Notas iniciais
Olá pessoal antes de me xingarem, queria dizer que estou atolado de trabalho na faculdade e estou sem tempo pra escrever, mas nao vou desistir da história ok, vou postar sempre que puder. Bom esse é o capítulo 10, SIIIM o 10 não pode ser qualquer capítulo né. Por isso é nesse capítulo que se passaram 6 meses e então aqueles flashs do futuro mostrados ao longo da temporada vão começar a acontecer de verdade...Então vamos ao capítulo esperem que nao estranhe a passagem de tempo.

Kim estava dormindo em seu quarto, o ambiente estava agradável e o garoto estava em um sono profundo do qual não pensava em acordar nas próximas duas horas, mas algo tocava em seus pés, o garoto ainda não sabia se aquilo era real ou era resultado de seu inconsciente. A sensação de estar sendo tocado aumentava e incomodou ao ponto de Kim abrir seus olhos, encontrando a sua frente um Alex apavorado o chamando.
— Alex? O que você está fazendo aqui? Vai dormir garoto. – disse Kim com raiva, cobrindo seu rosto com um travesseiro.
— É sério cara, eu fiz a maior besteira da minha vida! – falou Alex abrindo as cortinas da janela, deixando o sol entrar naquele ambiente.
— E quando você não faz besteira?
— É sério Kim – disse Alex tentando evitar um choro eminente.
Kim olhou assustado para seu amigo e tirou o lençol que o cobria, revelando seu corpo que usava apenas uma cueca branca.
— Não adianta cara, nem você só de cueca vai me animar hoje. – falou Alex em tom de zoação limpando algumas lágrimas.
— Você não tem jeito né? Nem chorando você perde a piada. Me da aqui um abraço! – falou Kim abrindo os braços para seu amigo.
Os dois se abraçaram por um tempo e Kim pode sentir que algo sério havia acontecido com seu amigo.
— Eu trai a Mari! – falou Alex de repente.
— Deixa eu adivinhar...Lis? – disse Kim, recebendo um sim com a cabeça de seu amigo. – Eu te avisei dessa garota!
— Pois é ela é uma cobra...
— Mas vocês...Tranzaram?
— Claro que não, foi só um beijo.
— A então relaxa, aposto que foi ela que te beijou. – falou Kim tentando defender o amigo.
— Foi sim
— Então tá tudo bem, eu e a Kathryn já vivemos isso e eu a perdoei...Lembra do meu aniversário – disse Kim.
— Sim, ela me beijou, mas eu retibui, eu beijei ela eu quis aquilo. – explicou Alex.
— Ai fica difícil de defender, mas calma, senta aí que quero te contar uma coisa fantástica que aconteceu comigo. – falou Kim levando a conversa para um rumo mais feliz.
— Pera pera, deixa eu adivinhar, finalmente você e a Kathryn... – falou Alex abrindo um largo sorriso.
Kim sorriu de volta para seu amigo, que avançou lhe dando mais um abraço forte comemorando pela felicidade do outro.
— Já devia ter acontecido! Que bom que aconteceu! – falou Alex passando a mão nos cabelos de Kim. – Mas e aí você gostou?
— Se eu gostei? Foi a melhor coisa da minha vida. – falou Kim sorrindo de forma apaixonada.
— Pelo visto você tá com sorte e eu estou numa droga de maré de azar. – falou Alex, chateado.
— Calma cara, vamos dar um jeito nisso. – afirmou Kim. – Agora eu vou banhar que ainda vamos a aula.

OoO...

Em seu quarto, Annie estava com Martin, os dois estavam em pé, um de frente para o outro, ambos estavam de olhos fechados, a moça segurava com força as duas mãos de seu namorado, ela havia explicado que teria que sentir o que Martin sente, saber o que ele sabe e assim ter acesso a ligação que ele tinha com seu irmão, para que assim tentasse senti-lo ou até vê-lo. O casal tentou por quase meia hora, mas os poderes de Annie não a faziam sentir nenhum estímulo, que indicasse a presença de Edgard.
— Ele está vivo...Ele...Não está do outro lado...Ele não está. – afirmou Annie, soltando as mãos de Martin.
— Como assim? Eu vi meu irmão morto! – falou Martin começando a chorar.
— Eu não sei Martin, mas ele não está do outro lado.
Nesse instante, Jason adentrou o quarto do casal, ficando intrigado com Martin que estava chorando e com sua irmã que estava aflita.
— Espera, deixa eu adivinhar. O galãzinho cansou de brincar com a bruxinha, ou será que foi a bruxinha que arrumou outro galãzinho? – falou Jason sorrindo para o casal.
— Não é da sua conta babaca. – disse Martin de forma agressiva.
— Calma Martin, ele pode nos ajudar. – afirmou Annie.
— Como assim ? Ele é um vampiro. – disse Martin confuso.
— Mas ele já foi um bruxo. – explicou Annie. – Jason, você acha possível, alguém que esteja do outro lado se esconda de um feitiço, a ponto de uma bruxa não conseguir achar essa pessoa.
— Claro que sim! Você por acaso me encontra com esse feitiço de mortos? – indagou Jason.
— O que você quer dizer isso? – indagou Martin.
— Quero dizer que há dois anos atrás, eu transformei o irmão do bonitão aí, eu um dos meus poucos momentos de bondade. – falou Jason com naturalidade.
— Você sabia que ele era meu irmão e não me falou nada esse tempo todo? Onde ele está? – falou Martin com irritação e ansiedade.
— Calma que eu vou contar como aconteceu...

FLASH BACK ON...
2 ANOS ATRÁS...

Jason estava em uma rua escura, a poucos metros da casa de Kathryn, ele havia vindo visitar sua filha, porém todos haviam saído para a festa de aniversário da cidade, inclusive Kathryn, o vampiro decidiu que viria no dia seguinte, mas decidiu que iria até a praça, ver a premiação de longe . Lá encontrou uma multidão concentrada a espera do resultado do concurso da garota Flowers, e também encontrou um belo rapaz que corria e chorava, ele decidiu a seguir.
— Ei por que está chorando? – perguntou Jason, que recebeu como resposta apenas mais lágrimas do rapaz. – O que aconteceu?
O homem então mostrou seu braço que sangrava muito, ele parecia haver se cortado profundamente. Ao ver aquilo Jason começou a desejar aquele sangue e imediatamente segurou o braço do rapaz e o levou para uma rua deserta, porém não afastada dali.
— Fica calmo e não grita! – ordenou Jason se valendo da hipnose.
Em seguida o vampiro cravou seus dentes no braço do desconhecido, para depois morder o pescoço de sua vítima. O vampiro sugou o sangue do rapaz por alguns minutos, mas foi parado por um grito horrorizado de uma garota que observava toda aquela cena de perto. Jason parou de atacar e virou-se para a garota a reconhecendo...Era Kathryn, ela estava chorando, apavorada com o que via, ela tinha a frente Jason que estava sujo de sangue e com uma aparência assustadora.
— Socorro! Tem um monstro... – gritava Kathryn.
Jason correu chorando até sua filha, e a olhou nos olhos dela, onde ele só encontrava medo e horror.
— Oh meu amoe, me perdoa, você não deveria ter visto isso...Me perdoa. – falou Jason limpando sua boca.
— Não encosta em mim, assassino, monstro. – gritou Kathryn.
— Escuta meu amor, você não viu nada disso, volte para a festa e esqueça o que viu aqui, esqueça meu rosto também. – falou Jason chorando, vendo a garota virar de costas.
Jason foi chorando até o rapaz que havia atacado, mas ele estava sem vida, o vampiro então tentou cura-lo com seu sangue, mas não conseguiu, então colocou o homem em seus braços e o levou para longe dali, até coloca-lo em seu carro. Jason pegou uma estrada e começou a beber uma garrafa de vodka, que estava em seu carro, Jason continuava chorando, bebendo e lembrando das duras palavras de sua filha, o vampiro acabou se distraindo e quando se deu conta havia batido em um carro que havia capotado, por tentar desviar de seu carro, o vampiro correu até o outro carro e tirou 4 pessoas, eram Tyler, Martin, Megan e Edgard, os três primeiros pareciam estar bem, mas Edgard estava praticamente morto, foi então que Jason deu seu sangue ao loirinho, que acordou.
— Quem é você? – indagou Jason.
— Jason Parker seu novo parceiro. – falou Jason quebrando o pescoço do rapaz facilmente.

Flash Back off...

— Meu irmão está vivo? – perguntou Martin, após Jason contar a história.
— Tecnicamente sim. – respondeu Jason.
— Por que o transformou em vampiro? Por que apenas não o salvou ? – indagou Martin.
— Ah sei lá, achei que o loiro do cabelo dele combinaria com as presas – falou Jason ironicamente.
Martin se aproxima do vampiro tentando lhe bater, mas acaba sendo empurrado.
— Onde é que está o meu irmão? – pergunta Martin, sendo ajudado por Annie a levantar do chão.
— Hey calma galã, eu vou te contar, mas antes a Annie vai me fazer um favor... – falou Jason mostrando a pedra da lua a sua irmã.
— Você matou meu irmão, e que nossa ajuda. – indagou Martin com irritação.
— Epa...Eu salvei seu irmão, quem matou ele foi você seu drogadinho. – falou Jason.
— Martin, vai pra escola, você já está atrasado. – disse Annie a seu namorado. – A gente vai achar seu irmão.
Martin olhou para os dois irmãos a sua frente, pegou sua mochila e bateu a porta saindo daquele ambiente.
— Agora somos eu e você irmãzinha. – disse Jason colocando a pedra nas mãos de sua irmã.

OoO...

No Primeira Opção, a turma de Kim, estava toda concentrada na aula de História, menos ele mesmo, que riscava uma folha de papel em branco, do seu caderno.
— Kim! – chamou Alex sussurrando.
— Que? – respondeu Kim, no mesmo tom.
— Eu vou contar pra ela.
— Vai contar o que seu maluco? – indagou Kim sem entender.
— Que eu beijei a Lis.
Nesse instante, Lis acenou para o rapaz como sorriso, enquanto Mari observava a tudo não gostando do que via. O sinal para o intervalo e todos levantaram ao mesmo tempo e saíram juntos, com exceção de Mari que foi até Alex, e abraçou seu namorado.
— Amor, o que você tanto cochicha com o Kim? – indagou a moça.
— Nada meu amor. – falou Alex nervoso olhando para Kim. – O que eu estava te falando Kim?
— O que...Nem lembro. – respondeu Kim – Eu vou deixar vocês conversando e vou falar com o Martin.
Kim saiu, deixando o casal sozinho, a moça deu um beijo rápido em Alex, que demonstrava está estar nervoso.
— Alex você está bem? – indagou Mari.
— Claro amor.
— Então me beija – ordenou a garota.
O casal então se beijou novamente, porém dessa vez com maior duração.

OoO...

— Vamos lá Annie, não deve ser tão difícil saber com se usa essa porcaria de pedra! – gritava Jason apressando sua irmã.
— Deve ter algo sobre essa pedra em um desses livros. — disse Annie folheando vários livros antigos. – Me ajuda a procurar...tenta achar algo que fale sobre amuletos ou pedras...
Os dois seguiram por alguns minutos em uma procura exaustiva, haviam mais de 50 livros enormes naquela casa.
— Vem cá, como você trouxe essa tralha toda de Faals Church? – indagou Jason.
— Eu sabia que íamos precisar em algum momento. – falou Annie com um sorriso no rosto.
— Espera eu conheço esse sorriso...Você achou? — Jason falou correndo para próximo de sua irmã.
— Sim está aqui...tudo sobre a pedra da lua. – falou Annie indicando uma página a seu irmão.
— Mas eu não entendo nada...
— Claro, é latim, você nunca quis aprender...Eu sei — disse Annie sorrindo.
— Então leia logo isso! – disse Jason impaciente.
— Tá... A pedra da lua...sela e...quebra vários feitiços, porém só é possível que se use...caso ocorra fenômeno...eclipse total lunar... – leu Annie com dificuldade.
— O que? Eu vou ter que esperar um eclipse... – gritou Jason furioso.

— Calma tá tudo bem, tem um daqui a 6 meses — falou Annie tentando acalmar seu irmão.
— Não...Não...Não está tudo bem Annie, eu não sei quanto tempo a Kathryn vai aguentar. – falou Jason tentando conter um choro eminente.
— Calma meu irmão nós vamos dar um jeito. – disse Annie tentando abraçar seu irmão.
Jason chutou a porta esmurrou a parede e foi embora batendo a porta deixando Annie sozinha e assustada.

OoO...

Em um quarto escuro, Anthony já havia desistido de tentar se soltar das correntes em que havia sido preso. A sede tomava conta do seu ser, ele se sentia fraco, não tinha nem como levantar dali, era como se estivesse prestes a morrer de fome. De repente, uma luz surgiu diante de seus olhos, porém ele só conseguia ver sombras de alguém.
— Toma um pouco disso. – falava Liam que acabara de entrar no local e oferecia a seu hóspede um pouco de sangue de uma bolsa conseguida em um hospital.
— Quando você vai deixar que eu saia daqui? – falou Anthony com uma voz fraca.
— Assim que você conseguir ter controle. – disse Liam firmemente.
— Para com essa historinha de controle...Eu sei que tá me prendendo aqui por que... – disse Anthony sem conseguir completar.
— Você se acha demais rapaz, mas pode ser isso sim, mas eu estou preocupado sim com você. – falou Liam, desamarrando o amigo.
— Sinto te decepcionar, mas eu sou hétero. – falou Anthony tentando levantar-se.
— Escuta, fala com sua mãe, ela não está acreditando nas histórias que o Kim tem contado a ela.- falou o vampiro mais velho, entregando um celular ao outro.
Anthony esperou que sua mãe atendesse e logo começou a falar.
— Sim mãe eu estou bem, estou na casa de uma amigo...em outra cidade...
O telefonema durou alguns minutos até que Anthony conseguiu desligar o celular, após as inúmeras perguntas de sua mãe.
— Vamos a floresta agora, vou te testar, ver se consegue se controlar após sugar alguns esquilos. – disse Liam.
Anthony fez careta demonstrando seu nojo ao ouvir a palavra esquilo, fazendo Liam sorrir, os dois começaram a sorrir descontroladamente. Após isso o mais novo vampiro sorriu e encarou seu amigo, tocando seu ombro.
— Obrigado! Obrigado por...se importar comigo. – falou o mais novo abraçando Liam, que amou aquele abraço.
OoO...
Em sua casa, Mari via uma novela que passava na televisão, quando ouviu a campainha de sua casa, a moça correu até a porta, imaginando que fosse seu querido namorado. Sua intuição estava certa, ao abrir a porta deu de cara com um Alex aflito a sua frente.
— Oi amor, que surpresa! Entra. – falou Mari puxando seu namorado para dentro de sua casa.
— Mari eu preciso falar uma coisa muito importante... – dizia Alex.
— Eu também preciso te falar uma coisa importante. – falou ela.
— Então fala primeiro amor... – disse Alex ainda nervoso.
— Tá...Eu quero dizer que, eu te amo, você mudou a minha vida desde aquele dia que foi me deixar em casa depois do trabalho na casa da Kathryn...Dizer que eu sou a pessoa mais feliz do mundo desde aquela noite que você me pediu em namoro, e que aconteça o que for eu nunca vou deixar de te amar. – disse Mari vendo seu namorado chorar. – Amor você está chorando.
— É eu faço isso de vez em quando. – falou ele tocando a mão de Mari.
— Então fala o que você tinha pra me dizer.
— Não...era isso tudo que você já falou. – disse Alex abraçando Mari.
— Eu te amo meu amor – sussurrou ele no ouvido de Mari.

OoO...

Jason estava tocando a campainha da casa de Megan, após alguns segundos depois a loira apareceu na porta, estranhando a presença do vampiro ela tentou fechar a porta, porém Jason tinha mais força e conseguiu deixar a porta aberta.
— Sai daqui! Você é um vampiro. – gritou Megan, logo em seguida pedindo socorro.
— Para de gritar, fica calma, não tenha medo e vem comigo. – ordenou Jason.
Por ser hipnotizada, Megan acompanhou o vampiro, que a conduziu até a praça da cidade que estava vazia.
— Por que você me trouxe até aqui? — indagou a loirinha de forma calma.
— Meu bem hoje eu tive uma decepção e estou extremamente triste. – falou o vampiro deixando que uma lágrima escapasse de seus olhos.
— E o que eu tenho a ver com isso? – indagou a loirinha vendo o homem a sua frente chorar.
Jason se aproximou de Megan e tocou seu rosto devagar dizendo:
— Você me deixa bem, me traz um pouquinho de vida sabe... – disse Jason – Eu sei que hoje nada vai me deixar bem, mas eu preciso de você, fica comigo.
— Sim eu posso ficar um pouco com você.
O vampiro então beijou Megan, com amor.

OoO...

Os dias na cidade e de Flowers se aceleraram, o eclipse tão esperado por Jason estava um pouco longe de acontecer, para que Kathryn suportasse, todos os dias o vampiro vai até sua filha e lhe da algumas gotas de sangue, para que o mal que toma seu corpo não a matasse.
...
Alex e Mari continuam felizes, mas o rapaz não conta sobre sua traição.
...
Megan periodicamente recebe a visita de Jason que a hipnotiza por alguns minutos de amor.
...
Anthony tenta e aos poucos consegue o controle de seu corpo, paralelamente se aproxima ainda mais de Liam.
...
Annie estuda para o feitiço que terá de realizar, enquanto Martin busca informações e rastros de seu irmão Edgard.
...
Kim todos os dias visita Kathryn, e sente o quanto não conseguiria perde-la...
...
...
...
6 MESES DEPOIS

Kathryn está em uma rua escura, ha apenas uma luz, a garota esta a espera de Martin, os dois haviam marcado de se encontrarem as duas horas da manhã, mas já se passava das duas e meia e Martin ainda não havia aparecido, as mãos de Kathryn estavam suadas as suas orelhas estavam congelando, o lugar era muito frio, se tratava do centro da praça de Flowers.
Tudo em Kathryn pedia para que ela deixasse aquele local, as suas dores de cabeça aumentavam, e uma tontura tomava seu corpo, além da ansia de vômito que cada vez ficava mais forte, ela não iria aguentar e o sentimento de morte só crescia, o medo de que aqueles fossem os seus últimos segundos. A ideia de que poderia não ver mais aqueles a que ama, lhe assustava, e a deixava mais aflita. Em meio a toda aquela angústia finalmente Kathryn pode ver a figura de um homem, que para Kathryn parecia ser Martin, porém a tal figura vinha acompanhada de mais um homem, a qual a garota nunca havia visto, e uma menina que reconheceu ao longe era Annie, a sua adorável, amiga que lhe deixava mais tranquila.
As três figuras se aproximavam ainda mais de Kathryn, que pode ter certeza de que uma das figuras se tratava sim de Martin, e que garota era Annie, sua amiga que tinha um sorriso que lhe trazia cada vez mais esperanças, mas a última imagem que Kathryn pode ver antes de apagar totalmente, foi a do homem desconhecido, que tinha um rosto sombrio e um sorriso perfeitamente amedrontador, o que a fez sentir um arrepio correr por sua espinha, para depois se entregar ao sono e ver apenas um escuro total.

OoO...

Notas finais
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