O Cair do Véu
Afrodite é, na mitologia grega, a deusa da beleza e do amor, entre outros domínios. Você provavelmente já deve conhecer alguns mitos sobre Ela, mas nunca antes imaginou acompanhá-la em suas estórias com um olhar mais aprofundado. A narrativa mergulha no desenvolver de seus dramas, através de uma novela adaptada e implementada de novidades que buscam dar uma maior coesão à vivência de Afrodite e todo seu cenário mitológico.
O Cair do Véu é a primeira parte da série Desconstruindo Afrodite. Em breve escreverei os crossoveres: "Vênus" e "A Primeira Rainha", onde veremos Afrodite como a deusa romana Vênus e como a deusa pelasga Eurínome.
O Cair do Véu é a primeira parte da série Desconstruindo Afrodite. Em breve escreverei os crossoveres: "Vênus" e "A Primeira Rainha", onde veremos Afrodite como a deusa romana Vênus e como a deusa pelasga Eurínome.
Heloise Gabrielli
Sinopse
Afrodite é, na mitologia grega, a deusa da beleza e do amor, entre outros domínios. Você provavelmente já deve conhecer alguns mitos sobre Ela, mas nunca antes imaginou acompanhá-la em suas estórias com um olhar mais aprofundado. A narrativa mergulha no desenvolver de seus dramas, através de uma novela adaptada e implementada de novidades que buscam dar uma maior coesão à vivência de Afrodite e todo seu cenário mitológico.
O Cair do Véu é a primeira parte da série Desconstruindo Afrodite. Em breve escreverei os crossoveres: "Vênus" e "A Primeira Rainha", onde veremos Afrodite como a deusa romana Vênus e como a deusa pelasga Eurínome.
O Cair do Véu é a primeira parte da série Desconstruindo Afrodite. Em breve escreverei os crossoveres: "Vênus" e "A Primeira Rainha", onde veremos Afrodite como a deusa romana Vênus e como a deusa pelasga Eurínome.
Notas adicionais
◤Um capítulo novo por semana◥
Tentar compreender totalmente Afrodite ainda continua a ser um mistério pra mim. Vejo-a como uma personagem feita de ideias e filosofias abstratas criada para dar voz aos sentimentos e pensamentos mais obscuros ou inexplicáveis do grego antigo. A complexidade dessa deusa e sua personalidade forte me fez querer buscar e entender a fundo o que Afrodite realmente significava. Para mim, ao menos, que sou panteísta amarrada, Afrodite não é o nome de uma deusa. Afrodite é a tentativa de explicar emoções fortes que tomam conta de nosso ser e que até os dias de hoje não se sabe exatamente como classificar ou adivinhar. Estou falando do amor. O amor físico, espiritual, eterno ou passageiro. A vingança, o ego, a possessão, a inveja. A feminilidade e poder. A sensualidade. Em suma, tudo aquilo que fundidos fez nascer a Deusa do Amor.
Numa tarde qualquer me vi parada, pensando sobre o que já aprendi, repugnei e defendi sobre os mitos de Afrodite. Sobre quantas vezes já ouvi ou li “não sabia que Ela era isso tudo” ou “depois do que me disse passei a ver Afrodite como mais que beleza e sexo”. Tentei viver os seus princípios — amor, alegria, prazer, festividade — e, confesso, não consegui ser tão descontraída quanto caberia a uma discípula Dela ser. Sinto em mim certa influência do Epicurismo, mas minha fome literária me fez continuar a admirar a figura que Afrodite representa tanto na mitologia quanto na filosofia. E é com base nisso que resolvi escrever essa fic. Não importa se concorda ou não com o modo que Afrodite vive, não importa se você for o oposto dela. Seus mitos e contextualizações são interessantes demais para não serem compartilhados de forma clara e acessível. Reunirei fatos e interpretações próprias que juntei e construí com o passar dos anos. Seja de fontes online, impressas ou aprendidas naquela aula de filosofia com a professora que fala até do motivo da deusa comer o que come, todas as informações específicas e não interpretativas vieram de algum lugar e não foram apenas inventadas ou brotadas da minha criatividade.
Os assuntos serão vistos no decorrer da narrativa, raramente separados por sessões específicas. Não quero algo técnico, como numa enciclopédia. Afrodite por completa será apresentada naturalmente, durante seus mitos e motivos.
Sou grata desde já a todos que estão tendo a iniciativa de ler essa minha tentativa de compartilhar com o mundo uma deusa incrível e a todos que chegarão ao final com satisfação por ter lido minha pequena obra.
Eu desejo uma ótima e envolvente leitura a todos.
Tentar compreender totalmente Afrodite ainda continua a ser um mistério pra mim. Vejo-a como uma personagem feita de ideias e filosofias abstratas criada para dar voz aos sentimentos e pensamentos mais obscuros ou inexplicáveis do grego antigo. A complexidade dessa deusa e sua personalidade forte me fez querer buscar e entender a fundo o que Afrodite realmente significava. Para mim, ao menos, que sou panteísta amarrada, Afrodite não é o nome de uma deusa. Afrodite é a tentativa de explicar emoções fortes que tomam conta de nosso ser e que até os dias de hoje não se sabe exatamente como classificar ou adivinhar. Estou falando do amor. O amor físico, espiritual, eterno ou passageiro. A vingança, o ego, a possessão, a inveja. A feminilidade e poder. A sensualidade. Em suma, tudo aquilo que fundidos fez nascer a Deusa do Amor.
Numa tarde qualquer me vi parada, pensando sobre o que já aprendi, repugnei e defendi sobre os mitos de Afrodite. Sobre quantas vezes já ouvi ou li “não sabia que Ela era isso tudo” ou “depois do que me disse passei a ver Afrodite como mais que beleza e sexo”. Tentei viver os seus princípios — amor, alegria, prazer, festividade — e, confesso, não consegui ser tão descontraída quanto caberia a uma discípula Dela ser. Sinto em mim certa influência do Epicurismo, mas minha fome literária me fez continuar a admirar a figura que Afrodite representa tanto na mitologia quanto na filosofia. E é com base nisso que resolvi escrever essa fic. Não importa se concorda ou não com o modo que Afrodite vive, não importa se você for o oposto dela. Seus mitos e contextualizações são interessantes demais para não serem compartilhados de forma clara e acessível. Reunirei fatos e interpretações próprias que juntei e construí com o passar dos anos. Seja de fontes online, impressas ou aprendidas naquela aula de filosofia com a professora que fala até do motivo da deusa comer o que come, todas as informações específicas e não interpretativas vieram de algum lugar e não foram apenas inventadas ou brotadas da minha criatividade.
Os assuntos serão vistos no decorrer da narrativa, raramente separados por sessões específicas. Não quero algo técnico, como numa enciclopédia. Afrodite por completa será apresentada naturalmente, durante seus mitos e motivos.
Sou grata desde já a todos que estão tendo a iniciativa de ler essa minha tentativa de compartilhar com o mundo uma deusa incrível e a todos que chegarão ao final com satisfação por ter lido minha pequena obra.
Eu desejo uma ótima e envolvente leitura a todos.
Escrito por
Heloise Gabrielli
Classificação 14+
Livro em andamento
Publicado em 9 de out. de 2016, 22:33
Atualizado em 9 de out. de 2016, 22:33
1236 palavras
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Notas adicionais
◤Um capítulo novo por semana◥
Tentar compreender totalmente Afrodite ainda continua a ser um mistério pra mim. Vejo-a como uma personagem feita de ideias e filosofias abstratas criada para dar voz aos sentimentos e pensamentos mais obscuros ou inexplicáveis do grego antigo. A complexidade dessa deusa e sua personalidade forte me fez querer buscar e entender a fundo o que Afrodite realmente significava. Para mim, ao menos, que sou panteísta amarrada, Afrodite não é o nome de uma deusa. Afrodite é a tentativa de explicar emoções fortes que tomam conta de nosso ser e que até os dias de hoje não se sabe exatamente como classificar ou adivinhar. Estou falando do amor. O amor físico, espiritual, eterno ou passageiro. A vingança, o ego, a possessão, a inveja. A feminilidade e poder. A sensualidade. Em suma, tudo aquilo que fundidos fez nascer a Deusa do Amor.
Numa tarde qualquer me vi parada, pensando sobre o que já aprendi, repugnei e defendi sobre os mitos de Afrodite. Sobre quantas vezes já ouvi ou li “não sabia que Ela era isso tudo” ou “depois do que me disse passei a ver Afrodite como mais que beleza e sexo”. Tentei viver os seus princípios — amor, alegria, prazer, festividade — e, confesso, não consegui ser tão descontraída quanto caberia a uma discípula Dela ser. Sinto em mim certa influência do Epicurismo, mas minha fome literária me fez continuar a admirar a figura que Afrodite representa tanto na mitologia quanto na filosofia. E é com base nisso que resolvi escrever essa fic. Não importa se concorda ou não com o modo que Afrodite vive, não importa se você for o oposto dela. Seus mitos e contextualizações são interessantes demais para não serem compartilhados de forma clara e acessível. Reunirei fatos e interpretações próprias que juntei e construí com o passar dos anos. Seja de fontes online, impressas ou aprendidas naquela aula de filosofia com a professora que fala até do motivo da deusa comer o que come, todas as informações específicas e não interpretativas vieram de algum lugar e não foram apenas inventadas ou brotadas da minha criatividade.
Os assuntos serão vistos no decorrer da narrativa, raramente separados por sessões específicas. Não quero algo técnico, como numa enciclopédia. Afrodite por completa será apresentada naturalmente, durante seus mitos e motivos.
Sou grata desde já a todos que estão tendo a iniciativa de ler essa minha tentativa de compartilhar com o mundo uma deusa incrível e a todos que chegarão ao final com satisfação por ter lido minha pequena obra.
Eu desejo uma ótima e envolvente leitura a todos.
Tentar compreender totalmente Afrodite ainda continua a ser um mistério pra mim. Vejo-a como uma personagem feita de ideias e filosofias abstratas criada para dar voz aos sentimentos e pensamentos mais obscuros ou inexplicáveis do grego antigo. A complexidade dessa deusa e sua personalidade forte me fez querer buscar e entender a fundo o que Afrodite realmente significava. Para mim, ao menos, que sou panteísta amarrada, Afrodite não é o nome de uma deusa. Afrodite é a tentativa de explicar emoções fortes que tomam conta de nosso ser e que até os dias de hoje não se sabe exatamente como classificar ou adivinhar. Estou falando do amor. O amor físico, espiritual, eterno ou passageiro. A vingança, o ego, a possessão, a inveja. A feminilidade e poder. A sensualidade. Em suma, tudo aquilo que fundidos fez nascer a Deusa do Amor.
Numa tarde qualquer me vi parada, pensando sobre o que já aprendi, repugnei e defendi sobre os mitos de Afrodite. Sobre quantas vezes já ouvi ou li “não sabia que Ela era isso tudo” ou “depois do que me disse passei a ver Afrodite como mais que beleza e sexo”. Tentei viver os seus princípios — amor, alegria, prazer, festividade — e, confesso, não consegui ser tão descontraída quanto caberia a uma discípula Dela ser. Sinto em mim certa influência do Epicurismo, mas minha fome literária me fez continuar a admirar a figura que Afrodite representa tanto na mitologia quanto na filosofia. E é com base nisso que resolvi escrever essa fic. Não importa se concorda ou não com o modo que Afrodite vive, não importa se você for o oposto dela. Seus mitos e contextualizações são interessantes demais para não serem compartilhados de forma clara e acessível. Reunirei fatos e interpretações próprias que juntei e construí com o passar dos anos. Seja de fontes online, impressas ou aprendidas naquela aula de filosofia com a professora que fala até do motivo da deusa comer o que come, todas as informações específicas e não interpretativas vieram de algum lugar e não foram apenas inventadas ou brotadas da minha criatividade.
Os assuntos serão vistos no decorrer da narrativa, raramente separados por sessões específicas. Não quero algo técnico, como numa enciclopédia. Afrodite por completa será apresentada naturalmente, durante seus mitos e motivos.
Sou grata desde já a todos que estão tendo a iniciativa de ler essa minha tentativa de compartilhar com o mundo uma deusa incrível e a todos que chegarão ao final com satisfação por ter lido minha pequena obra.
Eu desejo uma ótima e envolvente leitura a todos.
Autor
Heloise Gabrielli
Classificação 14+
Livro em andamento
Publicado em 9 de out. de 2016, 22:33
Atualizado em 9 de out. de 2016, 22:33
1236 palavras