Notas iniciais
Por motivos pessoais vou ter que viajar para a casa da minha avó e lá não tem internet então só vou poder postar depois do dia 03/02. prometo recompensar o meu atraso então obrigado por estarem lendo minha fic. :)))

POV SOPHIA

Me levanto do chão do banheiro e começo a me vestir saio correndo pela porta do quarto com ele atrás de mim, não quero saber o que ele tem a me dizer, simplesmente quero sumir daqui e nunca mais ver ele.

Passo por várias pessoas no bar devo estar chorando ou com uma cara muito ruim pois muitas delas me perguntam o que está acontecendo eu simplesmente as ignoro e continuo a correr em direção a saída, chegando lá fora procuro desesperadamente meu carro quando me lembro que vinhemos no carro da Sarah e que eu deixei o meu na casa dela, tento pegar um táxi o que não demorou muito mais quando eu estava abrindo a porta Drew a empurra e me prensa no carro me encurralando.

Eu tento me soltar mas ele não deixa eu sair e começa falar:

–Para com isso Sophia, deixa de ser infantil isso já aconteceu há anos você poderia para de guardar rancor?

–Não, não poderia você me magoou muito você tem noção do quanto eu sofri pelo que você fez?

Digo gritando e sem conseguir conter o choro.

–Sofy, não chora, eu tenho certeza que você sofreu como eu também sofri com tudo o que aconteceu, tenho certeza que eu te magoei assim como me magoei mas isso foi a três anos eramos crianças eu não tinha muita ideia do que fazer nem se era certo ou errado mas mesmo assim eu nunca te esqueci eu sempre te amei, e não sei nem por que exatamente eu estou te falando isso. Você nem queria me deixar explicar o que aconteceu...

Ele disse gritando como se eu não fosse escutar ele de outro jeito, mas eu estava triste demais, irritada demais, desesperada demais, bêbada demais, tudo demais acho que foi por isso que eu me exaltei ainda mais e comecei a gritar mais alto o interrompendo, eu realmente queria saber o que se passava na cabeça dele e nem estava mais me importando com as pessoas a nossa volta observando nossa discussão.

–Então me explica, explica por que você ficava comigo e depois que se satisfez me falou coisas horríveis, explica por que você ficou com a Rachel na minha frente, explica por que foi embora sem me avisar, explica porque nunca tentou falar comigo, explica por que você voltou agora me falando coisas desse tipo, me explica como eu posso acreditar em uma pessoas como você me expli.....

–Eu vou te explicar.

Ele disse gritando e me agarrando em um beijo desesperado mas ao mesmo tempo suave como na escola como se ele precisasse disso e como se talvez não fosse ter outra oportunidade mais do que isso como se ele quisesse me acalmar me aconchegar me proteger me ter perto dele.

Ele me puxa e vamos andando pelo estacionamento até pararmos em frente a uma BMW preta a qual ele abre a porta do passageiro para que eu entre, ele da a volta no carro com um sorriso para mim e entra no lado do motorista liga o carro e saímos do local da festa escultando o parabéns ao longe.

Depois de meia hora no carro em silêncio absoluto eu pergunto:

–Aonde você está me levando?

Ele abre um sorriso malicioso e me responde quase imediatamente:

–É uma surpresa, e acho que você vai gostar.

POV Drew

Saímos da festa sem ela me direcionar uma palavra sequer durante quase todo o percusso até ela perguntar aonde iriamos com aquela cara fofinha/irritada dela, sorrir ao vê-la daquele jeito e respondi que seriam uma surpresa e eu sabia que ela ia gostar tipo a Sofy sempre foi fascinada por fotografias inclusive de paisagens e eu levaria ela para o meu lugar favorito onde eu sempre vou quando eu preciso pensar.

–Onde a gente está indo Wolf? por que a gente....Ai Meus Deuses por que a gente está saindo da cidade?

Eu olho para ela com uma cara de confuso pois eu realmente não sabia o que ela estava pensando, ela estava com uma cara de assustada e preocupada.

–O que foi Sofy, está com medo de que, ou melhor de quem?

–De ninguém, mas sei lá não é normal eu acabar de brigar com alguém e esse mesmo alguém estar me levando para fora da cidade.

–Eu não vou te matar nem nada do tipo para de paranoia garota.

E antes de eu terminar a frase já estávamos rindo pela idiotice que pensamos, e só o fato de ela está sorrindo me acalmou muito percebi que estava conseguindo quebrar um das dezenas de paredes que estavam entre nós, mas isso não é o suficiente eu quero quebrar todas elas, eu quero chegar mais perto possível dela toma-la em meus braços e senti-la por completo. (n/a *Que Drew veado, credo)

Depois de mais uns dez minutos no carro num silêncio constrangedor chegamos na casinha dos meus avós mais ainda assim não era ali que eu iria levar ela, nós descemos do carro eu abri a porta dela depois peguei minha mochila no porta malas e disse:

–Vem Sofy é por aqui.

E adentrei na trilha que tem atrás da casa não olhei para trás mas fiquei espiando para ver se ela me seguiria, mesmo um pouco bêbada ela ainda exitou mas no fim veio porém reclamando:

–Qual é o seu problema porque você me trouxe para o meio do mato cheio de insetos e bichos nojentos tá afim de que? me estuprar e me largar aqui?

Ri debochadamente da cara dela e já fui respondendo:

–Não preciso te estuprar... -Fui chegando perto dela a fazendo andar para trás até dar de costas com uma árvore sorri maliciosamente e continuei. -Basta eu ...- ela arfou alto e tentou me empurrar porém eu cheguei mais perto e sussurrando no ouvido dela. -Fazer isso. -Dei uma gargalhada alta ela me olhou com raiva e saiu andando na minha frente.

Estava faltando uns dez metros para chegar no lugar então eu me acelerei pois eu queria ter certeza de que ela veria a vista por completo, e assim aconteceu quando chegamos na clareira que dava direto para um pico muito alto ela parou e ficou boquiaberta com a cena e e involuntariamente sorrir ao ver ela admirar tudo com um sorriso bobo e depois saltinhos de alegria, até que ela veio correndo em minha direção e me abraçou.

–Drew, como você achou esse lugar? Ele é lindo! mas...

Ela se alto interrompeu se afastando de mim bruscamente e continuou:

–Drew eu.. eu não.. eu não posso, eu ainda estou chateada com você mesmo que isso tudo seja lindo mesmo que você tenha sido um tanto legal comigo eu não posso.

Sorri mais ainda quando ela disse aquilo e a abracei de novo ela não tentou me impedir nem nada, apenas me abraçou também, por isso eu disse:

–Não se preocupe com isso gatinha, não quero que você me perdoe nem nada pelo menos não hoje, mas quero que você esqueça tudo pelo menos está noite e aprecie a vista junto comigo, a unica coisa que eu quero é que você saiba que isso que eu estou te dizendo ou fazendo nunca disse ou fiz por ninguém e que esse é um lugar muito especial para mim e que eu nunca trouxe ninguém aqui.

Acho que ela sorriu quando eu disse isso pelo menos eu sentir ela sorrir quando eu disse isso, ela apenas balançou a cabeça em afirmação e ficamos assim por vários minutos apenas abraçados sentindo o calor um do outro até que eu me afastei e abri a mochila de acampamento tirando de dentro um lençol e um cobertor abri o lençol no chão com ajuda dela e eu sentei com ela entre minhas pernas nos cobrimos com o cobertor e passamos a noite ali vendo a vista da cidade inteira e as estrelas ao longe.

Acho que eu nunca senti nada assim por ninguém antes, só de está perto dela parecia que o meu pulmão ia explodir por falta de ar, e que o mundo a minha volta não importava mais, falar a verdade nem precisava está perto dela para sentir isso bastava ver ela ou pensar nela que isso acontecia, sei que é muito gay da minha parte pensar isso mas sei lá mesmo ela sendo gata, gostosa, sexy e tudo mais, não era só isso nela que me atraia, ela tinha algo a mais algo que me fazia a querer cada vez mais mesmo todo esse tempo longe dela eu nunca a esqueci.

Caí no sono pensando nisso ou melhor pensando nela como vem acontecido nos últimos anos da minha vida.

Notas finais
Se tiver algum erro neste capitulo desculpem é que eu estava com pressa pois ainda vou arrumar minha mala. Então até depois do dia 03/02. Beijos Cupcakes.