O Amor, Você e Eu.
15 Pela felicidade de Rin.
Notas iniciais
Takashi acordou naquela manhã com os cabelos de Rin em seu rosto. Ele decidiu por ficar um pouco mais e aproveitar o máximo de tempo possível com ela enquanto não tinha que ir para o shiro. Ele a abraçava e sentia seu cheiro enquanto ela dormia tranquilamente em seus braços.
Depois de alguns minutos ele se levantou e sentou na cama. Rin se mexeu. Ele fez o mínimo de barulho possível para não acorda-la e obteve êxito, ela não acordou. Antes de ir para o shiro, deu ordens para Hiroko que deveriam ser cumpridas assim que ela acordasse e saiu.
Rin acordou aquela manhã desejando ficar um pouco mais na cama, porém, não conseguia mais dormir, então decidiu levantar-se e sentiu uma ardência em sexo. Esforçou-se mais um pouco e quando se levantou por completo observou o cenário do quarto. A cama estava manchada de sangue, sangue de sua pureza, que também estava presente em suas pernas. O lençol estava rasgado. Suas roupas espalhadas pelo quarto.
– Mas o que aconteceu aqui?! — Ela decidiu pelo menos ajeitar algumas coisas no quarto, como por exemplo, as roupas que estavam espalhadas e retirar o lençol que estava manchado e com certeza mandaria jogá-lo fora. Depois de alguns minutos, Hiroko bateu a porta. Rin abriu e a youkai entrou no quarto.
– Ohayo Rin-sama.
– Ohayo Hiroko, pode me fazer um favor? — Rin não teve vergonha de ser encontrada no quarto do general dessa vez.
– Hai.
– Jogue esse lençol fora, ele está rasgado e sujo.
– Sim senhora. — A youkai preparou o banho de sua senhora e logo depois que esta se banhou ficou surpresa ao entrar no quarto. Um farto café da manhã com um ramalhete de flores e um pergaminho a esperava. Nesse momento, Rin sorriu largamente. Olhou para Hiroko que sorria ao ver a expressão da garota.
– Takashi... — Ela abriu o pergaminho e o leu, este dizia:
Para aquela que agora é minha para sempre, um ótimo café da manhã e um dia maravilhoso.
Anseio por estar em tua presença e senti-la mais uma vez. Já sinto sua falta, Senhora Nishimura.
Amavelmente,
Nishimura Takashi.
Rin sorria largamente e Hiroko junto com ela. Todos torciam para a felicidade do casal. Ela sentou-se na cama e comeu. Estava faminta. O dia passou demoradamente tanto para Takashi, quanto para Rin. Ela se pegava lembrando dos beijos que ela a dera e de tudo o que compartilharam durante a noite. Ela realmente amava Takashi.
Rin, nunca permitiu que Sesshoumaru a tocasse pois seria indecente da sua parte estar com um pensando em outro. Mas com Takashi, não havia outro sentimento à não ser o amor que quase não cabia em seu coração. Ao aproximar-se o anoitecer, Rin preparou-se para o encontro com seu agora marido. Sim, para que a união deles fosse selada, era apenas necessário que ele o quisesse, que a tomasse por mulher. Agora um pertencia ou outro e não havia mais eu e sim nós.
Takashi chegou em sua casa e foi diretamente se banhar, encontrou Rin em sua banheira.
– Konbanwa Rin
– Konbanwa Takashi.
– Permita-me banhar juntamente contigo.
– Claro que sim. — Então ele tirou a roupa, sem o menos pudor na frente de Rin, ela corou, mas não tirava os olhos dele.
Seu corpo era perfeitamente definido, ele tinha braços fortes e musculosos, sua coxas bem torneadas. Seus ombros eram largos e seu peitoral era perfeito. Sua trança batia na altura de suas nádegas. Rin se perguntava por quantas vezes uma mulher não delirou com aquele corpo, ou mesmo desejou e se sentiu abençoada pelos deuses por tê-lo como seu. Ele entrou na banheira e ela afundou-se na água.
– Está com vergonha do seu macho Rin?
– Um pouco.
– Vou fazê-la relaxar. — Ele a puxou e a colocou sentada em seu colo. Pegou Rin pelo cabelo e a beijou ávidamente. Ela o correspondia a altura. Ainda com a mão em seus cabelos ele puxou a cabeça da menina para trás e beijou-lhe o pescoço. Com a outra mão Takashi apertava as nádegas de Rin. Ele sugou-lhe os seios e ela já estava excitada. Ele a beijava sempre, amava aqueles lábios rosados. Depois de minutos trocando carícias, ele a posicinou para que ela comandasse a penetração.
– Faça como se sentir a vontade. — Ele colocou as duas mãos no quadril de Rin para ajudá-la durante a penetração, ela apoiou-se nele e começou. Lentamente ela foi se movimentando sobre ele e ele movia-se junto com ela para que a penetração fosse mais profunda.
Takashi adorava sentir os seios de Rin chocando em seu peito. Ela começou então a ir mais rápido. A medida que o membro de Takashi se aprofundava Rin sentia mais prazer. Ela gemia cada vez mais alto, ele sorria com isso. Depois de várias estocadas o corpo de Rin começou a tremer. O orgasmo chegara para ela e logo depois seria a vez de Takashi, seus olhos começaram a ficar vermelhos e ele uivava, então despejou seu líquido em Rin. Ela o olhava respirar fundo e eles se beijaram e acariciaram por mais alguns minutos. Quando decidiram sair da banheira Rin percebeu que boa parte da água havia caído no chão.
– Takashi, olhe para isso. — Ela mostrava o quarto de banho todo molhado.
– É o que acontece quando se faz sexo na banheira. Ainda mais se o fizer com uma mulher como você. — Rin corou. — Mas você não percebeu quando a água caiu?
– Não.
– E também não percebeu quando eu rasguei o lençol ontem?
– Não.
– Você perde total atenção quando está submetida à minhas carícias.
– Não há como não perder. — Ela o beijou e eles desceram para o jantar. Ao chegarem na sala, Takashi chamou um de seus empregados.
– Seque o quarto-de-banho de meus aposentos, nós acabamos nos excedendo lá. — O youkai que recebeu a ordem segurou o riso, enquanto Takashi sorria maliciosamente para Rin e ela ficou envergonhada. Rin sentia-se imensamente feliz, nada podeira estragar sua felicidade agora até que:
– Senhor perdoe-me por atrapalhar sua refeição, mas a sua espera está um mensageiro de Sesshoumaru-sama.
– Arigato. Com licença minha Rin. — Ela assentiu e ele retirou-se. Rin ficou preocupada. Na sala de estar:
– Konbanwa Takashi-sama — O youkai fez uma reverência — Sesshoumaru-sama pediu que lhe entregasse isto. — Takashi pegou o pergaminho e leu. Sua expressão tornou-se séria. Nesse instante Rin entrou na sala. Takashi percebeu sua presença e mediu suas palavras ante a presença da mulher.
– Avise a Sesshoumaru-sama que estamos preparados e somente aguardamos suas ordens. — O youkai fez mais uma reverência e retirou-se.
– Algum problema meu amor? — Perguntou Rin.
– Nada que deva se preocupar. Vamos voltar para o nosso jantar?
– Vamos.
Assim eles voltaram a mesa. Rin continuou conversando animadamente. Por fora, Takashi era o lindo youkai de sempre, por dentro era um mar de preocupação, mas ele não demonstraria, para não retirar o sorriso de Rin. Ele faria de tudo pela felicidade de Rin.
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