Now Is Good

56 Você ainda é a única.


Notas iniciais
Oioi genti :) Desculpem pela demora, faculdade voltou com tudo, mas cheguei. Bem, eu ainda não respondi os comentários do capitulo anterior, mas eu irei fazê-lo, eu prometo. Aliás obrigada a todos que comentaram e favoritaram a fic. Mills Swen Sua linda maravilhosa, muito obrigada pela linda recomendação que tu me escreveu, fiquei toda boba aqui lendo, muitíssimo obrigada.

CONTINUAÇÃO DAS NOTAS INICIAIS.

Cap dedicado especialmente pra tu ♥ Por mais que não tenha lá aquelas coisas.
Bem, espero que gostem, e que perdoem os erros que eu sei que tem.
Ah, outra coisa importante. Nos comentários eu preciso que vcs me digam se comprariam NIG caso ela se tornasse um livro, é importante, então respostam por favorzinho.

Mais uma coisinha, Faz um tempo que a conta da Belladonna foi excluída do Nyah por violar os termos lá né, então ela respostou peça-me o que quiser num blog, caso alguém que lia e não sabia do blog ainda, aqui está o link. http://fanficsbelladonna.blogspot.com.br/2015/02/peca-me-o-que-quiser-capitulo-1.html

Obrigada, e boa leitura :)

FIM DAS NOTAS INICIAIS.

Após Troy ir embora, Regina recusa-se a olhar-se no espelho novamente. O cabeleireiro havia levado vários lenços para que ela usasse, já que sabia perfeitamente o quão vaidosa ela era.

Emma estava destruída por dentro, tanto quanto Regina, pois para ela, a pior de todas era ver Regina sofrer e infelizmente dessa vez, Swan estava de mãos atadas.

– Amor, você tem que comer.

– Eu não estou com fome.

– Mas pelo menos tenta, amor. – Emma insistia.

– Não quero.

– Regina...

– Emma... – A morena encara Swan com uma expressão completa de dor.

– Ta bom, ta bom, não vou dizer mais nada.

[...]

Um mês depois.

Regina já havia voltado para casa há algum tempo, mas seguia indo até o hospital para as sessões de quimioterapia. A morena havia ficado reclusa em seu quarto por quase uma semana inteira após voltar do hospital, e se recusava a deixar qualquer pessoa além de Emma, entrar no quarto, ela estava se sentindo horrível por estar sem seus cabelos, e por estar mais branca e magra do que antes. Nem Roland ela deixou entrar nesses dias, por mais que sentisse saudade, ás vezes tinha medo que o filho nem a reconhecesse mais.

Após alguns dias ela sai do quarto e permite que a vejam daquele jeito, ninguém demonstra nenhum tipo de sentimento diferente, pois sabiam que se Regina percebesse qualquer coisa que fosse ela voltaria a trancar-se no quarto. A única pessoa que ela continuava recusar a ver era Cora, tudo que ela menos precisava era da mãe tripudiando.

Dois meses depois

Emma. – Swan ouve ao fundo, como um eco em seu sonho. – Emma. – Ela conhecia aquela voz, mas ainda estava tão distante... – Emmaaaaa. – Swan acorda num sobressalto com o grito agudo de Regina, a loira pegara num sono profundo, já que estava exausta. Ela olha para a porta do quarto, e vê Regina no chão aos prantos. Levanta-se da cama imediatamente e corre até onde a morena estava.

– Amor, o que aconteceu? – Regina chorava alto

– Dor. – Ela consegue murmurar em meio a lagrimas. Emma sente seu peito se apertar.

– Vem cá. – Ela passa os braços pelas pernas e pelas costas de Regina, levantando-a do chão, e com o movimento, Regina geme de dor, e se aninha em seu colo. A morena parecia tão pequena e indefesa nos braços de Emma. A loira a põe sobre a cama lentamente. – Onde está doendo?

– Tudo. – Emma baixa os olhos.

– Vou te levar pro hospital.

Em poucos minutos, elas já adentravam pelas portas do hospital e logo Regina já estava sendo medicada.

– Emma, preciso falar um assunto sério com você. – Whale diz, e Emma sente um arrepio com o tom de voz do médico.

– O que foi? — Emma pergunta apreensiva.

– Lembra que tínhamos conversado sobre a quimioterapia não estar sendo suficiente?

– Sim, o que tem?

– Definitivamente ela não está agindo como gostaríamos.

– E o que isso quer dizer?

– Quer dizer que precisamos achar um doador de medula que seja compatível com ela, o quanto antes. – Ele fala de uma só vez, impactando Swan, que fica pálida. – Desculpe falar assim, mas preciso ser sincero com você.

– É tão grave assim?

– Infelizmente sim.

– E essas dores que ela sente?

– No inicio pensei que poderia ser metástase. – Ao ouvir a palavra, Emma fica ainda mais assustada, então o médico continua. – Mas não é. – Um pouco de alivio para Swan. –Mas o organismo dela está à mercê de qualquer infecção, já que sua imunidade está baixíssima e quanto mais demorarmos em achar algum doador, pior ela vai ficar.

– Tá, e o que precisa para doar? – Emma tentava manter-se neutra.

– Preciso que a pessoa que irá doar seja 100% compatível com Regina.

– Aqui no hospital tem uma lista com o nome dos doadores, não tem?

– Ter tem, mas eu já verifiquei, e nenhum deles é compatível com ela.

– Mas que droga. – Ela pragueja olhando para o chão.

– Você pode fazer o teste e achar pessoas que possam fazer também.

– Quais as chances de eu ser compatível? – Emma encara Whale séria, ela havia visto o quanto demorara em acharem um doador para Aurora.

– Em média uma em cem mil. O problema é a compatibilidade entre as células do doador, no caso você, e do receptor, ela. – A informação assusta Emma.

– Quando posso fazer o teste?

– Agora mesmo se você quiser, vamos só precisar coletar uma amostra do seu sangue.

– Ta, vou ligar pros meus pais virem até aqui, para fazerem o teste também.

– Tudo bem, pedirei a enfermeira para preparar o material de coleta. – Whale se retira deixando Emma em conflito. Deveria avisar Cora? Afinal ela era mãe de Regina. Mas e se ela viesse para irrita-la e deixa-la pior? Não, não avisaria. Ou sim?

Swan opta pela razão, e liga para Cora após ligar para seus pais. Enquanto ela fazia a coleta de sangue, Cora, David e Mary aguardavam sua vez. Por incrível que pareça Cora não se opôs em momento algum, a fazer o teste para saber se seria compatível com Regina, chance essa que seria mínima, já que a probabilidade dos pais seres compatíveis, eram menores do que 25%.

Após algum tempo todos já haviam feito as coletas, Cora pede para ver Regina, Emma hesita em algum momento, mas depois acaba cedendo, mas com a condição de estar no quarto junto, para garantir que a sogra não diria nenhuma atrocidade. E assim foi feito. Cora entra no quarto seguida de Emma, que se senta na poltrona ao canto, enquanto a mulher mais velha se aproxima de onde Regina dormia em um sono que parecia ser tranquilo. Emma observa Cora acariciar levemente o rosto de Regina, e se comove com a cena. Talvez ela não fosse tão ruim assim. Talvez.

[...]

Uma semana depois, incrivelmente os resultados dos exames de sangue para verificar a compatibilidade, estavam prontos. E para desespero de Emma, nenhum havia combinado.

– Como assim nenhum combinou, Whale? – Ela questiona nervosa.

–É mais que normal isso, me admiraria se encontrássemos alguém compatível tão facilmente.

– Mas enquanto não achamos, a Regina pode...- Ela sussurra, mas não consegue completar a frase.

– Estou ouvindo. – Regina diz abrindo lentamente os olhos e encarando ambos.

– Amor... – Emma se aproxima e para ao lado da cama.

– Tudo bem, Emma, eu não sou criança, sei qual é meu estado.

– E agora? – Swan pergunta olhando para Whale, que dá de ombros e diz:

– Precisamos de mais pessoas para fazer o teste, ou esperar que apareça algum doador compatível na lista de doadores.

– Isso pode demorar quanto tempo? – Regina pergunta.

– Dias, semanas, meses ou anos, não tem como lhe dizer isso.

– E quanto tempo eu ainda consigo suportar? – Regina pergunta e Emma imediatamente corre os olhos para ela, assustada.

– Isso também não tem como lhe dizer com exatidão, Regina. Cada caso é um caso, há pessoas que conseguem viver normalmente por bastante tempo, enquanto aguarda o transplante, mas também há pessoas que não aguentam tanto tempo. Podemos prolongar minimamente o tempo de vida com as quimioterapias, mas nada muito significativo.

– Certo, obrigada. – Regina agradece, e deita-se de lado, de costas para Emma e Whale.

– Eu vou achar alguém. – Havia firmeza na voz de Emma. Não era uma frase qualquer. Era uma promessa. – Nem que seja a ultima coisa que eu faça.

[...]

– Killian, preciso que você faça um teste. – Emma diz ao encontrar o homem na recepção do hospital. Ele havia ido visitar Regina.

– O que? – Ele diz confuso.

– Regina precisa de um transplante e eu preciso muito saber se você é compatível. – Ela mal termina a frase e ele já afirma com um aceno.

– Claro, agora mesmo. – Emma sabia que apesar do tempo, ele ainda amava Regina.

Ao todo, Emma já havia pedido á 10 pessoas para fazerem o teste, Mary, David, Cora, Jefferson, Kathryn, August, Belle, Killian, Ruby e Granny, e nenhuma sequer havia chegado nem perto de estar compatível.

[...]

Os dias foram passando cada vez mais acelerados, o que só fazia aumentar o desespero de Emma, ainda sem encontrar ninguém compatível com Regina, que por sua vez desfalecia cada vez mais. Seus olhos estavam fundos e amarelados, com profundas olheiras, sua pele quase translucida, e seus lábios antes vermelhos carmim, agora estavam brancos e ressequidos, parecia que poderiam se quebrar e virar pó a qualquer instante, assim como o giz ao ser esmagado. Cada dia que chegava ao fim, levava consigo um tanto da vida e algum vestígio da esperança que ainda havia em Regina, deixando para trás o vazio que preenchia todo seu interior.

[...]

A saúde de Regina estava mais debilitada a cada dia que passava, e esse fato complicava ainda mais seu emocional, pois nem Roland ela podia ver normalmente. Certo dia quando o filho a fora visitar, Regina mal pode abraça-lo direito, pois Whale havia restringido o contato com crianças, ou com pessoas que tivesse contanto com muitas pessoas fora dali, pois o risco de infecção era muito grande, e uma criança, a qual corre o dia inteiro, e uma pessoa que fala com muitas pessoas durante o dia, ou até mesmo, anda muito pelas ruas, tem um contato muito maior com bactérias e mil outras coisas que se entrasse em contato com o organismo de Regina, poderia ser fatal.

Após mais um dia de trabalho, Emma vai para casa troca de roupa, e se encaminha para o hospital, Mary havia passado o dia com Regina, mas a noite Emma fazia questão de estar com a esposa.

Ao chegar, ela agradece a mãe, elas se despedem e Mary vai embora. Emma pensara que Regina estava dormindo, mas ela estava só esperando que Mary fosse embora para cair num pranto desesperado.

– Amor...- Emma senta-se na cama, e aninha Regina, super magra e indefesa, em seus braços. Não precisavam de palavras, ambas sabiam o que cada uma sentia e o que cada uma precisava, e naquele momento palavras não eram necessárias.

Emma consegue fazer Regina se acalmar um pouco, mas a morena ainda chorava silenciosamente. Ela se enrosca ainda mais nos braços de Emma, se apertando com mais força ao seu corpo.

Ao sentir a mão de Regina entrando por dentro se sua camiseta regata, tocando sua barriga, Emma fica um tanto inquieta, percebendo as intenções de Regina.

You're Still The One — SHANIA TWAIN

Looks like we made it
Look how far we've come my baby
We might took the long way
We knew we'd get there someday
Parece que nós conseguimos

Olhe o quanto nós chegamos longe meu querido

Nós devemos ter seguido o caminho longo

Nós sabíamos que chegaríamos lá algum dia

– Regi... – A voz de Emma era um fio. Ela sentia saudade de estar com Regina mais intimamente, e o mínimo toque mais atrevido, ela se sentia com o corpo em chamas. – Nós não podemos...

– Shiii. – Regina faz com que ela se cale, antes mesmo que ela terminasse a frase e sobe mais suas mãos por dentro da regata de Emma, que contem um gemido, quando Regina, aperta seus seios.

– Regina, não. – Emma consegue segurar nos braços de Regina, fazendo-a parar o que estava fazendo. – Não podemos fazer isso, você está fraca, e sem condições Regina, então, por favor, não me tortura. – Era quase uma prece.

– Emma. – Regina aproxima os lábios do ouvido de Emma. – Faça amor comigo. – O pedido era doce, calmo, quase uma suplica. Sua voz era baixa e ela ainda deixava escapar algumas lágrimas.

– Mas...

– Por favor.

They said "I bet they'll never make it"

But just look at us holding on

We're still together, still going strong

Eles diziam, "Eu aposto que eles nunca conseguirão"

Mas somente olhe para nós aqui

Ainda estamos juntos, ainda estamos fortes

Swan pensa por algum tempo, mas obviamente não negaria absolutamente nada que Regina lhe pedisse.

Emma cola seus lábios aos de Regina, beijando-a calma e lenta, enquanto a deita na cama e sobe com cuidado em cima da mesma, sem nunca quebrar o contato dos lábios. Regina já forçava para cima a regata de Emma, que se levanta um instante e a retira de seus caminhos.

(You're still the one)

You're still the one I run to

The one that I belong to

You're still the one I want for life

(You're still the one)

You're still the one that I love

The only one that I dream of

You're still the one I kiss goodnight

(Você ainda é aquele)

Você ainda é aquele para quem eu corro

Aquele a quem eu pertenço

Você é aquele que eu quero na vida

(Você ainda é aquele)

Você ainda é aquele que eu amo

Aquele com quem eu sonho

Você ainda é aquele que eu dou um beijo de boa noite

Em certo momento Emma percebe a respiração dificultosa de Regina, e tenta não deixar que seu peso caísse todo sobre o corpo da morena, então inverte as posições, sentando Regina em seu ventre. A morena não perde tempo e começa um vai e vem lento e maravilhoso, lambuzando todo o abdômen de Emma com seus fluidos.

Em poucos instantes já não havia nenhuma peça de roupa entre elas, apenas o desejo e a paixão ocupando cada cm³ daquele quarto de hospital.

Emma estava com medo de machucar Regina ou causar algum outro dano qualquer a ela, no mesmo momento em que desliza dois dedos para dentro da morena que se contrai geme num misto de dor e prazer, Emma retira novamente os dedos, mas é impedida de parar, pois Regina segura sua mão e a faz penetrar-lhe novamente.

Swan inicia um vai e vem lento, sem pressa, sem força, enquanto encara o rosto banhado de lágrimas da esposa, suas lagrimas escorrendo pelo rosto, pescoço e se perdendo no vale dos seios, se misturando ao suor de seus corpos.

Ain't nothing better

We beat the odds together

I'm glad we didn't listen

Look at what we would be missing

Não existe nada melhor

Nós derrotamos o improvável juntos

Eu estou feliz por não termos escutado

Olhe para o que nós poderíamos estar perdendo

Em alguma momento passou pela cabeça de Emma de que aquela poderia ser a ultima vez na qual elas estavam fazendo amor, não era segredo nenhum o estado critico de Regina, e esse pensamento faz mais lágrimas saírem dos olhos da loira.

Ao perceber que Regina não demoraria a chegar ao seu clímax, Emma a segura pela cintura, e posiciona seus corpos de forma que seus sexos ficassem perfeitamente encaixados.

They said "I bet they'll never make it"

But just look at us holding on

We're still together, still going strong

Eles diziam, "Eu aposto que eles nunca conseguirão"

Mas somente olhe para nós aqui

Ainda estamos juntos, ainda estamos fortes

– O encaixe perfeito. – Regina diz ofegante, não se sabe se pelo ato em si, ou pela falta do oxigênio que ela havia retirado.

–Sempre. – Swan responde também ofegante.

Não demora para que ambas cheguem ao orgasmo, praticamente juntas. Regina deita seu corpo em cima de Emma, e tenta normalizar a respiração, falhando amargamente.

Regina sentia seus olhos pesando pelo sono. Emma ao perceber que a morena iria pegar no sono, ela pede que Regina vista novamente a camisola do hospital, enquanto ela veste suas roupas também, depois a ajuda a ficar confortável na cama e deita ao seu lado, como de costume.

(You're still the one)

You're still the one I run to

The one that I belong to

You're still the one I want for life

(You're still the one)

You're still the one that I love

The only one that I dream of

You're still the one I kiss goodnight

(Você ainda é aquele)

Você ainda é aquele para quem eu corro

Aquele a quem eu pertenço

Você é aquele que eu quero na vida

(Você ainda é aquele)

Você ainda é aquele que eu amo

Aquele com quem eu sonho

Você ainda é aquele que eu dou um beijo de boa noite

– Eu te amo, Emma. – Regina diz sendo dominada pelo sono.

– Eu também te amo, meu amor, amo muito, mais que tudo, e eu nunca vou deixar de te amar. – Emma responde, puxando Regina para mais perto de seu corpo, vendo-a fechar os olhos e pegar no sono, enquanto tudo que ela conseguia fazer era chorar.

I'm so glad we made it

Look how far we've come my baby

Eu estou feliz por nós termos conseguido

Olhe o quanto longe nós chegamos meu querido

[...]

– Emma. – Whale chama a atenção da loira que estava ao lado de Regina, segurando sua mão enquanto velava por seu sono, por sua vida, por sua esperança. Ela apoia lentamente a mão macia da esposa sobre o colchão e vai ate Whale. Ao se aproximar dele, ela pode perceber um meio sorriso que ele ostentava nos lábios, ela fica curiosa. – Lembra-se que eu lhe disse que iria verificar listas de doadores em outros hospitais?

– Sim. – Um fio de esperança resurge dentro de Emma. – O que tem? Encontrou um doador?

– Não. – Com a mesma velocidade que a esperança resurgiu, ela se foi novamente. – Mas, acho que estamos próximos de encontrar.

– Estar próximo não quer dizer nada nessa situação Whale, você mesmo disse que cada que passa, ela fica pior, não podemos nos dar ao luxo de se contentar com um simples talvez.

– Eu sei muito bem disso, senhorita Swan, mas você nem me permitiu terminar o que eu dizia. – Silêncio. – Bem, quando Aurora precisou de doação de medula, Zelena fez o teste, e ela era incompatível com a irmã, como previsto...

– Sim, mas a Aurora já fez o transplante, Whale. –Emma impede que o médico continue, novamente.

– Senhora Swan, vai continuar cortando minha fala?

– Desculpa, fala ai.

– Como eu dizia, Zelena não foi compatível com a irmã, mas eu estive verificando seus dados, e ela é 98% compatível com Regina. – Quando o médico termina a frase, Emma que estava dispersa em pensamentos, encara o médico de forma séria e surpresa.

– Ta falando sério?

– Claro que sim, senhorita Swan.

– Ai meu Deus. – Emma sorri e Poe a mão no peito, altura do coração. – Vou ter um treco.

– Ei, por favor chega de doentes na família Swan Mills.

– Claro, claro, chega. – Emma sorri, e abraça Whale.

Emma não acreditava que não havia pensando em Zelena antes. Precisava ligar para a ruiva imediatamente, então ela pede licença ao médico, e disca o numero de Zelena no celular.

– Alô – Zelena diz do outro lado da linha.

– Oi Zel, é a Emma.

Oi Emma, como vai? Aconteceu alguma coisa? Regina está bem?

– Na verdade aconteceu, mas eu preciso que você venha até o hospital.

Você me deixou preocupada, não dá pra adiantar ao assunto?

– Não, preciso que venha aqui, por favor.

Tudo bem, em meia hora eu chego. – Emma desliga o celular e corre para a portaria, esperaria Zelena na porta, e quando ela chegasse, ela contaria a boa noticia.

Notas finais
E ai gostaram ? Espero que sim. Tamo quase no fim galera, devo postar até o 60 mesmo. Respondam a perguntinha que fiz nas notas inicias, por favorzinho, é realmente importante. Beijos grande pra vcs e até o próximo.