Now Is Good

10 Preocupações


Notas iniciais
Hey Guys, Primeiro agradecendo aos comentários, lindos, mesmo aqueles que me ameaçaram de morte hahaha, obrigada *-* Desculpa a demora pra postar, comecei a fazer curso de química, pensem química, só posso ser louca mesmo, hahaa. Então, o tempo ficou mais curto, mas prometo tentar postar mais frequentemente. Sobre o capítulo, digamos que ele tá tenso haha. Não me matem. Espero que gostem, Boa leitura.

POV REGINA

Sinto um ar frio, e meu corpo pesado, como se houvesse um peso muito grande sobre mim. Abro os olhos devagar, me acostumando com a luz do ambiente, que logo percebo ser minha casa, meu quarto. E também percebo um olhar sobre mim. Killian.

– O que você está fazendo aqui? O que aconteceu? — Digo tentando me levantar muito rapidamente, sentindo uma forte dor na cabeça no mesmo instante, que me faz sentir vontade de chorar.

– Hey, fique calma. — Killian diz pegando minha cabeça e apoiando no travesseiro novamente. — Vai com calma, rainha.

– O que está havendo? Por que eu estou sentindo essa dor? Como entrou aqui?

– Nossa, mas quantas perguntas. Já disse para ficar calma, você passou mau, desmaiou, e eu só te coloquei aqui. Achei a chave na sua bolsa.

– Eu só me lembro de estarmos na porta, e de estar sentindo muito frio. — Digo apertando um pouco os olhos que ardiam muito. -Por favor, vá até meu banheiro, e dentro do armário tem uma necessaire, traga-a pra mim.

– Ok. — Ele se levanta e caminha até o banheiro. Eu realmente não me lembrava de ter desmaiado. Só lembro do frio, que por sinal continuo sentido. Ele volta com a necessaire em mãos e me entrega.

– Obrigada. — Digo pegando-a e abrindo, tiro de lá um termômetro. — Então, se você não estivesse comigo, eu teria caído? — Digo colocando o termômetro em baixo do braço.

– Basicamente isso. — Ele diz com um sorrisinho. — Você estava com febre, e muito pálida, na verdade ainda está. Precisamos de um médico, Regina.

– Você também, com essa história de médico. É só uma febre, e já vai passar. — Digo sem perceber.

– Quem mais lhe disse isso? Você estava trabalhando nesse estado? Eu não acredito Regina. — Ele diz indignado, e eu percebo que falei demais.

– Não, eu não estava trabalhando. Foi a xerife que me disse isso, passei pela delegacia tratar de alguns assuntos com ela, e ela fez esse comentário. — Digo tentando disfarçar a besteira que disse.

– Hum, de qualquer forma, ela está certa. Você não está bem. — Nesse momento o termômetro apita, levanto o braço e o tiro. Fico olhando para ele alguns segundos, e sinto o olhar de Killian em mim. — Está mesmo com febre não é? Só está constatando o que já lhe foi dito, por que é teimosa. Me deixe ver isso. — Ele diz pegando o termômetro de minhas mãos. — Meu Deus, Regina, 42 °C, isso é muita coisa. Precisamos ir ver o Dr. Whale.

– Nem pensar, vou tomar isso aqui, e vai passar. — Digo enchendo um copo de água, que por sorte ficava sempre na cabeceira da minha cama, pego um comprimido, coloco na boca, e engulo com auxilio da água. — Pronto, ficarei bem agora.

– Quer que eu fique com você.

– Não precisa, estou bem. E obrigada pela ajuda. — Digo dando um sorrisinho sem vida para ele.

– Prometa que vai me ligar se tiver algum problema? Seu celular deve ter caído da sua bolsa quando desmaiou, ouvi a campainha e fui ver quem era, não tinha ninguém na porta, mas seu celular estava jogado no chão. — Não lembrava de ter pegado o celular quando sai da delegacia. Não lembro de tê-lo posto na bolsa. Realmente não o tinha pego, de súbito lembro que ficou em cima da cama, na delegacia, portanto, alguém o trouxe. Quem mais seria se não Emma. Deve ter sido ela que tocou a campainha, mas por que não entrou?

De repente um leve tremor atravessa meu corpo, e só então a ficha cai. Ela deve ter visto Killian entrar comigo. Esqueço totalmente da presença de Killian, e quando me lembro dele, fico irritada, por que Emma com certeza estaria pensando o pior. Sei que ele só quis me ajudar, mas não podia deixar de ficar irritada.

– Eu vou ligar, agora vá por favor. Obrigada por tudo. Feche a porta quando sair. — Digo sem um pingo de delicadeza.

– Tudo bem, se precisar ligue, estarei aqui em um minuto. — Ele diz percebendo a minha irritação, e por um momento me sinto culpada por trata-lo dessa forma.

– Certo, obrigada. — Tento dizer de forma mais suave. Ele sai do quarto. E fico esperando até ouvir o som da porta principal se fechando. Levanto imediatamente indo em direção ao meu casado que estava em cima da poltrona no meu quarto, enfio a mão no bolso e pego o papel com o numero de Emma, volto para cama, pego o celular e disco o numero, chama algumas vezes e logo depois ela atende.

– Alô? — Ela tinha voz de choro

– Emma. — Digo quase num sussurro.

– Ah, é você. O que quer? — Ela diz num tom frio.

– Quero esclarecer uma coisa com você, pode vir até minha casa?

– Não, não quero ver a sua cara tão cedo. E para mim está tudo muito claro. — Ela rebate, firme.

– O que você viu?

– Ah, então você sabe que eu vi alguma coisa? Bom, o que eu vi, foi aquele idiota com você nos braços, entrando em sua casa. O resto eu poderia imaginar, porém não quero.

– Deixe de ser infantil, Swan. Você entendeu tudo errado. Venha até aqui, e te explico melhor.

– Já disse que não vou. Já viu que horas são? E eu estou ocupada, você está me atrapalhando. Adeus, madame prefeita. — Ela mente.

–Em... — Começo a dizer, mas ela já havia desligado. — Mas que diabos. — Faço o celular voar na parede, indo cada peça para um canto do quarto. Depois de jogar o celular, mantenho meu braço esticado ao ver umas manchas arroxeadas por ele. Aproximo os olhos para ver mais de perto, eram umas marcar bem estranhas, mas só podiam ter sido causadas por Emma, que me apertava um pouco forte demais as vezes, mas eu realmente achei lindas aquelas marcas. Marcas de sexo, eram sempre muito sexy. Sinto um cansaço e uma fraqueza de repente, então decido que descansaria por hoje, e me resolveria com Emma amanhã. — Essa cabeça dura. — Digo lembrando que ela havia desligado na minha cara. Odiava isso. Mas não criaria mais problemas com ela, por isso. Falaria com ela amanhã. Devo ter dormido assim que deito, pois só lembro de ter posto a cabeça no travesseiro, e depois mais nada.

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POV EMMA

Acordo com os olhos muito inchados, e vermelhos. Adormeci chorando, depois que desliguei o telefone, desabei no choro novamente, sabia que ela iria mentir pra mim, e eu não suportaria ter de ouvir mentiras ridículas saindo daqueles lábios tão bonitos e que eu amava tanto. Precisava seguir minha vida. Sem ela.

Me levanto e vou tomar um banho, já que mesmo sendo sábado, teria de ir para a delegacia. Tomo meu banho e desço para o café. Meus pais estão sentados a mesa, conversando.

– Bom dia. — Digo sem muita empolgação

– Bom dia filha, como você está? — Minha mãe pergunta, parecendo estar preocupada comigo.

– Estou ótima mãe. Só com um pouco de pressa, acordei atrasada. — Pego minha maça, dou um beijo na bochecha de cada uma e saio.

Chegando na delegacia, vejo que há uma moça e um homem parados na frente. Descço do carro e sigo até eles. Chegando perto, logo reconheço a secretária de Regina, Belle.

– Olá, xerife. A prefeita me mandou até aqui, para comunicar que ele será seu novo ajudante por aqui. Jefferson, Xerife Swan. Xerife Swan, Jefferson.

Ela estende a mão para cumprimenta-lo, ele aperta sua mão e diz:

– Será um prazer trabalhar ao seu lado. — Diz ele sorrindo

– O prazer sera todo meu. — Retribuo seu sorriso.

– Bom, eu preciso voltar a prefeitura, tenho muita coisa para fazer, já que a prefeita está ausente hj. — Estranho o fato de Regina não ter ido ao trabalho, ela disse que teria coisas a fazer.

– O que houve com a prefeita? — Pergunto tentando não demonstrar muito interesse.

– Ela está doente. Febre alta, cansaço excessivo, e está branca como papel. Não tem condições de ir ao trabalho. Depois passarei lá, ver como ela está, por que a teimosa, se recusou a ir ver o Dr. Whale. — Ela diz e de súbito me lembro da febre que ela tinha ontem, não consigo evitar a preocupação. — Ontem a noite, ela passou mau, e se não fosse por Killian, ela teria caído e batido com a cabeça no chão, faz alguns dias que ela vem reclamando desse cansaço, já disse para ela ir ao médico, mas ela se recusa de todas as formas possíveis. — Aquilo vem como um balde de água fria sobre mim.

– Você disse que ela passou mau ontem, e que Killian a socorreu? — De tudo o que ela tinha dito, eu só dei atenção nessa parte.

– Sim, ela estava chegando, e ele a encontrou no caminho, e aconteceu tudo isso. Sorte a dela, não acha?

– Sim, muita sorte. — Não acreditava, eu a tinha julgado mau. Fiquei cega pela raiva, e pelo ciume, que nem passou pela minha cabeça que ela poderia ter precisado de ajuda. Droga, precisava ir vê-la.

– Preciso ir agora, até logo. — Belle diz, e segue seu caminho para a prefeitura.

– Hmm, Jefferson, já vou me aproveitar de você, posso?

– Claro, estou aqui para trabalhar.

– Você provavelmente já trabalhou com isso antes, certo?

– Já sim.

– É que eu preciso dar uma saída, é realmente muito importante, e preciso que fique aqui para mim. Você pode fazer isso?

– Mas é claro, darei conta, vai tranquila.

– Obrigada, fico te devendo essa. E qualquer coisa, estarei no celular, o numero está na agenda dentro da primeira gaveta.

– Certo, vai ficar tudo bem.

– Obrigada. Até mais.

– Até.

Saio quase correndo e pulo para dentro no carro. Para uma representante da lei, eu não deveria dirigir daquela forma, mas realmente estava com pressa. Estava me sentindo uma panaca. Não demoro a chegar na mansão Mills, paro o carro e corro para a porta, tocando a campainha umas 3 vezes seguidas. Sem resposta. — Será que ela sabia que era eu e estava com raiva de mim por tê-la tratado daquela forma ontem ao telefone? — Penso. Toco novamente a campainha. Nada. resolvo virar a maçaneta para ver se a porta estava aberta. E sim, ela estava. Entro e fecho a porta. Paro na enorme sala de estar, e chamo por ela.

– REGINA. — Silêncio total. — VOCÊ ESTÁ AI? — Ninguém diz nada. — EU VOU SUBIR EIM. — Aviso, e subo as escadas, seguindo pela casa. Abrindo quase todas as portas, para encontrar o quarto dela.

Quando só sobrava uma porta, tive certeza que de que seria ali, óbvio. Abro a porta chamando por ela. — Regina? — Entro no quarto, e vejo que a cama está vazia, mas bagunçada e a porta do banheiro está entre aberta. Vou até lá, e a chamo novamente. — Regina, você está ai?. Digo abrindo a porta do banheiro, levando um choque com a imagem. Ela estava desmaiada no chão do banheiro, em uma posição toda retorcida, me abaixo ao lado dela, e posso ver que tinha sangue escorrendo pelas narinas. Entro em desespero, e começo a chamar seu nome desesperadamente.

– Regina, por favor, acorde. Regina. — Estou em choque, e desesperada. Não sei o que faço, ela não acorda. Então, apoio novamente sua cabeça no chão e me levanto, correndo para fora, procurando um telefone. Só então lembro que tenho um celular no bolso da jaqueta. — Imbecil. — Xingo a mim mesma, pela trapalhada. Disco o numero do hospital.

– Alô? Aqui é a xerife Emma Swan, preciso de uma ambulância imediatamente na casa da prefeita. Encontrei ela inconsciente e tem sangue escorrendo pelo nariz, preciso que venham o mais depressa possível. Obrigada. — Desligo o telefone, e corro para o banheiro novamente, decido não movimenta-lá até a chegada da ambulância então me sento no chão a lado dela, e apoio a cabeça de Regina nas minhas pernas. Me sentia em surto interno, mas me controlaria por ela. Precisava ajuda-lá.

Notas finais
E ai? Ainda querendo me matar né? Tenham paciência, vocês ainda vão querer me matar mais dolorosamente, hahahahaa. Ps: Gente, me perdoem qualquer erro, eu não revisei, cheguei do curso com sono, e nem consegui, só quis vir postar pra vcs mesmo. Comentários são sempre bem vindos, portanto, fiquem a vontade. Até o próximo, beeijos :*