Notas iniciais
Bom, mais um cap pronto e postado.
Não vou garantir um cap por dia por que sei o quanto é trabalhoso escrever, estudar e trabalhar ao mesmo tempo, então só posso prometer dar o melhor de mim ^^
Espero que gostem dessa minha visão do Naruto e da Hinata..
E que não se desapontem com a História,
quanto ao cap ele tem dois titulos, um no cap e um no texto.. XD
espero que isso não cause confusão rsrsr...

~ qualquer sugestão, estou a disposição sempre, por e-mail, twitter, facebook e afins..

sem mais enrolação.. vamos ao cap..

beijos ♥

O Amor que Floresce do Medo

Capitulo 3

“A família Namikaze”

Naruto POV’S

O que eu estava fazendo? – indaguei meus pensamentos quando a vi correr para a porta e a segui logo depois, quando ela saltou o impulso foi mais forte e eu não me controlei, desci no intuito de segui-la, de saber se estava bem.

Eu via o medo nos olhos claros e me amaldiçoava por ser o causador daquela dor.

Um homem como eu jamais me permitiria fazer um anjo chorar, eu daria tudo para poder tirar-lhe aquela dor que deveria estar sentindo. Comecei a gritar no meio da rua como um louco, só não esperava que ela fosse parar para me ouvir, isso me causou um sentimento desconhecido.

“— Por que eu tinha que falar de Sakura naquele momento? – pensei”.

— Você esta bem? – disse ainda falando alto, eu não me ousava aproximar.

— O que você quer, por que esta me seguindo? – ela perguntou forçando a voz para que eu a ouvisse, a voz embargada. Eu não me aproximei e nem ela, não demos um passo sequer na direção do outro, parecíamos dois doidos gritando no meio da rua. Para nossa sorte não parecia ter muitas pessoas passeando naquele horário.

Devia ser um pouco mais de cinco horas da tarde naquele momento, já escurecia àquela hora, a pele clara parecia mais vivaz e os olhos perolados ganhavam um contraste de laranja, roxo e lilás por causa do crepúsculo de fim de tarde. Eu ficava cada vez mais fascinado em vislumbrar a sua presença.

Atentei-me as suas palavras. “— Realmente eu deveria parecer um tarado a rondando daquela forma.” – pensei pra mim mesmo.

— Desculpa, não era a minha intensão, foi o impulso. – disse e respirei fundo. — Perdoe-me. Eu já vou indo pra minha casa mesmo. Não queria assustar você, fui imprudente. Até. – disse me virando para seguir meu caminho.

— Por que se importa se me assusta ou não? – gritou de longe virando de costas pra mim.

— Por que.. – comecei a falar, mais a resposta era algo difícil de si dizer a uma garota que você acaba de conhecer ainda mais nessas circunstancias. — Bem, eu não sei direito.. mais acho que não se deve tratar um mulher de forma que a faça se sentir mal e pouco a vontade. Minha mãe sempre me disse isso. – falei coçando a cabeça da minha forma costumeira de mostrar constrangimento.

— Você é estranho. – ela disse.

Eu ri alto por seu comentário, aquela não era a impressão que eu queria causar de inicio, e com certeza não eram as palavras que eu esperava ouvir dela, mais já as ouvi de tantas pessoas. Achei aquilo formidável de algum modo.

— Por que esta rindo? – ela perguntou, e estava um pouco corada, eu não tinha certeza aquela distancia. Mas podia jurar que estava.

— Por causa do que você disse.. – eu ainda ria um pouco tentando falar. — Falou do mesmo jeito que minha mãe. – comentei, lembrando-me da ruiva de olhos verdes que se chegasse a casa antes de mim enlouqueceria por saber onde eu estava.

Ela não disse nada, o silencio se instalou ali por longos minutos e então eu respirei pesadamente, olhei-a ela ainda permanecia de costas pra mim indecisa em continuar seu caminho.

— Eu já vou, preciso mesmo estar em casa antes da minha mãe. Foi estranho de um jeito bom, falar com você hoje. – eu disse. — Tchau! – despedi-me. — Meu nome é Naruto. – gritei antes de ir acenando pra ela de forma suave e calorosa como se fosse uma amiga de muitos anos.

— Tchau, e me chamo Hinata. – gritou andando cada vez mais rápido pra longe de mim até que começou a correr.

Um sorriso sem tamanho se apossou do meu rosto sem permissão, é claro e.e. Não sabia como descrever a emoção fulminante em meu peito por ela ter me dito aquilo.

EU SEI... EU SEI.. foi só o nome, e mesmo assim me deixou emocionado, quer dizer, eu nem precisei perguntar. E que nome lindo.. Hinata.. repeti pra mim varias vezes enquanto caminhava a pé mesmo pra casa, percebi que não era tão longe, então por que pegar outro ônibus?

Alguns minutos depois...

Eu abri a porta e não vi ninguém, respirei aliviado. Pelo menos ela ainda não havia chegado. Caminhei até as escadas e pude vislumbrar meu pai dançando na cozinha enquanto preparava o jantar, ri da cena, não era algo realmente incomum, mais nunca deixava de ser engraçado.

Ele me viu e sorriu pra mim piscando com o olho esquerdo. Usava um blusa de magas viradas até o cotovelo, na cor salmão, uma calça jeans escura e meias cinza, ou eram brancas? Rssrsr.. não sei direito. Decide por volta e ir a cozinha, passando perto do sofá joguei minha mochila ali.

— Yoo pai.. – disse em saudação a figura paterna.

— Yo Naru-kun, com foi o dia hoje? – perguntou como de costume.

— Perfeito. – eu disse sem hesitação, com um sorriso radiante.

— Então, quem é ela? O que faz, e quantos anos têm? – ele disse com uma voz cheia de malicia.

Percebi que tinha me entregado e que ele não perderia a chance de me dedurar pra dona Kushina.. eu estava frito.

— Pai.. –disse dando ênfase a palavra. — Nem pense em falar para mamãe sobre isso, entendeu?

O senhor Minato fez como se eu não estivesse falando com ele e me ignorou, dá pra acreditar? O.O, que sonso. Então eu ouvi, a voz da minha amada e irritante mãe entrando em casa.

— Oi amor.. – gritou meu pai da cozinha e ela logo estava lá com uma blusa branca de botões, uma saia social preta, saltos pretos, meia calça corda da pele e os longos cabelos vermelhos presos em um coque frouxo, seus olhos verdes estavam bem destacados pela maquiagem e os lábios estavam rosados pelo seu intenso habito de mordê-los quando pensava muito em algo. Vendo-a eu fiquei um pouco tenso na hora, e ela notou, fez uma carreta franzindo os lábios e arqueando a sobrancelha.

— O que houve? – disse calmamente. Engoli em seco.

— Você se entrega muito fácil Naruto.. – disse meu pai curtindo a minha angustia. Rodeou o balcão e abraçou mamãe depositando um beijo terno nos lábios rosados.

— Valeu pai. – eu disse ceticamente.

— Vai me contar ou prefere ser torturado? – perguntou estalando os dedos longos e finos. Senti um arrepio percorrer a minha espinha, ela tinha vencido.

— É uma garota. – disse. Ela desfez a postura rígida no mesmo momento.

Notei de imediato um sorrio largo e cheio de dentes surgi na face materna. Ela se aproximou e quase me tirando do chão me deu algo que deveria ser um abraço que logico deixaria marcas de tão forte, senti meus ossos estalarem também.

— Ahhh.. – deu um gritinho que jurei ser de felicidade. — Isso é ótimo, quando vai trazê-la aqui? Como ela é? Há quanto tempo estão juntos? – e com essas vieram centenas de perguntas uma atrás da outra sem que eu pudesse nem responder à primeira.

— Fala Naruto. – ela gritou em meu ouvido me balançando.

— Deixa ele falar Ku-chan.. – disse meu pai um com sorriso que fazia minha mãe se derreter.

— Ok, ok.. –disse vencida. Eu adorava meu pai quando intervinha por mim. — Fala.

Ele me lançava um olhar ameaçador que eu já havia me acostumado a receber, mais nunca por um motivo desses, não que eu não levasse garotas em casa, mais logico que longe das vistas de dona Kushina, claro, e nunca uma namorada. Decidi começar o relato.

— Bem, não estamos juntos.. – vi o olhar de minha mãe murchar. — Ainda. – acrescentei rápido. — É uma garota da faculdade que eu já vi umas vezes, lembra pai? – perguntei para ver se ele colaborava.

— Sim, sim.. a de olhos lunares? – perguntou para se certificar.

— Essa mesmo. Pois então, aconteceu que um cara estava a incomodando no ônibus em que viemos e eu fui ajuda-la ai começamos a nos falar. Ela se chama Hinata. – informei e meus lábios acariciavam seu nome. — Deve ter a minha idade, mais, além disso, eu não sei mais nada. – fiz uma carreta descontente.

— Gosta dela, da pra ver na forma como a chama pelo nome. – disse meu pai sorrindo satisfeito.

— Quero conhece-la. – disse mamãe.

— Nem inventa dona Kushina, ela não é nada minha pra trazê-la aqui, não invente das suas. – eu alertei mais logico que ela não me ouviria.

Apesar de casada, todos a chamavam pelo nome de solteira, se referindo a ela como a Uzumaki, isso nunca irritou meu pai, ele até acha engraçado, pois sabia que é do sangue fazer essas loucuras, ele diz que eu puxei isso da família da mamãe.

— Tudo bem. – concordou ela com um sorriso tímido que não cominava em nada com a dona Kushina, eu podia esperar que viesse coisa pela frente.

Meu pai chegou à mesma conclusão que eu, sabia só de olhar o jeito reprovador com que ele a encarava. Mesmo assim seu olhar era terno.

— O que? – disse mamãe toda inocente.

Kami-sama me proteja dessa mulher.. pedi em pensamentos.

Notas finais
Espero que agrade..
Bom, eu não peço que comente, mesmo que fique muito feliz com isso quando o fazem...
e nem estipulo metas pra postar um novo cap..
quero que se sintam a vontade pra comentar ou não..

~se eu merecer, se a história merecer..

então, beijos ♥

até o NEXT..