O Amor Que Floresce Do Medo
22 Especial I – Rosa Branca Tingida de Sangue
Notas iniciais
- Fora que tem muita gente aqui revoltada comigo ¬¬
- Logo chegaremos aos finalmentes.. e todo mundo vai ter o final que merece..
Amo muito vocês queridos.. me perdoem por tanto sofrimento.. mais a felicidade as vezes tem um preço caro.
- Próximo especial Minato pra enrolar mais um pouquinho.. ♥♥♥
ai voltaremos a história de onde parou.
^^
O Amor que Floresce do Medo
Capitulo 22 — ESPECIAL
KUSHINA POV’S
Depois de saber o que houve com Hinata eu não pude deixar de lembrar o que houve comigo mesma.
– Eu jamais iria esquecer aquele dia.
Flashback
Nós estávamos nos mudando. Finalmente teríamos um lugar nosso, meu e de meu Querido Minato, eu me sentia a mulher mais feliz do mundo por tudo que estava acontecendo nos últimos meses.
Tivemos nossa primeira relação sexual e ele foi perfeito, tão carinhoso, tão gentil.. eu nem tinha palavras pra descrever. Havíamos nos mudado pra uma casa, era pequena, mas confortável. Minato estava trabalhando e iriamos completar três anos juntos.
Eu andava pelos cômodos dando os retoques finais em cada detalhe que pra mim eram necessários.
Tinha aula na faculdade mais tarde e encontraria com Minato pra jantarmos juntos. – Ele disse que tinha uma surpresa pra mim – eu estava muito curiosa e animada também. Minato era o homem mais romântico que já tive o prazer de conhecer.
Depois de organizar toda a casa eu tomei um banho demorado, me vesti e penteei os cabelos em seguida assim que sai do banho. Comi uma maça quanto passei pela cozinha e deixei um bilhete na sala pra Minato avisado que havia ido para a faculdade.
– Aquela noite seria o começo de um longo período de dor –
As aulas foram motivadoras, eu adorava o que fazia, me sentia poderosa e eu sabia que era. Uma ruiva sempre é.
“Quem disse que o mundo é das loiras?” – pensei.
Eu estava perdida em pensamentos, sonhava acordada e pensava tentando descobrir qual poderia ser a surpresa de Minato está noite.
“Dá ultima vez ele se fantasiou de Mordomo, no mês passado se serviu na mesa de jantar só de cueca como meu prato principal..” – sorri baixinho só de lembrar como isso terminou.
Realmente nada mais conseguiria chamar minha atenção naquele momento.
Até que..
— Boa Noite. – eu ouvi uma voz rouca e grave falar perto de mim.
Virei-me devagar e me deparei com om par de olhos azuis piscina diferentes das safiras de meu amado e cabelos loiros e penteados para trás, ao contrario dos rebeldes de Minato.
O homem de uns quase trinta anos tinha um rosto muito frio, lábios finos, um ar de psicopata e sua presença já me incomodava profundamente.
— Boa. – respondi rapidamente sem diminuir o passo.
— Você conhece as ruas das camélias, me disseram que era por aqui.. mas creio estar meio perdido. – ele falou em um tom mais suave, menos assustador. Mas eu ainda sentia um arrepio incomodo por causa de sua voz.
— Bem, na verdade não é muito longe daqui.. – informei querendo me livrar de sua “companhia”.
— Poderia me dizer que caminho seguir? – perguntou me fitando nos olhos e um brilho louco surgiu nos seus azuis que me fez tremer.
— Claro. – falei. — A primeira rua a direta nessa direção. – indiquei. — Seguia reto e vai ver as camélias. – falei e sorri, mais não fui muito convincente.
Notei que a rua estava praticamente vazia, fora por um garoto de uns cincos anos mais a frente que estava parado e observava nos conversando. Ele também era loirinho, tinha o rosto infantil e redondo, mesmo assim era triste.
Olhei por cima do ombro do homem a minha frente e fitei melhor o garoto e notei algo incomum, ele estava chorando.
— Ei. – chamei e passando pelo homem fui na direção do garoto.
Ele se assustou e se encolheu com medo. Tentei ficar perto dele mais ele se afastava a cada aproximação. Então senti minha cabeça doer e meu corpo cair no chão mole e sem força.
Olhei para cima e o mesmo homem de antes me fitava bem próximo com um sorriso diabólico em seus lábios.
— Muito bem Itsuko. Sabia que iria servir-me de algo. – ele falou e acariciou a cabeça do garoto que tremeu assim como eu e continuou a chorar.
Ele jogou o menino para o lado e me segurou pelos cabelos me arrastando pelo caminha de pedras que dava para uma rua fechada atrás das casas daquela rua, naquela hora ninguém estaria por lá e ninguém poderia me ouvir mesmo que eu gritasse.
Debatia-me tentando me soltar se suas mãos, mais ele era bem mais forte. Eu sentia medo, medo de morrer, medo que me fizesse algum mal.
A todo o momento eu vi o rosto de Minato e reza baixinho para que nada acontecesse. Via o seu sorriso, e seus olhos iluminados, comecei a me acalmar, eu daria um jeito de sair dali.
Ele me jogou contra uma parede. Minhas costas estalaram em protesto a dor e senti que minha cabeça sangrava onde havia recebido parte do impacto. O menino ainda estava lá, tremulo, confuso.
Ele foi logo desafivelando o cinto e chegando próximo me prendeu contra os tijolos e me beijou eu mordi seus lábios até tirar sangue deles.
— Selvagem.. – ele sorriu limpando a boca. — Eu gosto assim. – me deu uma tapa forte senti minha cabeça rodar e latejar. Tirou do bolso um par de algemas e prendeu meus pulsos.
“Desgraçado” – pensei.
Tentei chuta-lo, correr, mais meu corpo tremia e mal me obedecia.
— Não.. não.. você não vai fugir. – ele disse divertido.
Rasgou parte da minha blusa verde expondo meu sutiã vermelho e mordendo meu ombro marcando minha pele me fazendo gritar pela dor.
— Bastardo.. – falei raivosa.
Dei lhe uma cabeçada e corri, fui ao chão quando ele pulou em minhas pernas e esfolei os joelhos, braços e a bochecha do rosto.
Senti minha roupa ser puxada para baixo e meu corpo ser virado com força e mais tapas atingirem meu rosto até minha boca sangrar. Eu estava quase perdendo a consciência, mais pude sentir quando sem piedade ele me invadiu e eu grunhi cerrando os dentes.
— Vamos VADIA.. grite.. – ele falava.
Eu abri meus olhos, estavam nebulosos e as lembranças de Minato se misturavam com aquele momento.
— Você nunca mais vai conseguir fode com aquele fedelho.. – ele disse me esbofeteando novamente.
Meu corpo queimou em meu ombro perto da clavícula. E quando dei por mim vi um esgueiro em sua mãos e um anel que ele soprava entre os lábios.
— Diga.. diga.. vamos.. quem eu sou ruivinha.. – ele perguntava puxando meus cabelos e se afundando em minha intimidade que queimava em dor. Eu sentia meu corpo arder em raiva.
— Minato.. – eu sussurrei cansada.
— O que você disse? – ele gritou furioso socando minha cabeça contra o piso.
Eu não consegui mais falar ou dizer nada. Uma voz ao longe parecia me chamar.. era Minato. Eu podia ouvir algo mais. Algo como um choro.
Senti o peso sair de cima do meu corpo e ele ser suspenso no ar..
— Vem Itsuko.. vamos deixar um presentinho para aquele fedelho.. – a voz grave disse e foi tudo que eu ouvi antes de sucumbir à escuridão que inundava meus olhos.
– Passaram si duas noites e eu então acordei —
Meu corpo doía, meus olhos rejeitavam a claridade, eu sentia dor em lugares que nem sabiam que doíam. Uma mão quente estava na minha e eu me sentia clama com isso mais quanto fitei os cabelos loiros as lembranças vieram como uma tempestade e os meus olhos encheram de lágrimas quando minha voz gritou por ajuda e meu corpo de agitou em cima da cama.
— Kushina. Kushina.. – aquela voz eu conhecia, mais aquele rosto que eu vi não pertencia a ela.
— Não.. Nãoooo.. me solta. – eu grite. — Minato.. Minato.. – eu chamava desesperada.
— Kushina sou eu, vamos amor.. você precisa me ver.. – aquela voz era dele.. mais o rosto não.. não podia ser.
— Minha flor.. Kushina.. querida.. vamos. – ele dizia desolado.
Quando forcei meus olhos a encara-lo de novo eu vi seu rosto, mais seus olhos não eram seus olhos. Eu voltei a chorar.
Notas finais
E AVISO:
Para quem lê a minha outra fanfic - "Amor Profano" - ela vai ser atualizada pela Ellen então não sei quando isso ocorrera..
Por que não irei poder..
Amo vocês.. lindos e lindas..
Beijos.
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