O Amor, Você e Eu.
14 Um caminho sem volta.
Naquela noite, Takashi mandou que não servissem o jantar, pois, para ele Rin não mais voltaria. Por fora era o mesmo Takashi sério de sempre, mas por dentro estava abalado. Não sabia o que Rin faria. Tinha esperanças de que ela voltasse. Ele a esperou durante algumas horas, mas ela não voltou. Cansado, pois suas obrigações exigiram muito dele durante o dia, resolveu deitar-se e pegou no sono. Até que sentiu alguém deitar-se ao seu lado.
– Tadaima. — A voz sussurrou.
– Okaeri Rin. — Ela o abraçou e deitou-se bem próxima a ele. Naquela noite ele foi dormir muito feliz.
Pela manhã antes de sair para o shiro, Takashi observava Rin dormir tranquilamente. Sua expressão era muito calma e também feliz. Desejou passar todo aquele dia ao lado da jovem, mas tinha deveres a cumprir. Deu-lhe um beijo na testa de despedida e acariciou-lhe o rosto. Todas as manhãs ele fazia, mas como saia muito cedo ela não percebia. Quando se levantou da cama para ir em direção a porta ele ouviu:
– Takashi, viverei com Takashi. — Ele a olhou e sorriu. Ela ainda dormia, em seus sonhos pensava nele.
Quando chegou ao shiro, Takashi foi chamado diretamente ao escritório de Sesshoumaru.
– Ohayo Gozaimasu meu senhor. — Fez uma reverência.
– Takashi, como sabe Rin veio aqui ontem. Eu a mandei chamar, pois ela teria de escolher ficar com você ou voltar para o shiro. E ela escolheu você. Sendo assim, você tem total autoridade sobre ela. Mas ainda será minha protegida. — Takashi não acreditava no que estava ouvindo. Rin teve de escolher entre ambos e escolheu a ele.
– Sesshoumaru-sama, prometo fazer o que estiver ao meu alcance para que Rin tenha uma vida de hime.
– Assim espero. Está dispensado para suas obrigações. — Assim Takashi fez uma reverência e saiu da sala de negócios de Sesshoumaru impressionado.
Na mansão, Rin despertava com os raios de sol entrando no quarto. Abriu os olhos e viu que estava no quarto de Takashi. No mesmo instante ela desejou que ninguém a tivesse procurado em seu quarto. Levantou-se, abriu a porta e deu de cara com Hiroko. A menina mudou de cor.
– O... O... Ohayo Hiroko.
– Ohayo senhorita Rin.
– Pre... Prepare-me um banho por favor.
– Sim senhorita.
– Arigato Hiroko. — Ela então tomou o seu banho e queria imensamente que as horas passassem o mais rápido posível para reencontrar Takashi.
Depois de encontrar Sesshoumaru ela teve a certeza de que era com Takashi que deveria ficar. Precisou reencontrar-se com o passado para perceber que ele não volta e o que vale a luta é o que está por vir. Abandonaria o passado e abandonaria tudo o que não houvesse Takashi, porque uma vida sem ele seria uma vida sem sentido. E alguém como o seu lindo general ela não poderia encontrar.
Durante todo dia ela esperou por ele. Providencou os minimos detalhes para que sua noite fosse perfeita. Mandou que as cozinheiras preparassem o prato favorito de seu general, servissem sua sobremesa favorita, aprontassem sua bebida predileta e enfeitou a casa com as mais belas flores e pediu para que não fossem incomodados.
Ao chegar a sua casa, como de costume Takashi foi diretamente tomar seu banho. Estranhou a pouca circulação, ele vira apenas dois empregados. Rin não estava em seu quarto, mas seu perfume inebriava todo o corredor. Ele tomou banho e se aprontou para o jantar. Quando desceu a jovem já o esperava.
– Okaeri Takashi.
– Kobanwa Rin. — Ela o olhava com um lindo sorriso e ele gostava daquilo.
Durante o jantar, Takashi percebeu que Rin providenciou tudo conforme sua preferência. Ele amava quando ela se dedicava assim para agradar-lhe. Conversaram um pouco, mas nenhum deles tocou no assunto. Depois do jantar ele foi para seu quarto e ela ficou ainda no andar de baixo. Logo, subiu. Foi diretamente ao quarto dele e bateu na porta. Takashi a abriu e estava sem o seu haori.
– Takashi ...
– Rin, hoje provou toda a confiança que tem em mim, arigato.
– Quero que saiba que provaria quantas vezes fosse preciso e que eu não viveria mais sem a sua presença.
– Deve ter sido difícil... — Ela se aproximou dele.
– Posso entrar? Assim podemos conversar melhor. — Ele fez sinal para que ela entrasse e fechou a porta. Ela sentou na cama ele parou em frente a ela. — Não sei se o senhor concordou com tudo o que ele disse, mas eu sim.
– Posso cumprir com todas as exigências. — Ele ainda falava sério. Ela se levantou e parou bem próximo a ele.
– Você ainda está bravo comigo? — Ela perguntou preocupada.
– Não, porque estaria?
– Por eu ter chorado ontem.
– É normal que você se sinta assim com relação à Sesshoumaru, afinal você o ama.
– Eu estava enganada Takashi, o que eu sentia por ele não era amor, amor é o que eu sinto por você. — Ela disse isso bem perto de seus lábios. Ele a olhava incrédulo.
– Como pode ter tanta certeza?
– Ontem quando eu o encontrei percebi que ele era somente algo que eu idealizava, pois o verdadeiro Sesshoumaru era o que eu encontrei na noite em que descobri a verdade, mas você é algo que eu tenho, é real e há muito eu queria lhe dizer que eu te amo Takashi, mas nunca conseguia. — Ela se aproximou ainda mais de seus lábios. — Vamos esquecer-lhe, vamos pensar somente em nós. Beije-me Takashi, beije-me como nunca antes beijou alguém. — Ela fechou os olhos e ele a beijou.
Rin exultou com aquele beijo. Era perfeito. Era maravilhoso. Ela saboroso. Ele a abraçou e ela o beijava docemente, até que ele ditou a forma do beijo. Takashi a beijava intensamente, como se um desejo de séculos estivesse sendo realizado. Rin correspondia à altura, entregava-se, até que ele parou. Ela se sentiu desolada.
– Tem certeza disso? — Ela segurava pelo rosto.
– Tenho.
– Sabe que se eu a tomar por mulher você será minha para sempre. Esse é um caminho sem volta.
– Eu não quero voltar. — Ela colocou a mão sobre o peito nu de Takashi. — Esse é o meu pedido da aposta. Quero que me faça mulher, quero que me faça sua mulher. — Takashi ainda esperava. Rin ficou com raiva. — Você não me deseja Takashi?
– É isso que acha? Que eu não a desejo?
– Me parece que sim. — Ele pegou a mão da menina e levou-a até sua hakana, onde ela pode sentir seu membro ereto .
– Você não sabe o quanto eu a desejo. — Depois dessas palavras Takashi a beijou. Beijava-a com toda vontade. Ele deslizava sua mão pelo corpo da menina que sentia arrepios. Até que ele a deitou na cama. Ela o olhava vir para proporcionar-lhe prazer e se sentia mais excitada do que já estava.
Ele deitou-se por cima dela. Beijava-a intensamente. Colocou a mão por dentro do kimono de Rin, acariciava-lhe os seios e ela sentia arrepios. Ele beijava seus lábios e começou a beijar seu pescoço. Conforme seus lábios iam descendo, sua mão também. Até que ele alcançou o sexo da menina. Rin mordia seus próprios lábios e tinha a sensação de que ia explodir nas mãos daquele youkai tão habilidoso.
Ele acariciava-lhe o sexo e sugava-lhe os seios. Ela gemia baixo, só Takashi ouvia. Então ele desceu mais um pouco e seus língua invadiu o sexo de Rin. Ela sentiu um enorme prazer com aquilo e não conseguia fazer nada mais além de gemer. Seu corpo começou a tremer depois de alguns minutos e então ele abriu caminho em sua pernas porque ela já estava pronta para recebe-lo.
Ele posicionou seu membro na entrada da menina e sentiu em enorme prazer com aquilo, logo depois ele a penetrou. O corpo de Rin se curvou com a dor que sentiu. O membro de Takashi era enorme. Ele então beijou-lhe e ficou durante alguns instantes sem movimentar-se dentro dela, para que ela pudesse se acostumar. Logo ele começou a se movimentar vagarosamente. Ela ainda sentia dor, mas sentia prazer também.
Takashi, começou a movimentar-se mais rápido no corpo da menina e seu sentiu seu sangue youkai ferver. Ele uivou alto, seus olhos ficaram vermelhos, suas presas e garras começaram a salientar, mas ele precisava ter o controle, por Rin. Ele respirou fundo várias vezes e voltou ao normal. Rin gemia mais e mais alto, até que atingiu o ápice. Logo depois foi a vez de Takashi, ele despejou seu sêmen dentro da menina e isso foi uma sensação maravilhosa para ambos.
Ele se retirou dela, e beijou-lhe os lábios mais uma vez. Ela estava fraca, nunca imaginaria que fazer amor com Takashi seria assim. Mas o que esperar da um youkai como ele? Nada mais além do prazer. Ele a beijou e a abraçou por mais uma vez.
– Rin?!
– Hai.
– Aishtieru. — Ela abriu um lindo sorriso.
– Aishiterumo.
E assim eles dormiram entrelaçados. Como a muito queriam, mas nunca tiveram a coragem de assumir isso um ao outro.
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