O Cavaleiro E O Lobisomem
16 Os generais
Notas iniciais
Espero que gostem!
O estranho tirou o capuz. O rosto revelado não era nada comum. O lado direito do rosto era só ossos, enquanto que o lado esquerdo era um rosto normal e jovem. O manto preto caiu e revelou que todo o lado direito do corpo eram ossos. Essa era a típica aparência de um mago do submundo.
A pele branca, os olhos azuis, cabelos loiros curtos. Eram coisas que não saiam da cabeça dos dois. Zack e Vicent gravaram o rosto daquele homem como se sua vida dependesse disso.
Era o mago do submundo que amaldiçoou os dois.
-Prazer meu nome é Brandine! – O homem encurvou o corpo.
-Ele fez mesma coisa quando apareceu – Vicent cuspiu no chão – desgraçado! Nos vamos acertas as contas.
-Então foi o mesmo mago que acabou com nossas vidas – Zack abriu um sorriso – pelo menos não vamos ter que procurar por outro desgraçado.
-Calma rapazes – Brandine se levantou, seu rosto era acolhedor, apesar do seu lado direito ser amedrontador – vocês são convidados.
-Calma uma merda! – Vicent apontou as pistolas para o mago.
-Se eu fosse vocês não me atacaria – o mago mudou totalmente o lado do rosto inteiro, ele fez uma expressão de quem escondia algo.
Vicent se irritou e quase puxou o gatilho, mas Zack o parou.
-Vamos, nós conte o que esta acontecendo! – Zack falou mostrando um lado nervoso que ele nunca mostrava.
-Sabe, eu sei usar magias que causam doenças nos humanos – Brandine riu – é tão simples e os idiotas acham que é falta de oxigênio.
-Desgraçado! – Zack pegou o arco e apontou para ele.
-Idiota! – Brandine mudou de novo a expressão do rosto, agora era raivosa – se me atacarem os três morrem, entenderam?
Zack saltou o arco no chão. Vicent hesitou, mas deixou as pistolas no chão. Ele estava ali e desarmado. Seria tão fácil matá-lo. O homem que eles odiaram por anos. Parecia um pecado não fazer nada.
-Vocês acham que iriam entrar no submundo e ninguém iria perceber – Brandine gargalhou – eu já sabia, sou um dos generais do submundo.
-General? – Zack perguntou.
-Calado, só podem falar quando eu quiser – o mago do submundo estalou os dedos e umas criaturas feias apareceram, eram goblins – prendam eles!
Antes de sair Brandine se aproximou de Zack e deu um beijo na sua bochecha.
-Adorei ver você matando sua amada – Brandine fez uma cara de pervertido – foi bem excitante.
Zack tentou ficar calmo, mas era óbvio que ele estava com muita raiva. Eles foram jogados numa masmorra. O lugar fedia muito e tinhas umas gosmas verdes pelo chão.
-Isso fede muito, será que é vômito? – Vicent colocou a mão sem querer e depois cheirou, fez cara de quem não gostou e se segurou para não vomitar.
-Se fosse vômito seria bom – uma voz foi escutada no escuro.
-Quem esta ai? – Zack perguntou já em posição defensiva, fez menção de pegar o arco, mas lembrou que os goblins tinham o tirado dele.
-Alguém esquecido, que não deveria ser lembrado – um velho de cabelos e barba branca apareceu, sua aparência era pior do que a de um mendigo, seu rosto arrependido destacava.
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-Acho que já esta na hora – Brandine estava numa sala cercado por homens de capuz preto – vai ser uma reunião bem chata, os cinco generais reunidos, só por causa de intrusos. – Brandine bufou.
Um homem colocou o casaco nele.
-Vamos usar os dois no ritual? – o homem perguntou.
-Ainda não sei, só depois da reunião – Brandine abriu a porta a sua frente – os generais são muito egoístas, vão querer esses homens para eles, mas eu não vou permitir.
Sua atitude era estranha. Era o mago do submundo mais forte, há pouco tempo ele era um simples aprendiz, o primeiro contrato com um humano dele foi com Vicent, depois muitos outros. Até Zack. Foi promovido e matou seu tutor. Alcançando o titulo de general.
- Zaghtis não tem nada o que fazer – Brandine falou sozinho, tinha essa mania estranha, na verdade ele tinha muitas outras coisas estranhas, mas não é valido descrever – se ele vacilar vou tomar seu lugar como rei.
A ambição era o que mais se destacava no mago mais forte do submundo.
Os outros generais não eram tão exóticos como ele, mas eram diferentes sim.
Tantus era solitário, não tinha servos, vagava pelo submundo procurando lutas. Alguns diziam que ele não era um ser vivo, pois ninguém nunca viu dentro da armadura. Ele vestia uma armadura totalmente fechada. De pura prata. Não existia nenhuma abertura para olhos ou boca.
Não era muito grande, mas tinha um tamanho que um humano não alcançaria. Tinha seus dois metros e meio. Mas o que realmente deixava ele conhecido era por nunca ter perdido uma luta. Nem pro atual rei. Ele era sem duvida o guerreiro mais forte do submundo.
Mas era leal a família dos lordes das profundezas por algum motivo.
Em uma das suas viagens ele viu um homem jovem de armadura negra cuidando de uma mulher loira. Para ele não importava quem era. Ele tinha que batalhar quando visse alguém.
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Um dos generais era Gerrard irmão de Dante. Era o braço direito do rei do submundo. Tinha motivos obscuros para aceitar ordens. Ou simplesmente se divertia fazendo isso.
O quarto general era carismático e cativante, mas tinha uma personalidade estranha de criança mimada. Seus servos o tratavam como um deus. Era o deus dos Orcs. Sua aparência não era bem de um orc. Ele tinha a pele negra. Dois chifres enormes na testa. Músculos enormes e possuía uma calda de leão.
Goragor também tinha a mesma ambição de Brandine. Ele queria ser rei do submundo. Originalmente os orcs não habitavam o submundo, mas ele os levou para lá e construiu seu reino longe da superfície.
O ultimo general era Vivian. Era um ser estranho, talvez única, sua espécie não era comum. Mas havia muitas lenda. Ela era um necromancer, poucas pessoas sabiam sobre como ela era. O mais importante era sua habilidade, de trazer os mortos de volta a vida.
Não era má, mas precisava de um lugar para viver e não podia ficar exposta a luz então o submundo era o melhor lar para ela. Tinha uma beleza especial, cabelos roxos, olhos de cor branca, totalmente brancos. Suas expressões sempre eram tristes.
A reunião seria em breve e todos estavam lá menos Tantus.
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Dante escutou um barulho estranho. Parecia o som de uma armadura se mexendo, mas o barulho era muito mais alto que o normal. Até que ele viu.
Era bastante grande. Parecia um cavaleiro, a armadura brilhava.
Sem esperar nenhuma atitude ofensiva Dante retirou uma das espadas da bainha. A espada brilhou como luz. Era a sua antiga espada longa.
-Eu vou te proteger Lisa – Dante passou a mão nos cabelos dela – eu prometo.
Tantus se aproximava aos poucos. Não tinha pressa, queria sentir o sabor da luta. Não falava muito. Mas ele sempre fazia uma pergunta antes de começar uma luta. Queria saber o nome do inimigo. Gravava sempre os nomes. Nunca rostos.
-Qual é o seu nome? – uma voz grossa saiu de dentro da armadura.
-Não pretendo responder, vamos só lutar! – Dante segurou a espada com as duas mãos e correu para cima do adversário.
Em resposta rápida Tantus socou Dante o deixando no chão.
-Eu perguntei o seu nome – Tantus parecia irritado agora – só vai poder morrer, quando falar o nome.
-Eu não pretendo morrer – Dante levantou limpando o sangue da boca com a mão.
E começou o massacre.
Dante tentou atacar com a espada em forma de arco, mas o gigante segurou a espada e deu mais um soco em Dante. A espada caiu no chão.
O cavaleiro negro cuspiu sangue, a parte do abdômen da armadura foi totalmente destruída. Era tamanha a força daquela coisa.
Tantus não tinha intenção de atacar. Seria uma luta rápida e chata.
Dante levantou mais uma vez e tirou as outras duas espadas da bainha. A espada gelo seco e a espada curta.
Dante correu em velocidade e atacou. Atacou e atacou. Mas nenhum golpe acertava o adversário. Tantus era muito rápido. E muito forte. E nem tinha tirado a espada da bainha.
Até que Tantus quebrou a espada curta com um soco. Dante ficou aterrorizado.
-Que droga é você! – Dante já tinha enfrentado muitas coisas em muitos lugares, mas nunca tinha presenciado tamanho poder.
Não era só força bruta. Algo dizia a Dante que aquilo não era nem o começo da força do seu inimigo.
Ele imaginava que o seu maior adversário seria o seu irmão, mas não. A luta contra seu irmão era um pouco mais disputada. Contra Tantus, Dante não tinha a menor chance de vencer.
Dante emanou as chamas azuis da espada. Era seu ultimo trunfo.
-Queimem por favor, estou dependendo de vocês – Dante se concentrou na espada.
Ele jogou as chamas em Tantus. Um vento saiu de dentro da armadura e tirou as chamas do caminho.
Dante olhou dado por vencido. Ele não tinha mais o que usar para passar pela aquela defesa intransponível.
Os joelhos de Dante dobraram e ele se ajoelhou automaticamente. Suas forças se esvaíram. Ele não era de desistir, mas não havia nada que ele pudesse fazer. Parecia que o monstro tinha roubado suas energias.
Olhou para Lisa e falou algo.
-Desculpa.
Tantus retirou a espada das costas. Era uma espada enorme, também de prata como a armadura. Ele estava pronto para dar o golpe final e decepar Dante.
Mas um diabrete apareceu voando.
-Você esta atrasado para a reunião – o diabrete falou rápido acanhado, todos tinham medo de Tantus no submundo.
Tantus colocou a espada de volta nas costas e andou na direção do diabrete. Esquecendo que estava numa luta.
-O meu nome é Dante Wolf – Dante nunca mais tinha falado aquele nome – eu sou o homem que vai te derrotar algum dia.
Em algum lugar da armadura Tantus sorriu.
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-Eu era o braço direito de Vaptor – o velho falou quase chorando.
-Isso não é nada interessante – Vicent fingiu que estava dormindo para ver se o velho doido parava de falar.
-Continue – Zack se interessou ao contrario de Vicent.
-Eu trai o meu rei, meu amigo e meu exercito – o velho falava se martirizando – meu nome é Tartarus.
-Sim eu já ouvi esse nome – Zack colocou a mão no queixo – fale-me mais.
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A reunião estava pronta, todos os generais estavam lá. Mas nenhum estava interessado naquela reunião. Para ambos os cinco era só perda de tempo.
-Bem vindos – Zaghtis falou com todo o veneno que tinha.
Ele não se achava rei, ou comandante do submundo. Pensava que aquele lugar era de exclusividade dele. E queria o resto do mundo para ele também.
-Como vocês já devem... – ele iria continuar falando, mas Gerrard interrompeu.
-Meu irmãozinho e seus companheiros entraram aqui no submundo – Gerrard não estava nada interessado, queria tempo para pensar em como torturar o irmão – todos nos sabemos disso, fale algo de novo.
Zaghtis olhou incrédulo sendo desrespeitado por um humano, mas logo se lembrou do que tinha visto. Ignorou o que tinha acontecido.
-Os escravos vão entregar as informações dos invasores – Zaghtis mexeu as mãos e goblins apareceram com pergaminhos – façam o que quiserem com eles, mas não deixem eles vagando pelo submundo.
Zaghtis saiu depois de ter falado tudo que achava necessário.
-Os dois que já estão comigo, já são meus – Brandine falou com seu sorriso maléfico – afinal de contas eles vieram por mim e eu posso fazer um favorzinho para vocês, posso usar magia para levar quem quiser ao seu reino.
O resto estava lendo os pergaminhos. Com exceção de Gerrard que achava isso pura perda de tempo. Era chato e desnecessário, só estava no submundo para poder matar os malditos humanos quando quisesse e tinha que passar por aquilo.
Goragor não viu nada bom o suficiente para ele. Mas aquelas três mulheres poderiam animar seu exercito de orcs.
-Eu vou querer as mulheres – Goragor falou sem se importar com os outros.
-Nada disso – Gerrard abriu os olhos, ele estava esperando por algo assim – a loirinha mulher do meu irmão, é minha, não vou deixar seu exercito quebrar minha cunhada, eu tenho outros planos para ela.
-Nunca, eu falo, eu ordeno, é meu – Goragor perdeu o controle e bateu na mesa que estava sentado e quebrou ela.
-Você parece uma criança mimada – Gerrard nem se mexeu do lugar, então uma aura negra emanou dele – você quer que eu mate todos os orcs do mundo, seria chato, eles são burros, podres e fracos, mas eu faria isso por você – Gerrard mostrou um rosto que ao mesmo tempo que era bonito era tão amedrontador quanto um dragão.
Goragor ficou calado por um tempo, mas depois concordou.
-Com isso, você salvou a sua espécie – Gerrard riu – olhe bem como fala comigo, seu sujo.
Goragor mais uma vez perdeu o controle, mas não falou nada, foi embora.
Gerrard tinha esse poder, podia tirar qualquer um do sério. Gostava mais de azucrinar os que mais se irritavam como Goragor.
Tantus começou a ler e parou onde estava escrito sobre um cego.
-Eu quero lutar com ele – Tantus falou já saindo – o cego.
E a ultima a falar seria Vivian. Ela mexeu os lábios e revelou uma voz muito bonita.
-O homem doente – Vivian falava pouco, não mais que o necessário, achava que alguém morria quando uma palavra saísse da boca dela.
-Então ninguém quer o anão – Brandine olhou para Gerrard o único que ainda estava ali – eu posso...
-Você não vai ficar com mais ninguém – Gerrard olhou sério para ele – mande ele para qualquer lugar distante.
Brandine não teve escolha, também tinha medo de Gerrard. Usou sua magia e mudou todos dos seus lugares. Menos Dante e Lisa. E seus amaldiçoados. Tirou também as doenças de todos, eles não serviriam nem para diversão se estivessem adoentados.
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-Eu entreguei o meu rei, tirei a espada dele e contei suas táticas de guerra – Tartarus mostrou a espada do falecido rei – eu espero que um dia ele possa me perdoar.
-Ele morreu — Vicent falou sem pena – quer que eu mande você para o inferno para conversar com ele.
Zack mandou Vicent parar.
-E como você veio parar aqui? – Zack tinha que saber de tudo.
-Me prometeram que iriam me deixar ir para a superfície e eu fiz tudo – Tartatus não tinha mais motivos para viver, a única coisa que segurava a vida dele era o sonho de receber o perdão do seu amigo – então... – o velho desmaiou e morreu.
-Odeio quem trai seus companheiros – os olhos de Vicent pegaram fogo – mas ele foi enganado como nós, vamos vingar ele?
-Sim, nossa conta só esta aumentando – Zack pegou a espada – e Brandine vai pagar por tudo.
A espada estava velha e enferrujada, mas ainda devia amassar as barras de ferro daquela prisão. Era o bastante para eles fugirem.
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-Onde eu estou? – Snake não podia ver, mas sabia que não estava no mesmo lugar de sempre, até que ele sentiu uma pequena presença, aquela coisa não parecia ter vida.
-Diga o seu nome? – a armadura vazia Tantus, já chegou pronto para o combate.
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-Você esta bem? – Elizabeth deu a mão para Irian levantar.
-Sim, parece que a doença se foi, acho que foi obra de magia – Irian se levantou – mas onde estamos?
-Não sei, viemos parar aqui como se fosse um tele transporte – Elizabeth retirou a espada da bainha – e eu sinto o cheiro de Orcs.
Elas estavam numa floresta, era escuro o bastante para não ver nada.
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-Que droga é essa! – Gandalfr praguejou – como eu vim parar no meio de um deserto!
Era um deserto sim. Um lugar onde nem os demônios ousavam entrar. Era um lugar intocável do submundo. Não tinha dono. Ou melhor, seus habitantes eram os donos.
O lugar era infestado de minhocas gigantes. Não eram bem minhocas. Era uma espécie de monstro em forma de minhoca, com uma boca enorme nos dois lados, e presas bem afiadas ao redor da bocarra.
-Eu devo ser amaldiçoado pelos anões – Gandalfr pelo menos estava com seu machado.
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Louis acordou num lugar estranho para ele.
Parecia uma grande cemitério, estava lotado de catacunbas. Ele pegou seu bloco de papel e começou a anotar sobre o lugar.
Até que viu homens desmembrados, alguns partidos ao meio. Eram zumbis. Todos em estado de decomposição.
Mas Louis não parou de escrever.
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Gerrard se aproximou e viu que seu irmão tinha sido derrotado.
-Tantus é realmente um monstro – Gerrard tocou em Dante, mas ele não devia acordar pelas próximas horas – deixou meu irmãozinho esgotado, acho que Velasco não deve ter treinado você tão bem.
Ele pegou Lisa e deixou um pedaço de papel no lugar onde ela estava. Levou a garota que estava começando a acordar.
-A bela adormecido acordou? – Gerrard se movia numa velocidade incrível, dispensava qualquer animal por causa disso.
-Ele esta vivo? Você não o matou... – Lisa falou, não estava preocupada com si mesma, só queria saber se Dante estava bem.
-Quando eu cheguei lá, ele já estava no chão, não fui eu – Gerrard disse.
-Ele esta bem? – Lisa perguntou ainda sem forças – essa foi a minha pergunta.
-Relaxe, ele só vai morrer pelas minhas mãos – Gerrard não parecia tão mal, ao ponto de vista de Lisa agora.
-Para onde você estava me levando? – Lisa perguntou mais uma vez.
-Chega de perguntas, isso é irritante – Gerrard tinha sido tirado do sério, ninguém havia feito isso desde que ele foi para o submundo – eu só estou te levando para atrair meu irmão.
-Eu acho que queria que isso acontecesse – Lisa falou estranhamente isso.
-Queria ser salva por ele – Gerrard afirmou.
-Não, eu quero saber a historia de vocês.
A curiosidade de Lisa era realmente grande.
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Dante se levantou exausto, tinha usado todas as suas energias na luta contra Tantus. E aquilo nem parecia uma luta. De alguma forma suas energias foram sugadas.
Dante procurou Lisa, mas não a viu em lugar nenhum. Pegou um pedaço de papel que estava onde ela repousava e leu.
-Desgraçado – Dante queimou o papel com suas chamas azuis – Gerrard, você passou dos limites, eu vou te matar!
Notas finais
Até mais!
Ja na!
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