarto deixando Megan sozinha com seu irmão , que de inicio logo disse que não iria ao passeio, com Megan. A garota começou a tentar convence-lo, porém ele parecia irredutível.
— Amor você sabe que eu sou louca por você. — falou a garota tentando abraçar Anthony, que tentava desviar.
— O que eu sei é que você já me traiu com meu próprio irmão, isso é o que eu sei. — falou o garoto, afastando-se do abraço de Megan, ficando assim de costas para ela.
— Você me mudou. — falou a garota após algum tempo de silêncio. — É por você que a cada dia eu tento ser uma pessoa melhor.
No momento em que ouviu isso Anthony virou- se com lágrimas em seus olhos, Megan o observou, porém não se aproximou do garoto.
— Por favor, só não faz eu me arrepender de estar sendo essa pessoa pra você. — pediu Anthony em tom implorativo.
Megan apenas correu para abraça-lo e depois o beijou.
OoO...

No hospital, Kim, Kathryn, Alex e Mari estavam a espera de um resposta positiva do médico, que ainda examinava a paciente, com ajuda de uma enfermeira, o homem fazia várias perguntas a garota, que as respondia sinceramente ao olhar de todos ali. Após examina-la o médico acabou por autoriza-la a ir ao passeio com a condição de que sua mãe a acompanhasse, e isso não foi problema, pois Kathryn logo concordou e todos comemoraram, e seguiram para fora daquele local. Kathryn realmente sentia-se bem na medida do possível, estava apenas um pouco enjoada, mas isso não a incomodava pois essas sensações com dor de cabeça e enjoo, já eram tão rotineiras que já não a incomodava tanto.Kim seguiu em seu carro levando Kathryn e sua mãe, enquanto Alex dirigia o carro de seus pais levando sua namorada e Alex e Mari.
O caminho não era tão longo, em pouco mais de meia hora o grupo já havia chegado, ao tal local, que se tratava de uma enorme cachoeira, que era cercada por verdadeiras muralhas de pedra, sem dúvidas aquele era um lugar maravilhoso. Kim olhou para Kathryn e ela parecia radiante e muito feliz e maravilhada com aquilo tudo, por alguns segundos o garoto chegou a tentar se convencer que Kathryn estava bem e não sofria de mal algum, porém toda essa ilusão acabou quando ele viu Kathryn por um breve momento desequilibrar-se enquanto tirava a roupa para ficar apenas de biquini, Kim logo a amparou.
— Esta tudo bem amor, foi apenas uma tontura, é normal. — afirmou a garota.
Kim apenas sorriu e convidou a garota para que fossem até o outro lado da cachoeira. Kathryn avisou a sua mãe que não se opôs a ideia, a garta teve que se esforçar um pouco, pois apesar de sentir bem ela sentia uma certa fraqueza, o que lhe fazia esquecer suas fraquezas era estar ao lado de Kim, que a conduzia devagar. Ao chegarem os dois sentaram e ficaram a conversar, enquanto molhavam seus pés na beira da água que corria seguindo um destino certo.
— São esses momentos que...me fazem já sentir falta disso tudo. — falou Kathryn olhando fixamente para água
— Kathryn você acredita no impossível — indagou Kim.
— Sinceramente...Não. — respondeu a garota.
— Tudo pode acontecer...Esses dias vi tanta coisa que não duvido de nada, enquanto houver esperança eu vou tentar ficar com você...pra sempre.
— Eu te amo tanto por isso. — falou Kathryn beijando o rapaz.

OoO...

Martin estava sentado na cama e Annie ainda o abraçava assustada, Liam estava sentado em uma cadeira os olhando, Martin parecia bem confuso, e então o rapaz decidiu lhe explicar algumas coisas.
— Martin eu sou um vampiro, o meu irmão me transformou. — explicou Liam.
— Por que ele fez isso?
— Assim que ele se tornou vampiro ele foi expulso da família, a nossa mãe e toda a comunidade de bruxos o baniu, ele começou a ser visto como abominação e perdeu todos os poderes, para se vingar ele acabou me transformando..
— Ele falou da Kath, ele é mesmo pai dela?
— Sim ele casou-se e tinha uma vida normal até ser transformado, ele teve que abandona-la. — explicou Annie.
— E por que ele quer sua ajuda? — indagou.
— Assim que ele se tornou vampiro, a nossa mãe e toda a convenção de bruxos lançaram um feitiço que condenava todos os descendentes do Jason, e isso está acontecendo com Kathryn.
— Você quer dizer que Kathryn está morrendo? — indagou Martin assustado.
— Sim, e é por isso o desespero de Jason.
— Sendo assim você tem que ajudar, por favor. — falou Matin seriamente apertando o braço da garota.
— Eu não sei como ajuda-lo, só prometi ajuda por que sei quem pode ajuda-lo.
— E quem pode? -
— A nossa mãe. — falou Annie se assustando pois Jason surgiu de repente pela janela.
— Quer dizer que aquela velha desgraçada pode desfazer isso? — falou Jason sorrindo.
— Ela deve saber o que se fazer, mas você sabe que ela não vai fazer nada que te deixe feliz, ela te prometeu sofrimento eterno. — falou Annie.
— Isso é o que veremos. Me leva lá agora. — falou Jason decidido.
— Liam vem comigo? — indagou Annie.
— Claro.
Martin levantou-se decidido a segui-los, porém logo foi parado por Annie que lançou um feitiço que criou uma barreira invisível, que não deixava sair da casa.
— Desculpa amor é muito perigoso pra você- falou Annie de forma triste.
— Isso mesmo galã isso não é brincadeira de garotinhos. — falou Jason fechando a porta da casa.
Os três saíram andando e em pouco tempo já estavam em sua antiga casa, Jason olhou tudo e percebeu que tudo estava igual, a aparência antiga e sombria da casa ainda estava igual, antes que um deles batesse na porta, surgiu na porta a figura de uma mulher alta, morena que tinha cabelos longos e escuros e que de certa forma parecia com Jason.
— O que esse demônio está fazendo aqui? — indagou a mulher.
— Querida Esther, você recebia melhor suas visitas, mas respondendo sua pergunta, eu vim fazer o que os demonios costumam fazer com seus inimigos. — falou Jason com um sorriso desafiador no rosto.

OoO...

Notas finais
Bom e aí o que acharam comentem por favor...