O Amigo Do Meu Pai

31 Relíquia de família


Notas iniciais
Ou galera, tudo certo? Antes de vocês começarem a me apedrejarem por minha demora, deixem-me explica-la: primeiro, para mim nem parece que faz tanto tempo que postei pela última vez, de verdade; e segundo, minha vida pessoal resolveu dar sinal de vida esse fim de semana então não consegui ter tempo para postar. Enfim, motivos dados, eu tenho outra coisa a fazer antes de presenteá-los com esse capítulo, que está pequeno, mas tive que dividi-lo para também não ficar enorme. Eu tenho que desfazer um mal-entendido. Capítulo passado conhecemos Michael, não? Bem, ficou claríssimo que ele é irmão do Sam. Isso ok, mas gente, em nenhum momento eu disse, ou deu a entender na fic, que ele ficará (ou está) interessado na Anne. Ok, ele passou umas cantadas na Anne, mas ele fez isso porque é da natureza dele; ele é galinha. Mas, de verdade, ele não tem ( e nem terá) algum interesse na Anne. Não está nos meus planos. Talvez meus planos mudem? Sim, mas se eu mudar meus planos e isso acontecer, eu terei que modificar a segunda temporada inteira da fic, e pra isso eu preciso de tempo e vontade, e eu não tenho ambos. Então relaxem, porque só se me der a louca eu faço isso... Enfim, o que eu quero dizer é que minha intenção em lhes falar antecipadamente do Michael é porque, além de eu que eu queria muito lhes contar algo que estava por vir na fic, o Michael será um personagem importante. Ele, além de ajudar muito a Anne a desvendar o drama do DNA, ele também será um grande incentivador de uma relação entre seus irmão e Anne. Ou seja, ele é Team Sam também. hahaha. Mal-entendido resolvido? Essas coisas acontecem mesmo e eu vim resolver porque eu quero que vocês amem o Michael, e não fiquem com a pulga atrás da orelha em relação a ele. hahaha. Voltando ao hoje, então: como eu disse mais a cima, esse capítulo está curto e meio sem sal porque eu tive que dividi-lo para não ficar muito grande, entendem? Capítulo que vem melhora, prometo. Bom, eu acho que sim... hahaha.Enjoy

Era oito e quinze da noite e eu terminava de me arrumar para encontrar, junto com Sam, Michael em um restaurante. Como eu havia dito, Michael havia combinando conosco de pegar as amostras naquela noite, já que ele estava no estado para uma convenção médica e aproveitou e parou aqui em Phoenix para nos encontrar e pegar as amostras. Mas como Sam dissera, o irmão dele não era uma pessoa pratica e simples. Tudo com ele era complicado. Então para nos “facilitar”, Michael inventara de nos encontramos esta noite para “batermos um papo”. Sam, que nem discutira com o irmão porque sabia que seria inútil, fez reservas em um restaurante e marcou para as nove de nos encontramos. Eu passei o meu batom, terminando de me arrumar. Eu vestia uma camisa sem mangas branca com um laço perto no meio, uma saia com alças (como suspensórios) que se cruzavam nas costas, saltos pretos estilo boneca e uma bolsa que fazia alusão ao cinema. Levava comigo um casaco de couro preto. Meu cabelo estava solto, caindo em cachos largos, e maquiara meus olhos com uma sombra e delineador, além de minha boca vinho. Como se tivessem adivinhado que terminara de me arrumar, bateram à minha porta. Ah, esquecera-me de comentar: Sam alugara um quarto de hotel para mim, no mesmo hotel onde ele e a banda se hospedaram. Eu não queria, estava mais afim de alugar um quarto em um hotel próximo ao dele, mas não no mesmo. Mas ele me abrigara. E quando digo obrigara não minto. Eu abri a porta e lá estava meu tormento preferido: Sam vestia uma camisa social branca (levemente transparente, diga-se de passagem) com uma jeans escura e sapatos sociais. Ele também trazia um blazer jogado aos ombros, que ele segurando por trás. Ele estava apoiado ao portal da porta e tinha a cabeça baixa quando abri a porta. Senti seu olhar em minhas pernas, subindo lentamente, até ele levantar a cabeça para me encarar. Ele abriu seu típico sorriso travesso, que amo diga-se de passagem.

–Então, preciso dizer que você pode entrar? – Levantei uma sobrancelha.

–Não, eu só queria admirar um pouco a vista – Ele respondeu malicioso.

Revirei os olhos e saí da porta, entrando no quarto. Sam seguiu-me, fechando a porta ao passar. Eu virei para ele, com minha bolsa e meu celular em mãos.

–Estou quase pronta, só falta arrumar minha bolsa – Avisei.

–Nunca entendi por que vocês mulheres tem tanto que trocar de bolsa! — Ele comentou se sentando na poltrona ao canto.

–Vocês querem uma mulher feia, reclamando que a roupa não está boa? – Rebati.

–E o que tem a ver uma bolsa? — Ele perguntou sem entender.

–Tudo. Se a bolsa não combinar com a roupa, consequentemente a mulher vai estar com a roupa toda errada. E se ela tiver com a roupa errada irão comentar – Respondi guardando minhas maquiagens básicas na bolsa.

–Quem iria a dizer? – Ele questionou confuso — Um homem que não será...

–Não, porque vocês só ligam para nada. Mas as mulheres sim. Elas reparam, e muito, na roupa das outras mulheres. Sabe, tem um velho ditado que diz que mulheres não se vestem para os homens, e sim, para as outras mulheres.

–Nossa, e eu pensando que tudo isso era para mim! — Ele decepcionou-se.

Eu virei para ele com minha bolsa pronta, com tudo que precisava já dentro dela. Dei um sorriso e disse:

–Nem em sonhos, baby!

Ele fez cara de ofendido e depois tirou do bolso do blazer uma caixinha de joia. Ele abriu-a para si mesmo e suspirou, admirando o conteúdo:

–Que pena, porque eu tinha algo que lhe pretendia dar...!

Ele virou a caixinha para mim e me mostrou um anel lindo. Tinha aparência de antigo, o que o dava um charme a mais. Tinha um lindo ônix encrustado no mesmo, com uma espécie arranjo de perolas em volta. Eu fiquei sem reação. Sam sorriu vitoriosos diante disso. Ele se levantou e pegou minha mão, tirando o anel de dentro da caixa.

–É um anel de família. Foi de minha avó. Eu, por acaso, descobri que eu botara a caixa que ele estava no meio de minhas coisas, na hora que arrumara as malas. Eu o vi e logo imaginei em você – Ele explicou botando a relíquia em meu dedo anelar esquerdo.

Eu admirei o anel em meu dedo, boba. Sam sorriu satisfeito. Mas eu logo balancei minha cabeça negativamente, espantando o meu estado de boba.

–Eu não posso Sam! É uma joia de família! — Recusei tirando o anel de meu dedo e o entregando a ele.

Mas Sam não o aceitou de volta.

–Não Anne, eu quis dá-lo a você. Eu tenho certeza que minha avó teria gostado de você e ficaria feliz em saber que eu te escolhi para usa-lo – Respondeu Sam, botando o anel de novo em meu dedo.

–Não, Sam. Não posso... — Voltei a negar.

–Você pode e vai. Quero você o usando, e sem mais – Cortou-me Sam.

Eu balancei a cabeça, sorrindo do tipo “você não tem jeito...”. Eu abracei-o, para agradecer.

–Obrigada. Eu amei. Cuidarei dele muito bem –Prometi soltando-o e admirando o anel.

–Sei que vai... — Ele disse sorrindo.

Eu peguei a minha bolsa na mesa e segui para a porta. Olhei para trás, para Sam, e sorri chamando-o. Ele sorriu e saiu do quarto, me acompanhando. A noite só estava começando...

Notas finais
Anne - http://www.polyvore.com/cgi/set?id=88365396&.locale=pt-br Sei, sei, morto. Ma eu avisei, não? Mas enfim, capítulo que vem está cute, então compensa. Mas não deixem de dar sua opinião, aliás, eu tenho uma grande enquete pra vocês: vocês notaram que a capa da fic mudou? Agora está uma capa mesmo. tomei vergonha na cara e pedi uma. Na verdade minha serva, conhecida por aqui como Magical Me, pediu para mim. O ponto que quero chegar é: vocês gostaram? Eu gostei, e muito, mas eu quero saber a opinião de vocês, lógico. Aliás, pra quem não sacou, a capa é o Sam e a Anne. Acho que tudo mundo sacou, mas eu tinha que falar que o Adam (meu gostos ever, e agora noivo; eca. hahaha) é o Sam. Antes de ir, porém, eu vou encher vocês mais um pouquinho com o assunto da minha nova fic. Da última vez que falei dela aqui, só tinha o prologo, que é morto. Agora tem mais um capítulo! Nossa, que diferença! hahahaha. Mas é que nesse capítulo já acontece altas emoções, então... http://fanfiction.com.br/historia/424241/Strada_Per_Linferno/ Aí está o link, quem quiser dar uma olhadinha (e a ler, e comentar, e recomendar... hahaha), eu ficarei honrada. xoxo