O Amor Acontece
25 Exame
Notas iniciais
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Primeiramente eu gostaria de pedir desculpas se fui rude nas notas do capítulo passado. Se fui, não foi a minha intenção. Algumas leitoras disseram que eu estava sendo injusta com quem comenta; desculpe se estou sendo, se fui, não serei mais; prometo. Mas, só para deixar bem claro: se um dia eu realmente foi excluir a fanfic - não será agora -, eu não deixaria quem comenta na mão. Mandaria os capítulos por e-mail. Espero que tenha deixado tudo claro.
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Agora eu gostaria de agradecer a todos que comentaram, muito obrigada mesmo! Eu pedi 30 reviews, e recebi quase 40. Não é nada comparado ao número de leitores (170), não chega nem a metade, mas... É um começo, certo? Espero que continue assim. Apenas evoluindo.
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Agora chega de blá, blá, blá... Boa leitura. E leiam as notas finais.
Capítulo 24 – Exame
Depois de nos alimentarmos com um delicioso lanche do Mc Donalds, voltamos para a casa do Edward, já que o meu carro estava lá. O caminho foi silencioso e desconfortável. A Charlie estava sentada no banco de trás do carro em silêncio perdida em seus próprios pensamentos, enquanto Edward dirigia calado e concentrado; com as duas mãos no volante, diferente das outras veze com que andei de carro com ele, pois sempre havia uma mão dele em minha perna esquerda.
Quando finalmente estacionamos o carro na garagem do prédio, Edward suspirou e saiu do carro. Abriu a porta do carro para mim e após eu sair do automóvel, eu deixei um pequeno beijo em seus lábios, o fazendo soltar um leve sorriso para mim.
Ele abriu a porta do lado da Charlie e a tirou do carro no colo, já que quase no fim do percurso, ela havia adormecido. Pegamos o elevador e em poucos minutos, entravamos no apartamento.
Assim que entramos, Edward foi direto deixar a Charlie em seu quarto para dormir mais confortável, enquanto eu esperava na sala inquieta. Não gostava de ver essas duas pessoas tão importantes em minha vida agora nesse estado, eu tentaria evitar o máximo que eles sofressem por qualquer motivo. O sofrimento deles é o meu sofrimento.
Quando o meu namorado voltou, a aparência dele era de cansado, olheiras profundas e o cabelo bagunçado, típico de quando ele passa a mão nele repentinas vezes.
-Acho que irei embora. – eu disse quebrando o silêncio e ele olhou para mim. – A Charlie já dormiu e você deve estar cansado.
-Não, Bella. – ele disse angustiado e eu franzi o cenho. – Fique, por favor. – ele pediu com seus olhos suplicantes. – Passe essa noite aqui, preciso ter você comigo.
-Tudo bem. – eu me rendi e dei um passo me aproximando dele. Não me importava se amanhã tinha que trabalhar e que eu não havia trago roupas, não me importava que o meu salto alto agora me incomodasse. Eu apenas queria ficar com ele e fazê-lo se sentir melhor. E se ele dissesse que precisava de mim, eu ficaria.
Ele se aproximou de mim lentamente e colocou os braços envolta de minha cintura; senti seu nariz passando lentamente pelo meu pescoço e eu virei um pouco a minha cabeça para o lado para dar mais acesso a ele. Ele trilhou alguns beijos pelo meu pescoço e beijou meu queixo, antes de finalmente encostar seus lábios quentes no meu.
Nosso beijo foi calmo, sem pressa, apenas queríamos um satisfazer a necessidade do outro, queríamos esquecer o mundo a nossa volta. Tudo o que queríamos era curtir a presença do outro, e por pelo menos alguns minutos fingir que tudo está bem.
Rodeei minhas mãos em seu pescoço e fiz um cafuné nos cabelos de sua nuca, e ele estremeceu ao meu toque, me puxando mais para ele e aprofundando mais o beijo. Sua língua entrou em contato com a minha, e o beijo que era calmo, ficou desesperado e rápido. Em questão de segundos suas mãos estavam por toda a parte, enquanto eu apenas desfalecia ao seu toque.
Quando finalmente separamos nossas bocas, estávamos ofegantes e nossos olhos cheios de desejo.
-Vem. – ele me chamou e me pegou pela mão.
Seguimos pelo corredor que eu já conhecia e entramos em seu quarto, que estava iluminado apenas pelo abajur.
Edward me sentou em sua cama e se ajoelhou no chão, pegando meu pé direito e tirando o meu sapato alto, gemi de satisfação quando meu pé pôde enfim tocar o chão frio. Edward percebendo a minha satisfação, fez uma deliciosa massagem em meu pé, diminuindo um pouco a dor que eu estava sentindo, pelo tempo que ficamos andando no shopping. Repetiu o processo com o outro pé, e quando se deu por satisfeito se levantou e tirou sua blusa.
Arrastei-me para o meio da cama e ele veio até mim, me deitando e ficando entre minhas pernas. Sua boca encontrou a minha de novo, e dessa vez o beijo já começou urgente, nossas línguas acariciavam uma a outra, o fogo começou a me consumir e eu já podia sentir uma ligeira umidade em meu sexo.
Arqueei meu quadril de encontro ao dele para buscar um pouco mais de contato e Edward gemeu em minha boca, me beijando com mais intensidade, se possível.
Ele abriu mais as minhas pernas e se encaixou no meio delas, de modo que pude sentir claramente a sua excitação. Levei minhas mãos até as suas costas e passei as minhas unhas levemente, o fazendo gemer e trilhar beijos pelo meu colo.
-Eu preciso de você. – ele disse e eu apenas gemi concordando.
Edward lentamente levantou a blusa que eu vestia e passou rapidamente pela minha cabeça, deixando meus seios cobertos pelo sutiã a mostra. Ele abaixou o rosto e beijou a minha barriga, fazendo um espasmo percorrer a minha coluna e se concentrar em meu ponto mais sensível.
Ele subiu seus beijos e encontrou meus seios, beijou cada um e abriu o feixe do meu sutiã – que graças a Deus era na frente, facilitando o nosso trabalho -, jogou meu sutiã em qualquer canto do quarto e ficou olhando para os meus seios. Corei e ele sorriu ao me ver envergonhada.
-Não precisa sentir vergonha. – ele disse os acariciando – São lindos.
Apenas sorri e joguei minha cabeça para trás, ao sentir sua boca quente no meu mamilo esquerdo. Gemi e segurei sua cabeça no meio dos meus seios, querendo sentir mais de sua boca ávida.
Ele desceu seus beijos novamente pela minha barriga e abriu o botão da minha calça jeans, rapidamente retirando a calça de meu corpo.
Ele jogou seu corpo para trás e ficou de joelhos na cama, abrindo o botão de sua calça e a tirando também, ficando apenas de cueca.
Sua cueca preta mal disfarçava o grande volume que se encontrava por trás do fino pano, e sem conseguir me controlar levei minha mão até ali, sentindo o quanto ele estava duro por mim.
Ele gemeu o meu nome e ficou em cima do meu corpo de novo, beijando minha boca de forma quase bruta. Sua língua percorria cada canto de minha boca, e eu não conseguiria aguentar mais de tanto prazer. Meu corpo estava quente e clamando por ele.
Arqueei meu quadril novamente e ele gemeu impulsionando o seu de volta, fazendo uma fricção gostosa, mas que não bastava para nós.
Ele retirou sua cueca com pressa e puxou rapidamente a calcinha pelas minhas pernas.
Ficou novamente sobre mim e em uma única estocada, estávamos conectados. Gememos juntos quando nossos corpos começaram a se mover ao mesmo tempo, um dando prazer ao outro.
Palavras não precisavam ser ditas no momento, nossos corpos diziam tudo. Os movimentos ficaram mais rápidos e intensos e eu já sentia os primeiros espasmos do meu orgasmo que estava a cada estocada mais próximo.
Edward estocou mais algumas vezes e sem aguentar esperar mais, gemi vergonhosamente o seu nome e gozei. Pequenas luzinhas passavam pelos meus olhos, efeito do orgasmo arrebatador que eu tive, minhas pernas tremiam. Edward estocou mais duas vezes e senti seu liquido me preencher.
-Bella. – ele disse ofegante e caiu em cima de mim.
Fiz um carinho em seu cabelo enquanto nossas respirações se normalizavam. Nossos corpos suados e quentes, e ainda conectados.
-Isso foi maravilhoso. – ele disse e eu sorri para ele concordando. – Eu realmente precisava de você. Sentir seu corpo colado ao meu, só assim para eu me distrair um pouco de tudo o que está acontecendo.
-Sempre estarei aqui pra quando você precisar. – eu disse sorrindo a ele.
-Eu sei. – ele disse sorrindo.
(...)
Fui acordada de manhã com beijos deliciosos pelo meu rosto. Sorri e abri meus olhos lentamente para me acostumar com a claridade.
-Hora de acordar, minha dorminhoca. – ele disse beijando meu nariz carinhosamente.
-Humm, como é bom ser acordada assim. – eu disse sorrindo.
-Você gosta, é? – ele perguntou maroto e um sorriso brincava em seus lábios.
-Sim, amo ser acordada pelo meu namorado maravilhoso, principalmente quando ele ainda está sem roupa. – eu disse e ele riu.
Levantamos da cama e tomamos banho juntos em meio a beijos e um sexo matinal dentro do chuveiro, nos fazendo demorar um pouco mais do que o necessário.
Nos vestimos calmamente juntos e pude ver que o humor do Edward tinha melhorado um pouco, mas ainda podia ver uma ruga de preocupação em sua testa.
-Tenho que ir para casa me arrumar para o trabalho. – eu disse.
-Eu sei amor. – ele disse me dando um selinho. – Eu estava pensando se poderíamos tomar café-da-manhã aqui em casa, eu, você e a Charlie, passávamos na sua casa, você trocava de roupa e íamos todos para o hospital. Você sabe, está na hora de refazer o exame. – ele disse e deu um sorriso triste.
-Me parece uma ótima ideia. – eu disse e o beijei, tentando fazê-lo se esquecer de seus problemas. É claro que eu também me preocupo pela minha menina, mas eu estou mais acostumada com essas situações e sei que o que aconteceu ontem, é um efeito completamente normal da quimioterapia.
Quando saímos do quarto, fomos direto para o quarto da Charlie acordá-la, mas ela já estava acordada assistindo televisão.
-Bom dia, filha. – Edward disse e deu um beijo em sua testa.
-Bom dia, princesa. – eu disse sorrindo a ela.
Ela sorriu para nós dois, e eu fiquei no quarto da Charlie, a ajudando a se arrumar, enquanto Edward preparava o café da manhã.
Charlie escolheu uma roupa para vestir, e eu rapidamente a vesti e peguei um lenço, amarrando em sua cabeça.
Minha princesa continuava linda, isso nunca mudaria.
Depois de arrumada, fomos até a cozinha e a mesa já estava pronta, com algumas delícias.
-Já pode casar. – eu comentei brincando.
-Isso é um pedido, Senhorita Swan? – ele perguntou divertido.
Apenas ri e me sentei.
Comemos em meio a algumas brincadeiras e o clima até que estava muito bom e tranquilo. Depois de nos alimentarmos, fomos para a garagem do prédio, Charlie e Edward foram no carro dele e eu fui no meu.
O caminho foi rápido, já que ainda estava cedo e não estava no horário de trabalho normal das pessoas. Por isso pude me arrumar calmamente para o trabalho.
Coloquei uma calça jeans, uma blusa de seda laranja, um blazer branco, e salto alto bege.
Troquei de bolsa e coloquei tudo que seria necessário durante o dia. Dei uma ajeitada em meu cabelo e fui encontrar com Edward e Charlie na sala.
-Assim você distrai os médicos do hospital. – ele disse galanteador como sempre.
Apenas sorri para ele.
Saímos do meu apartamento e cada um foi em seu carro para o hospital, já que eu teria que ficar e trabalhar, enquanto o Edward apenas iria com a Charlie fazer um exame rápido.
A essa hora da manhã, o trânsito já havia aumentado consideravelmente, me fazendo levar um pouco mais de 30 minutos para chegar ao hospital. Não me preocupei muito porque ainda era 7h00min, e o meu turno começaria apenas às 7h:30min.
Estacionei meu carro no estacionamento do hospital e desci do carro, esperando por Edward e Charlie. Assim que eles saíram do carro, entramos todos no hospital.
Por ser ainda muito cedo, o hospital tinham poucos pacientes aguardando, e por não ter começado o meu turno, resolvi eu mesma fazer o exame de sangue na Charlie, afinal nada me custava.
Entrei na sala de exames com ela e o Edward, vesti minhas luvas e coloquei um jaleco, pedi gentilmente que a Charlie se sentasse e esticasse o braço, peguei um elástico e amarrei no braço, um pouco abaixo dos ombros.
-Flor, feche a mão em punho, por favor. – pedi com um sorriso.
Ela fez o que eu pedi e eu preparei uma agulha com um tubinho para armazenar o sangue.
-Vai ser apenas uma picadinha. – eu disse e limpei a área que seria furada, rapidamente encontrei a sua veia e enfiei a agulha. Vi a Charlie fechando os olhinhos com força e tirei o sangue dela rápido, para terminar logo.
Retirei a agulha e coloquei um algodão para estancar o sangue e a fiz apertar por uns segundos.
Lacrei o vidrinho com o sangue e coloquei o adesivo com o seu nome.
Peguei um curativo e coloquei no lugar do algodão.
-Prontinho. – eu disse sorrindo para ela e retirei minhas luvas, jogando-as no lixo em seguida.
-Quase não doeu dessa vez. – ela disse orgulhosa.
Ri.
-Que bom. Significa que não perdi a prática. – eu disse brincando. – Edward, o resultado deve sair hoje à tarde, eu pego, vejo se está tudo normal e depois te entrego o exame, certo? – perguntei.
-Claro que sim meu amor, você é praticamente a mãe dela agora. – ele disse e sorri com algumas lágrimas nos olhos.
-Jura? – perguntei emocionada.
-Claro que sim, sua boba. – ele disse e me deu um selinho.
Sorri para Charlie que não prestava atenção no que falávamos, estava distraída com a televisão ligada em um canal de desenhos.
-Vamos, filha? – Edward chamou.
-Sim. – ela disse se levantando e vindo até mim. – Tchau Bella.
-Tchau, pequena. Até mais tarde. – eu disse e deixei um beijo em sua bochecha. –Tchau, amor. – eu disse e deixei um breve beijo nos lábios de Edward.
Acompanhei-os até a porta do hospital e esperei até que eles entrassem no carro e fossem embora.
Assim que eles se foram, eu levei o exame até o laboratório e fui para a minha sala para começar um logo dia de trabalho.
(...)
Horas mais tarde, depois de muito trabalho. Um enfermeiro veio trazer para mim, como eu havia pedido o resultado do exame da Charlie.
Respirei fundo, ansiosa, característica bem incomum para mim, e abri o envelope que continha o exame.
Retirei as folhas de dentro e li rapidamente o laudo do exame.
Abri minha boca em choque e deixei as folhas caírem no chão.
Como isso foi acontecer? Ela tem reagido tão bem aos tratamentos.
Como essa piora surgiu? Sem que eu percebesse?
Meu Deus. Preciso ligar para o Edward. Preciso manter a calma. Preciso interná-la.
Preciso colocá-la na lista de transplantes.
Notas finais
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Então gente, não quero ter que ficar cobrando sempre a quantidade de reviews. Eu odeio quem faz isso, e odeio eu mesma por fazer isso. Então, por favor... Continuem comentando, e que a quantidade que recebi no último capítulo, apenas aumente.
Por favor mesmo gente, estou implorando, não deixem de comentar. Por favor!
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Sem mais delongas, espero que tenham gostado do capítulo. No início teve uma cena um pouco mais quente, e fiquei preocupada que tivesse quebrado o encanto dos últimos momentos. O que vocês acharam?
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E outra coisa, e esse final? Nossa Charlie piorou? Ela ficará bem? O que vocês acham?
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Tenham uma ótima semana. Beijos.
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