Notas iniciais
~Talvez eu deva me desculpa por não ter postado fim de semana, mais queridos amores da minha vida, entendam que a Anjinha aqui da Sto-chan tem uma vida fora do Nyah! que precisa ser vivida.. ^^

Espero compreenção..

e sobre meu fatidico engano sobre a sexualidade de um "leitor".. mil perdões Tobirama-san.. eu não tenho como me desculpar com vocÊ por isso..

>_<'

nunca quis tanto ser engulida pela terra como quando li ser comentario.. :s

BruNaruHina, arigatou pelo favorito linda

Eu amo vocês queridos anjos

O Amor que Floresce do Medo

Capitulo 5

HINATA POV’S

Depois de aquele jantar em que otou-san disse que nos encontraríamos para uma confraternização de um negocio eu não parei de pensar nas coisas que ele disse. Papai sempre me precavia de uma forma um pouco vaga sobre quando alguém importante com uma aparência desconfortável viria nos ver para que eu me preparasse e agisse o mais naturalmente possível, e pelo que ele disse sem duvida haveria alguém.

Eu não consegui parar de pensar no assunto desse jantar, e por que otou-san queria nos levar, ou do por que eu queria ver de novo o rapaz chamado Naruto.

“Sim, eu queria vê-lo e sim, eu também estava surpresa com isso.”- pensei.

Não parava de imaginar como seria reencontrá-lo, e mesmo assim em minha mente eu lutava para manter seu rosto no escuro, não lembrar a aparência fazia me suportar melhor a ideia de querer vê-lo.

Os dias se passaram arrastados e sem graça, eu não vi nem sombra do rapaz nos dias seguintes e finalmente era sexta feira à noite, todos na casa estavam se aprontando e eu pude notar que Hanabi pareceu-me bem animada com a ideia desse “passeio”. Os olhos lilases brilhavam com uma intensidade febril, eu me pegava a observando quando deveria me arrumar, mais ela estava linda em toda sua inocência juvenil. Os cabelos castanhos como os de otou-san estavam presos pro lado com uma trança presa a uma flor de lótus, o vestido rosa bebê era curto e cheio de babados com faixas preta/rosa choque/preta nessa sequencia na barra dos babados. As sapatinhas brancas com um laço preto pequeno era lindas e estavam bem cuidadas, ela tinha nos lábios um brilho coral que ela amava e os bochechas estavam coradas, ela passava perfume em si quando pegou o meu olhar.

— O que foi nee-san? Não vai se arrumar? – perguntou se virando na cadeira da cômoda pra me fitar melhor.

— Não é isso.. – disse com um pequeno sorriso. — Es-estava só lhe o-ob-observando. – disse sem graça. Nabi riu pequeno, um risinho abafado e cálido.

— Você é um amor Hina-nee-san. – disse. — Venha deixa eu lhe arrumar. – pediu me chamando com aquelas mãozinhas de fada. Como eu podia resistir, não é mesmo?

Sentei ali e deixei que ela fizesse sua magica comigo, sabia que há tempos esperava de mim uma oportunidade, eu havia perdido a vaidade, e não fazia questão de recuperar.

Ela penteava meus cabelos e suas mãos macias o alisavam com carinho, o calor de sua pele fazia eu me sentir segura e protegida com alguém familiar perto de mim. Senti as pinceladas em minhas bochechas, depois uma leve esponja em meus olhos, lápis, rímel, delineador e todas aquelas coisa de make-up que eu já não dava atenção em fazer por mim. Quando me mirei no espelho eu quase não pude me reconhecer, talvez se não fossem os meus grandes e redondos olhos lilases eu jamais fosse pensar — que aquele rosto alvo de porcelana com bochechas coradas e um lindo traço perfeito que delineava meus olhos rentes aos cílios por cima da sombra lilás suave com os cantos roxos dando um lindo efeito de profundidade e brilho — que aquela seria eu, perguntava-me mentalmente o que Nabi havia feito comigo. Meus cabelos de um azul negro estavam penteados para o lado com um adorno de flores brancas como pequenos lírios em miniatura, haviam cachos delineados nas pontas sedosas e macias que desciam por minhas costa, uma trança fina que moldava meu rosto e deixava a minha franja com fios finos de cabelo nos lados, e meu cabelo parecia brilhar, meus lábios sempre azuis e sem cor pareciam ter ganhado vida pela cor rosada bem discreta coberta por uma camada de gloss incolor.

Enquanto eu parava o meu mundo para fitar aquela imagem, eu via uma mulher que eu não era ha muito tempo, e uma que eu nunca fui, eu nunca me via tão bela como naquele momento. Nem me dei conta que Hanabi mexia incessantemente em meu guarda-roupa e quando dei por mim lá estava um vestido longo, com um decote arredondado, o pano de cetim perolado era coberto com renda preta até boa parte da cintura em declive e onde a ponta da renda terminada um palmo abaixo do quadril havia uma fenda até o chão que daria a todos a visão de minhas pernas em movimento, eu quis me engasgar, sabia que Hanabi jamais aceitaria um não, mais não queria ter que usar aquela roupa. Era o tipo de vestido costa nua com finas alças que se cruzavam no colo com um delicado laço atrás da nuca.

— Você não esta pensan.. – eu nem pude terminar o que diria, ela fez uma cara emburrada de menina contrariada e um enorme bico surgiu em protesto. Eu não pude continuar eu me rendi a seu encanto de menina travessa.

— Tudo bem, você venceu. – baixei a cabeça e me levantei também contrariada.

— Pode melhorar essa cara, eu tive muito trabalho pra deixa-la linda assim, não vai estragar tudo. – disse autoritária.

— Você é uma tirana Hanabi. – disse não tão irritada como deveria estar.

Dei lhe a língua em rebeldia, me sentia uma criança de novo quando estava a sós com minha imouto-chan. Ela sorriu divertida e animada.

— Se vista, quero ver como você fica linda com essa roupa. – disse.

Vencida fui até o banheiro do quarto e sem coragem nem me olhei no espelho, tinha medo de desistir e tirar a roupa. Sai e vi o rosto de Hanabi se contorcer de alegria em um sorriso maior que o rosto se é que isso era possível.

— VOCÊ ESTA.. – ela não pode completar otou-san entro no mesmo instante e me comtemplou com seu olhar quase que boquiaberto.

Nós o fitávamos de forma curiosa e vendo a nossa agonia ele respirou fundo fechou os olhos e quando tornou a abri-los o velho senhor Hiashi Hyuuga estava lá.

— Esta linda Hinata, como sua mãe. Vim chama-las, Neji-san já nos espera na sala. – disse mais informal, mais sua voz ao mencionar okaa-san se mostrou embargada. Eu ri sem jeito e Hanabi mais que animada passou pela porta a passos ágeis e rápidos. Otou-san me esperou, eu apenas calceis os meus pés pálidos num salto negro sem detalhes e peguei seu braço estendido pra mim. Não me sentia feliz assim desde que voltei a ter as aulas de dança com meu honorável sensei.

Desci escada à baixo agarrada a otou-san com toda força que eu possuía. O rosto de Neji-nii-san se virou quase que em câmera lenta quando Hanabi apontou para o alto da escada, aos meus olhos eu pude ver cada segundo enquanto sua face adquiria uma nova expressão a me ver. Suas pupilas se dilataram e os lábios em linha reta adquiriam um novo formato como o de um sorriso tímido e discreto, as bochechas ganharam uma leve vermelhidão e o rosto parecia iluminar se.

— Está perfeita Hinata-sama. – disse com uma reverencia respeitosa.

— A-ari-arigatou Neji-nii-san.. – disse nervosa.

— Vamos. – disse meu otou-san com a voz natural.

Caminhamos até o carro, muitos dos empregados me olhavam abismados, Mena-obaa-san sorria, um sorriso largo de satisfação e orgulho.

O trajeto para o restaurante me pareceu curto, menos de 30min e já estávamos às portas, quando saímos meu rosto começou apegar fogo, todos olhavam em nossa direção e eu me sentia como no primeiro dia de aula na faculdade, a menina estranha de olhos lilases.

Meu otou-san me olhava protetor, como se aquelas pessoas pudessem me fazer mal, já Neji-nii-san me olhava admirado e de alguma forma preocupado também, sempre corria o olhar em volta procurando por algo, diferente deles Hanabi se via orgulhosa do efeito que eu causava, sentia-se a criadora e sua criação.

Entramos no restaurante, um lugar bonito, esplendoroso e muito elegante, com uma decoração em vinho e dourado, mesas de cetim creme e salmão, tapete camurça, castiçais de velas, musica ambiente e ao vivo, podia ouvir o doce som de o violino soar pelo salão.

Uma mulher na recepção nos recebeu seu olhar logo capturou meu otou-san dos pés a cabeça e com um sorriso lascivo veio nos receber com charme em demasia.

— Como estão nesta noite? – perguntou educadamente com seu melhor sorriso de lábios pintados.

— Bem, obrigado. Estamos à espera dos Namikaze. – disse meu pai indiferente ele mal percebia o olhar da mulher sobre si, uma linda e oferecida morena de cabelos castanhos com pontas douradas e olhos grafites.

— Por aqui, queiram me acompanhar. – disse e num perfeito movimento girou nos calcanhares nos guiando a uma mesa da onde uma mulher fenomenal apareceu, eu nem pude me atentar aos que estavam com ela, pois a sua presença me arrebatou.

Uma ruiva de cabelos vermelhos sangue presos em um coque frouxo, com adornos japoneses. Usava um vestido chinês verde escuro com detalhes negros e dourados que possuía duas fendas uma em cada lado das pernas cremosas e bem torneadas, notei que otou-san a olhou bem, ela sorriu, um sorriso de dentes que iluminava o seu rosto que havia uma maquiagem simples mais com um delinear de lábios vivos em carmim, os olhos verdes esmeralda brilhava em antecipação.

— Senhor Hyuuga? – disse estendendo a mão para otou-san.

— Senhora Namikaze. – ele disse assentindo em concordância.

— Venham se sentar conosco, meu marido e filho nos esperam. – disse e me lançou um olhar desconhecido.

— Claro. – disse, até então Hanabi, Neji e eu ficamos atônicos com a beleza e destreza daquela mulher, que com hábil sutileza nos envolvia com sua voz doce e sorriso suave.

Seguimos a até a mesa e então meu coração só faltou sair pela boca, batia no peito mais rápido e forte, com uma euforia sem igual, havia não só um mais dois homens loiros de olhos azuis incrivelmente intensos me encarrando com curiosidade e surpresa respectivamente, o mais velho, o marido eu supus me olhava curioso e risonho, porém o mais novo me olhava surpreso, como se a minha presença não lhe tivesse sido confirmada antes até aquele momento.

“O rapaz surpreso era Naruto.” – isso realmente me chocou. Eu senti minhas pernas tremerem, e como otou-san já não me matinha nos braços eu me senti tonta e fraca, os dois loiros viam em nossa direção, minha respiração faltou nesse instante.

“O que estava acontecendo, aquilo era por um caso um tratamento de choque?” – perguntei-me mentalmente abalada.

Quando iam se apresentar eu desabei, meus olhos se fecharam o que pareciam horas, mais eu sabia que nem meio segundo havia se passado, um abraço protetor me rondou cheio de um calor desconhecido e de algum modo familiar. Mãos me rondavam, aquelas eu sabia ser de meu pai.

— Sentem na aqui. – dizia a voz da ruiva em seu tom de preocupação.

Havia uma respiração próxima e braços me suspenderam no ar tendo o cuidado de levar meu vestido para cobrir minhas pernas, uma atitude típica de Neji-nii-san, mais aqueles braços não eram dele, e nem de Otou-san.. minha respiração parecia cada vez mais falha e alta aos meus ouvidos..

Pensei que podia estar fazendo otou-san se envergonhar de mim, mais não consegui reagir.

Que droga de jantar era aquele?

Notas finais
Bom, agora vão ter que espera um pouco até o próximo..

Tem coisas do trabalho e do Tec. pra resolver que não posso deixar pendentes..

Então meus anjos, sejam pacientes comigo ^^

Beijos ♥