O Amor Que Floresce Do Medo

23 Especial II – Como o Brilho do Sol


Notas iniciais
Me perdoem a demora.

Eu realmente tive muitos problemas pra postar, pra escrever e tudo mais..
Fiquei doente, fiquei triste e muitas coisas aconteceram que me deixaram muito perturbada.

Então peço perdão!!

Aqui está o Especial do Minato como prometi.

Espero não demorar muito com os próximo capítulos..

Me perdoem por tudo, principalmente pelos atrasos. Assim que puder irei responder os comentários..

^^ Beijos da Sto-chan ♥♥

O Amor que Floresce do Medo

Capitulo 23 — ESPECIAL


MINATO POV’S


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Eu queria ansiosamente me encontrar com Kushina esta noite. A ansiedade me dominava, eu me sentia tenso.

Em minhas mãos tremulas uma caixinha de veludo vermelha, e dentro um anel de noivado. Eu finalmente iria pedir sua mão em casamento. Tinha em mim que já era o momento certo.

Segui para casa depois de um longo dia no trabalho.

Cheguei e me deparei com uma cena até comum, um bilhete de Kushina. Algo não muito raro de acontecer, ela avisava nele que não iria demorar e que apenas tinha ido a faculdade como sempre.

Normalmente chegaria antes das dez horas da noite, teria tempo suficiente pra montar o meu cenário.

E eu não tinha em mente qualquer coisa. Comecei a trabalhar, tinha muito o que fazer. Troquei as cortinas claras por vermelhas, enfeitei a sala de jantar com flores de variados tipos, eu não era um homem de das apenas rosas. Uma toalha bordada sobre a mesa, velas, vinho e no fundo um som suave de piano, ela adorava musica calmas apesar de parecer o contrario.

No quarto lençóis novos e brancos com desenhos dourados e rosas como pétalas de flores, também troquei as cortinas desse cômodo. Tudo tinha que estar perfeito. O perfume no ar era o seu favorito, tulipas. Haviam varias tulipas de todas as cores que pude achar em vasos pelo quarto deixando o perfume doce e sutil pairar no ar.

Quase perto da hora de sua chegada eu tomei um banho, me vestia a caráter, ou melhor, da forma que julguei ser preciso, um terno preto, cabelos bem penteados, um perfume marcante, barba feita e no peito um flor branca e pequena.

Sentei na sala a sua espera com um buque de flores na mão, eu estava nervoso e não via pelo momento de sua chegada. Tremia dos pés a cabeça e suava de forma demasiada.

Com o passar das horas que já nem eram tantas pelo tempo que demorei a arrumar a casa comecei a me preocupar com falta de noticias de Kushina, ela sempre ligava quando iria se atrasar.

Fiquei tanto tempo a espera que cai no sono e quando olhei no relógio já se passavam de uma da manha.

Peguei um casaco e decidido a procurar por ela me encaminhei a porta da frente, eu sabia, ela ainda não havia chegado.

— Droga! Onde você esta Kushina? – me perguntei agonizando por dentro com a sua ausência.

Assim que abri a porta da frente eu estanquei sem possibilidade de me mover, falar ou raciocinar direito. Cabelos ruivos espalhados por toda parte, minha mulher, minha amada nua na minha porta, com hematomas, marcas e cortes pelo corpo. Seus fios ruivos foram cortados e espalhados pelo caminho de pedra que dava a entrada.

Minha garganta secou e eu comecei a chorar tentando encontrar forças. Trouxe a para dentro, e liguei para Tsunade.

— Tsunade. – minha voz soou exatamente como meu espirito se encontrava, destruído.

— Minato.. – ela disse assustada quase gritando meu nome. — O que aconteceu? Você está bem? – ela perguntou preocupada.

— É Kushi..-shina.. Kushina não está bem.. – eu falei sentindo as lágrimas molharem meu rosto.

Meu coração parecia pequeno, e quando eu a fitava deitada no sofá ele parecia diminuir ainda mais.

Depois de tudo que passei naquela noite, quando ela acordou, aquando pensei que tudo ia melhorar.. bem, eu não podia estar mais errado.

A atitude dela quando me viu, seus olhos, seus gestos. Nunca iria pensar que a veria assim. E nunca imaginei o quanto isso iria me magoar.


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No mês que se passou ela pouco ficou perto de mim, pouco me olhou e pouco me deixou chegar perto. Aquilo tudo era pior que a morte, fora que ela andava se sentindo mal e não me deixava ajudar ou cuidar dela. Eu já estava vendo o momento em que ela me pediria para me deixar ou para deixar nossa casa.


Estávamos no terceiro mês depois daquele acontecimento.


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Uma noite eu cheguei em casa, era tarde e eu estava muito casando. Subi para o meu quarto e me deparei com Kushina com os pulsos sangrando. Corri com ela para o hospital.


— Oque ela pensa que esta fazendo? – eu perguntava a mim mesmo enquanto as lágrimas corriam em meu rosto.

Um pouco depois mãos tocaram meu ombro. Virei-me minimamente e encontreis os obres de Tsunade sobre mim.

Me sobrexalte e levantei no mesmo momento afoito com a respiração irregular e segurei seus ombros em sinal de desespero.

— COMO ELA ESTÁ? – perguntei gritando.

— Fique calmo. Ela está bem, está viva.. e... – ela hesitou, respirou fundo. A cada movimento seu era captado por meus olhos como se demorassem um século para serem realizados. — Minato, ela tentou se matar.. por que, ela esta grávida. – disse sustentando meu olhar.

Dois sentimentos passaram por mim como um raio: ALEGRIA e RAIVA.

Claro, eu queria ter filhos com Kushina, mais e se esse filho não fosse meu? – eu pensei. A dor me consumia. Assim que Tsunade me deu permissão eu fui vê-la, e como da ultima vez em que estivemos naquele hospital sua reação a mim foi hostil e raivosa.

— Vai embora. – pronunciou se virando me dando as costas.

— Precisamos conversar. – falei calma e sentei na poltrona da quarto branca e claro.

— Vai embora Minato, nenhum de nós quer essa criança..

— Mentira! – gritei a cortando de imediato. — Eu quero essa criança. – vi ela se encolher na cama e soluçar baixo.

— Vá embora.. faça esse favor a si mesmo.. eu não terei essa criança. – falou a voz rasgada pelo choro e pela angústica que tentava conter.

— Você vai ter. Não vou deixar que mate uma criança inocente. – me levantei decidido.

Dentro de mim eu tinha muitas dúvidas e uma certeza: — aquele bebê não tinha culpa de nada, e se houvesse a mínima possibilidade de ser meu eu o protegeria a todo custo e mesmo que não fosse eu o amaria.


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Foram meses difíceis de gravidez. Cheguei a perder as contas de quantas vezes ela tentou se matar e matar aquela criança. Foi tão difícil e tão duro, ela era tão dura consigo mesma.


Meu amor por Kushina não mudou, não esfriou e meu amor por aquele feto só aumentou dia após dia. Quando finalmente o bebê nasceu eu explodi de alegria. Tsunade insistiu para fazemos um teste de DNA que eu me recusei a fazer a todo custo, mais por fim cedi.

O resultado não mudaria meus sentimentos.

Naruto era meu filho. Ele era pra mim como o Brilho do Sol!


Notas finais
Ja ne minna-san..