Notas iniciais
Oii gente, PAULA LUIZE, você quer que eu morra cedo é?! Que linda a recomendação que tu deixou pra mim sua linda, eu amei, cada palavra, cada detalhe que disse, eu amei mesmo, me emocionei, e to chorando aqui que nem boba. MUITÍSSIMO OBRIGADA. Galera, capitulo ta bem pequeno, é só pra matar a curiosidade de vocês mesmo hahaha. Só tenho uma única coisa a dizer sobre esse capitulo NÃO SE ANIMEM MUITO. Eu peguei leve POR ENQUANTO, nunca esqueçam que tudo que é ta ruim, pode piorar. E tudo que ta bom, pode ficar ruim, ahahhaa. PS: VOU DEDICAR ESSE PRA PRI, E PRA PAULA LUIZE, QUE ME ESCREVERAM COISAS LINDAS DE RECOMENDAÇÃO. Boa leitura :)

Passados os 30 minutos, já tínhamos o resultado que precisávamos, o doutor volta a pedir que eu entrasse em seu consultório novamente.

– Bem, Regina. – Ele começa falando enquanto eu prestava atenção em cada mínimo gesto dele, como se ele fosse-me dizer que estou bem, e que posso sair dando cambalhotas pela rua. – O diagnóstico de Whale estava correto, você tem mesmo leucemia Mieloide Crônica. – As esperanças que por alguns minutos floresceram dentro de mim, murcham no mesmo instante em que as palavras do médico atingem meus ouvidos. – Mas apesar disso, você tem sorte.

– Perdão? – Balanço a cabeça não entendendo o que ele quis dizer.

– Você tem sorte. –Ele repete. – Como sabe existem 4 tipo de leucemia, e você tem a menos agressiva, não vai precisar de quimioterapia, nem de nenhum tratamento mais complexo.

– Como assim doutor? – Uma faísca de esperança volta a se acender em meu peito.

– A ciência de hoje está muito avançada como deve saber, já criaram medicamentos que são bastante eficazes para o problema que temos aqui em questão.

– E isso quer dizer o que exatamente? – Pergunto ansiosa.

– Quer dizer que a principio vou prescrever uma medicação que você deverá seguir exatamente como eu disser. E iremos marcar consultas periódicas, para poder acompanhar o seu caso.

– Não vou precisar ficar aqui, não vou ficar sem meus cabelos? – Não consigo conter a empolgação dentro de mim

– Digamos que não. – Ele me diz e eu consigo sorrir verdadeiramente para ele pela primeira vez.

– Isso quer dizer que vou poder voltar a minha rotinha, minha cidade, meu trabalho, minha vida?

– Você pode, mas deverá marcar consultas com Whale pelo menos uma vez ao mês. Eu e ele iremos avaliando o seu estado.

– Ótimo. – Ele me estende um papel, com a medicação e os cuidados que eu deveria tomar.

– Talvez o medicamento possa causar alguns efeitos colaterais, são normais, pois o medicamento impedirá que a sua medula produza glóbulos brancos danificados.

– Que tipo de efeitos?

– Cansaço, inchaço no corpo, náuseas, fraqueza. Nada com que você não possa lidar Regina.

– Ok. Farei tudo como mandou. – Digo a ele.

– Certo então. – Ele estende a mão para mim. – Boa sorte Regina, eu espero que o medicamento funcione e que você se cure rapidamente. Seja corajosa.

Saio da sala do médico, e logo o olhar de Emma que me esperava no corredor encontra com o meu, e eu não pude mais conter a felicidade que explodia dentro de mim, abro o sorriso mais enorme e sincero que pude, fazendo-a sorrir também, mesmo antes de saber o que eu iria lhe dizer. Ela vem até mim, e eu praticamente me jogo em seus braços, que me segura firme, como ela sempre fazia. Vários olhares nos encaram, e só nesse momento me dou conta de que ainda estávamos num hospital onde havia muitas pessoas no fim de suas vidas. Uma pontada de dor atinge meu peito. Tantas pessoas iriam morrer aqui nesse lugar e eu comemorando por esse não ser mais o meu destino, pelo menos não tão próximo. Mas quem poderia me culpar de me sentir feliz por isso? Eu iria viver. Volto a sorrir para mim mesma.

– Venha, vamos embora daqui. – Digo, puxando Emma pela mão porta afora.

Já fora do hospital, puxo uma respiração profunda, e olho para o céu, agradecendo a Deus mentalmente.

– E ai, vai me contar? – Emma diz segurando minhas mãos, sorrindo para mim. Baixo meu olhar até encontrar com o dela.

– Me beija. – Peço a ela, que não questiona em minuto algum, simplesmente faz o que pedi. Meus lábios tinham vida novamente, todo meu ser reviveu naquele instante. E ao separar nossos lábios, nossos olhares se encontram novamente. – Eu quero passear pela cidade. – Digo a ela, já acenando para um táxi que passava. – Quero aproveitar o tempo aqui, com você. Afinal só temos mais um dia aqui. – Digo, e ela sabendo que só voltaríamos para casa, se eu não precisasse de nenhum tratamento mais complexo, o qual exigiria ser feito em Boston, pela falta de estrutura do hospital de Storybrooke.

– Não vai me dizer que ...- Ela começa dizendo, sorrindo de orelha a orelha.

– Eu vou viver muito querida. – Respondo cortando-a. – Vamos. – Puxo-a para dentro do táxi.

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Elas passam o resto da tarde visitando outros lugares de Boston, os quais não haviam ido mais cedo. Emma mostra tudo que conhecia a Regina e até consegue fazê-la comer um lanche no final do passeio.

– Emma, vamos entrar aqui. – Regina diz a loira apontando para uma loja de brinquedos.

– Amor, aqui não tem o tipo de brinquedos que a gente usaria. – Emma diz maliciando a atitude da morena.

– Larga de ser besta Emma. – Regina sorri. – Quero levar alguma coisa para Roland.

– Você gostou mesmo do baixinho né?

– Gostei muito, ele é um amor.

– Realmente, uma graça. August me disse que não queria entrega-lo para um abrigo, mas não tem outra escolha.

– Espero que cuidem bem dele por lá. – Regina diz com a voz baixa.

– Eu também. – Emma diz, e elas entram na loja procurando alguma coisa que Roland pudesse gostar. Regina logo vê uma almofada que possuía a estampa do castelo de Hogwarts.

– Isto é perfeito. – Ela diz pegando a almofada nas mãos.

– Eu vi um boneco de pelúcia do Sirius ali. – Emma aponta para outro canto.

– Você sabe os nomes dos personagens? – Regina pergunta surpresa.

– É claro que eu sei Regina. Estamos falando de Harry Potter, amor. – Ela diz com uma cara incrédula para Regina.

– Então ta né. – Elas riem, pegam a almofada e o boneco de pelúcia do Sirius, e quando estão indo para o caixa, Emma vê um coração de pelúcia com a frase “I love you” no meio. Ela pensa no quão clichê seria ela dar aquilo de presente para Regina, mas e qual era o problema com clichês. Ela pega o coração e vai para o outro caixa, enquanto Regina já havia saído da loja e a esperava do lado de fora.

– O que você comprou ai? – Regina diz se inclinando para espiar dentro da sacola de Emma.

– Nada, só um brinquedinho pro Roland também. – A loira mente, queria fazer uma surpresa.

As duas seguem de volta para o apartamento de August, já que estava anoitecendo, e elas não queriam arriscar outro susto como o da noite anterior. Aproveitam para passar comprar os remédios que Regina precisava tomar. Chegando ao apartamento, Regina mal entra pela porta e já sente Roland pulando em seu pescoço.

Notas finais
E ai, peguei leve né? Então como eu disse anteriormente, NÃO SE ANIMEM MUITO, quando comecei escrever essa fic, pensei só em desgraça, eu to pegando é leve, mas já já, vou fazer vocês sofrerem um poquinho. Obrigada pelos comentários lindos, já respondi todos tá?! Me deixem reviews lindos como sempre, me contem suas opiniões, e desconsiderem se tiver algum erro ai. Obrigada, beijos e até o próximo. :*