Notas iniciais
~ Talvez tenha saido um pouco as pressas mais foi um cap que eu adorei ler..
há todos que comentaram os meus sinceros acradecimentos.. é bom saber que estão curtindo a fic.. ^^

amo vocês.. seus lindos..

Tobirama que foi a primeira a comentar a fic, obrigada fofa..
A BruNaruHina, a MaziSal e a laiisfausto, valeu meninas..
suas palavras são super incentivadoras srsr XD

e obrigado pelos favoritos>>
Bia Smile
bellaemo9
Vila
jhessy201

é uma honra escrever pra vocês..
todos vocês anjos..

O Amor que Floresce do Medo

Capitulo 4

HINATA POV’S

As palavras dele, o jeito dele, era mais fácil pra eu admira-lo sem olha-lo, a presença dele era formidável mais o sua aparência perturbadora.

Pensava no trajeto para casa o que me fez dizer meu nome para ele, nem o conheço e nunca o tinha visto antes. Fui muito inconsequente em ter tal atitude. Eu me recriminaria pelo resto da tarde e noite até conseguir esquecer tal fato, se o fizesse.

Cheguei às portas da mansão Hyuuga cansada, suada e com dificuldade para respirar, estava muito ofegante e com o coração pulsando fortemente em meu peito. Entrei as pressas, só lembrava-me de ter corrido tanto assim na noite em que aquilo aconteceu. Tratei de tirar tais pensamentos da minha cabeça.

Assim que otou-san me viu na sala, notou meu estado e quase que imperceptivelmente teve um sobressalto pensando na possibilidade de algo ter me acontecido, era assim desde aquela noite.

— Aconteceu algo Hinata? – perguntou sem rodeios.

— Nada demais, apenas um pequeno incomodo. – disse de forma suave, sem mostrar medo ou inquietação para acalma-lo e me acalma consequentemente.

— Certeza? – queria confirmar, ver se não vacilava em minha resposta.

— Sim meu Otou-san certeza. Irei para o meu quarto agora se me permitir. – disse fazendo lhe um saudosa reverencia que foi prontamente respondida com cordialidade. Meu otou-san não era um homem afetuoso, mais com toda certeza era um pai protetor.

— Claro Hinata, tem permissão pra se retirar. – disse. Ele se virou em direção ao escritório, mesmo em casa ele tinha o habito imutável de trabalhar até não poder mais, era dedicado e perfeccionista em tudo o que fazia, principalmente quando o assunto era a cadeia bilionária de hotéis japoneses que ele havia construído em homenagem a okaa-san. Um negocio que começou pequeno, como uma pousada e que se tornou seu orgulho e obsessão depois que ela se foi.

Caminhei até as escadas com passos cuidadosos, sentia as pernas fracas, quando alcancei os degraus eu vi olhos prateados tão intensos e alegres me olharem e nos lábios rosados com brilho coral cintilantes e gloss um sorriso familiar que fez meu coração arder. Os cabelos castanhos soltos abalançavam com o movimento do corpo que depressa desci as escadas, a pele clara e vivaz, era formidavelmente macia ao toco pode constatar ao abraça-la quando nos encontramos no meio da escada.

— Yoo onee-chan.. – Disse Hanabi.

— Yoo imouto-chan.. – disse com um belo sorriso.

Talvez tenha me esquecido de comentar, mais minha família é um tanto tradicional, tanto meu otou-san quanto minha okaa-san eram de famílias tradicionalmente japonesas e quando meus pais decidiram morar aqui em Konoha, foi um pouco difícil no começo, lembro de meu otou-san contar nos. Mas isso os fez muito feliz. Meu oji-san, pai de Neji-nii-san, meu primo, também veio anos depois com a esposa e meu primo, lembro que foram tempos difíceis.

— Como está Nabi-chan? – perguntei docemente olhando os prateados com carinho. Hanabi era linda, muito engraçada e cheia de energia, uma pessoa extrovertida, o contrario de mim em tudo.

— Estou bem Hina-nee-san.. – disse sorrindo divagando as mãos em minhas costas num carinho que ela sabia me acalmar. — Chegou ofegante, algo lhe ocorreu? – disse sem delongas. Sorri-lhe pequeno.

— Vamos ao meu quarto? – perguntei pedindo-lhe e me seguiu.

Quando caminhávamos lentamente em direção ao meu aposento vimos à porta do quarto de Neji-nii-san entre aberta, pude vislumbrar seu abdômen desnudo, o peito forte a barriga bem trabalha pelos anos de treinos incessantes de (..), vi o olhar de Hanabi brilhar maliciosamente. A olhei repreensiva pelas suas más intenções em relação ao próprio primo.

— Hanabi.. – disse fortemente.

— O que, vai dizer que também não notou? – perguntou sem perder o sorriso brincalhão nos lábios.

Eu corei pelas palavras ditas, logico que havia notado, eu podia ter todos os problemas do mundo em me relacionar com um homem, mais não era cega.

Neji-nii-san sofreu muito com a perda dos pais, eles morreram em um acidente de carro no dia em que a oba-san daria à luz a irmã de Neji. Foi muito difícil superar a perda. Às vezes me pergunto se isso ainda não o machuca um pouco?

Neji sempre foi inteligente, bonito e muito serio, me pergunto o que Tenten viu nele, além da beleza de um deus grego? E me pergunto o que os mantem juntos até hoje.

“Admiro muito o amor que eles cultivam, talvez um dia eu também possa sentir isso”. – pensei tristemente.

— Hanabi, se comporte. – disse repreensiva.

— O que se passa? – soou a voz de Neji-nii-san de uma forma fria e calma, do jeito que já havia me acostumado.

— Na-nada Neji-nii-san. e-es-esta tudo bem. – falei envergonhada por sermos pegas o bisbilhotando.

Hinata-sama.. – disse de forma mais amável, como quando algo o preocupa em relação a mim. — Há algo diferente em você? Aconteceu-lhe algo?

— Na-nada nii-san.. – disse rubra. — Eu es-estou be-bem.. Arigatou. – falei com uma leve saudação.

— Não precisa disso Hinata-sama. – disse, referindo-se a reverencia.

— É pre-preci-so sim.. – disse. — Eu o respeito muito onii-san. – disse gentilmente lhe olhando nos olhos que lembravam muito a feição de meu pai e meu tio, que eram gêmeos.

— Sim nee-san, vamos logo. – dizia Nabi, me puxando. — Tenho tanto que lhe contar, vamos. Até nii-san, bela barriga. – disse Nabi dando uma piscadela com o olho direito e já me puxando as pressas.

Quando entramos em meu quarto ela começou a rir de forma desesperada. Eu não entendi direito o porquê, ela estava com o rosto completamente vermelho e parecia quase sem ar.

— O-o q-que houve? – disse estupefata.

— Nada nee-san, só a cara do nii-san.. – e desatou se a rir como uma louca.

— Você provoca Nabi-chan, se a Tenten te pega.. – disse dando de ombros. — Você deveria ser mais reservada, pelo menos com o nii-san. – avisei.

— Eu não tenho medo da pucca. – disse ela, referindo se a Tenten pelo apelido carinhoso.

— Cuidado Nabi-chan. – alertei cautelosa.

Ela se jogou em minha cama com o maior descaramento me mostrando a língua de forma a desafiar-me, aquela guria não conhecia limites. Chego a pensar que otou-san a mimou demais.

— Não me enrola muito não Hina-nee-san, me diz o que aconteceu que você chegou daquela forma, você engana o otou-san mais a mim não, pode ir desembuchando. – disse naquele vocabulário informal que só usava longe do otou-san.

— Nabi-chan, não fale assim. – disse severa, mais não foi o bastante, ela apenas retorceu a cara em desgosto. Respirei fundo frustrada. — Foi um rapaz.. – disse em um meio sussurro.

Vi os olhos prateados se arregalarem não sabia se de surpresa, preocupação ou desgosto, mais a expressão era de uma garota pega de guarda baixa.

— Que tipo nee-san? – perguntou curiosa.

— Um lindo garoto de olhos azuis e cabelos loiros que foi capaz de me perturbar até a alma, não me entendo. – disse jogando meu peso no colchão ao me sentar na cama.

— Por quê? – disse sem entender a minha reação, talvez por ser muito nova, ou por não entender que o que me deixara dessa forma era aparência dele.

— Loiro e olhos azuis.. – disse e suspirei. — Entende?

Ela fez que sim com a cabeça em uma afirmação silenciosa e com um olhar triste, já não havia o brilho malicioso ou o sorriso brincalhão.

— Eu me deixei levar, fiquei com medo, fugi dele.. – disse relembrando os fatos com detalhes. — Ele me seguiu, ficou preocupado com a minha reação.. foi tão, tão estranho, eu acabei parando pra ouvir as desculpas. – conclui exasperada.

Hanabi me abraçou com uma forma de conforto encostando a cabeça no meu ombro. Sentia sua respiração roçar na minha pele como um caricia. Era agradável.

— Ele não queria lhe fazer mal, não é, nee-san? – perguntou aflita.

— Não Nabi-chan, ele tinha esse mesmo olhar sincero de preocupação que você tem que eu aprendi a reconhecer com o tempo. Fazia tanto tempo que um rapaz não me deixava assim, de pernas bambas e com o coração na mão. – eu tinha um leve sorriso tímido. — Eu queria não ter tido medo dele, deve esta achando que eu sou louco, ou coisa assim. – disse nervosa levando as mãos ao rosto para escondê-lo.

Hanabi me apertou mais forte.

— Não seja tão severa consigo nee-san, és linda e formosa, qualquer homem de verdade. – deu ênfase ao de verdade. — Adoraria tê-la e cuidar de si, pois é um tesouro precioso como otou-san sempre diz. – falou de forma madura e apaziguadora.

— Arigatou Nabi-chan.. – eu me encolhi em seu abraço. Suspirei lembrado do sorriso desconcertado de Naruto, o que ele fizera comigo em apenas uns poucos momentos juntos.

— Aquele rapaz.. eu queria poder sentir.. queria não me perturbar com a sua aparência, se ele não tivesse aqueles olhos, aquela cor de cabelo.. – eu dizia.

“Mais ai ele não seria Naruto” – pensei.

— Ignore isso nee-san, supere, você merece se dar essa chance. – dizia.

— Eu mal o conheço.. – disse.

— Mas ele mexeu consigo.. – rebateu a mais nova.

— Deixe de ter a língua tão afiada Hanabi. – disse lhe com um biquinho.

Ela riu de mim, a voz risonha encheu o quarto de alegria e vida, eu me sentia bem e protegida ali, com a minha família, em meu lar, com as pessoas que estão ao meu redor.

— Não posso. – respondeu brincalhona. — Quando posso conhecê-lo? – perguntou divertida.

— Nem vem que não tem.. – disse num sobressalto, me surpreendi com a vulgaridade das minhas palavras.. e ri.

— Você tem andando muito comigo.. – disse Nabi e também riu.

Horas depois..

Passamos todo o resto do dia no quarto falando sobre Naruto, Hanabi parecia empolgada e dizia rezar para que ele não sumisse de minha vida assim como surgiu nela. Era inevitável não se contagiar com por ela com todos aquelas ideias de amor à primeira vista e o pré-destinamento de duas pessoas a se apaixonar, mais lhe dizia convictamente que este não era o caso.

Na hora do jantar Mena-obaa-sama veio nos chamar e depois de mais meia hora de aprontando descemos para a sala. Ou vi meu pai ao telefone e a conversa me chamou atenção.

Conversa on..

— Sim, sim.. eu aceito a proposta. – disse meu pai.

Respirou fundo.

— Pareci-me uma boa ideia, acredito que vai ser agradável senhora Namikaze..

Ele sorriu minimamente, algo me disse que teríamos uma boa noticia, e mesmo assim meu coração se apertou de forma estranha e incomoda.

— Claro, vai ser um prazer. – passou a mão pelos cabelos. — Sim, na sexta-feira está perfeito, até lá. – respondeu deligando o telefone.

Conversa off..

Caminho em nossa direção e sentando se na ponta da mesa e fazendo um movimento indicando que deveríamos nos sentar disse: — Onde esta Neji?

Então silenciosamente eu olhei para o vão da cozinha e eis que surgia ele com seu rosto impassível e lindo, com um olhar vago.

— Sente se Neji, por favor. – e assim que ele se colocou a mesa sentando se ao meu lado, meu pai deu a noticia. — Sexta-feira sairemos juntos para um jantar com a Família Namikaze, é importante causar boa impressão, a negócios que quero tratar com eles.

Nos entre olhamos, não era o habitual que fosse assim, mais havia algo de atraente e divertido naquilo e o mais estranho à ideia não parecia aborrecer otou-san.

— A senhora Namikaze nos convidou, então não faremos desfeita. – disse serio e me fitou, — E Hinata não me desaponte na presença deles, aja de forma natural, é importante.

Aquilo me alertou de uma forma estranha, o que isso podia querer dizer..

Não parecia uma das repreensões de meu pai sobre minha conduta..

O que me esperava nesse jantar?

Notas finais
Espero que possam curtir esse capitulo, na verdade é uma das pequenas introduções a história antes dos momentos NaruHina ^^

Beijos pra vcs meus anjos