O Dia Em Que Tudo Mudou

13 O telefone da verdade


Notas iniciais
Ola!!!
Sim eu sei fiquei de postar ontem, mas como meus dois sobrinhos fizeram anos ( 5, e 10) acabei não conseguindo cumprir. Mas aqui estou eu com um capitulo, que na minha opinião é capaz de chocar, ou não. hahhahaha
PS: Eu estava devendo uma chuva de pão a uma leitora. Então estou pagando a divida nesse capitulo.
Boa leitura!!!

Hinata estava sentada numa sala com paredes e cadeiras brancas. Sua mente estava confusa, seus olhos embaçados e seu coração apertado. Aquilo realmente tinha acontecido?

Não, ela desejava acordar do seu pesadelo. Logo agora que estava feliz ao lado de alguém que amava essa tragédia tinha que acontecer. A jovem Hyuuga não se conseguia recordar bem dos momentos após o acidente de Kiel. Tudo pareceu acontecer rápido de mais. Rápido e dolorosamente.

Após Kiel ter sido violentamente atingido pelo carro em velocidade, tudo foi rápido. Uma confusão de pessoas se instalou em redor do jovem ensanguentado e inconsciente, não demorou em a ambulância chegar. Kiel foi trazido a toda a velocidade para o hospital. Hinata veio juntamente com ele, mas tudo o que conseguiu fazer foi chorar. Ela não queria que o jovem morresse, não mesmo.

Tudo foi repentino. Kiel foi levado para a sala de urgências e ela ficou ali naquela pequena sala branca de mais esperando alguma noticia. Tudo o que ela sabia era que realmente aquilo era grave. O embate no asfalto foi grande e violento. Uma enorme porção de sangue saia da cabeça e ouvidos do jovem Kurogami.

Aquilo definitivamente não era bom.

Há quanto tempo Hinata estava naquela sala? Nem ela mesma sabia, tinha perdido a noção do tempo. Apenas queria uma noticia de Kiel. Apenas saber se ele estava vivo, o resto ela superava desde que o coração dele continuasse batendo, o dela faria o mesmo.

Apenas o queria vivo.

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- Hey Yuuki! – A voz estridente de Naruto chamou pela irmã que quase dormia sentada num dos sofás da sala.

A jovem Uzumaki abriu os olhos sobressaltada e se levantou num salto encarando o irmão que estava atrás do sofá perto da porta da sala.

- O que foi Naruto? – Yuuki questionou preocupada ponderando a possibilidade de ser algo relacionado com Sasuke, o jovem moreno dormia há mais de um dia.

O loiro suspirou e sorriu de canto.

- O seu amigo acordou, e sua recepção não foi das melhores. – Naruto murmurou fazendo um biquinho com os lábios. – Olha só. – Disse mostrando o rosto vermelho. – Ele me agrediu mal me viu. – Continuou com o bico amuado.

Yuuki suspirou. Sim, Sasuke deveria estar bem, aquilo era uma atitude que no fundo ela já esperava. Um obrigado, isso sim a deixaria perplexa se fosse algo que Sasuke dissesse agora um soco. Não, isso não a deixou admirada.

- Eu vou lá. – A jovem loira anunciou suspirando profundamente.

Com Naruto fitando os seus movimentos Yuuki caminhou para o quarto onde Sasuke estava.

- Cara endiabrado. – Naruto murmurou após a irmã desaparecer do seu campo de visão enquanto esfregava o rosto machucado.

Sasuke estava deitado na cama, seus olhos estavam bem abertos e sua cara fechada e zangada. Ele queria saber quem raio era aquele loiro esquisito, onde ele estava? Só se lembrava de ter apanhado de uns tipos que nem conseguia lembrar os rostos. E agora esse loiro?

- Vejo que acordou. – Yuuki anunciou sua presença adentrando no quarto.

Sasuke a olhou com os olhos arregalados. O moreno não esperava ver a loira ali.

- O que você faz aqui? – O moreno questionou rudemente erguendo as duas sobrancelhas.

Em resposta recebeu uma gargalhada da loira, coisa que irritou o rabugento Uchiha.

- Eu vivo aqui com o meu irmão. – A jovem respondeu dando de ombros.

- E o que eu faço aqui? – Sasuke voltou a questionar ainda rude.

Yuuki bufou. A atitude do moreno a estava irritando.

- Veio de férias não está obvio? – Respondeu ironicamente recebendo um rugido de Sasuke. – Eu e Naruto te trouxemos para aqui após te acharmos todo quebrado na rua. – Disse sorrindo abertamente.

- Mas eu não pedi nada. – Inquiriu o Uchiha ainda sem modos alguns.

Desta vez aquilo tinha realmente irritado Yuuki. No mínimo ele poderia ser um pouco mais gentil depois de ter sido ajudado.

- Então na próxima eu te deixo na rua como um cão abandonado. Que tal? – Propôs fechando o rosto claramente irritada.

Sasuke não respondeu se limitou a ficar em silencio. Não tinha resposta. Talvez, apenas talvez devesse tentar agradecer o gesto. Ou saber se o irmão de Yuuki por algum acaso endiabrado conhecia Itachi. Sasuke não tinha desistido do irmão ainda. Depois de tudo o que ouviu do Uchiha mais velho sua cabeça ficou confusa. Então ele e seu feitio eram as causas do sumiço de Itachi? Isso sim tinha sido uma bomba.

- Se precisar de algo me chame. – Yuuki murmurou perante o silencio do moreno. Não iria ficar ali olhando para a cara de Sasuke, não depois de ele nem ao menos tentar ser simpático.

- Espere... – Sasuke chamou ao ver a loira sair do quarto. – Eu quero... – Tentou dizer, mas parou a meio. – Eu quero... – Voltou a tentar, mas não conseguiu. Aquilo não era algo que fazia com frequência na realidade ele não se lembrava da ultima vez que tinha usado aquela palavra.

- Você quer o que? – Yuuki questionou confusa. Não estava entendo o que o moreno pretendia.

Sasuke suspirou profundamente. Se ele queria reatar sua relação com Itachi teria que fazer algumas mudanças, e isto era o primeiro passo. Primeiro e decisivo. Se não conseguisse então talvez Itachi realmente estivesse certo em querer manter distancia de alguém como ele.

- Eu quero dizer... – Murmurou Sasuke com a voz fraca. – Obrigado. – Voltou a murmurar com os fixos nos cobertores que o cobriam. Seus punhos estavam cerrados em tamanha força que fazia para dizer aquela palavra.

Yuuki arregalou os olhos. Não esperava um agradecimento da parte de Sasuke. Mas se ele o fez, isso era bom. Ou então as porradas que levou tinham sido mais graves do que aquilo que imaginou. Mas, iria mostrar ao Uchiha de pedra que ser gentil era algo bom.

- De nada. – A loira sorriu e piscou o olho para Sasuke. – Vou buscar algo para você comer. – Disse ainda sorrindo e saiu do quarto sorridente.

Sasuke ficou olhando a alegria de Yuuki. Aquilo tudo por ele ter agradecido?

A jovem Uzumaki voltou para a sala onde Naruto acabava de desligar o telefone.

- Estava falando com quem? – Yuuki questionou curiosa.

- Estava retirando uma dúvida. – disse o loiro se jogando no sofá. – Lembra que te falei que conhecia um Uchiha? Itachi Uchiha. – Explicou suspirando enquanto se ajeitava no sofá. – Pois bem parece que eles são mesmo da mesma família, alias são irmãos. Mas Itachi pediu para não comentar nada com Sasuke sobre nossa amizade. Mas quer ser informado sobre o estado do irmão. Parece que eles tiveram algum tipo de desentendimento. – O loiro explicava já deitado no sofá. Seu rosto ainda doía.

Yuuki franziu a testa. Que tipo de relacionamento teriam aqueles irmãos? E que tipo de relacionamento teria Naruto com Itachi. Que tipo de pessoa seria esse Uchiha mais velho? Alguma copia de Sasuke mais em ponto maior? Ele queria saber, mas por enquanto não iria fazer muitas perguntas, conhecendo seu irmão como ela conhecia, ele mesmo iria lhe dar todas as respostas sem ela precisar perguntar nada.

- Certo, não comentarei nada com Sasuke. – A jovem loira murmurou. – Mas por agora vou preparar algo para ele comer. – Disse abrindo um sorrisinho.

Naruto franziu o rosto.

- Ele me agrediu e você vai preparar um lanche para ele? Então e eu? – O loiro murmurou amuado e fingindo estar magoado.

- Não fique com ciúmes, você é meu irmão querido e fofo, depois eu trato de você. – Piscou o olho dando um beijo na testa de Naruto e saiu para a cozinha.

- Depois eu. Depois deveria ser ele e não eu. – Murmurou ainda amuado. Sim ele estava com ciúmes de Sasuke. Ciúme inocente e bobo.

..................

Gaara caminhava pelas ruas sem nexo. Ainda estava magoado pelas palavras de Yuki e tão cedo não iria esquecer. Ele se tinha apaixonado desde o dia em que ela o salvou de morrer afogado. Naquele dia ele só queria morrer, desde então tudo mudou, ela o fez acreditar no amor. Porque sem duvida era isso que ele sentia.

Amor.

Mas do que serve um amor que ninguém quer? Não serve para nada alem de machucar e machucar mais e mais. Seria assim tão difícil para ela aceitar que ele a amava? Seria tão difícil lhe dar uma hipótese de lhe provar?

Pelos vistos sim. Yuki deveria ter algo contra esse sentimento, ou algo contra sua pessoa. Nada do que ele fazia para lhe provar o seu amor servia. Seria preciso mais? Seria preciso ele morrer por ela para seus sentimentos serem levados a serio?

Nem mesmo ele nunca acreditou nesse troço de amor. Isso foi algo que nunca teve. Mas quando seus olhos se cruzaram com os de Yuki isso mudou. Não que ele fosse amado agora, não o era. Mas ele amava. E isso mudava tudo. Mudou sua maneira de ver as coisas.

- Você ainda se vai arrepender-se de não me levar a serio. – Gaara murmurou rezingão.

Naquele momento o ruivo só queria fazer uma coisa. Por ironia, a cidade onde estava era a mesma onde sua família havia sido sepultada. Nada mais justo do que aproveitar seu momento de solidão para se despedir daqueles que nunca o amaram, mas que mesmo assim mereciam um ultimo adeus.

Sem vontade de apressar o ultimo encontro com seus familiares Gaara caminhou pelas ruas parando vez ou outra para saber onde ficava o cemitério. Algumas horas se passaram, o céu começava a escurecer a noite se aproximava e com ela uma tempestade.

As primeiras gotas de água começaram a cair quando o ruivo parou em frente aos enormes portões negros do cemitério. Ainda estavam abertos, mas não tardaria seriam fechados. Assim o primeiro passo foi dado para dentro do local. A cada novo passo a chuva se intensificava. O céu ganhou totalmente uma tonalidade escura e apenas as fracas luzes do cemitério iluminavam o espaço em redor.

Finalmente Gaara parou em frente a um tumulo retangular com pedras enfeitando e uma cruz em cima. Uma placa cinzenta com algumas letras se destacava.

Aqui jaz família Sabaku

Sim ali estavam todos os seus familiares. Talvez só faltasse ele ali para aquela placa estar correta.

Gaara não sabia ao certo quando começou, mas todo o seu rosto estava encharcado, não apenas da forte chuva que caia dos céus, mas também por lagrimas salgadas, que fugiam de seus olhos. Ele estava chorando pela família que não o amou como ele desejou. Mas isso não significava que no fundo ele não os amasse. A forte chuva deixou todo o corpo do ruivo totalmente ensopado. Todo o seu corpo tremia, mas não de frio. Ele tremia de dor. O aperto de saudade e dor era mais forte agora. Ali debaixo daquele manto de terra estavam seus familiares, não importava se passou muitos ou poucos momentos felizes com eles. Não importava, ali estavam os corpos de seus irmãos. Aquilo era tremendamente doloroso.

Com o choro a dor e a chuva se intensificando Gaara deixou seu corpo cair em cima do tumulo da sua família. Apertou os braços em torno da placa mortuária e soltou um grito.

- VOLTEM!! – Sua voz foi abafada por um trovão sonoro que se fez ouvir no momento de seu desespero.

Gaara continuou caído soluçando e tremendo. Até que o cansaço e a dor o levaram para a inconsciência.

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Jun caminhava por uma ilha deserta, não sabia como havia ido parar ali. Procurava por Kakashi. Tinha perdido o grisalho de vista há vários dias. Seu corpo estava fraco e sua barriga roncava de fome. Se não comesse algo em breve, acabaria por morrer de fome. Naquela ilha infestada de cobras e lagartos venenosos não havia nada que servisse para comer que em troca não lhe custasse à vida. Aquilo era um pesadelo sem duvida.

Jun bufou cansada e continuou a caminhar, andou por vários metros até que por fim seu frágil corpo não resistiu e acabou caindo no chão quente da ilha. A jovem poderia jurar que antes de embater no chão tinha visto Kakashi escondido rindo dela. Como se esperasse que a jovem caísse morta de fome.

Um pesadelo era tudo o que a jovem quase morta de fome pensava.

Mas, foi então que o impensável aconteceu.

O céu ganhou uma tonalidade rosada e começou a chover. Não, não era água, nem muito menos outro liquido qualquer.

Era uma chuva de pão. Pães deliciosos e molinhos.

Jun sorriu. Aquilo a salvaria sem duvida. Com dificuldade a jovem segurou um dos vários Pães que caiam e o comeu. Pelo menos de fome já não iria morrer.

Apenas entre uma mordida e outra no delicioso pão caído do céu. Escutou a voz de Kakashi gritar.

- NAOOOOOO!!!

Jun acordou ofegante do pesadelo ou sonho. A jovem não sabia onde estava nem o que se tinha passado. Apenas se lembrava de estar nos braços de Kakashi. Depois tudo ficou escuro e confuso. Não sabia quanto tempo havia passado desde que aparentemente desmaiou. A jovem tentou abrir os olhos, mas não conseguiu. Apenas sentia algo apertar seu rosto a impedindo de enxergar um palmo na frente. Tentou mexer as mãos, mas também não conseguiu. Tinha algo prendendo seus pulsos. Sentia que estava deitada sobre algo fofo e macio. Uma cama talvez, a temperatura em redor estava agradável, nem muito quente nem demasiado frio. Um cheiro agradável semelhante a algum gel de duche invadiu seus sentidos. Ela só queria saber onde raio estava e o que tinha acontecido.

O barulho de uma porta sendo aberta fez o pobre coração da jovem disparar e seu corpo involuntariamente se debateu tentando se soltar. Uma tentativa inútil que só serviu para se cansar.

Passos se aproximando a fizeram suster a respiração. Ela estava com medo. Muito medo. Um dedo quente passou sobre seu braço descoberto o que fez Jun gritar apavorada.

- NÃO ME TOQUE! – A jovem pediu aflita, não só por sentir o toque como também por não fazer ideia de quem a tocava. Ela só queria ir embora dali para perto de Lucian onde sem duvida estaria a salvo.

- Shiuuu. — Uma Voz masculina pediu passando um dedo sobre os lábios semiabertos de Jun.

Ela poderia jurar que conhecia aquela voz. Mas não, não podia ser.

- Eu não vou lhe fazer mal algum. – A mesma voz disse murmurando perto do ouvido de Jun, onde em seguida depositou um leve beijo.

A jovem sentiu todos os pelos de seu corpo se eriçarem. Sim, ela conhecia aquela voz. Como ele ousou fazer isso.

- Ka...kakashi? – Jun questionou com a Voz tremula e receosa. Ela tinha certeza que aquela voz pertencia ao grisalho. Mas o que diabos tinha passado pela cabeça dele para fazer uma coisas dessas.

- Shiiuu. – A mesma Voz voltou a pedir e novamente beijou o pescoço de Jun de forma sedutora. – Eu vou fazer uma ligação em alta voz, e apenas quero que você ouça tudo com atenção. Após isso irei tirar essa venda de seus olhos e falaremos. – Disse com a voz fraca sem parar de distribuir beijos quentes pelo pescoço da jovem Hinday que involuntariamente começava a afastar a cabeça para o lado oposto abrindo livre caminho para os beijos.

Com um sorriso no rosto um ultimo beijo foi deixado no pescoço de Jun, um beijo demorado molhado que deixou um rasto de pólvora por todo o corpo da jovem.

- Certo. A ligação. – A voz masculina murmurou suspirando.

O barulho de teclas foi audível pelo local, para logo em seguida o barulho de um telemóvel a chamar ser ouvido em alto e bom som. Jun esperava nervosa saber do que se tratava essa ligação que ela tinha que ouvir com atenção.

- Kakashi? – A voz do outro lado atendeu rudemente.

Jun estancou. Aquilo era a voz de Lucian. Como assim seu irmão sabia o nome de Kakashi? Alem de que isso provava que seu raptor era mesmo Kakashi. E mais, porque deveria ela ouvir atentamente aquilo? A jovem estava confusa e nervosa.

- Sim. – O grisalho respondeu com a voz grave.

- Fez o que mandei? – Novamente a voz de Lucian se fez ouvir esganiçada e irritante.

- Sim. – Novamente a voz de Kakashi se fez ouvir. As respostas curtas faziam parte de sua estratégia.

- Sim? Jun está morta? – Novamente a voz mais esganiçada e eufórica de Lucian questionou.

Jun sentiu o coração falhar. Como assim? Aquilo que estava ouvindo não fazia sentido. Sentido nenhum.

- Eu disse que sim. – A voz seca de Kakashi respondeu sem animo. Ele sabia que depois daquilo falar com Jun seria difícil. Mas, era a única forma que ele arranjou de contar a verdade de forma a que a jovem acreditasse. Se ela não ouvisse da boca do próprio irmão jamais acreditaria.

- Finalmente, estava vendo que tinha que contratar outra pessoa mais eficaz para acabar com a vida dela. – Lucian disse gargalhando histericamente do outro lado da linha. – Em breve o deposito com o pagamento será posto na sua conta. Ótimo trabalho Kakashi. – O irmão de Jun alegremente informou e desligou no momento seguinte.

Estava feito. Já não havia volta, mas ao menos agora Jun sabia que tipo de irmão tinha.

Jun sentia o pano que lhe cobria os olhos encharcado com suas lagrimas. Aquilo só podia ser uma brincadeira de muito mau gosto. Lucian a queria morta? Kakashi foi contratado para a matar? Mas não matou, ao contrario acabaram fazendo amor. O que mais faltava descobrir? Alem de que tudo fora uma mentira. Lucian, Kakashi. Tudo foi uma mentira, uma ilusão na qual ela acreditou. Como ela era tola.

- Me desculpe Jun. – A voz de Kakashi murmurou ao mesmo tempo em que retirava a venda dos olhos da jovem. Agora sim a conversa entre eles iria começar.

Notas finais
Espero que tenham gostado. Me perdoem algum possível erro.
Só preciso me actualizar com minhas outras duas fics e retornarei aqui com post novo.
Até breve.
kISS