O Contrato.

14 Capitulo 13.


Notas iniciais
Meninas olha eu aqui outra vez para postar outro capitulo, quero agradecer pelos comentário amei cada um deles. E quero dedicar o capitulo para Ally Becker amei cada palavra da sua recomendação por isso espero que goste do capitulo por que vou dedicar ele para vocês.

Capitulo 13.

Quase tudo estava pronto para a reunião de Christian que aconteceria em menos de vintes minutos, Elliot que descobri que era advogado de Christian e Ross que Andreia me informou que era o braço direito dele na empresa, já haviam chegado e estavam na sala de reuniões que arrumamos assim que todos os papeis estavam prontos. Enquanto arrumávamos, Andreia me informou que a reunião trataria sobre a compra de uma empresa e sobre qual o melhor caminho a ser tomado em relação á ela, já que seu antigo dono quase a levou a falência. Andreia ainda me explicou que Christian tinha total poder sobre a Grey House, mas que Linc era um de seus melhores parceiros de negócios e juntos eles já haviam ganhado milhões de dólares em ótimas negociações e esse era o motivo para ele estar hoje aqui.

Eu não entendi os motivos de Christian para me querer nessa reunião já que hoje era meu primeiro dia, mas ele havia deixado claro que me queria lá, então eu estava pronta quando sua porta foi aberta e saindo dela estava um Christian completamente diferente do que eu já havia visto antes. Seu rosto estava completamente concentrado e a pasta em sua mão me mostrava que ele estava pronto para sua reunião. Assim que ele chegou a bancada as portas do elevador foram abertas mostrando Linc ali com uma bela mulher ao seu lado que não era minha mãe.

O homem caminhou para fora indo diretamente em direção á Christian, mas assim que seus olhos focaram em mim ele se desestabilizou um pouco parecendo completamente surpreso em me ver ali. Christian pareceu não se importar com o olhar espantado do homem e caminhou até ele o cumprimentando e dando um aceno de cabeça para a mulher que estava ao seu lado e juntos eles caminharam para a sala de reunião, onde todos já os esperavam. Andreia indicou para que eu os acompanhasse então assim eu fiz, e quando entrei fechei a porta, e me sentei na cadeira que Andreia havia me mostrado poucos minutos antes.

—Já que todos estão, aqui vamos começar as negociações o que acham? –Elliot perguntou abrindo sua pasta e olhando ao redor da mesa recebendo acenos de todos que estavam ali.

—Estamos comprando um conglomerado de empresa e estamos aqui para decidir o que melhor podemos fazer com ela. Ross o que você me diz? – Christian falava fazendo com que todos prestassem atenção em suas palavras.

Toda á mesa se virou para a mulher que se levantou e começou a mostrar as melhores forma de ação, eu anotava tudo assim como Andreia havia me instruído a fazer, e a maior parte da reunião se passou com todas ás pessoas presentes dando suas opiniões. Eu sabia que não podia me intrometer nos assuntos, mas eu não concordava com o que eles estavam propondo á Christian, eu havia lido boa parte dos papeis enquanto os arrumava e pude ver que separar as empresas seria a pior opção já que elas rendiam muito mais dinheiro juntas do que desmembradas, mas não era isso o que Ross estava dizendo a Christian que a olhava atentamente esperando seu discurso acabar. Linc em alguns momentos direcionava olhares a mim me deixando completamente constrangida, fazendo com que eu me revirasse em minha cadeira. E Christian pareceu perceber isso que pediu para Ross um minuto e se virou para mim olhando bem em meus olhos.

—Temos algum problema Senhorita Steele?–Todas que estavam na mesa olharam para mim inclusive Linc, que parecia ansioso com minha resposta.

—Eles são um conglomerado de empresas, então a coisa mais obvia é deixar todas elas juntas. –Digo fazendo com que Christian estreite seus olhos para mim, mas mesmo assim me deixa continuar. –Eu li os papeis enquanto me preparava para a reunião, elas são muito mais solidas junta, se as separarem terão muito mais a perder do que a ganhar. –Christian me olhava com um sorriso de canto enquanto todo o resto me encarava perplexo pela minha ousadia.

—Então em sua opinião iremos perder dinheiro se as separarmos? Então me diga a forma correta de fazermos esse projeto –Ross parecia estar querendo me testar e como eu já havia aberto minha boca eu não podia deixar de responder a sua pergunta.

—Peguem á empresa principal, o carro chefe como se fala, e a reergam e consecutivamente todas em volta farão o mesmo. O nome Grey é algo forte no mercado, todos irão querer se juntar a esse projeto quando o Senhor Grey assinar aqueles papeis. –Digo fazendo com que Ross sorrisse enquanto Christian faz o mesmo.

—Passei meses tentando bolar o melhor projeto para esse contrato e tudo vai por agua abaixo em dois minutos. –Ela diz olhando diretamente para Christian. –Você sabe como contratar não é mesmo? –O sorriso em seu rosto me mostrava que ela não estava brava com o que eu havia acabado de dizer. –Eu a quero nesse projeto Grey e nada do que me diga vai fazer com que eu mude de ideia. –Ross foi categórica enquanto Christian olhava para mim.

—Anastácia é minha secretaria particular e irá trabalhar comigo, então você terá que usar seus horários vagos. Ela estará na empresa por meio período e isso é uma regra para mim, então saiba aproveitar qualquer tempo que ela possa dar á você. –Ele se levantou. –Acho que nossa reunião está encerrada. –Ele diz e todos assentem. –Linc? –Ele aponta para a porta indicando a saída.

Assim que estava sozinha na sala respirei fundo ficando completamente aliviada por Christian não ter pulado em meu pescoço por eu ter corrigido seu braço direito dentro da empresa, e mais aliviada ainda por ele não ter mudado meu horário isso queria dizer que eu poderia continuar a ter Summer por perto e que minhas aulas também estavam de pé. Enquanto arrumava a sala percebi que alguém me olhava e foi ai que levantei minha cabeça vendo Linc ali olhando para mim parecendo que estava perdido em seus pensamentos.

—Posso ajudar? –Pergunto o vendo entrar na sala e isso me deixou um pouco incomodada.

—Seu sobrenome é igual ao de sua mãe quando ela se casou com o pai de Christian? –Ele soltou essa bomba sobre mim fazendo com que eu desse um passo para trás pela surpresa. –Eu posso crer que você é a filha que a abandonou anos atrás quando ela perdeu toda a herança não é mesmo? –Ele parecia bravo.

—Eu não sei o que Helena disse a você mas nem tudo o que ela diz é verdade. –Digo o vendo negar com a cabeça enquanto um sorriso surge. –Você sabe o que ela fez com o casamento do pai de Christian? –Essa informação me deixou um pouco interessada no que ele tinha a dizer.

—Sei tudo o que é preciso saber e vou dizer uma coisa á você, Helena passou por muitas coisas ruins por que seus filhos não a ajudaram e agora que ela está bem você aparece. –Ele estava falando alto chamando a atenção das pessoas. –Eu não vou deixar que você a machuque outra vez. –Ele diz me ameaçando e na mesma hora Christian aparece na porta, mas eu não me intimido.

—Helena pode ser muitas coisas mas coitada não é uma delas, ela abandonou dois filhos e uma neta, Jack meu irmão, está morrendo em uma cama e ela nunca apareceu para visita-lo, ela contou a você que tem um filho que está morrendo? –Pergunto fazendo com que ele me olhasse assustado. –Eu passei fome, fui assediada por meu chefe que queria trocar sexo para que eu não fosse mandada embora, eu trabalhei duro e vendi tudo o que era possível ser vendido para manter minha família salva, então não me diga que Helena é uma coitada. –Digo vendo que ele iria me responder, mas Christian caminha até mim e me puxa para ele olhando bem para Linc.

—Chega, acho que você já pode se retirar. –Christian me colocou atrás dele recebendo o olhar zangado do homem a sua frente.

—Ela está falando coisa que não são verdadeiras sobre a minha mulher e mesmo sabendo sobre o desentendimento entre você e Helena eu não acredito que você vai ficar do lado dela. –Ele parecia indignado.

—Anastácia não disse qualquer mentira e no fundo você sabe disso Linc, então quero que respeite minha secretaria e saia da minha sala de reuniões. –Christian disse em um tom autoritário fazendo com que o homem a sua frente o olhasse parecendo não gostar de sua resposta.

—Investigue o passado dela, procure por onde e com quem ela esteve antes de encontrar você. Helena pode ser minha mãe, mas recentemente descobri que nem tudo o que ela fala é verdade. –Digo fazendo com que Christian me olhe desconfiado, enquanto o homem sai da sala sem responder ao o que eu havia acabado de dizer á ele.

Christian caminhou até a porta da sala de reuniões e fechou sua porta, nos deixando ali completamente sozinhos, e assim que se virou para mim pude ver seu olhar de desejo sobre meu corpo, mas eu não podia transar com ele aqui, essa sala era nosso local de trabalho e mesmo sentindo a minha calcinha ficar molhada somente com seu olhar, eu não podia me render a ele tão facilmente pelo menos não aqui. Christian caminhou a passos largos chegando rapidamente a minha frente e antes que eu pudesse negar qualquer coisa a ele, seus lábios foram aos meus, os capturando fazendo com que sua língua penetrasse em mim boca enquanto todo o seu corpo era colado ao meu fazendo com que eu sentisse sua ereção em minha barriga.

—Christian não podemos... –Digo tentando o afastar, mas sua boca estava em meu pescoço fazendo uma trilha de beijos ali. –Aqui é sua empresa e não podemos transar na sua sala de reuniões. –Digo, mas parece que nada disso importa para ele.

—Sabe o quanto foi sexy ouvir você defender as suas ideias na frente de todas aquelas pessoas? –Ele disse levando suas mãos para o meio de minhas pernas colocando minha calcinha para o lado enquanto acariciava meu clitóris. –Eu fiquei e pau duro somente com as suas palavras, então não me diga que não posso me enterrar em você por que é exatamente isso que eu vou fazer na porra da minha sala de reuniões. –Ele disse atacando novamente meus lábios enquanto seus dedos foram diretamente ao zíper para que meu vestido saísse do meu corpo.

—Eu fiz o que era certo. –Digo enquanto ele me ajuda a sair de dentro do vestido me deixando somente de lingerie a sua frente, enquanto ele se afasta e começa a tirar suas roupas ficando somente com a calça.

—Ross é uma mulher brilhante. –Ele diz fazendo com que uma pitada de ciúmes cresça em mim pelo seu elogio e isso não passa despercebido para ele, que caminha até mim levando suas mãos ao seu sutiã o tirando deixando meus seios livres para ele que sorriu. –Ela é gay Anastácia, é mais capaz de ela querer você á mim. –Ele diz levando sua boca ao meu seio os chupando fazendo com que um gemido saísse de minha boca enquanto ele me pega em seu colo me levando até sua cadeira nos sentando ali.

—Christian.... –Puxo seus cabelos enquanto ele trabalha em meus seios e eu rebelo em seu colo sentindo sua ereção em minha calcinha, a sensação em mim é maravilhosa e perigosa, a qualquer momento alguém pode bater á porta e pensar nisso faz com que eu fique ainda mais excitada. –Eu quero chupar você, Christian. –Essas palavras saem da minha boca fazendo com que nós dois parassem o que estávamos fazendo e ele me olha chocado.

—Anastácia, você não precisa, eu sei que você nunca fez.... –Ele tentou me impedir e isso fez com que eu sentisse ainda mais vontade de continuar, então pulei do seu colo e me ajoelhei bem a sua frente abrindo seu cinto enquanto os olhos dele ficaram focados em mim. Assim que seu zíper estava aberto, eu puxei sua calça para baixo junto com sua cueca o deixando completamente livre para mim. Eu nunca havia feito algo parecido mas já havia visto em filmes pornô, então fiz como havia visto passei minha língua em toda a sua extensão fazendo com que e Christian se contorcesse. –Porra. –Sua mão segurou firmemente a cadeira me fazendo sorrir.

Christian parecia fascinado e seus gemidos saiam á todo momento, fazendo com que eu soubesse que ele estava gostando de tudo o que eu fazia. Então levei minha boca a cabeça do seu pau o chupando rapidamente fazendo com que ele se contorcesse antes de eu o colocar todo em minha boca, enquanto minha mão estimulava o restante.Eu fazia movimento de vai e vem com a boca o chupando como se ele fosse o sorvete mais gostoso de todo o mundo, e isso estava o agradando já que Christian levou sua mão ao meu cabelo ditando o seu ritmo, fazendo com que seu membro entrasse ainda mais em minha boca o sugando. Eu podia o sentir inchar em minha boca enquanto gemidos saiam dele me incentivando ainda mais, mas antes que eu pudesse o sentir se liberar em minha boca, senti meu corpo sendo levantando e de repente eu estava sobre a mesa com minha calcinha sendo rasgada e logo a boca de Christian estava em meu centro completamente molhado pelo o que eu havia acabado de fazer á ele.

Sua boca trabalha em mim enquanto seus dedos eram penetrando em minha entrada escorregadia, fazendo com que eu gemesse e rebolasse em sua boca o incentivando, o fazendo me levar ao meu limite, mas dessa vez foi a minha vez de empurrar Christian e o fazer sentar em sua cadeira levando minha boca a dele fazendo com que nós dois sentíssemos o gosto do outro. Ele levou suas mãos a minha cintura e me sentou em seu colo enquanto eu levava seu membro a minha entrada me sentando nele, fazendo com que nós gemêssemos pelo delicioso contato de pele contra pele. Christian me olhou por mim tempo antes de começar a me ajudar a cavalga-lo, e essa sensação era deliciosa e se ter Christian dentro de mim já era bom, o ter podendo o sentir era ainda melhor.

—Christian.... você não colocou... –Digo sentindo sua boca sugando meu seio enquanto seu dedo brincava com minha outra entrada, isso já havia se tornado uma mania de Christian todas as vezes que transavamos.

—Continue Anastácia... –Ele olhou rapidamente para mim me fazendo assentir a sensação, era deliciosa e isso fez com que eu me perdesse em tudo aquilo. Eu o cavalgava chegando ao meu limite, mas essa não parecia ser a ideia de Christian já que ele nos levantou da cadeira me sentando sobre a mesa me abrindo completamente para ele. –Você e linda aqui em baixo. –Seu membro havia saído de dentro de mim e agora brincava em meu clitóris. –Eu pretendo entrar e entrar aqui por muito tempo. –Suas palavras estavam me deixando confusa e ele pareceu perceber isso, mas não continuou a falar e somente me beijou enquanto eu o levava para dentro de mim outra vez gemendo pelo contato.

Christian me penetrava profundamente me torturando, já que meu orgasmo estava se formando e em todas as vezes que eu pensava que iria gozar ele parava, fazendo com que um gemido de frustação saísse de mim. Christian sorria e voltava a me penetrar fazendo com que tudo voltasse a mim e dessa vez antes que ele pudesse parar, eu prendi minhas penas sobre ele fazendo com que ele não se afastasse e ele levou sua mão ao meu clitóris fazendo com que eu me perdesse completamente, gemendo em sua boca o seu nome enquanto gozava sentindo os seus jatos quentes sendo liberados dentro de mim. Todo o meu corpo estava cansado e colado ao de Christian que não se mexia parecendo completamente confortável onde estava, mas foi uma batida na porta que fez com que nós dois olhasse um para o outro.

—Senhor Grey. –A voz de Andreia fez com que todo o meu rosto corasse enquanto um sorriso surgiu nos lábios de Christian. –Sua mãe está aqui senhor, vou leva-la até sua sala. –Em sua voz havia um tom divertido me deixando ainda mais constrangida.

—Diga a Dona Grace que já estou indo. –Christian disse saindo lentamente de dentro de mim enquanto se afastava para pegar a sua cueca.

—Sim, senhor. –Escutei os saltos de Andreia se afastarem enquanto Christian me ajudava a descer da mesa, me fazendo olhar para minha calcinha que estava completamente destruída ao lado do meu vestido.

—Não tenho o que vestir Christian, você resgou a minha calcinha, como vou trabalhar assim? –Pergunto a ele que sorri fechando sua calça enquanto coloco meu sutiã.

—Feche as pernas quando sentar e fique somente em minha sala e ninguém vai desconfiar enquanto isso. –Ele se abaixa pegando o tecido rasgado. –Vai para a minha gaveta como recordação. –Ele não parece nem um pouco preocupado por acabarmos de transar sem camisinha já que eu não tomo qualquer remédio.

—Christian não usamos camisinha, minha calcinha está rasgada e sua mãe vai estar na sua sala e eu vou estar lá sem calcinha, e tudo o que você me diz é para eu ficar de pernas fechadas? –Pergunto indignada e isso o faz sorrir me virando para poder fechar meu vestido.

—Um filho não seria um problema para mim, e quanto a minha mãe eu não acho que ele vai procurar por sua calcinha, então vamos, minha mãe é uma mulher doce mas odeia esperar. –Ele deu um tapa em minha bunda fazendo com que eu caminhasse com ele sentindo um vento entrar por meu vestido. –Seu rosto corado é completamente sexy. –Christian disse assim que chegamos a sua recepção fazendo com que os olhos de Andreia caíssem em nós antes de entrarmos em sua sala.

E de todas que eu imagina ter que ver, Olivia nua em frente a uma Grace que parecia completamente estática era uma que eu nunca imaginei ver na sala de Christian. Eu caminhei para o lado de Grace pegando em seu braço fazendo com que ela despertasse do seu transe, enquanto Christian caminhou ate onde o vestido de Olivia havia sido jogado no chão e jogou para ela, fazendo com que seu corpo fosse meio coberto pelo tecido antes que seus gritos fizessem com que todos ali dessem um pulo.

—QUE PORRA VOCÊ PENSA QUE ESTÁ FAZENDO NA MINHA SALA OLIVIA? EU DEI ORDENS PARA QUE NINGUEM ALEM DAS PESSOAS AUTORIZADAS ENTRASSEM AQUI, AINDA MAIS NUA. VOCÊ PERDEU A CABEÇA MENINA? –Seus gritos fizeram com que ela se assustasse e desse um pulo para trás enquanto tentava cobrir o máximo possível do seu corpo.

Notas finais
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