O Destino é Cômico.

15 O passado distante.


Notas iniciais
MINHAAAAAAAAAAA NOSSAAAAAAAAAAA EU REALMENTE DEMOREI DOIS MESES? CRISTO ME DESCULPEM, SORRY MESMO Ç-Ç Mas é porque minha mainha comprou um pc pra mim, só que enganaram ele e ele n vem com o word, e todas aquelas parafernalhas, e tem que comprar. Por isso, eu to esperando a garantia dele acabar para formatar para um programa que tenha word ç-ç Por isso vai demorar muuuuuuito. Enfim. Ah! Ia me esquecendo. ODC já está com quase 1000 visualizações! (isso é uma grande realização para mim) E por isso, quando ele chegar á esse tanto, vou fazer um especial! Yeah! Então, fiquem na espreita que ele tá bem perto! ENJOY!

– Eu... Não posso. -Respondeu Gajeel, bem baixo. Depois que Zeref disse tais palavras.

–O que disse? Pode repetir? -Disse Zeref depois de virar um pouco a cabeça na direção de Gajeel, seus olhos ardiam em chamas e ódio puro, e Gajeel sabia o que acontecia quando ele não fazia o que Zeref queria.

–Eu. Não. Posso. -Repetiu Gajeel agora mais alto, e tentando aparentar forte, mas estava tremendo por dentro. A ira e poder daquele homem era inacreditável, e não queria senti-la novamente.

–Porque não Gajeel? -Disse Zeref calmo e sibilando como uma serpente. Andou lentamente até Gajeel enquanto o mesmo permanecia de cabeça baixa e suando frio. -Fez tantos favores... Uns tão mais assassinos do que estes... -E veio em Gajeel a lembrança de todas as ações que fizera em favor daquele homem, tinha virado um monstro por dentro. -E essa pequena, e frágil garota... Você, Gajeel Redfox, não pode matar? -E agarrando o colarinho de Gajeel, fez-o encarar em seus olhos fulminantes. -Qual é seu problema, Gajeel? Sua mãe sussurra seu nome em um clamor de dor... Vai deixá-la por uma garotinha idiota? -E a cada vez que Zeref falava, mais Gajeel sentia-se enojado. Só fazia aquilo por sua mãe...

Flash Back ON

Lembrava-se vagamente daqueles dias, frios, gélidos e sombrios. A pele frágil da pequena criança não aguentaria mais um segundo sequer, o frio era dominante e atacava com vontade qualquer ser vivo que passasse por ali.

Gajeel, um menino ainda pequeno, encontrava-se deitado no chão coberto pela neve. Uma grande ventania passava, e ele não se aguentaria de pé nenhum segundo, optou-se por ali ficar, esperando a morte, sua morte tão próxima.

Mas alguns passos mudariam sua vida. Sim, o som dos daqueles passos despertaram Gajeel para uma visão de sua nova vida. Ele viveria, e aquele anjo o salvaria...

–O que é isto...? -Uma mulher de cabelo longos meio grisalhos amarrados em um coque passava por aquela ventania quando sente algo macio debaixo do que seria seu pé em Gajeel. -É um garoto!

A moça começou a tirar toda aquela neve que estava empilhada em Gajeel. Rapidamente o embalou em seus braços, pegando seus casaco e o colocando ao redor do menino. Beijando sua testa e carregando ele em seus braços, a moça seguia o seu caminho de volta.

Gajeel se sentia frio por fora, mas... Naquela hora, seu coração estava mais quente do que nunca. Nele havia habitado o amor de mãe que ele nunca teve.

Chegando ao destino, a moça colocou o pequeno Gajeel na cama e, beijando sua testa num ato carinhoso disse:

–Encontrei você... Gajeel... Meu filho...

E Gajeel retornando um pouco á realidade pensou...

Seria sua mãe ou Levy...

Duas pessoas tão queridas...

E voltando á aquelas lembranças profundas, veio-lhe a parte da dor, da tristeza, do que acabou com sua vida.

Acordou Gajeel feliz naquele dia, era seu aniversário, amava tudo o que sua mãe fazia nesse dia e apesar de não lembrar muito de seus aniversários antes de 4 anos, sempre soube que sua mãe tinha uma surpresa.

Ela estava lá fora, olhando para a paisagem, enquanto estendia as roupas recém-lavadas e, ao ouvir os passos de Gajeel, se virou rapidamente e o recebeu de braços abertos. Sempre se esqueceria de todos os seus problemas ao ver ali, seu filho, saudável e alegre. Muito diferente de alguns dias atrás.

–Feliz Aniversário Gajeel! Tenho uma surpresa para você. -Disse ela pegando algo de seu bolso quando ouviram o som de tiros e pessoas gritando.

Assustado, o menino agarrou a saia da mãe, se escondendo atrás.

–O que foi isso mamãe? -Disse ele um tanto amedrontado.

Ela, com um olhar opaco e surpreso, começou a correr para dentro da casa.

Fechou todas as janelas, portas, e todo tipo de saída ou entrada da casa. Tudo ali ficara em silêncio.

Através de uma janela com cortina, a abriu um pouco e pôde ver o caos lá fora. Não sobreviveria, e os guardas já se direcionavam á aquela casa na colina.

Com muita pressa, correu com Gajeel para a porta dos fundos, onde dava para uma floresta. Empurrou o menino para fora.

–Mamãe? -Perguntou o menino um tanto confuso.

–Tome Gajeel -E lhe entregou um bracelete avermelhado, com desenhos de sombras. Os olhinhos dele brilharam e ela abriu um sorriso acolhedor. E dando um abraço muito forte, instruiu o menino á seguir o caminho.

–Mas e você mamãe? Não vem? -E batidas são ouvidas na porta. Gritos de pessoas brutas com sede de sangue.

–Eu te amo, meu filho. -E fechou a porta atrás de si. Após alguns segundos, o menino escutou tiros e se assustou. Saiu correndo pela floresta antes que os guardas o vissem.

Chorava muito, com saudades da mãe, imaginando o que poderia ter acontecido. A floresta ao redor parecia assombrada e tenebrosa. Estava escuro e muito frio. Mas ele ignorou isso e continuou a correr.

E com as pernas doendo de tanto correu, parou um pouco, e á sua frente, avistou uma casinha atrás de uma grandiosa árvore. Correu ao seu encontro e começou a bater com rapidez a porta, que logo se abriu mostrando um homem com pele pálida, cabelos negros curtos e olhos também negros, tinha um aspecto gentil e sereno no rosto, e ao ver o menino ali chorando, logo o deixou entrar.

–Mamãe... Ela... -Gajeel sussurrava entre soluços.

–Calma, calma... Me diga qual é seu nome garotinho? -Respondeu gentilmente o homem o acalmando.

–G-Gajeel. -Por um breve momento se assustou, mas logo fez mais perguntas.

E com todas as perguntas descobriu com calma o que tinha acontecido, e decidiu ajudar a pobre criança.

Gajeel descobriu que aquele homem se chamava Zeref, e conhecia sua mãe, na verdade, era seu tio que preferiu morar na floresta do que continuar na cidade.

Zeref e Gajeel caminharam até a cidade recém-destruída á busca da mãe de Gajeel, que se chamava Alice.

Ao encontrar a pequena casa no alto da colina, o menino saiu correndo ao encontro dela, feliz porque encontraria sua mãe, mas logo decepcionou-se.

Ela estava muito machucada, estava ali parada no chão de olhos abertos, apenas suspirando com dificuldade. O garoto saiu ao seu encontro, chorando muito e até mesmo Zeref havia se surpreendido como ela se machucara. Queriam mesmo matá-la.

–M-Mamãe... V-Você está bem certo? -Chorava e chorava Gajeel, enquanto abraçava sua mãe. Ela apenas sussurrou um "Estou bem" baixo, que só Gajeel escutou, mas ela bem sabia que já esteve em condições melhores.

–Alice.

–Zeref... Cuide... de Gajeel? Por favor... É tudo o que eu tenho... -Disse ela se esforçando para continuar a respirar.

–Sim, irmã...

–Obrigada Zeref... -E assim dormiu, apenas dormiu. Mas Zeref sabia que ela ainda estava viva, por isso apenas a levou consigo para o Hospital mais próximo.

Lá a internou... Por dias... Meses... Anos...

Até hoje.

Flash Back Off

O silêncio permaneceu.

–Bom menino... -Sorriu vitorioso Zeref após soltar Gajeel. -Só não demore muito... Sei que adora mocinhas em perigo... -E com um riso diabólico, saiu do recinto.

–Me desculpe, Levy.

Notas finais
;o; Eu realmente não queria fazer isso, mas era necessário u-u Isso é o capítulo genteney, espero que gostem ;-; Realmente me motivei a escrever a história dele, mas ainda não é a completa. Ainda vão saber porque ele faz isso tudo -w- Sayonara!