O Acordo
28 Reconciliação
Notas iniciais
Narração Bianca
O sol invadiu o quarto pela cortina aberta, me incomodei com tal iluminação acordando, olhei para o lado da cama vazio estava bagunçado, mas sem ele. A coberta era o único tecido que cobria meu corpo, alem das minhas peças intimas e algumas peças de roupa se encontravam no chão. Sorrio de imediato ao encontrá-lo em direção a luminosidade, lá estava ele, olhando pela janela, distraído e estava só de cueca, deixando o sol da manhã queimar sua pele e ele parecia confortável com aquilo.
Puxei o travesseiro para longe esticando mais o meu corpo sobre a cama e involuntariamente deixei escapar um sorriso ao lembrar da noite de reconciliação que tive com Dylan.
_Bom dia! –Ele disse sorrindo e caminhando de volta a cama.
_Bom dia! –Falei sorrindo e ele me deu um selinho longo e bom.
_ Não era pra eu ter dormido aqui, minha mãe deve está preocupada. – Falei ao me dar conta que tinha amanhecido na casa de Dylan e nem tinha avisado nada, assim parecia uma adolescente, mas muita coisa mudou desde que minha mãe soube da minha gravidez e ela tem me tratado quase como uma.
_ Você é maior de idade e vacina... –Ele disse rindo – Alem do mais, considerando que não assinamos nada daquele divorcio idiota, você é casada. Então não tem nada de errado estar aqui com seu marido. – Ele disse se deitando ao meu lado e me abraçando.
_ Eu sei... mas minha mãe esta preocupada com minha gravidez e comigo. –Falei afundando minha cabeça no espaço que restava entre seu pescoço e seu ombro.
_Vai ficar tudo bem... Eu vou cuidar de você. – Dylan disse beijando meus cabelos e depois se afastando em direção ao meu pescoço, distribuindo beijos por lá até traçar um caminho a minha barriga – E dele, é claro. – Ele disse beijando minha barriga de forma carinhosa, ainda não tinha muito volume, mas já estava durinha o bastante para perceber que já estava crescendo e criando forma.
_Ou dela... – Falei rindo.
_ Vai ser um menino! – Ele disse firme.
_ Ou uma menina... – Falei revirando os olhos.
_ Quer apostar? – Ele perguntou rindo sobre minha barriga.
_ Isso é totalmente idiota. – Falei me sentando na cama e caçando o meu vestido que vestia na noite anterior.
_Não importa, eu vou amá-lo de qualquer forma. – Ele falou me puxando de volta pra ele.
_Ainda vou pensar no premio da aposta. –Falei rindo e senti sua risada quente em minha pele também — Eu tenho mesmo que ir. –Falei o beijando.
_ Você poderia voltar a morar aqui... – Dylan falou se levantando e vestindo uma calça.
Fiquei calada em meio sua sugestão, peguei meu vestido e o vesti, mas podia sentir os olhos de Dylan o tempo todo em mim, não era que eu não queria voltar a ter a vida de casada com ele, eu o amava, porem queria ir com calma nessa reconciliação.
_ Que foi? Falei algo errado? – Ele perguntou me olhando confuso.
_Acho que temos que ir com calma nessa reconciliação. — Falei sincera.
_Ah desculpe, mas quem me agarrou nessa cama ontem praticamente foi você. – Ele disse rindo e corei de vergonha. Qual é? Eu estava carente e com muita saudade dele.
_ Dylan, é serio! – Falei o reprovando envergonhada.
_ Tudo bem, se você acha que assim vai ser melhor, eu concordo. – Ele aceitou, mas sabia que se sentia ainda meio incomodo com a proposta.
_Não é que eu não queira voltar a ser casada com você. – Falei segurando o seu rosto e olhando seus olhos – É que tudo entre nós dois foi rápido e adiantado demais, o nosso primeiro encontro foi no noivado – Falei soltando uma risada nervosa – Só quero que tudo vá com calma agora pra dá certo.
_ Tipo um namoro? – Ele falou rindo e coçando a cabeça — O namoro que não tivemos. Tudo bem, se quer assim, eu aceito. – Ele disse e logo me beijou.
Dylan me puxou para mais perto dele e caí de novo na cama ouvindo sua risada, o seu celular tocou interrompendo nosso momento, ele virou de costas e lia a mensagem no celular. Com a claridade da manhã pude observá-lo melhor, nas suas costas agora tinha uma tatuagem perto do ombro esquerdo, um símbolo que eu não sabia o significado, mas o que me chamou atenção mesmo eram marcas em tonalidades rochas e vermelhas que se localizavam mais abaixo.
_ O que é isso em suas costas? – perguntei e ele virou se deitando na cama rapidamente.
_ Uma tatuagem, fiz quando estávamos separados. – Ele respondeu se acomodando na cama, mas com seu olhar nervoso sobre mim.
_ Eu não to falando da tatuagem, mas dessas marcas rochas... Você se acidentou? – perguntei e ele bufou.
_ Acidente de moto. – Ele falou colocando os braços por trás da cabeça e começou a confessar aquilo como se não tivesse opção.
_ Você dirige motos? – Perguntei surpresas.
_ Querida, eu piloto e construo aviões, porque acha que não saberia dirigir motos? – Ele disse rindo e revirei os olhos.
_ Mas como foi isso? – Disse e ele mordeu os lábios.
_ Corridas... – Ele confessou meio receoso e eu o olhei boquiaberta – Mas se melhora alguma coisa, eu ganhei.
_ Não melhora nada, seu idiota. O que você vem fazendo quando não estávamos juntos? Tentando se matar? – Falei incrédula.
_ É divertido, amor. – Ele disse bufando e revirando os olhos.
_ Você é muito irresponsável.
_ E bonito, inteligente, charmoso...
_ Convencido. – Disse erguendo as sobrancelhas e colocando um sorriso de deboche no rosto — E não tenta mudar de assunto não!
_ Você não tem que ir pra casa, sua mãe deve estar preocupada. — Ele disse levantando e vestindo uma camisa.
_ Dylan, você é um babaca! – Falei levantando irritada.
_ Eu sei, Caroline disse que esse devia ser meu segundo nome. – Ele disse me roubando um beijo e uma risada.
...
_ Se importa se eu passar no hotel de Daniel antes? – Dylan perguntou enquanto tirava o carro da garagem e eu colocava o cinto de segurança.
_ Não! Eu já liguei avisando minha mãe que estou bem. – Falei e ele assentiu.
Não demoramos nem 20 minutos para chegar ao hotel, Dylan e eu passamos pela recepcionista que logo deu um sorriso para Dylan como se fosse comum vê-lo ali todos os dias, mas tinha um brilho diferente no “bom dia” que ela lançou pra ele, e logo pude confirmar isso quando vi a decepção em seus olhos ao me ver de mãos dadas com Dylan.
_Então, o casal resolveu se reconciliar? — Daniel falou animado ao sair do seu quarto, estávamos na sala do seu apartamento o esperando ate então.
_ É estamos tentando, mas isso não te interessa. – Dylan falou e Daniel riu.
_ah Bianquinha , mas se você ainda se divorciar,estou aqui na fila para ser seu próximo noivo! – Daniel falou piscando pra mim que sorri de sua ousadia.
_ E Caroline? – perguntei curiosa.
_ Digamos que estou quase cansando de ser usado sexualmente, to começando a valorizar o meu corpinho. – Daniel reclamava e ouvi a risada de Dylan — Eu quero ter um relacionamento sério com ela, mas ela não quer. — Daniel falou se sentando ao meu lado no sofá e cruzando as pernas.
_ Daniel Belmonte falando isso? – Dylan falou quase que chocado – Aquela loirinha é uma feiticeira e fez uma lavagem cerebral em você.
_ Você tem que provar pra ela que serve pra um relacionamento sério, porque até onde todos sabem você é apenas um milionário cafajeste. – Falei rindo e ele ficou pensativo.
_Ta.. Mas eu não vim aqui pra ouvir você falar da Barbie má e nem se consolar ao lado da minha esposa... – Dylan falou irritado puxando Daniel do meu lado – Ou namorada.. sei lá... Nossa que difícil nomear a atual fase do nosso relacionamento.
Soltei uma risada e observei Dylan puxar Daniel até o centro da sala e combinavam algo, enquanto eu caminhava até a cozinha de Daniel em buscar de algo bom para comer, estava faminta.
...
Preparava ovos mexidos com bacon na cozinha de Daniel, ouvi alguém bater na porta e enfim Dylan e Daniel cessaram uma discussão boba em que os dois tinham sobre um trato em que Daniel prometeu algo a Dylan por ajudar Caroline na festa Cassino do Hotel.
Desliguei o fogo e me servia em um prato aquilo estava com um cheiro muito bom e minha fome maior ainda.
_ Sabia que estaria aqui. – Uma voz feminina familiar ecoou no apartamento, vinha da sala – Depois do seu divorcio, eu venho o obsevando e sempre fica aqui enchendo a cara com seu amiguinho promíscuo.
_ Eu não me divorciei. – Dylan falou firme e sério, então resolvi ir ver o que acontecia na sala.
_ Promíscuo? Já me chamaram de coisas piores e elas me excitam na cama. – Daniel disse rindo.
_ Mas sei que já mandou seu advogado providenciar isso. – Ísis falou se aproximando de Dylan que suspirou irritado.
_ Meu pai já conversou com você? – Dylan perguntou ainda irritado.
_ Ah.. ele também te envenenou com a historia que somos irmãos – Ísis disse rindo – Isso foi patético não é? Agora que esta separado da patricinha sonsa , ele inventou mais essa para impedir o nosso amor.
_ Patricinha sonsa? – falei rindo – Engraçado ouvir a garota mais dissimulada me chamar assim. – Encarava Ísis e ela me olhava com fúria.
_ Que surpresa! Desculpa, eu atrapalhei a divisão de bens do divorcio? – Ela perguntou sarcástica.
_ Ísis, não tem divisão de bens nenhum e ... – Dylan tentava falar, mas foi cortado.
_ Como não? Se ela casou por dinheiro, com certeza no divórcio vai querer arrancar uma boa grana também.
_Dylan, tira essa garota daqui, ou eu juro que vou quebrar a cara dela. – Falei irritada e Daniel logo veio para o meu lado preocupado.
_ Ísis, somos irmãos, mas sobre isso você vai falar com o meu pai... Porque eu e você não temos nada a discutir. – Dylan disse irritado abrindo a porta para garota se retirar.
_ Irmãos? – A garota disse gargalhando e se sentando no sofá de maneira folgada – Ah seu pai sempre consegue o influenciar, é impressionante.
_ Pode tentar fazer um teste DNA e confirmar isso, mas longe de mim. Isso não é mais problema meu, agora vaza daqui. – Dylan falou ainda com a porta aberta, mas ela não sairia assim tão fácil.
_ Ei... li uma matéria sobre a superlotação das prisões brasileiras. – Ísis disse olhando pra mim com um sorriso cruel e provocador no rosto – Será que seu pai está confortável?
_ Não sei, mas você vai me dizer se é confortável receber os tapas que eu vou te dar... – Disse indo para cima dela no sofá e logo sentir os braços de Daniel me alcançarem antes mesmo de eu arrancar sequer um fio daquele cabelo loiro oxigenado.
_ Você é tão inofensiva, Bianca. – Ísis disse ainda provocando.
_ Bia.. – Dylan disse se aproximando –por favor, não cai nas provocações dela. – Ele disse segurando o meu rosto e agora segurando minha cintura.
_ Que foi gente? O que eu disse demais? Não sabia que ela ainda se importava com o salafrário do pai dela. – Ísis disse sínica.
_ Dylan... – Falei respirando fundo e apertando a barra da sua camiseta, meu sangue fervia.
_ Ei calma, vamos embora, chega de ouvir essa louca. A sua pressão não pode aumentar, pensa no nosso filho. – Ele disse pegando minha bolsa e as chaves do carro dele.
_ Eu já chamei os seguranças, Dylan. Quem vai embora aqui é a doida de pedra aí. – Daniel disse com o celular nas mãos.
Ísis nos olhava boquiaberta e com os olhos marejados, e o sorriso provocador que tinha em seu rosto antes havia sumido:
_ O quê? – Ela disse desnorteada – você disse “nosso filho”? Ela ta grávida? – Ísis disse segurando os cabelos e me olhando furiosa.
_ isso não te interessa. – Dylan disse frio.
_ Porque essa patricinha idiota pode ter um filho seu e eu não? – Ela gritou.
_ Eu não tenho culpa se você quis abortar o seu bebê. Não tenho culpa se você não teve coragem suficiente... – Falava irritada e nervosa..
_CALA A BOCA! – Ela gritou pra mim – você não sabe de nada, você não sabe das chantagens que recebi de Alfredo Sherman pra fazer aquele aborto.
_ Eu imagino, mas a culpa não é minha e muito menos de Dylan, se você não teve cacife e nem coragem pra enfrentá-lo.
_ Você não tem o direito de ter um filho do Dylan. – Ela gritou nervosa e logo pude ver os seguranças entrando no apartamento.
_ Você é louca, Ísis. Devia voltar a fazer o seu tratamento. – Dylan disse a olhando com pena.
_ Eu amaldiçoo essa criança. Se eu não pude ter um filho dele, você não terá. – Ela disse gritando enquanto os seguranças a levavam.
_ Ta ouvindo, Dylan? – Ela gritava no corredor – Eu amaldiçoo esse feto.
Minhas pernas tremiam e meu sangue fervia de raiva, as palavras gritadas por Ísis arrepiavam até o ultimo fio de cabelo meu. Dylan me envolveu em seus braços e me abraçou forte enquanto o choro escapava pelos meus olhos e os soluços pela minha garganta.
...
_ Está tão calada desde o episodio com a louca... – Daniel comentou enquanto assinava alguns papeis sobre a mesa.
_ As palavras dela me assustaram, eu não posso negar. – Falei me acolhendo no sofá e abraçando minhas pernas e olhando as paredes do escritório de Daniel fixamente.
_ Dylan não vai permitir que nada aconteça com você, muito menos com o bebe. – Ele disse olhando preocupado pra mim.
_ Eu sei...
Daniel me olhou mais uma vez e depois guardou toda aquela papelada decidido e depois levantou de sua poltrona e me puxou do sofá me encarando.
_ O que ta fazendo? –Perguntei.
_ Dylan saiu para falar com o pai e me deixou cuidando de você, então vamos fazer algo divertido com o tio Daniel? — Ele falou abrindo a porta e rindo idiotamente.
_ Para de falar como se fosse meu babá. – Falei bufando e o seguindo.
...
_ Nossa você não cansa de comer? – Daniel disse me olhando, ele já tinha terminado o seu primeiro e único bolinho, ao contrario de mim que já estava no quinto.
_ Eu adoro esses bolinhos, e agora eu to comendo por dois. – Falei rindo e balançado os pés sobre o nada.
Estávamos sentados na cobertura do hotel de Daniel, não em seu apartamento, na cobertura mesmo. Na beirada do prédio estávamos nós dois sentados a mais de 20 metros de altura, tínhamos uma visão ótima da cidade do lado direito e uma visão ótima da praia do lado esquerdo, e olhando para baixo víamos minúsculas pessoas andando apressadas para algum lugar.
_ Eu adoro esse lugar. – Daniel falou animado, levantando se equilibrando e andando sobre a sacada que antes estava sentado.
_ Senta aí, você está louco? – Falei olhando para baixo e engolindo um seco só de imaginar um pisado em falso e ele caindo dalí.
_ Fica tranquila, eu já fiz isso bêbado e ainda estou vivo. – Ele falou e eu revirei os olhos, mas ainda o olhava atenta a cada movimento.
_ A vista daqui é mesmo linda. – Falei admirando tudo.
_ Engraçado, porque eu tenho medo de altura. – Ele disse se sentando de volta e o vi que ele suava frio e tremia um pouco.
_ Então por que faz isso, idiota? – Falei rindo.
_ Porque Dylan insistiu um dia, então fazemos isso muitas vezes depois.
_Seu melhor amigo é um idiota também – falei rindo.
_ Ele diz que eu tenho que enfrentar os meus medos, e se você acha isso idiota, devia me ajudar a fazer ele desistir da ideia absurda de me fazer pular de paraquedas. – Ele disse rindo.
_ É por isso que me trouxe aqui? – Perguntei gargalhando.
_ Também... Mas é que aqui não te acalma? – Ele perguntou fechando os olhos e sugando a quantidade maior de ar que podia – É tão tranquilo, e o melhor... – Ele puxou o celular do bolso e me mostrou – O sinal do celular aqui é péssimo, quase nunca pega por causa da interferência.
_ Estou bem mais calma. – Falei respirando o ar e fechando os olhos que nem ele – Obrigada Daniel.
_ De nada, Bianquinha!
***
Subia as escadas largas que davam direto a porta de entrada da minha casa, ouvia os passos leves que Dylan dava atrás de mim e cessar até pararmos no topo da escadaria e de frente a porta:
_ Então é isso, como um bom ”namorado” eu deixo você na frente de casa. – Dylan disse irônico de acordo com nossa atual fase de reconciliação.
_ Você acha que seu pai consiga mesmo mandá-la para bem longe de nós? –Perguntei finalmente mordendo os lábios.
_ Meu pai sempre consegue o que quer. – Ele afirmou seguro.
_ É que ela me parecia bem louca hoje. – Lembrei de Ísis no hotel amaldiçoando o meu pequeno bebê e senti um calafrio.
_Ela não é tão louca assim para enfrentar Alfredo Sherman. E eu não vou deixar ela triscar em você.
_ Você fica sexy bancando o super protetor. – Sussurrei no seu ouvido o provocando.
_Seria antiquado fazer sexo na casa da família da minha namorada? –Ele perguntou me pressionando na parede ao lado da porta distribuindo beijos em minha nuca e gargalhei com sua preocupação.
_ Não sou sua namorada. –disse abrindo a porta e entrando – Sou sua esposa. –Deixei a porta aberta e ergui as sobrancelhas de forma sugestiva, ele colocou um sorriso bobo no rosto e logo corri subindo as escadas, mas podia sentir seu vulto correndo atrás de mim.
Ele bateu a porta do quarto e me puxou pela cintura colando o meu corpo no dele e me beijou intensamente.
Ah como seu beijo era bom!
Fecho os olhos arrepiadas com cada toque e com cada beijo seu, viro-me de frente para Dylan e o beijo enquanto ele tira meu vestido. Dylan me pega no colo me encaixando em meio ao seu quadril e caminha até a cama me jogando nela e ele logo se debruça em cima de mim. . Pego na nuca dele e o pressiono mais contra mim, o beijo fica mais intenso. Rapidamente sinto um calor dominar meu corpo e meu coração acelerar.
Quando rodeio Dylan com minhas pernas e sinto sua ereção, não consigo controlar o gemido que escapa de meus lábios, e ouço a risada sexy e provocante de Dylan. Quando ele desgruda seus lábios de meu pescoço consigo ver o seus olhos brilhantes e seu sorriso lindo e confiante, então ele começa a fazer outro caminho de beijos até minha barriga, suas mãos aproveitam e retiram minhas peças intimas, e com toda cumplicidade eu vou ajudando ele retirar as peças de roupas que ele vestia também.
Vou retirando sua camisa e de um jeito apressado e atrapalhado engato a mesma entre seus braços e cabeça, nos fazendo gargalhar, até que por fim as peças de roupas vão o abandonando e o mostrando como ele é maravilhosamente lindo nu.
O quarto ecoava nossas risadas e gemidos. Vou me entregando a cada toque e cada beijo seu, em um embaralhado de pernas; meu quadril colado no quadril dele, nossos corpos juntos e nossas mãos unidas e cada movimento iam me proporcionando um momento prazeroso, que era melhor que a ultima vez, pois Dylan me fazia sentir assim, a cada beijo e toque seu, eu o amava mais, ele se superava a cada dia, ele é quente, ele é amoroso, ele é incrível, ele é meu e eu sou dele.
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