O Amigo Do Meu Pai

32 Poderia me conceder uma dança?


Notas iniciais
Oi anjos, tudo certo? Sei que demorei, mas eu estava indecisa quanto a postar esse capítulo. Bem, é que a burra aqui da autora de vocês esqueceu-se de um detalhe muito importante, e que com certeza mais para frente da fic, será tarde demais para ajeitar. Então eu aproveitei uma passagem de tempo que terá entre este capítulo e o próximo, para incluir esse detalhe em novos capítulos no meio dessa passagem de tempo. Só que vocês não imaginam quanto está difícil pra mim escrever essa fic: não saiu nada de bom. Na realidade, não sai nada. E o pior é que isso já faz um bom tempo... Mas eu não quero preocupa-los. Agora eu quero falar desse capítulo, e lá em baixo, nas notas finais, a gente volta a falara sobre esse probleminha. Esse capítulo aqui está horrível, sério. Eu achei que fosse melhor, mas depois de revisa-lo, notei que não. MAS a boa noticia é que, se eu não fizer a incursão daquele detalhe lá que falei, os capítulos que vem a seguir são bons. Senão maravilhosos, em minha opinião. Tem um capítulo que é choro do começo ao fim. Se eu tivesse meu canal lagrimal, ei choraria. hahaha.

Enjoy

Eu e Sam chegamos ao restaurante às oito e cinquenta da noite. Sentamo-nos à mesa que nos fora reservada e esperamos nessa. Sam pediu um vinho e esperamos Michael conversando. Alguns minutos depois da chegada do vinho a nossa mesa, Michael adentrou o restaurante. Ele vinha com uma garota a tiracolo. Michael era como uma copia de Sam, só com algumas diferenças. Michael era alto, tinha os cabelos castanhos escuros iguais aos de Sam, mas mais comportados e era musculoso igual a Sam, porém de forma discreta e sem as tatuagens. A única diferente aparente entre eles eram os olhos, que Michael possuía em um tom de castanho escuro, enquanto os de Sam eram verdes acastanhados. Sam e Michael se cumprimentaram, enquanto eu cumprimentava a loira peituda que acompanhava Michael e tinha o nome de Susan. Na minha vez de cumprimentar Michael, este abriu um sorriso e beijou a minha mão, olhando-me fixamente, enquanto eu sorria.

-Prazer em conhecê-la, tormenta Anne! — Disse ele fazendo-me dar uma leve risada.

-Igualmente, tarado Michael – Respondi fazendo rir.

Voltei a me sentava ao lado de Sam, enquanto Michael sentava de frente do irmão e Susan na minha frente.

-Bem, acho que não fomos apresentados devidamente: Susan, este é meu irmão Sam – Michael apontou para Sam – E esta é a tormenta dele, Anne – Michael apontou para mim – Anne, Sam, esta é Susan, minha namorada – Michael apresentou-a a nós.

Nós sorrimos uns para os outros e logo Susan perguntou a mim e Sam:

-Desculpem-me a pergunta, mas vocês são namorados?

Eu e são sorrimos gentis e eu respondi brincando:

-Não, graças a Deus não. Imagina, ter este daqui como traste em minha vida? Felizmente ele é só um amigo!

Sam levantou à sobrancelha e respondeu a altura:

-Sei, mas também não vive sem mim. Até quis conhecer meu “amigo” outro dia!

Eu fiz cara de escandalizada e dei um tapa no braço de Sam. Todos riram disso e Michael respondeu zoando o irmão:

-Bem, eu lhe garanto que não é tudo isso, Anne. Não acredito que tenha crescido muito desde os três anos.

Nós começamos a rir incansavelmente, enquanto Sam erguia o dedo médio ao irmão. Ficamos muito tempo jogando conversa fora enquanto esperávamos os nossos pedidos, feitos logo depois de Susan e Michael chegarem. Comemos em paz e lotamos nossos estômagos com as várias taças do excelente vinho que Sam escolhera para nós. Logo depois de termos acabado de comer, Susan pediu licença e foi ao banheiro. Nós três aproveitamos esse momento para discutir sobre as amostras.

-Então vocês não estão com as amostras aqui, certo?- Questionou Michael.

-Não, está no frigobar do hotel, como o indicado – Respondi.

-Melhor assim. Certo, vocês já conseguiram as outras amostras para a comparação?- Michael, cruzou os braços e se jogou mais para trás na cadeira.

-Sim, conseguimos a que faltava essa tarde – Sam respondeu dessa vez.

-Certo, então após o jantar eu pegarei no quarto de vocês. Fica mais fácil já que eu me hospedei no mesmo hotel – Michael deu de ombros.

-Quanto tempo demora, mais ou menos? — Questionei curiosa.

-Olha, em média, demoraria, um mês ou mais, mas como eu conheço bastante gente dentro desses laboratórios, eu posso adiantar bastante. Posso fazer ficar pronto em até uma semana.

-Seria perfeito! – Animei-me.

Michael sorriu e Susan voltou do banheiro. Ela, porém, não se sentou. Abraçou por trás Michael, mesmo ele estrando sentado.

-Amor, vamos dançar? — Ela perguntou.

-Dançar? — Michael pareceu não entender.

-Sim, há um salão ali atrás no restaurante em que os casais estão indo para dançar músicas lentas.

-Mas por que raios existiria um negocio desses? — Perguntou Michael.

-Acho que estão comemorando o aniversário do restaurante essa semana, não sei bem. Vamos amor! — Pediu Susan fazendo biquinho.

-Ah não, sem chance! –Michael cortou a alegria de Susan.

-Eu vou! — Sam se voluntariou, levantando e alegrando Susan novamente – Meu irmão nunca soube dançar direito mesmo...

Michael o xingou e pareceu não se importar muito com a oferta do irmão a sua namorada. Sam pegou na mão de Susan e a conduziu-a até a tal pista de dança. Eu e Michael observamos eles desaparecerem e logo Michael comentou:

-Sabe, ele goste de você, de verdade.

-Como? — Perguntei sem entender, olhando-o.

-Meu irmão, ele gosta de você. Não o vejo assim, tão animado e feliz, há muito tempo – Respondeu ele me olhando.

-Ah, somos só amigos! – Constrangi-me.

-Não é o que parece! Se fossem só amigos, ele não te daria o anel de nossa avó – Michael apontou para o anel que Sam me dera.

-Ah, bem... – Tentei achar uma desculpa, olhando para o anel e ficando sem saber o que dizer.

-Acho que não é só ele que gosta de alguém... — Insinuou Michael vendo-me ficar sem o que responder – Acredite, se ele não gostasse, ele nunca daria o anel de nossa avó a você. É uma das coisas que ele mais preza.

Não soube o que responder, só fiquei boquiaberta admirando o anel. Eu sabia que era uma peça que Sam prezava muito, mas tanto assim não.

-Vocês são tão difíceis. Não vejo o porquê de tanta enrolação para ficarem logo juntos! – Michael sorriu.

-É... Complicado! — Admiti, suspirando.

-Viu, admitiu! — Ele disse sorrindo vitorioso.

-Não, não admiti! — Neguei sorrindo.

-Admitiu sim. “É complicado!” – Ele imitou-me divertindo-me.

-Não admiti, só disse que é complicado!

-Bem, não insistirei. Mas que vocês deveriam para logo de palhaçada, deveriam! — Finalizou Michael tomando um gole de seu vinho.

Eu balancei a cabeça e olhei pelo caminho que Sam e Susan seguiram. Não muito depois, Michael levantou e estendeu a mão a mim. Entendi o que ele queria: ele estava convidando-me para dançar. Aceitei e peguei em sua mão, me levantando. Nos fomos parta a pista e encontramos Sam e Susan valsando junto com mais alguns casais. Nós sorrimos para eles quando eles perceberam nossa presença e começamos a dançar lentamente. Eu dançava até que bem, já que minha mãe era uma ótima dançarina e me ensinara corretamente. Michael também dançava bem. Ficamos um tempo valsando até que Sam se aproximou com Susan.

-Poderia me conceder uma dança com sua dama? — Perguntou pomposamente Sam, sorrindo.

-Ela é toda sua – Michael cedendo minha mão a Sam e pegou a de Susan sem ao menos perguntar algo.

Eu e Sam nos afastamos um pouco e logo ele pôs uma mão em minha cintura e a outra entrelaçou a minha, na altura de nossos rostos. Eu botei uma mão em seus ombros, enquanto a outra estava entrelaçada a sua mão. Nós começamos valsar lentamente e eu e Sam mantínhamos contato visual. Admito que em perdi naqueles lindos olhos verdes acastanhados. Sam era tão... Enigmático para mim! Não que ele fosse misterioso, mas dentro de mim, eu não sabia o que sentia por ele. Gostava dele, mas não de uma maneira fraternal. Porém também não sabia se era de uma maneira suficiente para chamar de paixão. Era uma incógnita. Logo eu deitei minha cabeça no ombro de Sam e continuamos dançando lentamente, por um tempo indefinido. Tudo que pensava naquele momento era que talvez Sam não fosse um simples amigo; porém também, talvez, não fosse o “amor de minha vida”, como todos decretavam.

Notas finais
Eu disse: ruim. Mas olha, os próximos, se a minha querida mente ajudar, serão melhores. Ah sim, esqueci de comentar lá em cima, então aqui vai: 200 REVIEWS! AHHHHHHHH! Vocês são os melhores, sério. Eu quase tive um ataque do coração com isso! Eu queria muito presenteá-los por isso, mas está difícil. Mas eu prometo que assim que der, e eu me decidir sobre botar mesmo aquele detalhe ou deixa-lo passar em branco, eu postarei o próximo capítulo. Bem, é isso.Não queiram me matar, afinal, se essa tragédia ocorrer, vocês ficam sem final feliz pra Anne e Sam. Xoxo