Não Existem Coisas Más - 1 Temporada
17 Capitulo XVII - A vida trama-nos quando menos esperamos!
Stefan estava a falar ao telemóvel com um familiar que talvez o pudesse ajudar, era um primo que estava também ele ligado ao segredo de Stefan e Monique. Aquele primo sempre o ajudou em tudo, e agora Stefan contava com ele, pois ele parecia saber alguma coisa sobre o rapto de Monique e David.
– Sabes onde ela está? – perguntou Stefan aflito
– Ainda não sei, mas vou tentar perceber. Sabes que ele não me conta nada, só sei que ele agora esta sempre ao telemóvel e aquele amigo dele não tem vindo aqui, logo deve estar fora.
– Tenta saber, por favor. Só não percebo o porque de ter raptado o rapaz também.
– Isso deve ter sido engano, talvez porque pensava que eras tu e ela. Sabes que o amigo dele, nunca foi bom a decorar caras, mas vocês tem que ter muito cuidado, ele não é para brincadeiras. E eu vou tentar ouvir as conversas dele, para perceber o que se passa, tenho quase a certeza que eles são os que fizeram este plano. – disse o primo confiante
– Pois, eu também aposto que a ideia foi daquela cabeça maluca, sem ofensa, primo. Agora é melhor desligarmos, se ele te apanha a falar comigo é capaz de fazer-te alguma loucura. Muito obrigada, e cuidado! Não quero mais pessoas mortas nesta historia. E depois se não puderes ligar manda mensagem com o local, ok? – disse Stefan preocupado
– Está bem, está tudo controlado! Nada de preocupações, primo! Agora, até logo. – disse o primo desligando o telefone
Onde nos metemos, até já arrastamos inocentes connosco e principalmente aquela família outra vez. Será que estamos destinados a nos envolvermos com aquela família, e a levarmos ao abismo? Como é possível, esta família estar outra vez no nosso caminho. Eu só espero que o David não se magoe, senão era mortes a mais na minha mão, e na mesma família. Ele não tem nada a ver com isto, e quem devia lá estar era eu! – disse Stefan olhando para o telemóvel
Vanessa estava sentada no sofá com Zayn, ela cada vez estava mais preocupada com o irmão, pois já não sabia dele há mais de três dias, Zayn estava a tentar dar apoio à melhor amiga, mas também era complicado porque ela estava muito em baixo. Ele tentava a distrair, mas o irmão era muito mais presente do que qualquer distração. Vanessa ouviu o telemóvel a tocar e foi logo busca-lo, estava com esperanças que fosse Stefan com novidades.
– Estou? Stefan? – perguntou Vanessa
– Sim, sou eu. Queria-te dizer que já tenho novidades.
– Sim, diz! – disse Vanessa ainda aflita
– Já falei com a pessoa que esta disposta a nos ajudar, e ela diz que vai tentar saber em que morada eles estão e depois manda-me uma mensagem ou liga-me.
– Boa, isso já é ótimo. Depois deixa-me ajudar-te, por favor, ele também é meu irmão! – disse ela quase implorando
– Sim, não te preocupes. Depois de saber onde eles estão, vou ai e nós tentamos fazer um plano para os resgatar. Prometo!
– Está bem, eu acredito em ti – disse ela fazendo com que ele ficasse corado
– Ainda bem, agora até mais logo. – disse ele em tom meigo
– Até logo, beijos! – disse ela desligando o telemóvel
– E então, Vanessa? – disse Zayn preocupado
– Era o Stefan a dizer que já tem novidades, e que a pessoa está disposta a ajudar-nos e que vai-lhe mandar uma mensagem ou liga-lhe a dizer onde está o David e a Monique. – disse ela mais animada
– Boa, best! Agora vê lá se te animas, tudo vai correr bem, vais ver! – disse Zayn abraçando-a
– Espero que tenhas razão, meu marroquino! – disse ela sorrindo
– E tenho, vais ver que sim! E não me chames marroquino. – disse ele empinando o nariz
– Mas és um marroquino especial. E não faças esse nariz, porque sabes que quando o fazes eu faço-te isto! – disse ela fazendo-lhe cocegas, eles estavam entretidos para a boa sanidade mental de Vanessa, que assim não pensava demasiadamente do desaparecimento do seu irmão
David e Monique, continuavam naquele quarto imundo, eles estavam os dois calados a olhar para as paredes, David continuava sem perceber o que estava ali a acontecer, Monique já tinha percebido e só queria que aquilo fosse um pesadelo, queria poder fechar os olhos e abrir e tudo aquilo ter passado. Ela nem queria acreditar que o rapaz da sua vida estava ali fechado por sua causa, e se ele se apercebesse de tudo, como seria a sua reação? Ela nem queria imaginar, ela olhava para ele e David estava distante, muito distante, estava com um olhar triste e vazio. Ela só queria poder livra-lo daquilo que estava a acontecer mas infelizmente estava de mãos e pés atados, literalmente. David virou-se para Monique, fazendo-a arrepiar, ele tentou se puxar para cima e encostou a sua cabeça no ombro dela.
– Sabes Monique, se não fosse a preocupação que estou a dar à minha irmã, eu até achava isto uma coisa não muito má. Mas ela não me sai da cabeça, como é que ela esta neste momento? Eu prometi que nunca a deixaria sozinha, e agora estou aqui fechado sem poder pelo menos dizer-lhe que estou bem. – disse ele triste e com lagrimas a formarem-se nos olhos
– Eu percebo-te, David! O meu irmão deve estar também bastante preocupado. – disse Monique encostando a sua cabeça à dele – Não fosse ele sabendo o que está acontecer, por causa da burrice dele é que estás a pagar. – disse ela entre os dentes e quase inaudível
– O que disseste? Não percebi. – perguntou David com ar de confuso
– Eu? Nada, nada…disse que estamos aqui por culpa de alguém que devia estar no nosso lugar. – disse ela disfarçando
– Pois, eu ainda não percebi o porque de me chamarem Sebastien Lefebvre. Eu nunca vi esse homem ou rapaz, nem mais gordo nem mais magro, e agora estou aqui no lugar dele. Olha a minha sorte, ainda vim eu para aqui para ter paz. Como é possível? Tudo me acontece. – bufou David, frustrado
– Tem calma, tudo vai acabar bem! Prometo-te que sim. – disse ela dando-lhe um beijo na testa
– Como podes ter a certeza disso, Monique? Tu estás aqui tão amarrada como eu, o que podes tu fazer? – disse ele olhando-a nos olhos
– Pode-se chamar intuição feminina, sexto sentido, como quiseres! – disse Monique tentando fazer um sorriso
– Mulheres! – disse ele fazendo cara de quem não percebe muito sobre o assunto
– Tu devias estar habituado, cuidas de uma. E não resmungues! – disse ela fazendo nariz empinado
– Oh, oh, oh, olha-me esta agora! Cuido de uma, mas ela nunca me deu problemas desses nem se pôs a ter intuições. – ironizou ele – E ainda bem, graças a deus! – disse ele pondo a língua de fora, ela aproximou a sua cabeça da dele e ele não resistiu e beijou-a até que foram interrompidos por o homem de capuz
– O que é que vocês, estão a fazer? Isso não é pecado, ou incesto ou que seja? – disse o homem encapuzado
– Mas só me faltava este agora, isso era se fossemos irmãos. E é uma coisa que não somos, pah! Ainda não percebeste que eu e ela não somos irmãos? – disse David exaltado
– Esquece, David! E não digas mais nada, por favor! – disse Monique aflita
– Para quem não é a Magda Lefebvre, pareces muito stressada! – disse o homem sentando-se ao lado dela, fazendo com que David se enfurece-se mais – Mas espera lá, vou tentar te aliviar a memoria, anda comigo! – disse ele levantando-a por um braço
– Calma lá, para onde a levas, cabeçudo! Oh, anda cá, se faz favor! – disse David se esperneando todo, mas ele não lhe ligou nenhuma e saiu com Monique do quarto trancando a porta
O homem encapuzado, levou-a para uma sala e sentou-a no sofá e tirou o capuz da cabeça. Ela não se surpreendeu, pois já tinha percebido pela voz que era ele. Era um rapaz talvez mais velho um ou dois anos que David, era careca, com um pírcingue no lábio inferior do canto esquerdo e tinha os olhos castanhos escuros.
– Eu já sei que me conheceste pela voz, mas vou-me apresentar. Chamo-me Jean François Stinco, mais conhecido por Jeff Stinco. E já percebi que aquele não é o Sebastien, o teu irmão, só preciso de saber o que fazer com ele, depois de contar ao teu tio. – disse Jeff se sentando no sofá e pondo as mãos na cabeça
– Não lhe digas nada, por favor. Ele não precisa de saber que raptaste a pessoa errada. Por favor, se lhe disseres alguma coisa ele vai mandar-te mata-lo ou fazer sabe-se lá o quê. Por favor! – disse ela desesperada e quase a chorar
– Mas, …
– Mas, nada, o que o meu tio quer é só a mim e ao meu irmão, não tens que por mais nenhum inocente nesta história, por isso deixa-o fora disto, é a única coisa que te peço. – disse ela com os olhos cheios de lagrimas e muito desesperada
– Concordo, mas o teu tio, depois vem aqui para falar convosco. E ai ele vai descobrir toda a verdade, e não só vocês estão tramados como eu passo para a lista negra. Eu não queria ter-me posto nesta historia mas ele obrigou-me. Eu só queria poder desaparecer. – disse ele esfregando a cabeça
– Eu percebo, ele consegue ser muito persuasivo, quando precisa das pessoas. Mas eu entendo que não querias fazer mal a ninguém, não te preocupes com isso. Mas só não o magoes, por favor, ele é muito importante na minha vida. – disse ela lacrimejando
– Está bem, eu vou fazer isso. Agora vais voltar lá para dentro e eu vou por isto na cabeça. Obrigada pela conversa e por me perceberes. – disse ele fazendo um sorriso e pondo o capuz de volta e ajudando-a a levantar e levando-a para o quarto outra vez, sentou-a no sitio e foi-se embora
– Ele fez-te alguma coisa de mal, Monique? – disse David preocupado
– Não, não te preocupes. Só me foi dizer umas coisas, que não percebi bem o que queriam dizer. – disse ela sorrindo
– Também é normal, ele raptou as pessoas erradas e fala como se nós fossemos eles. Ele também é um sequestrador muito fraquinho. – disse ele amuado de estar ali fechado e ter que estar quieto, o que não era muito fácil para um hiperativo como ele
– Calma, David! Ele algum dia vai perceber, isso. Agora sossega, se faz favor! – disse ela com a sobrancelha erguida
– Desculpa, esqueci-me de te dizer uma coisa importante a meu respeito.
– O quê? – disse ela preocupada com o que ia ouvir
– Sou hiperativo. – disse ele sorrindo e encolhendo os ombros, ele fazia isto sempre que brincava com alguma coisa ou quando tivesse pregado uma partida a alguém
– Agora, assustaste-me. – disse ela sorrindo e dando-lhe um beijo
Stefan, saiu de casa e foi ter a casa de Vanessa para lhe contar onde eles estavam e tentar junto dela encontrar um plano para ajudar a sua irmã e o David. Ele enquanto caminhava pensava no quanto ele depois daquilo tinha que desaparecer dali, o pior de tudo era como arrastar a sua irmã também, ela tinha-se apaixonado e parecia que estava mesmo vidrada nele. Mas infelizmente não era a única, ele próprio também tinha alguém que não conseguia deixar de pensar e que quando estava com ela o seu coração acelerava como não houvesse amanhã, aquele sorriso, aqueles olhos, ele poderia querer viver aquele amor sem ter nada a impedi-los mas isso não era impossível, só se conseguisse apagar o seu passado. Ele acabou com o transe que estava a ter, e andou mais rápido para ver se tratava daquele assunto o mais rápido possível. Ele estava a caminhar mais rápido, quando começou a chover forte, foi então que ele começou a correr o mais rápido que pode e quando chegou a casa de Vanessa tocou imensas vezes à campainha para não se molhar ainda mais. Ela atendeu a porta e ficou a olhar para o estado de Stefan que era mesmo completamente molhado, ele entrou e ficou no hall pois não queria molhar a casa toda.
– Bem, estás todo molhado! – disse ela ainda olhando para ele
– Pois, eu quando saí de casa nem reparei no tempo e vim sem guarda-chuva. Depois quando estava quase a chegar começou a chover bem. Mas eu não quero molhar-te a casa toda, por isso, é melhor ficar aqui, a conversar contigo. – disse ele a tentar arranjar o cabelo
– Não, nem penses que te vou deixar ficar assim, todo molhado. Vou tentar arranjar umas roupas do David para tu vestires.
– Não é preciso, te incomodares! Eu fico bem. – disse ele atrapalhado
– Ficas, ficas, depois ficas maze com uma gripe daquelas que não podes sair da cama depois. Eu vou ver o que arranjo de mais comprido, pois ele é mais baixo que tu. – disse Vanessa preocupada – Deixa ai as sapatilhas e vem comigo, se faz favor!
– Não é preciso, a serio!
– Mau, mas tu paras de reclamar e acompanhas-me? – disse ela a meio das escadas
– És mesmo teimosa! – disse ele descalçando-se e subindo
– Muito agradecida! – disse ela a ironizar
Eles subiram e Vanessa tentou ver o que havia de mais largo e de mais comprido naquele armário, para poder caber em Stefan. Ela vasculhou o armário por completo, até encontrar um fato de treino, o qual David nunca usava, mas parecia o único que servia a Stefan. Ele aceitou amavelmente e foi para a casa de banho tentar se secar e vestindo o fato de treino. Vanessa continuou no quarto do irmão a arrumar aquela tralha toda outra vez no armário, ela não tinha nascido para arrumar roupa pois por mais cuidado que tivesse a roupa amarrotava-se toda. De repente ouviu a campainha, foi então que ela desceu para atender a porta, pensava que tinha sido Zayn que se tinha esquecido das chaves, quando abriu a porta viu que era Chuck. Ele estava seco, ao contrário de Stefan, mas parecia preocupado.
– Que foi, Chuck? Pareces-me assustado e preocupado ao mesmo tempo. – disse ela não percebendo aquela cara
– Foi, que eu estou a dar em maluco, não consigo estar descansado em casa pensando que tu podes estar aqui a precisar de ajuda. Por favor, deixa-me estar perto de ti. – disse ele agarrando-a
– Chuck, eu estou com a cabeça ocupada noutras coisas, por isso espera até que o meu irmão apareça e depois, sim, nós falamos! Por favor, não me ponhas mais coisas na cabeça para pensar. – disse Vanessa olhando para ele
– Mas, eu também preciso de ti… — interrompeu ele por olhar para cima e a meio das escadas viu Stefan sem camisola e com ela na mão – Espera! É por aquilo que não tens tempo para pensar em mim? Realmente ele deve…ocupar muito do teu tempo! – disse ele e Vanessa olhou para as escadas
– Não sejas estupido, Chuck. Tu sabes que eu e o Stefan estamos a tentar arranjar uma maneira de salvar o meu irmão e a tua “melhor amiga” – disse ela fazendo aspas na parte de melhor amiga
– E qual é a parte da ajuda em que ele tira a camisola? – disse Chuck irritado e com as lagrimas nos olhos
– Não sejas parvo…
– Tem calma, Chuck, eu só vim aqui contar-lhe as novidades e molhei-me pelo caminho, e a Vanessa ofereceu-me a roupa do David para eu vestir e não me constipar, só que esta camisola não me serve, por isso é que me viste assim. Eu vinha-lhe dizer se não tinha uma maior. – interrompeu Stefan
– Não precisas de te explicar, Stefan. Porque o único mentiroso aqui é aqui o menino Chuck Comeau, que nem à suposta namorada conta que tem um colar com o nome de outra rapariga! E agora saí, Chuck! Não estás mesmo aqui a fazer nada. – disse Vanessa segurando as lagrimas e abrindo a porta
– Desculpa, Vanessa, por desconfiar de ti, mas…
– Mas nada, saí! – disse ela apontado para a rua
– Eu vou, mas volto. Eu não te quero perder! – disse Chuck saindo
– Desculpa, não queria causar desentendimentos! – disse Stefan atrapalhado
– Não causaste, eles já existiam! E agora vamos arranjar uma camisola que te sirva? – disse ela esforçando um sorriso
– Vamos, e não esforces o sorriso, porque eu sei que não dá para sorrires. – disse ele passando-lhe a mão pelo ombro
– Obrigada, por estares aqui.
Eles subiram e procuraram uma camisola que serviu a Stefan. Os dois vieram para baixo e sentaram-se no sofá. Stefan contou-lhe o plano que tinha para ele ir busca-los, Vanessa estava a ouvi-lo com atenção. Ele disse-lhe a morada e ela anotou, depois pegou na chave do carro do irmão e deu-as a Stefan, tinham que ter um transporte para os levar e trazer, e como Stefan não tinha carro ela decidiu que o carro do irmão era a única opção. Eles foram até à garagem, e pegaram no carro e saíram, enquanto isso, Vanessa mandava mensagem a Zayn a dizer que tinha saído e que ia à procura do irmão para traze-lo para casa. Assim o melhor amigo dela, não ficava preocupado. Eles dirigiram-se à tal morada e viram que era uma casa um tanto ou quanto velha, parecia ate mesmo abandonada, mas parecia no fundo de tudo haver luz, Stefan e Vanessa aproximaram-se da porta que tinha luz, Stefan tentou ver se via alguma coisa pela janela, ele reparou que estava lá um homem mas que estava desarmado. Foi então que Stefan disse para Vanessa o seguir. Ela segui-o agachada e sem fazer barulho, ele olhou para dentro de um quarto que tinha uma luz menos forte, mas dava para perceber que estavam lá duas pessoas, ele não podia partir a janela porque fazia muito barulho, foi então que ele tirou do bolso das calças uma navalha, Vanessa ergueu as sobrancelhas quando ele tirou aquilo do bolso, ele fez-lhe sinal que não era para nada de mal. Ele pegou na navalha e começou a tirar as borrachas à volta da janela, era aquilo que segurava o vidro, ele quando chegou à ultima borracha, pediu que Vanessa segurasse numa ponta o vidro para que ele não caísse e fizesse barulho. Assim fizeram e logo depois Stefan abriu as cortinas e viu que ambos estavam a dormir, ele sem fazer barulho avançou a janela e foi ter com a Monique e acordou-a muito devagar e pediu-lhe que ela não fizesse barulho, foi fazer o mesmo com David, mas este não acordava tão facilmente, mas depois de alguma insistência ele lá acordou, Stefan cortou as cordas que os estavam a amarrar, ambos saltaram a janela e tentaram correr dali para fora sem fazer barulho. Chegaram ao carro e pararam para descansar da corrida e recuperar o folego.
– Como…é que…vocês nos descobriram? – perguntou David a tentar recuperar o folego
– Isso, não interessa…maninho, o que interessa é que tu estás aqui comigo, outra vez! – disse Vanessa agarrando-se a David
– Sim o que interessa é que estamos de novo com os que mais ama-mos! – disse Monique abraçando-se a Stefan
– Bem, agora é melhor voltarmos para casa. Para ver se tomam um banho e descansam. – disse Stefan
– Sim, é bem melhor…vamos lá – disse David entrando para o carro
Eles chegaram a casa finalmente, David foi diretamente para o banho e Vanessa foi ter com Zayn, para lhe contar as novidades.
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