Notas iniciais
Queridos amigos, que ainda acompanham essa saga de amor assombrosa entre Kim, Kathryn e Martin. Agradeço mesmo por continuarem e quero dizer que não vou desistir da história, apenas estou com o tempo reduzido, mas que sempre que posso estou escrevendo...Agora deixo vocês com um capítulo enorme e bem feito, posso adiantar que são grandes emoções e tem um beijo muitissimo esperado, querido Duuh, querido Craig, querida Janna e todos os fantasminhas que leem e não comentam...aproveitem!!!

ECLIPSE TOTAL

FLASH BACK ON
2 MESES ANTES...

Kim batia na porta de Jason, o rapaz estava acompanhado de seu fiel escudeiro, Alex, que estava totalmente confuso, pois Kim havia lhe trazido até ali sem lhe explicar o motivo.
— O que você quer aqui Kim? Aqui mora aquele esquisitão do Jas...
O garoto não pode terminar o que diria pois no instante Jason abriu a porta de sua casa, o vampiro estava com uma aparência sonolenta.
— O que você quer Kim? – falou o vampiro bocejando.
— Você prometeu que hoje nós iriamos até o hospital e contaríamos toda a verdade a Kathryn. Lembra?
Alex ouvia a conversa dos dois e realmente não entendia sobre o que eles estavam falando.
— Kim, do que vocês estão falando? O que esse...cara tem haver com a Kathryn? – indagou o confuso amigo de Kim.
— Cala a boca Alex! – falaram Kim e Jason em um mesmo instante.
— Tá, vou ficar calado. – respondeu Alex assustado.
— Se você veio pra conversarmos com a minha filha, por que trouxe esse pirralho? – indagou Jason irritado.
— Epa, pirralho não que eu já tenho...Espera aí...Filha? Como assim? – indagou Alex sem entender o rumo da conversa.
— Ele é meu melhor amigo e também é amigo da Kathryn e pode ajudar... – argumentou Kim.
— Esse moleque é imprestável. – fala Jason.
— Ei, da pra vocês pararem de falar como se eu não tivesse aqui? – falou Alex irritado.
— Cala boca Alex! – falaram Kim e Jason juntos novamente.
— Tudo bem, o moleque vai! – Falou Jason irritado.
— Então vamos. – falou Kim.
...
Já no hospital, no quarto onde estava Kathryn, estavam também, Martin, Annie e Mari, além de Maria a mãe de Kathryn. Ao chegar no ambiente Jason ficou intrigado com as pessoas que estavam ali.
— Sério que precisa dessa plateia toda aqui? – fala o vampiro sem entender.
— Jason? Kim? Alex? – indagou Kathryn.
— Calma gatinha, vamos só te contar uns segredinhos. – disse Jason sorrindo. – Bem, tudo começou a uns 17 anos atrás, eu a Annie e o meu irmão Liam vivíamos felizes com a mamãe bruxa...ou melhor nós três éramos bruxos, e eu não estou falando de pessoas más, mas sim de pessoas com poderes.
— Sim eu sei, Annie já me mostrou que é uma bruxa, ela me pediu segredo, mas acho que não é mais necessário. – falou Kathryn, recebendo um afago e um sorriso doce de Annie.
— Bom, como eu estava dizendo, fomos felizes, mas eu não me contentava em ter poderes eu queria ser mais, eu queria ser imortal. Foi assim que me tornei um vampiro.
— Como assim? Tipo os irmãos Salvatore de TVD? Você suga o sangue de pessoas até a morte. – indagou Alex curioso.
— Exatamente assim, quer que eu mostre em você? – falou o vampiro amedrontando Alex.
— Não. Eu já entendi perfeitamente. – respondeu Alex nervoso.
— Você não espera que eu acredite que vampiros existam e que você é um, não é? – indagou Kathryn com ironia.
Jason retirou um canivete do seu bolso, sobre os olhares atentos de todos ali, então cortou seu pulso profundamente, fazendo com que seu braço sangrasse bastante. Todos observaram então o braço do vampiro se curar em instantes.
— Fantástico! Eu quero ser um também me transforma. – falou Alex.
— Cala boca Alex. – dessa vez foi Kim que ordenou.
— Continuando, depois que me tornei vampiro, a nossa mãe me baniu da família, me expulsou da nossa convenção de bruxos. Foi então que eu decidi transformar meu irmão Liam em vampiro. A fúria de minha mãe então só aumentou.
— Tá você era um bruxo, virou um vampiro, mas qual a minha ligação com tudo isso? – indagou Kathryn.
Nesse momento, Maria a mãe de Kathryn, se aproximou de sua filha e começou a chorar.
— Eu conheci o Jason desde criança, nós nos amávamos muito, eu era a única pessoa que ele contava seus segredos inclusive, que era um bruxo. Logo eu engravidei de você filha...
Kathryn olhava incrédula para sua mãe e para Jason, tentando encontrar nele uma figura de pai.
— Eu tive que ir embora filha. Me perdoa, mas eu me tornei um assassino, eu não conseguia lidar com a minha sede de sangue.
— Por que vocês estão me contando tudo isso agora? – indagou Kathryn chorando.
— Por que todos estamos unidos pra te salvar Kathryn. – falou Martin contando agora sua parte da história. – Quando eu fui embora pra Falls Church, eu conheci a Annie, e com ela descobri todo esse mundo louco, mas o que me fez voltar foi a descoberta que existia uma forma de te salvar.
— Como assim me salvar? – indagou Kathryn.
— Sim nós podemos quebrar o feitiço. – agora foi Annie que falou – A nossa mãe lançou um feitiço no seu nascimento, que fez com que você tivesse essa doença. O feitiço seria uma forma de castigar Jason.
— Mas o que importa é que vamos te salvar meu amor, já conseguimos tudo e só estamos esperando uma droga de eclipse que vai acontecer daqui a 4 meses.
— Vai embora todo mundo! Fica apenas esse cara que diz ser meu pai e que quer tanto me salvar. – falou Kathryn.
Todos saíram dali, deixando apenas Jason e Kathryn no quarto. A princípio houve o silêncio que só foi quebrado por algumas palavras de Kathryn.
— Você sabe quantas vezes eu precisei de você? Sabe quantos dias dos pais eu chorei por você?
— Meu bem eu não podia, você sabe.
— Não eu não entendo, a minha vida inteira eu só queria te conhecer. Agora tudo o que eu quero é apagar você da minha vida. Esquecer de você. – falou Kathryn em meio a um choro contido.
Jason olhou para sua filha e também chorou. Ainda chorando se aproximou dela e olhou em seus olhos profundamente.
— Kathryn assim que eu sair por aquela porta você vai apenas lembrar que temos como te salvar, mas vai esquecer do meu rosto e que é minha filha.
Jason olhou novamente para sua filha e foi embora a deixando chorando, sem que soubesse o motivo.
OoO...
HOJE...

Kathryn está em uma rua escura, ha apenas uma luz, a garota esta a espera de Martin, os dois haviam marcado de se encontrarem as duas horas da manhã, mas já se passava das duas e meia e Martin ainda não havia aparecido, as mãos de Kathryn estavam suadas as suas orelhas estavam congelando, o lugar era muito frio, se tratava do centro da praça de Flowers.
Tudo em Kathryn pedia para que ela deixasse aquele local, as suas dores de cabeça aumentavam, e uma tontura tomava seu corpo, além da ânsia de vômito que cada vez ficava mais forte, ela não iria aguentar e o sentimento de morte só crescia, o medo de que aqueles fossem os seus últimos segundos. A ideia de que poderia não ver mais aqueles a que ama, lhe assustava, e a deixava mais aflita. Em meio a toda aquela angústia finalmente Kathryn pode ver a figura de um homem, que para Kathryn parecia ser Martin, porém a tal figura vinha acompanhada de mais um homem, a qual a garota nunca havia visto, e uma menina que reconheceu ao longe era Annie, a sua adorável amiga que lhe deixava mais tranquila.
As três figuras se aproximavam ainda mais de Kathryn, que pode ter certeza de que uma das figuras se tratava sim de Martin, e que a garota era Annie, sua amiga que tinha um sorriso que lhe trazia cada vez mais esperanças, mas a última imagem que Kathryn pode ver antes de apagar totalmente, foi a do homem desconhecido, que tinha um rosto sombrio e um sorriso perfeitamente amedrontador, o que a fez sentir um arrepio correr por sua espinha, para depois se entregar ao sono e ver apenas um escuro total.
— Vamos pegue ela no colo Martin, vamos leva-la para um local afastado. – disse Jason.
Em seguida os três, agora acompanhados de Kathryn, seguiram para um local isolado da cidade, onde haviam muitas árvores, mas que tinha um local ideal para o que pretendiam fazer.
— Vamos façam um circulo para que a magia se concentre – pediu Annie.
Com a ajuda de Martin, Jason desenha com terra o círculo no chão, Annie e Kathryn ficaram dentro do círculo, o vampiro entregou a pedra da lua a sua irmã, que por sua vez, olhou para o céu, onde viu que o eclipse estava acontecendo, a lua já estava completamente escondida e começava a ganhar um aspecto vermelho.
— Fhesmathus tribum labros... – pronunciava Annie, enquanto o objeto de magia começava a flutuar.
Annie continuava a pronunciar as palavras, segurando a mão de Kathryn que estava inconsciente, enquanto Jason e Martin conversavam impressionados sobre o que estavam vendo.
— Isso vai esmo funcionar? – indagou Martin com um pouco de medo do que estava presenciando.
— Não, não vai funcionar. Estamos aqui nessa madrugada fria porque eu estava com insônia. – respondeu Jason em tom irritado e irônico.
— E porque o Kim não esta aqui? — indagou Martin.
— Por que ele só iria atrapalhar, por isso hipnotizei ele e aquele babaca do amigo dele para que ficassem na casa do Alex. – respondeu o vampiro.
— E quanto a Mari? Ela pode querer ir até o hospital visitar Kathryn. – afirmou Martin.
— Bem pensado...Liga pra ela agora e diz que o Alex ficou sem bateria e pediu que você avisasse pra ela ir até a casa dele. – falou o vampiro, um pouco impaciente.
— Tá vou ligar pra ela. – afirmou Martin.
O rapaz tentou ligar, mas o sinal de seu celular não funcionava, ele então avisou a Jason que iria se distanciar para tentar completar a ligação, o vampiro afirmou que ele fosse, mas que não se distanciasse tanto. Martin então saiu dali.

OoO...

Na casa de Alex, ele e seu amigo Kim estavam a jogar vídeo game enquanto conversavam, os minutos se passavam rapidamente e o rapaz até conseguia esquecer um pouco dos momentos tristes que estava vivendo, porém Alex não conseguia se concentrar no jogo pois estava aflito depois da última conversa que teve com sua namorada.
— Eu acho que vou contar pra ela, cara eu não estou conseguindo olhar nos olhos dela. – afirmou Alex aflito.
— Eu acho que quanto mais tempo você esconder essa história pior vai ser a reação da Mari.
Nesse momento Mari vinha a se aproximar da porta do quarto onde os garotos estavam, ela ouviu seu nome e deduziu que os dois garotos estavam a falar dela, por isso decidiu esperar alguns segundos antes de entrar.
— Cara, mas só aconteceu um beijo e não passou disso – falou Alex.
Do outro lado da porta Mari deixa cair uma lágrima que logo é tirada de seu rosto enquanto adentra o quarto assustando os amigos.
— Quem você beijou Alex? – indagou a moça em tom de raiva.
— Bom eu acho que vocês dois precisam conversar, eu vou pra casa pra que vocês conversem sozinhos. – disse Kim, que saiu dali deixando o casal sozinho.

OoO...

tayrl renne — wish it were you

Na casa alugada pelos irmãos Parker e por Martin, estavam Liam e Anthony, os dois estavam sozinhos a casa estava vazia e o silêncio reinava. Anthony estava na sala vendo TV enquanto Liam preparava o jantar. Nos últimos seis meses os dois ficaram bem próximos e porque não dizer, se tornaram amigos inseparáveis. Liam ensinou ao jovem Salvatore como ter controle da sede de sangue. Anthony ensinou ao mais velho como jogar videogame, indicou ao amigo vários seriados que sempre assistiam juntos.
Sim é claro que por um bom tempo a relação dos dois foi bem difícil, afinal há pouco tempo Liam se declarou amorosamente para o amigo, que por sua vez alegou não estar interessado em um relacionamento como esse, pelo menos não com um garoto. Ao que parece os dois esqueceram esse assunto, Liam nunca mais falou sobre e Anthony fingi que isso nunca ocorreu. Agora Anthony aguardava ansiosamente pela comida preparada pelo amigo.
— Anthony! Vem já tá pronto. – gritou Liam da cozinha.
Em questões de segundos o garoto já estava na cozinha mexendo em todas as panelas enquanto Liam tentava leva-las para mesa. O cardápio era formado por um arroz branco, que parecia tão sem graça, dois tipos de salada e um dos maiores motivos por Anthony estar ali, a lasanha de frango, que só o seu amigo sabia fazer.
— Parece está delicioso Liam! – falou Anthony indo com seu prato em direção a sala.
— Ei você vai comer na sala? – indagou Liam com impaciência.
— Claro que sim, amo comer no seu sofá, sempre é assim.
— Você nunca vai aprender comer sentado a mesa? – perguntou Liam com um sorriso de canto.
— Você sabe que não. – afirmou Anthony – Anda vem traz teu prato também.
Logo os dois estavam jantando no sofá, como sempre não faziam nada quietos, os dois sempre faziam brincadeiras com o comida, o mais novo que não gostava de saladas sempre as jogava no prato de Liam, que ficava muito irritado até falar dos benefícios dos vegetais, fazendo com que Anthony o chamasse de “mamãe” sempre em tom de zoação. Em minutos os dois já haviam terminado de jantar e Anthony recolhia o prato do amigo e levava junto com o seu para cozinha, afinal já que Liam cozinhou ele deveria ficar com a louça para si.
Liam ainda na sala estava a vasculhar a sala inteira atrás de seu pen drive, perguntou para Anthony se ele sabia onde estava mas o garoto respondeu que não enquanto lavava a louça. Após muita procura ele encontrou o pequeno objeto que estava escondido embaixo de uma das almofadas de seu sofá. Com o pen drive em mãos ele o plugou em sua TV e escolheu uma das várias pastas de músicas existentes até selecionar uma música.
Após isso foi até a cozinha, onde encontrou Anthony já terminando de lavar toda a louça, que estava empilhada em um secador de louças. O rapaz se aproximou de seu amigo e precisou se aproximar por trás para pegar um pano de secar pratos.
— Bem rápido você em ! – disse Liam já secando um prato.
— Eu sou rápido em tudo, e não estou falando só da super velocidade – disse Anthony sorrindo.
— Eu já acho você bem lentinho. – falou Liam com meio sorriso.
— Claro que não. Eu sou rápido sim. Por que não sou? – perguntou Anthony que já havia terminado de lavar a louça e agora encarava seu amigo bem de perto.
— Você não percebe as coisas ao seu redor, não percebe as pessoas ao seu redor nem os sentimentos delas, as vezes acho que vou ter que desenhar pra você entender o que eu quero. – disse Liam seriamente.
— Não começa com essa história de sentimento de novo não cara, por favor – disse Anthony
— Meu, desculpa, mas eu não estou conseguindo , eu sei que a gente passou esses seis meses ignorando esse assunto, mas pra mim não da mais.
— Liam, esquece isso...Eu vou embora, amanhã a gente conversa. – falou Anthony virando de costas.
— Você também quer, eu vejo nos teus olhos. – disse Liam segurando o braço de Anthony, que tentava ir.
— Não eu não posso.
— Claro que pode.
Liam tocou suavemente em um dos lados do rosto de Anthony, que acabou fechando seus olhos rapidamente para depois abri-los encontrando a boca de Liam bem ali a sua frente, seu hálito podia ser sentido com facilidade pela proximidade em que encontravam-se seus rostos. O mais velho aproveitou o momento e encostou rapidamente seus lábios nos do garoto, lhe dando um rápido e singelo beijo, logo depois se afastou, para logo depois ser surpreendido por Anthony, que enroscou suas mãos em sua cintura e lhe deu um longo beijo, que transmitia todo o desejo guardado durante os últimos meses. O casal se abraçava e respirava ofegante após o longo beijo. Anthony voltou a olhar o rosto de Liam e soltou-se dos braços que o envolviam e saiu correndo sem nem mesmo trancar a porta, deixando Liam espantado, confuso e sozinho.

OoO...

Alex mirava o rosto de Mari, que chorava sentada na cama, enquanto o rapaz estava em pé a observa-la. Os dois estavam em silêncio desde que foram deixados sozinhos, até Mari quebrar o silêncio com uma pergunta.
— Quem foi? Quando foi?
— Para Mari! Não foi importante, foi apenas uma vez, poucos segundos.
— E por que você não me contou?
— Por que eu sabia que você teria essa reação.
— Eu vou embora – disse a garota levantando. – Você não vai mesmo contar.
— Espera... Foi Lis, durante as aulas de violão ela...ficava dando em cima, até que um momento...
— Até que você fraquejou...Olha eu já sei coisa demais. Eu vou sair por essa porta e você não vem atrás de mim. Me deixa em paz tá. – falou a moça batendo a porta.
— Mari! – ficou Alex gritando sozinho no quarto.

OoO...

Annie continua com a quebra do feitiço, o que deixa Jason impaciente a enchendo de perguntas. De repente a bruxa aparenta perder todas as suas forças e começa a gritar alto interrompendo o feitiço. Jason estranha o que acontece e começa a procurar por todos os lados o motivo por aquilo esta acontecendo. Em seu inconsciente o vampiro sabia quem estava provocando aquilo, mas queria não acreditar no que estava pensando. Foi então que surgiu da mata um homem já conhecido por Jason, era o líder da convenção, Benjamin Donnovan, ele estava acompanhado da mãe do vampiro, Ester Parker, que trazia consigo um sorriso irônico e vitorioso.
— Então vocês realmente estão tentando fazer isso, olha minha filha, presumo que saiba que esse é um feitiço que existe bastante poder e que pode matar você. – disse a senhora Parker a sua filha.
— Continua Annie, você consegue! – falou Jason em uma tentativa de encorajar sua irmã.
— É impressionante o tamanho do seu egoísmo, você quer mesmo que sua irmã se mate por conta de um capricho seu? – falou Ester.
— Capricho? Estamos falando de uma vida, da vida da minha filha e eu vou até o inferno por ela.- respondeu o vampiro.
— Mas essa não é uma decisão sua. – disse Ester.
— É minha, e eu decido correr o risco. – fala Annie continuando o feitiço.
— Comovente! Mas também não é uma decisão sua. – Disse Ester se unindo com Benjamim e fazendo um forte feitiço.
O feitiço funcionava em forma de fortes ondas sonoras, que atingiam aos irmãos Parker. Annie acabou interrompendo o feitiço e caiu ao chão. Jason tentou ajudar a irmã, mas também não resistiu caindo ao chão. Nesse momento um pedaço de madeira atingiu a cabeça de Benjamin, que acabou inconsciente parando o feitiço.
— Boa galãzinho! – falou Jason ao ver que Martin havia surgido e atacado o líder da convenção.
Em questão de instantes Jason aproveitou-se e correu até Benjamin e arrancou seu coração, olhando com um sorriso vingativo para sua mãe. Ester com o feitiço acabou quebrando a pedra da lua em vários pedaços, sem nem mesmo precisar toca la, o que deixou Jason espantado e com uma lágrima a descer de seus olhos.

dear god
— O destino da moça foi traçado no dia em que ela nasceu, eu ajudei você e sua irmã, apenas pra ter o gosto de ver essa sua cara de desespero...a mesma cara que fiz quando você se transformou nessa aberração e ainda fez o mesmo com seu irmão...ah meu filho querido. Agora você vai saber o que é perder um filho. – disse Ester para depois sumir dali rapidamente.
O cenário que ficou, mostrava Annie levantando-se inconformada sendo ajudada por Martin, que a ajudava, enquanto Jason chorava abraçando Kathryn, que ainda estava desacordada. Jason gritou a palavra não o mais alto que pôde para depois beijar a testa de sua filha.

OoO...


CONTINUA...

Notas finais
Comentem por favor!!!