Notas iniciais
ola!!!!
demorei novamente não é? Bem mas estou aqui, e com um capitulo tenso...eu acho. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Hei, espero que gostem. Ando um pouco desmotivada com a fic, mas em breve voltarei a fazer capítulos onde abordo os quatro casai. mas neste fiquem com Gaara e Kiel. Para quem estava curiosa com Kakashi MORRA DE CURIOSIDADE!!!!

Um novo dia começava a amanhecer. No quarto dividido por Yuki e Gaara um alvoroço se aproximava.

O ruivo teimoso e apaixonado de cicatriz na testa, estava cada vez mais decidido a conquistar aquela morena endiabrada. Só a lembrança do que viu no banheiro, ( mas não deveria ter visto) o fazia concordar mais e mais. Sim ela era endiabrada.

Yuki dormia tranquila na cama, Gaara estava deitado no chão acomodado em algumas colchas e almofadas, não era confortável, mas a morena deixou bem claro que a cama seria dela e que não admitiria mais ninguém no pedaço. A menos claro que alguém quisesse morrer. Gaara já sabia, quando se fartasse de sofrer iria invadir a cama e ser morto.

- Que droga. – O ruivo murmurou baixinho. Estava acordado há bastante tempo, desejava estar na cama com Yuki. E não naquele chão frio e duro.

Decidido se levantou lentamente para não fazer barulho. Caminhou a passos lentos e cautelosos. Ele acabava de ter uma ideia. Uma ideia daquelas que ninguém dá ouvidos, daquelas ideias que só os loucos apaixonados ouvem. E ele era um.

Um louco apaixonado.

Com cautela para não ser pego em flagrante Gaara pegou na bolsa da morena e a revoltou procurando pela carteira. Depois de muito rebuscar no objeto pequeno que parecia conter meio mundo a bem dita carteira surgiu.

- Hum... – Murmurou com um sorriso diabólico. Sim depois daquilo ele seria um homem morto.

Com um suspiro abriu a carteira preta e rosa de Yuki e retirou algumas das notas que lá estavam guardadas e dobradas. Definitivamente ele estaria morto depois daquilo. Teria que arranjar alguém para culpar pelo pequeno roubo. Mas era um roubo por um bom motivo.

Mostrar o quanto ele a amava.

Com o dinheiro em mãos Gaara vestiu algumas peças de roupas e pegou num papel com um endereço que retirou de um jornal. Decidido a não voltar a trás saiu do cubículo. Mais tarde voltaria com a prova de amor.

Algumas horas se passaram o sol já ia bem alto. E finalmente a morena adormecida começava a despertar. Seu humor matinal não era dos melhores, na realidade era péssimo. Com cara de quem comeu e não gostou Yuki abriu os olhos a contra gosto.

- Inferno.... – Resmungou amuada por ter acordado.

Com cara de zumbi se levantou da cama, estranhou logo de caras o fato de estar sozinha. O que estaria aquele ruivo tarado com tendência a psicopata tramando?

- Desde que não faça merda nem quero saber. – Murmurou emburrada e sem vontade caminhou para o banheiro, sua higiene matinal a esperava.

Após estar arrumada, lavada e mais parecida com um ser humano a morena fez a cama. Mas foi então que notou que sua mala estava mexida. Não estava no mesmo sitio que a tinha deixado. E a não ser que os fantasmas precisassem de alguma coisa da sua mala, só via uma pessoa que a tivesse mexido.

- Gaara. – Grunhiu furiosa e pegou na mala a abrindo verificando se faltava alguma coisa.

Brincos, papeis, canetas, lápis, carteira, mais papeis. Sim, estava tudo no devido lugar. Então o que diabos o ruivo queria dali.

Talvez uma cueca usada?

Não. Quem raios ele pensava que ela era para guardar esse tipo de coisas na bolsa. Há, mas ela ia tirar essa historia a limpo há se ia.

Pouco tempo depois a porta do quarto se estava abrindo. Yuki que naquele momento comia uma fatia de pão jogou a comida no lixo e se prontificou a espancar o ruivo mal ele abrisse a boca.

- O QUE DIABOS VOCÊ QUERIA DA MINHA BOLSA? – Yuki gritou furiosa caminhando em direção do ruivo que estava de costas fechando a porta.

Gaara engoliu em seco. Sua testa e cabeça doíam. Aquilo tinha sido mais doloroso do que pensou. E agora enfrentar a raiva de Yuki. Sim o amor era algo bem doloroso.

Yuki esperava raivosa que Gaara a encarasse e lhe respondesse. Ela realmente não gostava que mexessem nas suas coisas. Mas quando o ruivo se virou lentamente para encará-la e responder a morena estancou. Não sabia que ria, chorava ou gritava.

Gaara estava pálido, seu rosto franzido em sinal de alguma dor. Mas o que realmente chocou Yuki ao ponto de esquecer a raiva que sentia. Era a tatuagem na testa do ruivo. A cicatriz que antes existia no local, estava escondida com uma tatuagem de tom avermelhado e em letras japonesas. Uma tatuagem com a palavra. Amor.

- O que raios é isso? – Yuki questionou confusa e chocada. Gaara ficava sozinho e já saia aprontando.

- Uma tatuagem. – O ruivo respondeu com um sorriso de orelha a orelha como se aquilo fosse o momento do ano. – A tatuagem que fiz por você. Talvez assim você entenda de uma vez que aqui o ruivo psicopata te ama. – Disse serio escondendo o sorriso de antes.

Yuki ficou silenciosa olhando o ruivo na sua frente. Não sabia se o espancava ou se o abraçava. Tinha que admitir que aquilo era a coisa mais fofa que alguém alguma vez já havia feito por ela. Mas, nem mesmo isso era o suficiente para derreter aquele coração magoado e desconfiado. Mesmo que fosse verdade o que Gaara dizia sentir. Ela não queria, não queria aquele sentimento. Gaara podia pegar no seu amor o embrulhar e oferecer a quem o quisesse. Porque ela definitivamente não o queria.

- Então. — Yuki murmurou fechando a cara. Até a ela mesma ia doer às palavras seguintes. – Trate de enfiar na sua cabeça que eu não gosto de você, não quero nada com ninguém muito menos com um ruivo com tendências suicidas. Ponha na sua cabeça Gaara, que apenas estamos aqui juntos porque não quero que você volte a tentar tirar a sua própria vida. – Disse cruelmente fria e arrogante.

Gaara suspirou. Aquilo realmente não era o que ele esperava depois da tortura que passou tatuando aquilo. Talvez, apenas talvez ele estivesse destinado a não saber mesmo o que era ser amado. Afinal, nem mesmo sua família enquanto viva o amou porque iria Yuki ama-lo.

- Entendi. – O ruivo murmurou abaixando a cabeça como um cachorro magoado. Mas naquele caso era mais como um coração despedaçado. O se entusiasmo em fazer Yuki entender o que ele sentia começava a se dissipar como uma neblina matinal.

Sem dizer mais uma palavra Gaara virou costas e pela mesma porta que havia entrado minutos antes saiu a batendo com força. Sua cabeça estava doendo, seu cérebro confuso e seu coração doendo daquele jeito que ele tanto detestava.

Yuki ficou parada indiferente vendo Gaara sair. No fundo tinha medo que suas palavras o tivessem tingido de tal forma ao ponto dele voltar a fazer alguma loucura. Mas não iria atrás. Se o fizesse seria pior.

..................

Hinata e Kiel caminhavam pela cidade de mãos dadas. Depois da noite de amor a cumplicidade entre o casal aumentou em grande escala. Hinata não tinha duvidas que o sonho que a fez embarcar no avião naquele dia era uma peça do destino para que pudesse conhecer Kiel. Afinal, se tudo aquilo não tivesse acontecido agora não estariam ali juntos felizes e apaixonados.

Era certo que o fato de Kiel não se lembrar do seu passado a deixada por vezes um pouco com o pé atrás. Mas nada que o amor não superasse.

- Kiel. – Hinata chamou baixinho e tímida.

O jovem Kurogami olhou nos olhos da namorada e apertou levemente a mão dela. Estava lhe dando licença para falar.

- Posso tirar uma fotografia de nos dois juntos? – A jovem Hyuuga questionou ficando totalmente rubra de vergonha. Apenas gostaria de ter uma fotografia deles os dois juntos. Mas se ele a recusasse não iria reclamar.

Kiel sorriu abertamente e com um puxão delicado trouxe Hinata para seus braços a apertando contra o seu peito. Seus lábios caíram sobre a testa dela a beijando suavemente.

- Claro que pode, não seja boba. – Disse apertando os lábios contra a testa da namorada.

Hinata sorriu a enlaçou seus braços frágeis em torno do corpo de Kiel. Por alguns minutos ali ficaram os dois abraçados no meio da rua apenas apreciando o carinho e calor um do outro. ´

Para Kiel, o sentimento por Hinata só aumentava a cada dia, o sentimento de proteção cada vez mais forte. Ele a queria, não importava onde, não importava como. Desde que estivessem juntos nada mais importava.

Ele a amava.

Hinata quebrou o abraço e vasculhou dentro da bolsa verde que usava o celular que tinha comprado algumas horas atrás. Com o aparelho em mãos os dois caminharam para um banco de jardim. Ambos se sentaram e se aproximaram um do outro numa posse carinhosa. Com um braço estendido Hinata afastou o celular e fez o clik tirando a foto que tanto desejava.

- Perfeita. – A jovem murmurou animada olhando a imagem no ecrã do aparelho.

Com um sorriso Kurogami afagou os cabelos negros de Hinata. Perfeita era ela e não aquela foto boba. Mas guardou esse pensamento. Sabia que se lhe desse voz a jovem Hyuuga ficaria mais vermelha que um tomate. E não a queria envergonhar agora, apesar de achar isso divertido.

- Vamos voltar para casa? – Kiel propôs beijando abraçando Hinata enquanto que sua boca procurava pelos lábios da namorada.

- Hum... Hum,... – Hinata respondeu a custo entre beijos que Kiel lhe roubava.

Ambos sorriram animados. Era bom ver Kiel sorrir, ele era tão serio e reservado por vezes.

O casal caminhava ao lado um do outro. Kiel tinha planos para quando chegassem a casa. E não era ver televisão sem duvida.

Kiel seguia um pouco mais á frente de Hinata, apenas dois ou três metros. Naquele momento ele se sentia empolgado em chegar a casa logo. Queria abraçar Hinata e ama-la novamente. Mas o destino não estava a favor disso.

O casal passava uma avenida. Kiel distraído em pensamentos um pouco inadequados se jogou na estrada sem nem olhar para lado algum.

Hinata ainda tentou jogar a mão desesperadamente ao jovem Kurogami. Mas já era tarde de mais. Um carro em velocidade chocou com Kiel o levantando no ar vários metros, fazendo o jovem embater violentamente no asfalto.

Hinata apenas teve coragem para gritar.

- KIEL!!! – A jovem gritou desesperada perante aquele cenário.

Notas finais
Amanha mesmo devo postar outro.
Beijao e nao me matem.
KISS