O Cavaleiro E O Lobisomem

9 Luta entre campeões


Notas iniciais
E ai mina-san.
Não tenho muito a falar sobre o capitulo. Nele dois personagens novos e importantes para o decorrer da historia aparecem, então gravem bem o nome deles, brincadeira.
Eu espero que gostem!
Nem sei se estou falando com alguém ainda.

Em algum lugar do continente...

Um batalhão normal estava instalado próximo a uma floresta. O general ouviu um barulho e resolveu sair para averiguar. O cavaleiro parecia ser confiante e saiu sozinho. Adentrou a floresta sozinho. Sua armadura tinha uma cor meio rosada, não parecia ser tão pesada. O helmo era comum com uma pena de cor vermelha no extremo.

O acampamento era normal.

O cavaleiro viu um homem, que parecia ser novo, as roupas dele estavam rasgadas, cobriam poucas partes do corpo. Ele não tinha sinais de ferimento.

O general o bateu no rosto do estranho com a espada embainhada.

-O que? – Dante estava todo quebrado por dentro, aos poucos os olhos foram se abrindo e ele foi vendo a armadura, pensou “problemas!”

E era realmente isso. O cavaleiro não falou nada e fez sinal para que Dante levanta-se.

-Onde eu estou? – Dante perguntou.

Mas não ouviu resposta.

-Você não sabe? – Dante perguntou mais uma vez.

E não ouviu resposta de novo.

O cavaleiro tirou a espada da bainha. E se posicionou para lutar. Dante não estava bem, mas podia lutar desarmado contra um cavaleiro qualquer.

-Você é do submundo não é? – finalmente alguma voz tinha saído do helmo fechado.

-Não, deve ser algum engano – Dante tentou se explicar, mas no momento em que balançou os braços, uma faca caiu da sua cintura – Não é isso que você esta pensando.

-Você queria me pegar de surpresa? – o cavaleiro investiu para cima de Dante o atacando.

Dante se esquivava como podia. Seus movimentos não estavam dos melhores, eram lentos. Ele sentiu a lamina tocá-lo varias vezes, alguns cortes superficiais foram aparecendo com o tempo.

Dante viu que o cavaleiro era habilidoso e um único erro poderia custar sua vida. Claro se ele tivesse uma espada à luta já teria acabado.

-Eu me rendo – Dante levantou os braços em sinal de rendição.

-Então coloque essa corda em suas mãos – o cavaleiro jogou uma corda.

Dante se amarrou como pode.

-Muito bem – o cavaleiro se aproximou e deu uma joelhada no seu estomago – eu vou descobrir quem você é, e se for do submundo... – não era necessário completar a frase, Dante já sabia o resto.

O cavaleiro levou Dante de volta para o batalhão como um cavalo. O arrastando com uma corda pelo pescoço. Quem via ria da situação.

-A general arrumou um brinquedinho – um homem falou rindo, ele estava perto de uma carroça – ela se cansou de se satisfazer sozinha.

Na mesma hora que o homem terminou de falar uma faca veio voando em sua direção e se cravou na madeira da carroça bem ao lado de sua cabeça.

-Fale qualquer coisa assim de novo de Eliza e você estará morto – um homem de cabelos castanhos, curtos e bem cortados. Tinha uma cicatriz na bochecha, olhos pretos, não era alto, mas um ótimo lançador de facas – vá embora antes que eu te mate!

O homem saiu correndo tropeçando como podia e o resto dos soldados ficaram rindo.

Dante ficou numa cabana, estava amarrado a um tronco, ele ainda estava fraco por isso nem tentou sair.

Mexeu as pernas e viu um papel cair. Se esforçou para conseguir pegar e o abriu, leu:

Daqui a um mês matarei o rei Vaptor, tente me impedir.

Gerrard

Dante se assustou ao olhar o pedaço de papel. Agora tinha que impedir que o seu irmão vira-se o maior procurado do continente. Depois procuraria por seu grupo. O mais importante agora era salvar o rei.

O cavaleiro que lhe prendera entrou na cabana. Dante percebeu que estava na maior cabana do acampamento, devia estar nos aposentos do general.

-Me solte, se não o rei vai morrer – Dante falou rápido e se atrapalhou nas palavras, depois percebeu a burrada que tinha feito.

-Então alem de ser do submundo, diz que vai matar o rei! – o cavaleiro estava de costas, mas sua voz não parecia passar medo, não era tão suave, mas parecia uma voz de mulher.

-Não foi isso que eu quis dizer, eu descobrir que alguém vai assassinar o rei Vaptor – Dante na verdade não se importava com o rei – e só eu posso impedir, me solte.

-Você acha que vai me enganar com isso, se você dissesse que o mundo iria acabar eu podia até acreditar, mas alguém matar o rei, não me faça rir – o cavaleiro tirou o helmo.

Os cabelos longos e vermelho caíram ao sair da armadura. Eram lindos, Dante a viu de costas, ainda não sabia que era uma mulher. Ela se virou, seu rosto era bonito e tinha algumas cicatrizes, mas não tirava a beleza dela. Seus olhos eram de cor azul penetrante. Logo tirou o resto da armadura.

O corpo era escultural, parecia ter sido feito a mão, ela estava com poucas roupas, não mais que Dante.

Dante virou o rosto um pouco envergonhado.

-Se acostume, você vai ficar aqui, até nossa missão acabar, não confio em ninguém para vigiar você – ela lançou um olhar mortífero para ele – sei que não é uma pessoal comum, eu sinto isso.

Ela se vestiu com outra roupa, uma roupa mais masculina do que feminina. E saiu. Logo um homem chegou à cabana.

Ele ficou brincando com uma faca, a jogando para cima.

-Vou te dar um conselho – o homem falou – fuja, se ficar ela vai ter deixar doido.

Ele foi cortar a corda, mas Dante o impediu.

-Não vou fugir – Dante falou serio – se eu fugir vão me perseguir, preciso convencê-la a me ajudar.

-Boa sorte – o homem riu – Eliza é muito cabeça dura, ela não costuma escutar os outros.

Saiu da cabana, passou próximo a general.

-O que vai fazer com aquele homem? – perguntou a ela.

-Louis, eu não sei – ela deixou a mascara de mulher dura cair na frente do irmão – ele não parece mentir, mas é perigoso, por enquanto vai ficar preso.

-Sim, ele fala a verdade, mas Eliza – Louis disse – os orcs estão chegando, nos precisamos proteger a cidade.

Agora era claro, eles estavam próximos a cidade capital Deodon e sua missão era impedir a aproximação do exercito orc.

-E nos vamos! – Eliza voltou para a cabana.

X

-Você pode me dizer onde eu estou pelo menos? – Dante já estava cansado de ficar naquela posição, não estava dormindo direito.

Ele não ouviu resposta, ela estava averiguando alguns mapas, planejando táticas de guerra.

-Com quem vocês vão lutar? – Dante disse.

-Não vamos guerrear com ninguém – Elizabeth mentiu.

Então para que as estratégias de guerra? – Dante elevou a voz – me deixe ajudar, se for contra algo mal, eu ajudarei.

-Não, não confio em você – Elizabeth saiu da tenda.

-Essa mulher tem coração de gelo ou algo assim? – Dante se perguntou, ele começou a falar sozinho depois de um tempo.

Ele era como um animal, como um lobo, não aguentava viver preso, mas era necessário, por que ele não conseguiria entrar na cidade capital e falar com o rei, ele precisava de alguém em que o rei confiasse. O rei não tinha tempo para falar com qualquer pessoa, para atender a qualquer chamado.

-Louis, eu não aguento mais estar próximo ao meu pai e não poder abraçá-lo – Elizabeth chorava no peito do irmão – ele é tão bom comigo, mesmo sem saber que eu sou sua filha.

-Ainda não é a hora ainda Eliza, se você falar agora ele não vai acreditar – Louis fazia carinho nos cabelos da irmã de criação – sei que com uma magia simples você pode descobrir isso, mas ele não vai aceitar.

-Como você sabe? – Eliza parou as lagrimas.

-Ele não vai aceitar uma filha que não nasceu da rainha – Louis deu um sorriso – ele é tão cabeça dura quanto você.

Os dois riram.

-Eu devo ter puxado isso dele – Elizabeth se levantou limpou as lagrimas e voltou para seus afazeres.

X

Já tinha passado um tempo em que Dante estava preso. E os orcs já haviam chegado, a guerra já tinha começado e Dante estava pronto para lutar.

No primeiro dia de guerra as baixas fora do exercito humano, perderam 200 homens enquanto os orcs, perderam menos de 100. Eliza confabulava na cabana, tentando achar uma forma de mudar essa situação. Já que os orcs estavam em maior numero.

-O que aconteceu? – Dante precisava lutar, já fazia duas semanas que ele não tocava numa espada – vocês estão ganhando a guerra?

Mais uma vez não ouviu nenhuma resposta.

-Eu posso sentir que o cheiro de sangue é maior vindo dos humanos – Dante tentava convencer ela – me deixe lutar, as coisas vão mudar.

A mulher ignorou ele de novo.

No outro dia as coisas pioraram, poucos orcs foram derrotados e mais 100 soldados dos humanos tinham caído. Agora só tinha um pequeno exercito de 200 soldados. O rei enviara 500 soldados para essa missão, era mais que o necessário, mas os orcs estavam estranhos.

Não cansavam e lutavam com a mesma força mesmo depois de terem sido feridos.

-Hoje, as coisas foram piores não foram? – Dante estava quase derrubando a madeira que lhe prendia – eu posso ajudar.

-Ainda podemos vencer, o exercito inimigo só tem o dobro do nosso exercito – Eliza falou séria.

X

No terceiro dia, os mortos tinham voltado à vida, e estavam do lado do exercito inimigo, os 300 humanos mortos, reviveram e estava agora do lado dos orcs, os orcs que morreram também reviveram e agora o exercito humano com só 200 soldados, enfrentaria o outro lado que continham quatro vez mais guerreiros.

Virou um massacre. A general recuou logo e a perda foi amenizada, perderam 100 homens.

-Eliza chegou na cabana ofegante, estava cansada dessa vez ela tinha lutado mais, estava banhada em suor e sangue.

-Me deixe ajudar! – Dante rugiu – não vou conseguir mais assistir isso, você esta horrível, não gosto de ver mulheres sofrer.

Elizabeth desamarrou a corda que estava prendendo Dante.

-Vá embora! – a mulher falou no mesmo tom que Dante.

-Finalmente! – Dante abriu um sorriso e abraçou a mulher – não se preocupe, eu vou vencer por você.

O estado psicológico dela estava horrível e Dante sabia, um abraço e um incentivo poderia mudar tudo. E foi isso que aconteceu, mesmo parecendo impossível, ela sabia que conseguiria vencer aquela guerra.

Dante tinha esse poder de persuasão, mas não tinha nada a ver com o fato de ele ser lobisomem.

O dia nasceu.

-O que nos vamos fazer? – Eliza olhou para Dante e esperou uma resposta – você estava tão confiante, deve ter alguma idéia.

-Não, você não entendeu – Dante tocou no ombro dela – nos vamos promover uma luta entre campeões.

-Mas eles estão com a guerra ganha, nunca vão aceitar – Eliza disse.

-Então seria uma luta de 20 orcs contra mim – Dante falava confiante – eles vão aceitar, seria vergonhoso não aceitar uma proposta dessas, pode não parecer, mas os orcs são orgulhosos.

E foi isso que aconteceu, a luta entra campeões foi promovida. Na verdade isso era um modo de evitar a guerra, o melhor guerreiro de um lado enfrenta o melhor guerreiro do outro lado, quem vencesse venceria a guerra.

Os soldados deram espaços e Dante saiu do exercito humano. Sem armadura e com duas espadas longas. Seria difícil encontrar uma armadura que ficasse boa em Dante então ele achou melhor não usar. Pegou as maiores espadas que encontrou.

-Confie em mim Eliza! – Dante piscou o olho para ela brincando.

-Ele vai morrer e nos vamos perder a guerra – Louis disse para a irmã.

-Não, eu sei que ele pode – Eliza já confiava nele.

-Como assim vocês não se conhecem, só faz umas duas semanas que ele esta na sua cabana – Louis viu os olhos da irmã e imaginou o que tinha acontecido – você se apaixonou por ele?

-Não, nunca – ela falou toda envergonhada.

-Sei – Louis falou rindo.

Dante ergueu uma das espadas e fez sinal para que os orcs viessem.

Os orcs riram, o mago do submundo já via a guerra ganha e liberou os mortos vivos de sua magia, os mortos voltaram a morte.

O primeiro orc saiu do meio do exercito. Portava uma armadura pesada e um martelo enorme. Logo saiu o próximo, sem armadura possuía uma trança e um machado maior que o martelo do outro. Mais um com espada. E mais outros 17, eram realmente fortes, os músculos dos 20 orcs estouravam para fora do corpo verde.

E foi dado o inicio da batalha.

Dante parecia pequeno, os orcs tinham mais de 2 metros de altura. Dante cruzou as duas espadas. Os orcs ficaram parados, subestimavam o adversário, então um resolveu acabar com aquela brincadeira. Era isso que eles achavam.

O orc veio com a espada na direção de Dante, próximo a Dante tinha uma poça de lama. Por estar um tempo preso Dante ainda não estava com um bom reflexo. Pisou na poça de lama e caiu. O orc apontou a espada para Dante que estava no chão, o corpo coberto por lama.

O exercito orc riu, gargalhou e até os soldados que iriam lutar também riram, alguns humanos quase abriram a boca para soltar a gargalhada, mas viram o olhar mortífero da general .

-Ainda acha que ele vai poder vencer? – Louis olhou serio para ela.

-Sim! – Eliza não tinha duvidas.

X

Uma noite antes.

-O que você vai fazer? – Eliza perguntou.

-Eu vou me dar por vencido, vou dar uma forma do inimigo me ter em suas mãos e quando isso acontecer, eu vou mostrar do que sou feito – Dante sorriu para ela – a surpresa é a minha melhor aliada, quero derrotar eles da melhor forma possível.

-Vou dar um show! – Dante disse.

X

Dante Pegou a espada do chão e cortou a perna do orc que o rendia, levantou e enfiou a outra espada no abdômen do inimigo. A lama subiu junto com Dante, a velocidade dos movimentos era imperceptível para olhos comuns, mas Louis e Eliza viram os movimentos.

Retirou a espada e correu para cima dos outros orcs. Por um breve momento o exercito de orcs ficou surpreso e o exercito humano gritou em vibração.

Dante pulou e girou com os braços abertos e cortou os dois orcs mais próximos, se não tivessem armadura, teriam perdido metade do corpo, os dois caíram.

Três orcs empunharam suas espadas contra Dante. O primeiro perdeu a espada. O segundo perdeu um braço. O terceiro perdeu a cabeça. Ambos morreram.

Dante já havia derrotado 6 orcs e o exercito humano vibrava, mas ainda tinham quatorze. E agora os orcs não subestimariam Dante. Os guerreiros correm para cima de Dante, mas os três maiores ficaram parados.

Os onze inimigos cercaram Dante, e uma serie de ataques de espadas caiu sobre Dante. Ele esquivava de alguns e rebatia outros. As duas espadas que Dante segurava não iriam aguentar muito. Dante correu e pulou. Pisou na cabeça de um dos inimigos e enfiou a espada no ombro dele. O orc caiu morto e Dante pegou a espada dele.

Outro se aproximou. Dante enfiou a espada no peito dele. E trocou de arma.

Mais dois vieram e num movimento rápido Dante fez um arco e cortou as cabeças dos dois.

O vigor de Dante era impressionante, ele não cansava.

X

Dante estava cansado, a maior parte dos inimigos estavam mortos ou imóveis, mas ainda tinha três em pé, os três mais fortes.

Dante sentia falta das magias de Lisa, que o salvara varias vezes, do machado do anão, que cortava como se o inimigo fosse de ceda, das flechas invisíveis de Zack, que acertavam em qualquer lugar que ele quisesse. Das magias enérgicas de Irian, que acabavam com o cansaço e a fadiga. E por ultimo, mas não menos importante, das pistolas e das besteiras que Vicent falava.

Dante pendeu para um lado, seus olhos estavam embaçados pelo sangue dos orcs. Sem sua armadura e sem suas espadas Dante não era o mesmo. Estava machucado, precisaria virar o dia para poder voltar ao estado normal e isso não iria acontecer. Ele não era imortal naquela forma e não viraria lobisomem de dia.

Dante parou respirou e sentiu o barulho de passos, o som estava destorcido pelo cansaço. O orc de martelo se aproximou e chutou Dante, Dante caiu no chão. O martelo bateu no chão. O chão tremeu.

Dante girou o corpo para o lado, seria esmagado se tivesse ficado parado. Levantou ficou reto, mas o mundo parecia girar, estava muito cansado. O orc girou o martelo na direção de Dante. Um barulho de osso quebrado foi ouvido. A costela de Dante ficou em migalhas. Dante urrou de dor.

A luta já estava acabada. Não, Dante olhou para Eliza e viu que ela ainda confiava nele, seus olhos passaram força para Dante. Ele conseguiu se levantar e pegou a espada.

O orc girou o machado varias vezes e foi para cima de Dante, ele se abaixou e atacou a perna do inimigo, que ainda estava rodando. Ele se desequilibrou e caiu o machado caiu por cima dele.

-Pura sorte – um outro orc vinha com uma espada na mão e uma armadura cobrindo todo o corpo – não vai ter essa sorte comigo.

-Pare de falar besteiras, eu estou cansado – Dante riu – venha logo morrer!

O orc foi tirado do serio, apressou o passo e fez um arco com a espada na direção de Dante. Dante se abaixou, os movimentos já estavam mais lentos.

O orc fez outro arco com a espada com mais força, um pouco mais em baixo. Dante pulou, e quando pisou no chão sentiu uma dor incompreensível no corpo.

Dante fez menção de atacar, mas a espada caiu da sua mão. A espada do orc cortou do ombro a cintura de Dante. Sangue espichou.

-Acabou – o orc saiu vitorioso.

-Não, olhe para mim, não de as costas! – Dante urrou.

O orc se virou e a espada entrou perfurando seu peito. O monstro caiu.

O ultimo vinha com seu machado enorme. Os paços de Dante já não tinha direção. Ele andava como um bêbado.

O machado passou próximo a Dante, ele sentiu o vento e o cheiro de morte. Dante aproveitou o momento e foi ao ataque com sua espada, mas ela caiu simplesmente de sua mão de novo. Se abaixar e pegar a espada seria a sua morte e lutar desarmado naquela situação seria a morte também.

O orc veio na sua direção com o machado levantado pronto para decepar Dante. Dante usou suas ultimas forças para se jogar no chão e pegar a espada. Mas agora Dante estava no chão e o inimigo estava próximo. Dante enfiou a espada de baixo para cima do no abdômen do orc, mas a espada não entrou.

Dante usou as duas pernas e empurrou a espada que atravessou o inimigo. O sangue caiu como uma cachoeira e banhou Dante

O machado caiu e o orc caiu por cima de Dante.

O exercito humano gritou em euforia. Elizabeth já iria abrir um sorriso no rosto, mas se preocupou com Dante e foi ajudá-lo.

O exercito orc aos poucos foi saindo.

X

-Acredita em mim agora? – Dante falou sendo levado pelos soldados.

-Obrigado – Eliza falou baixou, quase imperceptível.

-O que? – Dante perguntou com os olhos quase se fechando.

-Nada! – Eliza disse, estonteante e alegre.

E nessa noite a festa rolou até o amanhecer. Dante recebeu cuidados médicos, mesmo dizendo que não precisava. Elizabeth fez questão de ficar com ele até o mesmo dormir.

X

-Para onde nos devemos ir? – Lisa perguntou para Zack.

-Deodon, é o que os rastros de Gerrard que eu achei dizem – Zack se levantou e limpou as mãos.

-Então vamos para o reino dos humanos! – Gandalfr pensou na cerveja que vendia lá.

-Nos podíamos muito bem ir para outro lugar – Vicent brincou – não quero que ele fique perto de Elena.

Lisa se estressaria agora, mas estava preocupada com Dante. Ela saiu e foi para um rio próximo.

Se olhou na água.

-Ficar sozinha, só vai piorar as coisas – Irian foi consolá-la.

Lisa soltou algumas lagrimas.

-Já faz semanas e nos não temos rastro ou noticia e só agora eu percebi – Lisa limpou as lagrimas – eu percebi que tenho sentimentos por ele, não sei se é algo profundo, mas eu nunca senti tanta falta de alguém assim, meu coração dói.

-De qualquer forma não perca as esperanças – Irian sorriu para amiga.

-Sim, aquele idiota não iria morrer assim, ele deve estar por ai dando em cima de alguma mulher – Lisa sorriu pela primeira vez dês do acontecido.

X

Dante espirrou.

-Como você consegue ficar tão curado aponto de ficar só com um resfriado? – Louis deu a mão para cumprimentá-lo.

-Meu nome é Dante – Dante espirrou de novo.

-Prazer, eu sou Louis Grandfild – Louis rapidamente limpou a mão no lenço depois de soltar a mão de Dante – minha irmã se chama Elizabeth Grandfild, na verdade ela não é minha irmã de sangue, mas de criação, espero que você cuide dela.

-Cuidar? Do que você ta falando – Dante espirrou mais uma vez – lama idiota!

Eliza chegou na cabana.

-Vamos voltar para a capital – Eliza entrou meio tímida – ai você pode falar com o rei.

-Obrigado! – Dante abaixou a cabeça.

-Não, eu que tenho que agradecer – Eliza falou meio envergonhada, falava sem olhar nos olhos de Dante – você venceu a guerra para nos.

Louis já ia saindo quando soltou uma brincadeira.

-Nossa Eliza! Como você é estranha quando esta apaixonada! – Louis saiu rindo.

Elizabeth corou na mesma hora.

-Eu não estou apaixonada! – Eliza foi atrás do irmão reclamando com ele.

-O que será que vocês estão fazendo? – Dante pensou nos companheiros – estou com saudade Lisa.

Dante colocou a mão no peito. Sentia um pouco de dor lá.

Notas finais
Bom eles estão no caminho certo, será que vão se encontrar com Dante no próximo capitulo? Bom isso nem eu sei, ainda estou pensando no que fazer.
Dessa vez provavelmente só sábado que vem.
Até mais!
Ja na!