O Espelho Mágico

5 Quadribol na Toca



Depois do almoço, Peter se despediu e aparatou na porta de casa direto para o St. Mungo's, Hydra foi por Flu para a Toca, levando sua Nimbus 2001.

Chegando lá, foi recebida com um forte abraço pela Sra. Weasley.

— Minha querida, que bom que você veio! – Disse ela enquanto abraçava a menina – As crianças estão todas no quintal te esperando.

Hydra se dirigiu ao pomar da casa dos Weasleys, aonde os gêmeos correram para seu encontro.

— Veio sozinha? – Perguntou Fred a abraçando.

— Sim, Peter teve que ir ao St. Mungo's.

— E que bom que trouxe a vassoura, será a goleira do nosso time então, ok? – Sorriu Jorge.

Hydra foi com os gêmeos em direção ao resto dos irmãos Weasley e Harry Potter, Hermione estava por perto sentada observando, Hydra comprimento a todos, não podia deixar de notar como o irmão mais velho de Fred e Jorge, Gui, era bonito, quando o rapaz foi falar com ela.

— Eu soube que você é uma ótima goleira. – Disse Gui sorrindo.

— Ótima eu não sei, mas goleira eu sou. – Brincou Hydra.

— Ótimo, você é do nosso time então! – Disse Gui.

Hydra se divertiu muito a tarde inteira jogando quadribol com os Weasleys, o Carlinhos Weasley e Harry Potter se mostraram dois incríveis apanhadores e Hydra foi melhor goleira que o Rony, apesar de ela não querer se gabar disso, ele também era muito bom pelo que ela viu.

— VAMOS, VAMOS GANHAR! – Gritava Carlinhos para o time dele.

— Seu irmão realmente mostra o motivo de ele ser uma lenda em Hogwarts! – Disse Hydra para Fred e Jorge, sobre Carlinhos Weasley.

— Ele é bom realmente... — Brincou Jorge.

Depois do time de Gui, Jorge e Hydra ganhar, finalmente estavam todos cansados das partidas.

— Entrem, vamos jantar. – Gritou a Sra. Weasley quando já era noite.

Todos entraram e Hydra teve um dos deliciosos jantares que só a Sra. Weasley sabia fazer, apesar de tanto em sua casa como na dos Macmillan ter muito mais conforto que nos Weasleys, algo na casa dos Weasleys era extremamente convidativo.

Depois do jantar, Fred e Jorge chamaram Hydra para um canto da sala onde sentaram em três poltronas.

— Aqui, olha nosso formulário de encomendas. – Disse Fred entregando um formulário das "Gemialidades Weasley" – Mamãe nos fez jogar fora tudo que tínhamos feito, mas estamos fazendo novos.

— Ficou muito bom! – Disse Hydra baixinho – Eu preparei uma poção que acho que vai ajudar muito o efeito do chiclete de vômito, mas é melhor falarmos disso depois, não quero que sua mãe saiba que eu estou ajudando.

— Não se preocupe, ela acha que você é uma boa influência para nós. – Brincou Jorge rindo.

— Mas eu sou! – Brincou também Hydra.

O resto dos irmãos Weasleys se juntaram a eles na sala junto com Harry Potter e Hermione, a sala parecia minúscula com tanta gente.

— Meus irmãos disseram que você é uma Malfoy, mas eu achei difícil de acreditar que uma Malfoy estivesse aqui na Toca – Brincou Gui sentado ao lado de Carlinhos que também ria.

— Infelizmente é verdade, eu sou uma Malfoy, apesar de não ser escolha minha, acredite... – Brincou e todos riram.

— Ah, Bellatrix... Não fica assim – Disse Fred rindo e Hydra deu um tapinha no seu ombro.

— Bellatrix? – Perguntou Harry Potter curioso.

— É meu nome do meio e o nome da minha detestada tia, eu cometi o erro de dizer isso para eles e agora me arrependo amargamente... – Todos riram novamente.

— Bellatrix Lestrange é um nome horrível para comparar uma mocinha tão doce! – Disse a Sra. Weasley entrando na sala sendo simpática com Hydra como sempre e deixando Hydra muito vermelha.

— Eu já li esse nome em algum lugar. – Disse Hermione

— Você já leu tudo em algum lugar, não? — Retrucou Rony deixando Hermione raivosa.

— Ela foi uma grande seguidora de Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado, está em Azkaban agora. – Disse Hydra com ressentimento, não lembrava o porquê de tanto desprezo pela tia, só sabia que sentia.

— Sim, de fato os Lestrange estão presos e causaram grandes estragos – Disse a Sra. Weasley sem graça.

— Uau, que família sensacional a sua, primeiro o Lúcio Malfoy, depois Sirius Black e agora Bellatrix Lestrange, você tem algum parente que não seja um vilão malvado? – Perguntou Jorge brincando, Hydra ficou mais vermelha ainda de vergonha e a Sra. Weasley o repreendeu pela brincadeira sem graça.

— Não é culpa da menina o que a família dela fez ou deixou de fazer! – Disse ela, muito furiosa.

— Eu só estou brincando, a Hydra sabe disso!

— Sim, Sra. Weasley, eu já estou acostumada com esses dois – Sorriu Hydra

— Hydra, eu fiquei de te perguntar, o que você está fazendo na casa dos Macmillan? – Perguntou Fred e todos prestaram atenção, Hydra ficou branca.

— Eu, eu briguei com meu pai – Gaguejou Hydra –, ontem quando eu cheguei da Copa então minha mãe achou melhor eu passar o resto dar férias em outro lugar.

— Brigou por quê ? – Perguntou Jorge, mas a Sra. Weasley disse que ele estava sendo muito indelicado e que não era da conta dele. Hydra se sentiu extremamente agradecida, apesar do olhar de todos dizer que já sabiam o motivo.

— Ele te machucou de novo? – Perguntou Fred preocupado de verdade.

— Machucar? Machucar? Que bobagem, ele não machucaria a própria filha, machucaria? – Perguntou A Sra. Weasley chocada e sem graça.

Hydra não respondeu nada, apenas olhou para o chão, sinceramente preferia não falar sobre isso na frente de todos, inclusive os irmãos de Fred e Jorge que ela não conhecia direito.

— AI MEU DEUS AQUELE MONSTRO! – Gritou a Sra. Weasley de repente pulando da poltrona e abraçando Hydra, que ficou completamente sem reação, assim como todos na sala.

— O que ele fez com você? Me conte por favor! – Dizia ela com lágrimas nos olhos segurando Hydra pelos braços de modo delicado e firme ao mesmo tempo.

— Mãe, deixa ela! – Disse Gui a puxando para longe.

— Isso é um absurdo, um pai machucar a própria filha! Eu sabia que Lúcio Malfoy era um monstro, mas não a esse ponto! – Dizia ela nervosa enquanto Gui a segurava.

Hydra só queria se enfiar em um buraco fundo e se esconder, Fred e Jorge a olhavam como e sussurram "me desculpe".

— Mãe, a menina não quer falar sobre isso, olhe para ela... – Disse Carlinhos também levantando da poltrona e amparando a mãe.

— Você quer ficar aqui? É pequeno mas tem espaço. – Dizia a Sra. Weasley nervosa.

— Eu agradeço de coração, mas eu já estou acomodada nos Macmillan, não se preocupe... – Hydra disse levantando da poltrona e indo em direção a senhora Weasley – Ele... ele não me machucou...

— É mentira, eu consigo ver nos seus olhos, filha, é mentira! – Dizia a Sra. Weasley, ainda sendo segurada por Gui.

— É... eu... ele... – Gaguejava

— Ele machucou de novo? Não é a primeira vez, espera só até ver a cicatriz, não que eu tenha visto, mas a Angelina já falou dela... – Disse Jorge pensando em voz alta sem perceber. Hydra lançou um olhar tão feio para ele que dessa vez era ele quem parecia querer um lugar para se esconder.

— O QUE? CICATRIZ? DO QUE ELE ESTÁ FALANDO? – Disse a Sra. Weasley histérica.

— Mãe, calma, vem aqui para fora comigo para respirar. – Dizia Gui a levando para o pomar com a ajuda de Carlinhos sob protestos dela.

Hydra finalmente se sentou novamente na poltrona olhando furiosa parra Jorge.

— POR QUÊ? – Perguntou ela.

— Eu estava pensando em voz alta, me desculpe por favor... – Disse ele desesperado.

— Eu não imaginava que você passasse por essas coisas – Disse Harry solidário.

— É, não é fácil ser uma Malfoy – Disse ela sem jeito.

— Mas o que ele fez dessa vez, Hydra? – Perguntou Jorge.

— Eu não quero falar sobre isso agora, depois, ok?

Jorge concordou com a cabeça e Fred o acompanhou.

Hermione e Rony só olhavam chocados e calados sentados em um canto.

— Hydra, você pode vir falar com a mamãe? – Perguntou Gui aparecendo na sala.

— Posso, Fred, Jorge, venham comigo? – Perguntou Ela.

Eles concordaram e sairam com Gui em direção ao pomar, a Sra. Weasley parecia mais calma e estava sentada em uma cadeira com Carlinhos na sua frente, ele se levantou para Hydra se sentar.

— Ah, filha, eu sinto muito... – Disse ela chorosa – Por favor, me conte tudo que aconteceu, por favor...

Hydra olhou Para Gui e Carlinhos que parecem ter entendido e pediram licença para entrar na sala.

Hydra contou tudo que aconteceu, tudo, já estava colocando tudo para fora mesmo, decidiu falar toda a verdade, todas as sete verdades, inclusive a última, estava cansada de esconder e se sentir culpada por algo que não fez, que não mereceu que fizessem...

— Eu, eu vou pegar de jeito aquele desgraçado! – Disse Jorge.

— E eu ajudo! – Afirmou Fred.

— Isso é um total absurdo! Por quê não denunciou ele? – Perguntou a Sra. Weasley em choque.

— Porque ele me ameaçou, ele vai me dar como louca, me internar, o pior é que eu sei que ele é capaz e tem poder para isso. – Disse Hydra triste.

— E sua mãe? Ela não te ajuda?

— Ajuda, mas ela não consegue impedir muita coisa, nem ela e nem Draco, eles tentam quando sabem...

— Ele também faz isso com seu irmão?

— Não, só comigo, meu irmão é o filho que ele sempre quis ter, ele nunca lançou nenhum feitiço nele que eu saiba.

— Eu sinto muito, você realmente não quer vir para cá? Eu sei que a casa é apertada, mas sempre cabe mais um... – Disse a Sra. Weasley com um sorriso simpático.

— Eu agradeço mesmo, mas os Macmillan estão me recebendo também com todo carinho e além disso até os dezessete anos eu sou obrigada a voltar para casa, meu pai já deixou isso bem claro.

— Mas eu não posso permitir que ele a machuque outra vez!

— Eu não acho que ele irá, não se preocupe, eu não vou deixar, eu nunca mais vou deixar. – Disse Hydra segurando a mão da Sra. Weasley.

— Você é só uma menina... – Disse a Sra. Weasley, novamente chorando.

— Isso não é justo! – Disse Jorge.

— Eu nunca ia imaginar, vocês tão ricos, tão cheios de pose, eu nunca imaginei que isso se passasse na sua casa... – Confessou Fred.

— Meus pais enganam bem, a família dos sonhos, isso que eles querem que todos pensem que somos, os sangue-puros, livres de escândalos...

— Que ridículo! Eu não sei como você conseguiu viver uma vida inteira sendo... – A Sra. Weasley não conseguiu continuar.

— O Harry também vive uma vida horrível na casa daqueles tios dele, mamãe, uma vida de maldades vindas dos tios deles – Lembrou Fred.

— Eu sei e vocês dois são duas crianças, não deveriam estar passando por isso, os adultos deveriam proteger vocês e não machucar! – Disse a Sra. Weasley alisando o rosto de Hydra.

— Nem tudo é perfeito ou como deveria ser... infelizmente... – Suspirou Hydra.

Depois de mais um tempo de conversa, Hydra e eles entraram, todos ainda estavam sentados na sala.

— Vocês querem comer algo? – Perguntou a Sra. Weasley para o grupo, enquanto Fred, Jorge e Hydra se sentavam em algumas poltronas vazias.

— Não, mamãe, estamos satisfeitos. – Respondeu Carlinhos Weasley.

— Eu vou preparar algo para o seu pai e Percy, para quando eles chegarem... – Disse a Sra. Weasley, se retirando para a cozinha.

No começo, o clima ficou completamente estranho na sala, ninguém falava nada, todos pareciam incomodados e sem graça.

— Então, Carlinhos, você trabalha com dragões na Romênia? – Perguntou Hydra, tentando aliviar o clima.

— Sim, é fascinante, completamente fascinante! – Respondeu ele, parecendo alegre de falar sobre sua ocupação.

— E você, Gui, trabalha no Egito para Gringotes?

— Sim, desfazendo feitiços, é bem interessante, um emprego cheio de emoções também, com certeza. – Disse o rapaz orgulhoso.

— E você, Hydra, quer fazer o que quando se formar de Hogwarts? – Perguntou Carlinhos.

— Ela quer trabalhar com Poções, é meio maluca, né? — Disse Fred, por Hydra.

— Legal, poderia trabalhar em várias áreas com isso, é um grande dom, saber preparar poções direito... – Disse Gui, sorrindo simpaticamente.

— Sim, eu realmente amo, ainda penso em qual área vou preferir, mas realmente amo Poções – Disse a jovem.

— E aquele seu namorado, o Macmillan, ele trabalha com o que? – Perguntou Gui.

— Ele é curandeiro estagiário no St. Mungo's, começa agora em Setembro – Disse Hydra orgulhosa.

— Eu achava que você namorava um dos meus irmãos... – Disse Carlinhos, fazendo todos na sala rirem.

— A gente bem que tentou! – Brincou Jorge rindo da própria piada junto com Fred.

— Bobagem, eles sempre foram meus amigos, começamos a nos dar bem de um jeito... – Disse Hydra, olhando para os gêmeos.

— Eu conheci seu namorado – Disse Carlinhos –, Peter Macmillan, alguns anos mais novo que eu em Hogwarts, acho que uns dois anos só, uma boa pessoa.

— Sim, ele é um doce, uma pessoa maravilhosa! – Disse Hydra, sorrindo ao pensar no rapaz.

— Ele está feliz que vai ser curandeiro, Hydra? – Perguntou Hermione.

— Sim, está super animado com isso.

— Curandeiro, boa profissão, pessoas inteligentes e muito boas em feitiços e Poções geralmente – Disse Carlinhos Weasley.

— Sim, o Peter é tudo isso – Disse Hydra sorrindo falando do namorado.

— Até aqui vocês dois me dão vontade de vomitar! – Disse Fred, imitando junto com Jorge, que passavam mal e vomitavam, fazendo todos rirem.

— Deixa ela ser feliz, Fred – Brincou Gui. – Parabéns, Hydra, o Peter é um rapaz de sorte. – Disse ele simpaticamente para a menina, que agradeceu.

Um pouco antes das dez da noite, Hydra disse que deveria voltar para a casa dos Macmillans.

— Me desculpe de verdade! – Disseram Fred e Jorge a abraçando quando se despediram.

— Não se preocupe, foi bom ter colocado para fora... – Sorriu ela para eles.

— Foi um prazer conhecê-la, sinto muito por toda circunstância... – Disse Gui.

— Igualmente! – Sorriu Hydra.

— Volte sempre que quiser! – Disse Carlinhos também muito simpático.

— Pode deixar, é um prazer te conhecer, Carlinhos.

Hydra se despediu de Rony, Harry e Hermione e entrou na lareira, fazendo a viagem de flu de volta para a casa dos Macmillans

Hydra se desculpou por chegar tão tarde para os Macmillan que estavam preocupados e explicou para Peter o que aconteceu.

— O Fred e o Jorge não deveriam ter feito isso! – Disse ele com raiva.

— Não foi por querer, acredite, eles não fizeram de má intenção.

— Você pelo menos desabafou com eles? – Perguntou o rapaz.

— Sim e com a Sra, Weasley também, foi bom pra mim, acredite...

Hydra dormiu, exausta, no dia seguinte, finalmente foi com Peter conhecer sua casa.

— Pronta para aparatar comigo? Eu não me sinto muito pronto para levar alguém de carona, mas... — Disse ele na porta da casa de seus pais.

— Não, mas vamos... – Disse Hydra segurando em seu braço.

A sensação de bagunça e enjoo foi realmente menor que a primeira vez, mas ainda assim não foi nada agradável, logo se viu diante de uma colina linda, com muito verde em volta e com um oceano logo abaixo, o som das ondas era agradável e Hydra percebeu que tinham apenas mais duas casas ao longo da colina porém ficavam um pouco distante da de Peter.

— Uma não tem dono, aquele ali embaixo, se chama chalé das conchas, na outra mora uma família de bruxos. – Explicou ele.

A casa de Peter parecia um chalé de madeira bem grande com enormes janelas de vidro temperado e um lindo jardim, era realmente linda.

— Peter, que casa maravilhosa! – Exclamou Hydra.

— Pertenciam aos meus avós, Jeniffer concordou em deixar para mim, ela disse que não gostaria de morar tão perto assim do mar, acha frio demais achei melhor do que comprar uma nova.

Os dois entraram. A porta principal dava para uma sala com um pé direito alto, aonde se via algumas portas e o corrimão do segundo andar, a sala era toda de madeira e os sofás e poltronas eram brancos e de madeira escura, alguns retratos se moviam e observavam pendurados na parede, em cima da lareira de pedras rústicas, ficava um quadro de um simpático casal de idosos que dizia para ela ser bem vinda.

— Meus avós. – Disse Peter, acenando para o quadro.

A cozinha também era ampla e branca, no primeiro andar ainda tinha um banheiro, uma sala de jantar e diversas prateleiras com livros, uma escada de madeira levava para o segundo andar, um corredor levava para dois quartos extras e no canto, um outro corredor levava para o quarto principal e outra porta, para o banheiro do segundo andar.

O quarto principal, de Peter, tinha uma deslumbrante vista para o mar (uma das paredes era toda de vidro) o teto era meio baixo e o quarto, que na verdade era uma suíte tinha um banheiro, uma grande cama de madeira e um closet, um pôster da Corvinal foi colocado acima da cama com uma águia que se mexia.

Como toda casa de famílias bruxas que já foi, diversos objetos mágicos eram encontrados em cada canto, como um espelho que dizia se você estava bem vestido ou não no closet de Peter.

— Era da minha avó... – Disse ele sem graça.

— Eu gostei muito! – Disse Hydra, sorrindo quando o espelho elogiou sua veste rosa.

— Você se vê morando aqui? – Perguntou ele esperançoso.

Hydra, que agora estava na janela do quarto, admirando a vista do quarto mais uma vez e respondeu:

— Com toda certeza sim, é maravilhosa, é tão pacífico...

— Não é luxuoso como a mansão dos Malfoy...

— É luxuoso o suficiente para mim, maravilhoso e bem melhor que a mansão dos Malfoys! – Disse Hydra ainda admirando a vista quando Peter a abraçou por trás.

— Eu acho que vou ficar muito sozinho aqui sem você.

— E eu em Hogwarts, sem você... – Disse ela, se virando e o beijando.

Os dois ficaram na casa por mais algum tempo, namorando e curtindo a vista para o mar, depois de um tempo, partiram mais uma vez para a casa dos Macmillan.