O Filho Do Príncipe
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Notas iniciais
Mas é que eu meio que "estudo em duas escolas", então, às vezes tenho que dar uma de "Hermione"e acabo ficando meio atolada.
Mas juro que vou me esforçar ao máximo para publicar mais vezes!
Espero que gostem do capítulo e , mais uma vez, peço desculpas pela demora...
Boa leitura!
– Venham jantar! – chamava a Sra. Weasley – George, vá chamar o Rony!
George foi até a porta e gritou:
– Roniquinho, a mamãe está chamando para jantar!
– Já vou! – respondeu Rony.
George entrou na cozinha e Rony entrou logo em seguida.
– Cadê a Hermione? – perguntou Harry.
– Ela disse que não quer jantar – respondeu Rony – e preferiu ficar lá fora.
–Então, vamos comer? – disse o Sr. Weasley.
Todos começaram a se servir. A porta abriu-se e a Sra. Weasley, que estava de costas, disse:
– Resolveu jantar, querida?
– QUERIDA?! – Uma voz grave respondeu – Não sabia que você gostava tanto de mim, Molly.
– HAGRID!!! – gritaram todos em coro.
– Desculpe – disse a Sra. Weasley, rindo – pensei que fosse a Hermione.
– Eu imaginei que não fosse comigo... – disse Hagrid.
– E o que o trouxe aqui? – perguntou o Sr. Weasley.
– Ah! Eu vim por ordem do Ministério.
– Por quê? – perguntou Gina.
Nesse momento algo começou a se mexer sob um pano que Hagrid carregava. E, então, um pássaro cor de fogo saiu voando de debaixo do pano e foi parar no ombro de Rony.
– Dumbledore deixou em seu testamento sua fênix, Fawkes, para o Rony – explicou Hagrid – mas, por algum motivo, o Ministério não quis dá-la a ele e, desde então, Fawkes começou a dar muito trabalho e o King, novo Ministro da Magia, mandou que eu desse ela ao seu dono. A Fawkes é sua! – disse Hagrid, com o olhar voltado para Rony.
Rony abriu um grande sorriso que não duraria muito tempo...
Ao mesmo tempo, no jardim da Toca...
Hermione estava sentada sob uma árvore, pensativa, quando ouviu um barulho estranho:
– Rony?! – perguntou a garota – É você?! Não tem graça, Rony! – a garota estava começando a ficar assustada.
O barulho começou a ficar mais perto e ela reconheceu o barulho: eram passos.
– É sério Rony, aparece!
– Nossa! – uma voz esganiçada falou, logo atrás de Hermione – Não sabia que eu havia mudado de nome!
Hermione virou-se, rapidamente, mas já era tarde.
– “Estupefaça”!
A garota foi lança a metros de onde estava, mas, antes de ser atingida, conseguiu ver uma mulher com roupas pretas e um cabelo muito cheio e encaracolado.
Dentro da Toca...
Ouviu-se um forte estrondo do lado de fora da Toca, todos ficaram em silêncio até que Rony disse:
– Hermione!
Todos foram imediatamente para fora da Toca e não encontraram nada na árvore onde a garota estava com Rony antes que ele entrasse, nada mesmo, pois nem a garota estava lá.
– Hey! – gritou o Sr. Weasley, caminhando muitos metros à frente.
Todos foram atrás dele e só o que encontraram foi Hermione, desacordada, com sangue em uma de suas pernas.
Rony pegou Hermione nos braços e levou-a, rapidamente, para dentro da Toca.
A Sra. Weasley pegou uma poção, de cheiro muito desagradável, e começou a passar no ferimento que Hermione tinha na perna, enquanto Rony tentava acordá-la:
– Hermione, fala comigo. – Rony chamava pela namorada, mas ela não emitia reação alguma – Hermione, por favor... responde... – Rony, que já estava se derramando em lágrimas, dizia em vão – Meu amor... acorda... Hermione... Você é a garota mais inteligente e forte que eu já conheci, não pode desistir agora... Hermione... reage... eu te amo... Hermione...
O ruivo já estava começando a perder as esperanças, quando sentiu a mão de Hermione, que estava sob a dele, se mexendo, ainda que muito pouco.
– Hermione? – foi só o que ele conseguiu dizer.
Hermione, lentamente, abriu os olhos e apesar do esforço, não conseguia falar.
- Fique calma, — disse a Sra. Weasley – você está muito fraca, é melhor não falar nada.
Mas a garota insistia em tentar falar. A expressão no olhar de Hermione era de imenso pavor.
- Hermione, me escuta – Rony falava para a namorada, tentando manter a calma – eu sei que alguma coisa muito ruim aconteceu, mas... já passou! – ele deu um beijo na testa de Hermione – Dá para ver nos seus olhos o quanto você ainda está assustada, mas vai ficar tudo bem agora! Ok?
A garota assentiu com a cabeça, algo que também exigiu muito esforço dela. A garota usava toda a sua força, que não era muita, apertando a mão do namorado, dando a entender que não queria ficar sozinha, com uma expressão ainda assustada.
– Eu vou ficar aqui... – Rony falava, tentando acalmá-la.
– O que será que aconteceu? – perguntou Gina.
– Não sei... – respondeu Percy.
– Será que aquela mulher que você viu na rua tem alguma coisa a ver com isso? – perguntou George, olhando para o irmão.
– Eu já pensei nisso – respondeu Percy.
– Vocês só podem estar malucos. – disse o Sr. Weasley, repreendendo-os.
– Mas é muita coincidência, pai! – disse Gina.
– Você não acha estranho? – completou George – O Percy e você viram uma mulher que parecia a Bellatrix e no mesmo dia, atacam a Hermione no nosso jardim... Alguma coisa está muito estranha!
– Será que vocês podem ir discutir as suas teorias em outro lugar?! – perguntou Rony.
– O Rony tem razão – disse a Sra. Weasley – A Hermione precisa descansar, é melhor que vocês saiam daqui.
George, Percy, Gina, Hagrid e Sr. Weasley saíram da sala, ficando no local apenas a Sra. Weasley, que terminava de fazer um curativo na perna de Hermione, Rony, que tinha a cabeça da namorada em seu colo, e Harry e Andrews, que estavam sentados no outro sofá, pensativos. “Meu pai tinha razão...”, pensava Andrews “Mas por que atacaram a minha prima? Só para mostrar que eles ainda existem? Será que ELE voltou?”.
– Ela está melhor? – perguntou Harry para Rony, tirando Andrews de seus desvaneios.
– Acho que sim. – respondeu Rony, “brincando” com os cabelos de Hermione – Ela dormiu.
– Ainda bem. – disse Andrews.
– Amanhã ela acorda um pouco melhor – completou a Sra. Weasley – mas vai precisar de uns dias para se recuperar totalmente.
A Sra. Weasley se retirou da sala.
– Quando eu descobrir quem fez isso...
– Calma, Rony. – disse Harry, percebendo o desespero do amigo.
– Calma?! Calma?! – disse Rony, furioso, apesar de falar com um volume baixo, para não acordar Hermione – Como você quer que eu fique calmo?! Tentaram matar a minha namorada! E quase conseguiram!
– A sua família tem razão. – disse Andrews de maneira, extremamente, séria.
– Em quê? – indagou Rony.
– Em achar que o ataque à minha prima está ligado à mulher que eles viram mais cedo.
– Como assim? – perguntou Harry.
– É uma longa história...
– Conta logo! – disse Harry, curioso.
E, então, Andrews começou a contar:
– Pouco antes da Guerra de Hogwarts, meu pai foi até Durmstrang, falar comigo, e ele me avisou de algumas coisas, uma delas era que a Bellatrix não iria para a Guerra! Ela iria colocar uma maldição Imperius em uma mulher e dar-lhe uma poção polisuco, para que acreditassem que era ela. Ele disse que Voldemort estava protegido por outra magia, além das Hórcruxes, e que, provavelmente, não seria derrotado nessa batalha. E pediu para que eu ajudasse vocês, porque alguém ainda precisa derrotar Voldemot e, de alguma forma, que eu não sei qual é, você, Harry, também está ligado à esse outro tipo de magia.
– O quê?! – gritou Harry.
– Fala baixo! – disseram Andrews e Rony ao mesmo tempo.
– Você tem certeza que foi isso que ele quis dizer? – perguntou Harry.
– Tenho. Ele disse com todas as letras! – respondeu Andrews.
– Então, nós temos que fazer alguma coisa! – disse Harry.
– O quê? Sair por aí perguntando para todo mundo se alguém viu a Bellatrix? – disse Rony – Nós temos que pensar um pouco no que vamos fazer.
– Você está andando muito com a minha prima – disse Andrews rindo.
Harry e Rony também riram, mas os risos logo foram substituídos por semblantes preocupados.
– Mas o Rony tem razão – continuou Andrews – nós temos que pensar antes de agir.
– Eu sei... – disse Harry – mas isso tem que acabar!
– E vai! – completou Rony. – Nossa! Já foi todo mundo dormir... E acho que o Hagrid já foi embora...
– E eu também vou! – disse Andrews enquanto bocejava – Boa noite!
– Boa noite! – responderam Harry e Rony.
Andrews começou a subir as escadas, que levavam aos quartos da Toca.
– Você vai ficar aqui? – Harry perguntou a Rony.
– Vou. Eu não vou conseguir dormir mesmo. – respondeu Rony, com o olhar voltado para Hermione, mexendo em seus cabelos.
– Quer que eu fique com você? – perguntou Harry.
– Não precisa. – respondeu Rony – É melhor você ir dormir. Depois do que o Andrews contou, deu para ver que você ficou com a cabeça quente.
– Tem certeza? – insistiu Harry.
– Tenho. Eu vou fica em boa companhia. – respondeu Rony, dando um sorriso ao olhar para Hermione.
–Ok! – disse Harry – Vou dormir! Boa noite!
– Boa noite! – respondeu Rony.
Rony ficou sentado no sofá, fazendo um cafuné em Hermione, que estava dormindo, e tinha a cabeça sobre o colo do namorado. E Harry subia as escadas, pensando se tudo aquilo que Andrews disse poderia ser realmente verdade. Harry entrou no quarto de Rony e sentou-se em sua cama. “Será que o Andrews entendeu certo o que o Snape disse? Será que ele inventou tudo isso? Mas... Por que ele faria isso? Será que ele é um comensal?!” Foi a última coisa que passou pela mente de Harry, antes que ele fosse entregue ao sono.
Notas finais
Ficou bom?
Deixem reviews, por favor! (Podem ser de críticas, elogios, sugestões... O importante é que eu saiba o que vocês estão achando da história...)
Vou tentar demorar menos para postar o próximo capítulo...
E espero que tenham gostado desse!
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