O Espelho Mágico
16 O Príncipe Mestiço
Todos acordaram tarde no dia seguinte ao Natal, que é feriado na Grã-Bretanha. A sala comunal da Grifinória estava muito mais sossegada do que ultimamente, muitos bocejos pontuavam as conversas ociosas. Hydra estava sentada ainda se sentindo muito sonolenta em uma poltrona perto da lareira junto com Fred e Jorge.
— Aonde você foi parar afinal? – Perguntou ela para Fred, mas ele apenas trocou olhares com Jorge e os dois riram – Ok, ok, eu já entendi... – Disse Hydra também rindo – Mas e você e Angelina, estão namorando então?
— Acho que sim... – Respondeu ele meio confuso.
— Acha?
— Não falamos muito a respeito, se é que você me entende – Disse ele, dando uma piscadinha para Hydra que revirou os olhos e riu.
Quando Angelina e Alicia chegaram na sala comunal, Hydra decidiu subir e procurar seu material de Poções para colocar sua lição em dia, quando estava abrindo seu malão, notou um pacote em cima da sua cama, ficou curiosa, então o rasgou e viu um caderno com capa de couro preta e grosso, tinha uma serpente na capa em dourado, Hydra ficou admirada e abriu correndo para ver do que se tratava, mas estava vazio com exceção da primeira página que tinha um bilhete escrito em uma letra que parecia ter sido disfarçada para que ela não soubesse de quem se tratava.
"Hydra Malfoy,
Esse presente se trata de um Grimório, aqui eu quero você anote cada receita de poção, cada passo de magia, cada feitiço que achar importante ou que um dia venha a inventar, cada tentativa de criação, cada coisa que fizer relacionada a magia que ache importante.
Não se preocupe, apenas você e as pessoas em quem você confiar poderão ler o que está escrito e o caderno nunca ficará sem pergaminho.
Se algum curioso colocar as mãos nele, apenas verá receitas de culinária ou páginas em branco impossíveis de serem compreendidas, se quiser que alguém consiga ler, apenas diga "leia" enquanto estiver com ela e o segredo aqui escrito aparecerá.
Espero que use para anotar cada passo do seu futuro, que tem tudo para ser brilhante e que nunca esqueça de aprender com seus erros, assim como com seus acertos, pois nossas tentativas são tão nobres quanto nossos sucessos.
Assinado,
O Príncipe Mestiço"
"O Príncipe mestiço? Quem diabos é o Príncipe Mestiço?" Pensou Hydra e ficou horas tentando pensar em todas as pessoas que poderiam se chamar daquele jeito mas não chegou a nenhuma conclusão.
— Príncipe Mestiço? – Disseram todos seus amigos na sala comunal quando ela desceu dizendo o que acabara de ganhar.
— Pois é, eu não sei quem seria esse.
— É um nome tão estranho para se chamar! – Comentou Harry Potter que estava próximo com seus amigos Rony e Hermione.
— Pois é e eu não faço a mínima ideia de quem seja, não pode ser o Peter, ele não é mestiço e nem ninguém da minha família – Comentou ela.
— O Olívio é mestiço – Disse Angelina que estava sentada ao lado de Fred.
— Sim, mas não acho que ele não se chamaria de príncipe, além disso, eu acho que ele assinaria se tivesse me dado isso, não acho que foi ele – Comentou Hydra.
— Sim, ele teria comentado comigo! – Disse Angelina como se estivesse falando consigo mesma.
— Você ainda tem contato? – Perguntou Alicia que parecia extremamente sonolenta sentada ao lado de Angelina.
— Sim, sempre nos correspondemos – Respondeu Angelina olhando para Hydra –, ele parece estar bem feliz no Puddlemere United.
— Quem bom, eu realmente acho que ele merece – Disse Hydra sorrindo sinceramente pelo menino.
Hydra aproveitou o resto do feriado para fazer seus deveres e conseguiu encontrar com Peter mais uma vez antes de começarem as aulas, agora que se falavam todos os dias a noite pelo espelho, a saudade parecia diminuir.
O novo semestre começou na manhã seguinte com uma surpresa agradável aos alunos do sexto ano: um grande aviso foi preso no quadro de avisos durante a noite.
"AULAS DE APARATAÇÃO
Se você tem dezessete anos ou vai fazer dezessete antes do próximo dia 31 de agosto, você está habilitado para um curso de doze semanas de Aulas de Aparatação com um Instrutor de Aparatação do Ministério. Por favor, assine abaixo para participar.
Custo: 12 galeões"
— Vamos fazer, certo? – Perguntaram Fred para Jorge sorrindo. Hydra também se inscreveu para o curso.
Todos pareciam animados com a ideia do curso, por todo aquele dia, houve conversas sobre as aulas que estavam por vir, uma grande quantidade de conversas sobre desaparecer e aparecer em outro lugar. Hydra tinha a lembrança da aparatação conjunta que fez com o Sr. Macmillan e com Peter e esperava que aquilo fosse melhor do que a experiência anterior.
Snape não mudava o humor, sempre parecia irritado e desgostoso, em todas as aulas sem exceção.
— Como vocês chegaram no N.I.E.M.s e não conseguem fazer uma poção de morto-vivo aceitável? Isso é mais que lamentável! – Dizia ele em um tom que assustou a todos, menos a Hydra que fez uma poção perfeita.
Na aula de Defesa Contra as Artes das Trevas, assim como em Transfiguração e Poções, Hydra dominara com maestria os feitiços não verbais, eles aprenderam sobre feitiços escudo e agora Moody deu uma aula sobre uma criaturas das trevas.
— Inferius, alguém sabe do que se trata? – Disse ele girando seu olho mágico pela sala.
Hydra levantou a mão imediatamente, as estórias que ouvira na infância sobre Inferius ainda a assombravam.
— Malfoy – Disse Moody a olhando com seu olho normal.
— São defuntos. Defuntos enfeitiçados para cumprir ordens de um bruxo das trevas – Respondeu ela meio trêmula e muitas pessoas da sala pareciam assustada.
— Exatamente, O Senhor das Trevas usava Inferius em sua época, mas não os vemos a muito tempo – Disse ele fazendo com que muitos da turma se sentissem melhor – O que não significa que não veremos de novo... (Os gritinhos baixos de terror de alguns alunos voltaram).
Nesse momento Fred levantou a mão.
— Weasley, pode falar – Disse Moody.
— Como se cria um Inferius? – Perguntou ele.
— Elas são criados através da sucursal mágico das Artes das Trevas chamada Necromancia, nada fácil de se fazer, já deram muito trabalho ao Ministério, devo dizer.
O resto da aula foi de relatos chocantes de como Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado e o bruxo Grindewald usavam e pensavam sobre esses seres e como tanto trouxas quanto bruxos e bruxas poderiam se tornar Inferius.
— Que coisa horrível! – Dizia Angelina que estava pálida enquanto saiam da aula – Você acha que um dia alguém pode fazer isso de novo?
— Só se Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado voltar eu acho, o que eu espero que nunca aconteça – Respondeu Hydra.
Hydra foi em direção ao Salão Principal quando foi interrompida por Draco enquanto estava no Salão Principal.
— Você viu? – Disse ele jogando um exemplar do Profeta diário em suas mãos. Hydra leu junto com Fred e Jorge.
"O MAIOR ERRO DE DUMBLEDORE
Alvo Dumbledore, o excêntrico diretor da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, nunca teve medo de fazer nomeações controvertidas para o corpo docente, escreve Rita Skeeter, nossa correspondente especial. Em setembro deste ano, ele contratou Alastor "Olho-Tonto" Moody, o notório ex-auror que vê feitiços por toda parte, para ensinar Defesa Contra as Artes das Trevas, uma decisão que fez muita gente erguer as sobrancelhas no Ministério da Magia, dado o conhecido hábito que Moody tem de atacar qualquer um que faça um movimento repentino em sua presença. Olho-Tonto, porém, parece responsável e bondoso, em contraste com o indivíduo meio humano que Dumbledore emprega para ensinar Trato das Criaturas Mágicas.
Rúbeo Hagrid, que admite ter sido expulso de Hogwarts no terceiro ano, e desde então exerce na escola a função de guarda-caça, um emprego que Dumbledore lhe arranjou. No ano passado, no entanto, usou sua misteriosa influência sobre o diretor da escola para obter o cargo suplementar de professor de Trato das Criaturas Mágicas, preterindo muitos candidatos com melhores qualificações.
Um homem assustadoramente grande e de ar feroz, Hagrid tem usado sua recém adquirida autoridade para aterrorizar os alunos ao tratar de uma coleção de seres horripilantes. Enquanto Dumbledore faz vista grossa, Hagrid já feriu vários alunos durante uma série de aulas que muitos admitem "dar muito medo".
"Eu já fui atacado por um hipogrifo e meu amigo, Vicente Crabbe, levou uma dentada feia de um verme", declarou Draco Malfoy, um aluno do quarto ano. "Todos odiamos Hagrid, mas temos receio demais para dizer qualquer coisa."
Mas Hagrid não tem a menor intenção de desistir de sua campanha de intimidação. Em conversa com a repórter do Profeta Diário, no mês passado, ele admitiu que cria uns bichos a que chama de "explosivins", uma cruza extremamente perigosa de manticore com caranguejo-de-fogo. A criação de novas raças é, naturalmente, uma atividade em geral acompanhada de perto pelo Departamento para Regulamentação e Controle das Criaturas Mágicas. Hagrid, ao que parece, considera-se acima dessas restrições pouco importantes.
"Eu só estava me divertindo um pouco", disse ele, antes de mudar rapidamente de assunto.
E como se isso não bastasse, o Profeta Diário agora encontrou provas de que Hagrid não é – como sempre fingiu ser – um bruxo puro-sangue. De fato, não é sequer um ser humano puro. Sua mãe, podemos revelar com exclusividade, não é outra senão a giganta Fridwulfa, cujo paradeiro é atualmente desconhecido.
Sedentos de sangue e brutais, os gigantes chegaram à extinção com as guerras que promoveram entre si no século passado. Os poucos sobreviventes se alistaram nas fileiras d'Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado, e foram responsáveis por alguns dos piores massacres de trouxas durante o seu reino de terror.
Embora muitos gigantes que serviram Àquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado tenham sido mortos por aurores que combatiam o partido das trevas, Fridwulfa não foi um deles. É possível que tenha fugido para uma das comunidades de gigantes que ainda existem em montanhas no exterior. Mas se as extravagâncias de Hagrid durante as aulas de Trato das Criaturas Mágicas puderem servir de medida, o filho de Fridwulfa parece ter herdado sua natureza brutal.
Mas, bizarramente, dizem que Hagrid criou uma grande amizade pelo garoto que provocou a queda de Você-Sabe-Quem – e com isso obrigou a própria mãe, bem como os demais seguidores do bruxo das trevas, a procurar um refúgio. Talvez Harry Potter não tenha conhecimento da desagradável verdade sobre seu grande amigo – mas não resta dúvida de que Alvo Dumbledore tem obrigação de providenciar para que Harry Potter, bem como seus colegas, sejam informados dos perigos de se associarem com meio gigantes."
Hydra terminou de ler incrédula.
— Draco, isso não é verdade! – Disse ela encarando o irmão – "todos o detestamos".
— Muitos detestam sim! – Disse ele apoiado por seus capangas e Pansy Parkison que estavam ao seu lado.
— Eu não o detesto e nem muitos alunos, isso é mentira Draco e desde quando vermes tem dentes? – Perguntou ela olhando para Crabbe que ficava vermelho sempre que a via.
— Isso vai acabar com a carreira dessa aberração a se vai... Mamãe e papai estão furiosos, quem quer um meio gigante ensinando seus filhos? – Disse Draco parecendo satisfeito.
— Eu quero! – Disse Fred.
— Claro que quer, vocês Weasleys amam tudo que não presta, trouxas e agora meio gigantes, são uma vergonha para o mundo bruxo – Disse Draco com raiva.
— Draco, chega! Eu não admito que fale assim dos Weasleys – Brigou Hydra.
— O que está acontecendo aqui? – Perguntou a Professora Minerva que acabara de chegar no Saguão de entrada.
— Nada! – Respondeu Draco encarando Fred.
— Não parece nada – Disse a Professora olhando uma pequena multidão que os cercavam.
— Não é nada professora – Disse Fred ainda vermelho de raiva.
— Muito bem então, todos para o Salão Principal, vamos.
Hydra seguiu com Fred e Jorge para a mesa da Grifinória enquanto Draco e seus amigos se sentavam na mesa da Sonserina parlendo satisfeitos consigo mesmos.
— Aquele idiota! – Resmungava Fred enquanto sentavam na mesa.
— Eu sei que ele é seu irmão, Hydra, mas o Malfoy é completamente desprezível – Disse Jorge que parecia tão irritado quanto o irmão.
— Eu sei, acho que quase todos são... – Disse Hydra triste de constatar esse fato.
— Menos você é claro... – Afirmou Fred.
— Sim, menos eu, espero...
Na metade de janeiro, aconteceu outra visita à Hogsmeade e Hydra seguiu com Gabrielle (que agora estava grudada em Jorge) e Gisele (que aparentemente brigara com Mikael no dia do baile e agora estava de conversinha com um garoto da Sonserina) e seus amigos da Grifinória, Peter dessa vez teve que trabalhar e não conseguiu acompanhá-la na visita, mas Jeniffer estava feliz de ver Abbas que a esperava na porta da dedosdemel.
— Oi Abbas, quanto tempo! – Disse Hydra o cumprimentava.
— Sim, como vai Hydra? Jeniffer mandou uma foto de vocês duas no baile, estavam lindas! – Disse ele abraçando Jeniffer.
— Muito obrigada – Sorriu Hydra simpática, então deixou os dois saírem juntos.
— Você não vai entrar? – Perguntou Alicia para Hydra ainda na porta da Dedosdemel, mas na verdade Hydra evitava a loja em visita oficial para o caso de ser reconhecida quando passava por ali quando estava visitando Peter.
— Não, acho que vou na Zonko's encontrar o Fred e o Jorge, a gente se vê daqui a pouco no Três Vassouras.
— Até mais tarde então! — Disse Alicia entrando na loja com Angelina.
Hydra foi até a loja de brincadeiras Zonko's que estava lotada de alunos e encontrou Fred, Jorge, Lino e Gabrielle.
— Hydra, eu estava te procurando... – Disse Gabrielle quando ela entrou.
— Nós queremos fazer algo muito melhor do que isso – Disse Fred para Lino enquanto apanhavam bombas de bosta da prateleira.
— Eu não duvido que vão. – Respondeu Lino – Mas enquanto isso, vou comprar alguns.
Depois de fazerem compras na loja (Hydra comprou para os gêmeos soluços doces e bombas de bosta dizendo que era um presente de aniversário adiantado) todos seguiram para o Três Vassouras, o bar estava apinhado como sempre.
Fred e Jorge ficaram com os olhos brilhando quando viram ninguém menos que Ludo Bagman conversando com Harry Potter.
— Nós já voltamos – Disseram eles indo em direção ao bruxo.
Hydra se sentou em uma mesa onde já se encontravam Angelina e Alícia.
— Onde está a sua amiga Gisele? – Perguntou Alícia quando Hydra, Gabrielle e Lino se sentaram.
— Não faço ideia, ela estava de papo com um menino da Sonserina, deve estar em algum lugar com ele – Disse Hydra que já não se espantava em nada com o comportamento da amiga, mas Angelina revirava os olhos.
— Ele não vai fugir para sempre... – Disse Fred baixinho quando se sentara com Jorge parecendo decepcionados.
— O que vocês queriam com aquele homem? – Perguntou Angelina.
— Assunto confidencial – Respondeu Jorge meio seco.
Hydra pediu uma rodada de cerveja amanteigada para a mesa e todos riam enquanto Fred contava uma história sobre como quase colocou fogo na casa com Jorge em um natal quando tinham sete anos, quando Rita Skeeter entrou no pub. Estava usando vestes amarelo-banana; tinha as unhas longas pintadas de rosa-choque e vinha acompanhada do seu fotógrafo barrigudo, Hydra a reconhecia pelas fotos que já vira dela em algumas reportagens.
— O que essa mulher está fazendo aqui? – Perguntou Hydra que ainda estava com raiva pelo artigo contra Hagrid.
— Não faço ideia! – Respondeu Jorge que estava ao seu lado.
— Tentando estragar a vida de mais alguém? – perguntou Harry que estava duas mesas depois deles em voz alta.
Algumas pessoas viraram a cabeça. Os olhos de Rita Skeeter se arregalaram por trás dos óculos de pedrinhas quando viu quem falara.
— Harry! – exclamou ela sorridente. – Que ótimo? Por que você não vem se sentar conosco...?
— Eu não chegaria perto da senhora nem com uma vassoura de três metros – disse Harry furioso. – Por que a senhora fez aquilo com o Hagrid, hein?
Rita Skeeter ergueu as sobrancelhas acentuadas com lápis grosso.
— Os nossos leitores têm o direito de saber a verdade, Harry, estou meramente fazendo o meu...
— Quem se importa que ele seja meio gigante? – gritou Harry. – Não há nada errado com ele!
O bar inteiro ficou em silêncio. Madame Rosmerta acompanhava de olhar fixo por trás do balcão, aparentemente esquecida de que a garrafa que estava enchendo de quentão começara a transbordar.
O sorriso de Rita Skeeter estremeceu levemente, mas ela o firmou quase no mesmo instante; abriu a bolsa de crocodilo com um estalido, tirou a pena-de-repetição-rápida e disse:
— Que tal me dar uma entrevista sobre o Hagrid que você conhece, Harry? O homem por trás dos músculos? A improvável amizade que tem por ele e as razões para tê-la? Você o chamaria de um pai-substituto?
Hermione se levantou abruptamente, a cerveja amanteigada apertada na mão como se fosse uma granada.
— Sua mulher horrorosa – disse ela, entre dentes –, a senhora não se importa, não é, qualquer coisa vira artigo, e qualquer pessoa serve, não é? Até Ludo Bagman...
— Sente-se, menininha boba e não fale do que não entende – disse Rita Skeeter com frieza, seu olhar endurecendo ao pousar em Hermione. – Sei de coisas sobre Ludo Bagman que deixariam você de cabelos em pé... Não que eles precisem de ajuda – acrescentou, mirando os cabelos lanzudos de Hermione.
— Vamos embora – disse Hermione.
— Anda, Harry, Rony... Os garotos saíram; muita gente ficou olhando para eles enquanto se retiravam. A pena-de-repetição-rápida estava em posição; corria para a frente e para trás no pedaço de pergaminho sobre a mesa perto de Rita que parecia satisfeita.
— Que mulher abominável! – Exclamou Angelina enquanto Rita e seu fotografo se retiravam do bar
— Olha, eu não acho que o Hagrid seja um bom professor, não vou mentir... – Disse Alicia meio sem jeito – Mas não acho que ele mereça ser tratado como um monstro, ele sempre foi muito simpático.
— Sim, eu concordo! – Disseram quase todos.
— Eu sempre desconfiei que talvez a Madame Maxime... – Disse Gabrielle sem jeito pausando antes de continuar – Bem, que ela também fosse, você sabe...
— Será? – Perguntou Hydra pensativa, realmente aquilo fazia sentido.
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