Now Is Good
6 Provocações
Notas iniciais
O dia amanhece rápido demais na opinião de Emma, que estava com uma ressaca daquelas. Sai da cama, e se encaminha para o chuveiro, na esperança de um bom banho fazer aquela dor de cabeça ir embora. Claro, que isso não aconteceu. Pegou a primeira roupa que viu em seu guarda roupa, e desceu as escadas, torcendo para que seus pais não estivessem em casa, para que não a vissem naquela estado. Infelizmente, isso não aconteceu de novo.
— Emma, o que houve com você? Está com uma cara horrível — David diz fazendo uma careta
— Ai — Emma leva a mão a cabeça. — Não é nada, já vai passar, só preciso de um café bem forte.
— Você chegou tarde ontem, pelo jeito bebeu demais. — Mary Margareth diz em um tom pouco contente.
— Me desculpe, eu tentei não fazer barulho para não acorda-los. Eu bebi um pouco no Granny's e Graham me trouxe em casa.
— Graham te trouxe é? — Diz David, lançando um olhar divertido a Emma, e levando a xícara de café a boca.
— Sim, me trouxe e foi embora. Nos encontramos no caminho, e ele quis me acompanhar, só isso. — Diz para os dois, mas fazendo questão de dirigir seu olhar, exclusivamente a David.
— E por que você, bebeu assim? O que queria esquecer? — Mary Margareth diz, pegando no ar os motivos da filha
— Não queria esquecer nada. — Emma diz, com uma tristeza repentina se apoderando dela. — Eu ainda quero. — Diz num sussurro.
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O dia mesmo estando no começo, estava sendo um completo inferno para Regina, que tinha muitos papéis para ler e assinar, e não conseguia se concentrar em absolutamente nada, não entendia o motivo de ter passado quase a noite toda em claro, pensando em Emma. E o pior, continuava fazendo isso. Leva as mãos em sua têmpora e diz a si mesma — Isso só pode ser um encosto — Aperta forte as mãos na cabeça. Nesse mesmo momento sua secretaria adentra sua sala, trazendo seu café.
— Com licença Senhorita Mills, seu café. — Ela diz servindo um pouco de café em uma xícara e oferecendo a Regina, que pega imediatamente de suas mãos.
— Obrigada Bella.
— Me desculpe, mas a senhora não me parece muito bem. Está se sentindo mau? — Diz Bella, tentando não parecer invasiva.
— Não, realmente não estou bem. Mas não é nada com a minha saúde. Só estou me sentindo um pouco cansada, com a cabeça cheia.
— Prefere que eu desmarque suas reuniões de hoje? Acho que seria bom se a senhora fosse para casa, e tentasse descansar um pouco. — Regina pensa por uns segundos, ela definitivamente não estava em condições para trabalhar. Mas não era o tipo de mulher que se deixava derrubar por uma má noite de sono. Pousou a xícara na mesa e se levantou da cadeira, olhando para Bella e dizendo:
— Eu vou as reuniões sim, não posso me dar o luxo de ir para casa quando há tanto trabalho a ser feito. Portanto, ligue para Tony, e diga-o que nosso jantar está confirmado. Ligue também para Mr Gold, confirmando a reunião de hoje a tarde, certo? — diz tudo isso muito rápido, porém muito claro, pois Bella só ouve e depois lhe diz:
— Certo, prefeita. Farei isso imediatamente.
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Na delegacia da cidade, Emma conversava com Graham sobre a ocupação de seu novo cargo: Xerife de Storybrooke. Mesmo Regina tendo feito o que fez, ela se sentia na obrigação de ajudar Graham. Estava fazendo isso por ele, e não por que prefeita tinha ordenado.
— Graham, eu realmente não se sou a pessoa certa para ocupar esse cargo. — Diz Emma se sentindo um tanto insegura quanto a toda essa responsabilidade que estavam depositando nela.
— Emma... — Começa Graham, se aproximando e a segurando pelas mãos. -Eu não tenho nenhuma dúvida de que deve ser você a ocupar esse lugar. — Aponta para sua mesa. — Tenho certeza que irá dar conta do trabalho. Mesmo estando aqui a tão pouco tempo, você sempre esteve apta a fazer isso, tanto que a própria Regina viu isso. — Quando ele toca no nome da prefeita, Emma exita por um momento, se perdendo em meio a lembranças nada agradáveis e esquecendo completamente de ouvir o que Graham dizia. — .... Emma, você está me ouvindo?
— Sim, ... eu estou, me desculpe só estava pensando. — Forçou um sorriso para ele, que semicerrou os olhos e encarou-a por uns instantes.
— Nada disso que estou dizendo vai fazer diferença, se sua aflição não for realmente quanto a ocupação do meu cargo Emma. O que está te preocupando verdadeiramente? — Diz ele ainda segurando as mãos de Emma, a encarando.
— Não.. não é nada Graham, eu só... é só que não sei se conseguirei me virar aqui sem você, só isso. — Fala, sabendo que não estava sendo convincente. Porém Graham, entende o recado.
— Tudo bem Emma. Mas fique ciente que tudo dará certo. — Ele solta as mãos dela no momento em que escuta o som de saltos vindo em direção a eles. Emma vira o pescoço para ver uma Regina com cara de poucos amigos parada ao lado deles, observando os dois.
— Olá Regina. — Diz Graham. — A que devemos a honra? — Ela que encarava Emma seriamente, volta seu olhar para ele e diz:
— Quero saber a quantas anda a ocupação da senhorita Swan ao novo cargo.- Diz de forma seca e direta. Parecendo estar incomodada com a proximidade de Graham com Emma, pois, praticamente entra no meio dos dois. Se virando para encarar Emma.
— Está tudo como deve, Prefeita. — Diz Emma com desdém
— Ótimo, preciso de você na ativa o quanto antes. Aproveite que Graham ainda estará por aqui para tirar suas dúvidas. E qualquer outra coisa, estarei a prefeitura.
—Certo, obrigada madame prefeita. — Emma usa o mesmo tom de desdém, fazendo um olho de Regina tremer, de raiva. Emma estava realmente gostando daquilo. Regina se vira e sai pela porta, sendo seguida pelos olhares de Emma e Graham.
— Mulherão essa. — Graham diz, mas logo percebe a cara de assustada que Emma fez para seu comentário e fica envergonhado. — Desculpe, não pude evitar, é que acho que todo mundo nessa cidade tem ou já teve alguma fantasia com essa mulher. — Eles se olham com caras divertidas, e não contém as risadas. Apesar de Emma ter sentido um certo desconforto com o comentário de Graham.
— Certo Graham, preciso resolver alguns assuntos pessoais, aproveitar o tempo de sossego que ainda me resta. — Diz divertida.
— Ah, aproveite mesmo querida, quando assumir o cargo, vai perder todo o seu dia e parte da noite.
— Ai, não me lembre disso. — Emma faz um bico engraçado. Levando eles a caírem na risada novamente. — Até mais.
— Nos vemos mais tarde. — Graham diz, tentando organizar alguns papéis para Emma.
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— Essa garota está brincando com fogo, só pode. — Regina pensa alto. Estava bastante irritada com a cena que virá na delegacia. Caminhava a passos firmes em direção ao seu carro que finalmente ficará pronto.
— Falando sozinha madame prefeita? — Regina pára bruscamente, sentindo um calafrio percorrer seu corpo, mas mantendo a mesma postura, ela se vira para encarar Emma.
— Pensando alto apenas. Problemas com isso? — Diz Regina em tom irônico.
— De maneira alguma. — Diz Emma, fazendo um movimento com os ombros de quem não se importava. — Só achei curioso o que estava dizendo. Fiquei pensando a quem estaria se referindo. — Se encaram por um grande espaço de tempo, até Regina formular a resposta
— Acho que você se mete demais aonde não é chamada, senhorita Swan. — Solta em disparada. Emma sorri e responde
— Infelizmente eu gosto de me meter aonde não sou chamada. Principalmente quando o assunto envolve a sua ilustre pessoa, madame prefeita. — Emma sorri com seu próprio comentário, esperando que a outra entendesse o que ela quis dizer com aquilo.
— Senhorita Swan, você esta brincando com fogo. Vai acabar se queimando. — Regina se aproxima encarando Emma mais de perto agora.
— Então era de mim que falava. — Emma diz diminuindo ainda mais a distância entre elas. Invadindo o espaço pessoal da morena. Regina engole seco, mas não se afasta nem um milimetro sequer de Emma.
— Se a carapuça lhe servir, vista. — Dispara Regina, com um sorrisinho debochado no rosto.
— Madame prefeita, estou muito insatisfeita com suas atitudes. Acho que quem esta brincando com fogo aqui é você.
— Problema seu, sou a prefeita dessa cidade, faço o que me der na telha.
— Mas comigo o buraco é mais embaixo. — Diz puxando Regina pela cintura, colando seus corpos.
— O que está fazendo, Swan? Não vê que estamos no meio da rua!? — Diz em falsa irritação, mas tentando parecer convincente.
— Esta com medo prefeita? — Diz Emma com os lábios muito próximo aos de Regina, que respirava ofegante. Queria beijar Emma. E queria muito.
— E...eu com medo? — Gagueja, e solta uma risada nervosa. — Não tenho medo de você, você não sabe do que eu sou capaz. — Diz de forma firme, e encara de maneira incessante a boca de Emma, tão próxima da sua. Emma percebendo a vontade da prefeita, aproxima os lábios aos da morena, Regina fecha os olhos, esperando pelo beijo, porém só sente a respiração de Emma contra ela e abre os olhos novamente.
— Deveria ter prefeita, você é que não sabe do que eu sou capaz. — Se afasta de Regina, lhe lançando um sorriso cínico se virando para ir embora, deixando uma Regina frustrada e irritada para trás.
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POV EMMA
Só Deus sabe a vontade que eu estava de beija-lá, porém, não lhe daria esse gostinho. Ela vai ter que entender quem é que manda. Apesar de eu estar desejando-a mais que tudo na vida, precisava me manter firme. Sei que ela ficou irritada por eu não tê-la beijado, mas realmente preciso manter o controle, do contrário perderei a razão. Ela vai ceder. Ah se vai. Regina me acompanha em pensamentos até o Granny's, onde paro para tomar um chocolate, e comer alguma coisa. E agradecer Ruby pela noite anterior.
— Bom Dia, Xerife. Como está? — Diz Ruby com um sorriso enorme no rosto. Era uma moça muito bonita, tinha que admitir.
—Oi, bom dia Ruby, estou bem sim, obrigada. Pelo jeito as noticias correm rápido por aqui não? — Digo me sentando no balcão.
— Cidade pequena é assim. O que vai querer?
— Primeiro lhe agradecer por ontem, muito obrigada, mesmo. — Digo meio sem jeito, por ela ter visto a futura xerife da cidade, em um estado deplorável como aquele.
— Não tem do que. — Diz ela abrindo um largo sorriso. Retribuo o sorriso, de uma forma mais contida.
— Quanto eu fiquei devendo ontem?
— Hmm, deixa eu ver aqui. — Ela vai até o caixa e pega um bloco de anotações.
— Oh, nossa. Estou no caderninho de devedores é? — Digo em falso tom de preocupação
— Está sim, xerife. — Diz procurando meu nome. — Aqui, Emma. São 70 reais.
— Eu bebi muito ontem né? — Digo abrindo a carteira pra pegar o dinheiro.
— Posso dizer que bebeu o tanto que uma pessoa precisaria para esquecer algo. — Não posso evitar o pensamento de que, infelizmente não tinha funcionado comigo. Mas me limito a dizer.
— Pois é, acho que sim.
— Funcionou? — Pergunta ela me olhando nos olhos.
— Um pouco talvez. — Digo lhe lançando um sorriso amarelo. Ela me encara por um tempo, até perceber que eu não diria mais nada.
— E então, o que vai querer para hoje?
— Pode ser um chocolate e um pedaço de torta de abóbora.
— Certo, trago em um minuto. — Diz ela saindo para buscar meu pedido. Enquanto esperava por Ruby, vi um homem entrar e se sentar a duas cadeiras de mim. Nunca o tinha visto pela cidade e não sei por que, mas a presença dele me incomodou. Fico olhando para ele, até que Ruby volta com meu pedido. — Aqui está. Precisa de mais alguma coisa?
— Ah sim, você conhece ele? — Aponto com o dedo disfarçadamente para o homem
— O Killian? Ah ele é filho do antigo prefeito, um mauricinho sustentado pelo pai. Mas é um gato, não é? — Ela diz olhando para ele, e mordendo o lábio inferior.
— Filho do prefeito então? — Digo me lembrando imediatamente do comentário que minha mãe fez sobre os boatos que haviam sobre ele e Regina. — Interessante.
— Gostou não é? — Ela diz rindo. — Todas gostam, até mesmo a prefeita que é aquele ice berg em forma de gente.
— O que? — O tom de minha voz sai mais alto do que eu pretendia. Pigarreio e falo novamente. — O que você disse? A prefeita já teve mesmo algo com esse ai?
— Ah, nada verdade ninguém sabe. São apenas boatos. Mas levando em conta que ele é bonito, ela também. Ela tem status, e ele também. Realmente acredito que possa haver algo entre eles. Você não acha? — Engulo a seco, está explicado o por que do meu incomodo com ele.
— Ah, sim. Pode ser mesmo. — Era impressionante como tudo naquela cidade parecia envolver o nome de Regina. Eu já estava ficando irritada com isso então mudo de assunto. — Hmm, Ruby?
— Oi? — Ela desvia seu olhar do homem e volta a olhar para mim.
— Você poderia me trazer canela, por favor?
— Claro, vou buscar. — Começo a comer minha torta distraidamente, enquanto espero a volta de Ruby. Quando ouço aquela voz rouca se dirigindo a mim
— Olá, sou Killian, você é a nova xerife certo? — Era ele, o homem que supostamente havia pegado a prefeita. Estava parado ao meu lado me estendendo a mão, como forma de cumprimento.
— Oi, sim sou eu. — Digo pegando em sua mão para cumprimenta-lo, mesmo estando sem a menor vontade de fazer isso.
— Regina tem mesmo bom gosto. — Diz ele parecendo me analisar.
— O que disse? — Digo em tom certo tom de irritação
— Disse que Regina tem mesmo bom gosto. Ela sabe escolher as pessoas certas para trabalhar para ela. — Só então me dou conta de que ele a estava chamando pelo nome primeiro nome, do qual só os mais próximos a chamavam. Viro as costas para ele, para pegar a canela que Ruby tinha me trazido.
— Sim, deve ter mesmo.
— Bom, foi um prazer conhece-la. Srta? -
— Swan, Emma Swan.
— Foi um grande prazer conhece-la, Srta Swan. — Lançou um sorriso que derreteria a maioria das mulheres, incluindo Ruby, que estava quase deitada em cima do balcão para olha-lo, reviro os olhos ao vê-la assim. Mas eu era uma exceção, então, esse olhar não me afetou em nada. Olho pra ele, e lhe dou um sorriso tão falso quando nota de 3.
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Já passava das 14:00 e a irritação de Regina só fazia aumentar. Não queria ter de ir a reunião com Mr Gold. Odiava o sujeito. Mas não havia escapatória.
— Bella, venha até aqui por favor. — Diz ao telefone para a secretária.
— Pois não, Miss Mills. — Em menos de um minuto, Bella já estava em sua sala.
— Preciso que me faça um favor quando eu tiver na reunião com Gold.
— Claro, o que quiser.
— A reunião vai começar as 15:00, e eu não estou com paciência para suportar os papos sem graça daquele homem. Meia hora é o suficiente para tratar do que preciso, então quando for 15:35, você vai me chamar, invente uma desculpa qualquer para que eu possa finalizar a reunião sem ter de ouvir as cantadas despropositadas daquele sujeito, certo? Pode fazer isso?
— Claro prefeita. Sou uma ótima atriz. — Diz ela, e as duas sorriem.
— Obrigada Bella, não sei o que faria sem você aqui. — Lança um sorriso a secretária que responde com outro sorriso. Deixando a sala em seguida. Quando Bella sai, Regina pega o telefone e disca um numero.
— Alô, Tony?... Sim, sou eu Regina, como vai?... Eu vou bem também, nosso jantar hoje a noite está em pé certo? ... Ótimo, ás 20:00, no Le Velmont?... Não, tudo bem, já estou com meu carro, obrigada. Nos vemos lá então. Até mais.
Como o combinado Regina foi para reunião com Mr. Gold, e como sempre ele lhe lançando cantadas terríveis.
...
— Então minha querida Regina. — Diz pegando ela pelas mãos. — Ainda só?
— Não viemos para falar da minha vida pessoal Gold. — Diz ela em tom leve, para não ser grossa.
— Mas vamos aproveitar que terminamos os assuntos de negócios, e vamos falar um pouco de amor.
— Amor? — Regina diz e solta um risada debochada. — Isso definitivamente não existe, Gold.
— Mas é claro que existe minha cara, ainda mais quando se trata de uma pessoa como você.
— Ok Gold, isso já está começando a ficar constrangedor. — Ela diz se levantando e caminhando até o outro lado da sala, onde se serve de uma taça de sidra de maça. Quando vai se virar para oferecer a Gold, se depara com a figura parada a suas costas. Ela recua o máximo que pode, mas a mesa que estava atrás impediu que fosse uma distância segura.
— Regina, Regina, estou lhe fazendo essas propostas a tempos, nunca as fiz a mais ninguém. Quero só um acordo. Só isso. O que tem de mal?
— Gold, entenda uma coisa. — Diz ela empurrando para ele uma taça com a sidra. — Eu não quero fazer nenhum tipo de acordo com você. Sou a prefeita dessa cidade e não uma acompanhante de executivo. — Começava a se irritar, e onde estaria Bella, que não aparecerá até agora?
— Eu sei muito bem o que você é deary. Entenda, não é exatamente para mim que quero você, apesar da ideia me agradar bastante.
— Acontece Gold, que eu não quero me envolver com ninguém, ficou claro isso? Ninguém.
— Meu filho admira muito essa sua valentia, essa sua boca dura para responder as pessoas. E confesso que isso me interessa também.
Nesse momento Bella entra na sala, já passava das 16:00 horas -Finalmente— pensa Regina. Ela diz a Regina que tinha um cliente muitíssimo importante ligando a horas e queria marcar uma reunião com ela. Regina percebe certo desconforto no semblante de Bella, mas deixa passar o momento.
— Então Gold, como viu eu preciso ir. Trabalho me aguarda. — Diz ela estendendo a mão para se despedir. — Foi um prazer fazer negócios com você.
— Garanto que o prazer foi todo meu. Até a próxima, e espero que pense na proposta que lhe fiz. Meu filho é uma pessoa muito interessante. — Diz ele segurando a mão dela, e levando-a aos lábios.
Assim que ele saiu, Regina suspira forte de alivio. — Sujeito insuportável. — Pensa alto. Sai da sala de reuniões e se dirige a sua sala, ao passar pela mesa de Bella, percebe que a moça não estava lá, como o habitual, continua o caminho até sua sala. Entra e fecha a porta, quando se vira para ir a sua mesa, se assusta com o que vê. Ou melhor, com quem vê.
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