Now Is Good
11 Desaperto
Notas iniciais
A ambulância chega rápido, e logo estamos indo ao hospital. Ao chegarmos lá, parecia que todo o plantão daquele horário havia parado para atender Regina,por um lado fiquei aliviada, por outro nem tanto, se todos estavam ali, quem atenderia as outras pessoas? Não me detenho nesse pensamento, e volto a minha preocupação a Regina, o que poderia ter acontecido? Talvez tivesse caído e machucado o nariz na queda, ou teria desmaiado por ter batido com força o nariz, talvez, não sabia. Mil coisas passavam pela minha cabeça, enquanto esperava sentada naquela sala, terrivelmente branca. Aquilo me deixava mais nervosa, parecia que as pessoas só entravam naquele lugar para receber as piores noticias. Andava de um lado para o outro, enquanto os minutos passavam demoradamente, porém, depois de 15 minutos de espera já parecia que estava ali a umas 2 horas. Vou até a recepção tentar obter alguma informação.
– Oi, gostaria de saber qual o estado da Srta Mills. — Digo com a voz trêmula, o pavor estampado no meu rosto.
– Sinto muito, Srta, mas ainda não temos nenhuma informação sobre a paciente.
– Ok, obrigada. — Mesmo frustrada com a noticia, sabia que não poderia fazer nada, a não ser esperar.
Me sentia tão culpada pelo que tinha dito a ela ontem a noite, acusei-a de ter mentido para mim. Deixei que ela fosse sozinha para casa mesmo estando com febre. Não quis ouvir suas explicações. Será que me perdoaria? — Ah, meu Deus, eu sou mesmo uma idiota. — Penso em voz alta, sentando no sofá, também branco, levando as mãos a cabeça, fazendo a única coisa que me restava, esperar.
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Dentro do consultório o Dr. Whale, examinava Regina minuciosamente, tentando não deixar passar nada. Ela já acordará, mas ainda se sentia confusa.
– O que está havendo, Dr. Whale? — Pergunta se esforçando para levantar, mas voltando quando o médico lhe impede.
– Fique deitada por favor. Você foi encontrada desacordada com o nariz sangrando em sua casa. Soube que foram dois desmaios em menos de 24 horas, você confirma isso?
– Fui encontrada? Como assim? Quem me encontrou?
– A xerife Swan, a encontrou e ligou para a emergência, graças a Deus, ela a encontrou. Então, responda minha pergunta.
– Sim, ontem eu desmaiei, foi de repente, senti minhas pernas fraquejarem e cederem, quando me dei por mim, estava na minha cama, por sorte Killian estava comigo e me ajudou. — Responde ela rapidamente, o que a interessava era saber o que a xerife estaria fazendo em sua casa depois de tudo o que disse ontem ao telefone.
– Tem mais alguma coisa que eu precise saber sobre sua saúde? Alguma outra queixa?
– Tive uma febre alta ontem, e tenho estado muito cansada de uns tempos para cá. Perdi alguns quilos, deve ser pelo trabalho excessivo.
– Hmm, ok. — Ele diz em um tom um tanto preocupado.
– O que foi? Deve ser alguma virose, certo? — Pergunto olhando para a expressão séria dele.
– Creio que sim. Mas gostaria de pedir alguns exames para garantir. Você consegue se sentar um instante?
– Acho que sim. — Regina se esforça para sentar, apoiando as mãos sobre a maca, e tendo o auxilio do médico. — Está frio aqui.
– É que a temperatura do seu corpo ainda está alta, por isso está sentido frio. — Diz o médico, levantando as mangas do robe que Regina usava. Ela observa, só se dando conta do que vestia naquele instante. Ele observa atentamente as manchas roxas que havia nos seus braços. Regina se sente envergonhada, pois imaginava que as manchas eram devido aos excessos de Emma, ou de Killian, não se lembrava de quando havia conseguido aquilo. — Você pode por favor, me deixar ver suas costas?
– Isso é realmente necessário? — Pergunta Regina. — Se está preocupado por causa dessas marcas, não deveria, pois elas foram causadas por um pessoa, se é que me entende. — Ela lança um olhar sugestivo a ele. — Quanto ao resto, deve ser mesmo uma virose. Me dê algum analgésico e ficarei bem. — O médico a encara sem graça, com a informação, e por um momento não pode deixar de pensar, que sorte teria o individuo que conseguiu tal coisa com a prefeita.
– Com todo respeito, Regina, mas o médico aqui sou eu. E eu vou lhe pedir alguns exames, mas agora quero ver suas costas. — Diz o médico em um tom seco.
– Isso é um exagero. — Regina diz, revirando os olhos, e abrindo o robe, deixando-o cair pelos ombros, expondo as costas ao doutor.
– Não esqueça que estamos tratando da sua saúde, isso não é brincadeira, Regina. — Whale diz, examinando as costas dela. E ao detectar mais manchas roxas ali, solta um suspiro pesado. Ela por sua vez, sentindo o olhar dele sobre si, puxa novamente o robe, e o fecha.
– Então? Achou o que procurava? — Ela diz com desdem.
– Infelizmente sim. — Por um momento Regina fica tensa com a resposta negativa que o médico lhe dera. Infelizmente?
– Como assim, infelizmente? O que quer dizer? — Pergunta ansiosa.
– Ainda não posso dizer nada. Mas ao contrário do que pensa, essas marcas não foram causadas por alguém. — Ele diz a ela, com um olhar sério.
– Que exames quer que eu faça?
– A principio um exame de sangue bem completo. Vou ver se consigo que façam a coleta do sangue imediatamente e então é só esperar pelos resultados.
– É tão urgente assim?. — As palavras do médico haviam atingido Regina, ela ficará preocupada.
– Creio que sim. — Ele diz encarando seus olhos. — Vou providenciar alguém para fazer a coleta, aguarde aqui um instante. — Ele diz indo em direção a porta, se detendo antes de sair por ela. — Ah, me comunicaram que a Srta Swan está na sala de espera. Parece estar muito preocupada, quer que eu peça para ela entrar?
– Por favor. — Ela diz, consentindo com a cabeça.
– Certo, volto em alguns minutos. — O médico sai, e ela volta a se deitar. Sentiu perder o fôlego no simples movimento que fez para se deitar. Encara o teto enquanto tenta normalizar a respiração. Segundos depois, Emma entra na sala, quase correndo pra cima dela.
– Regina, você está bem? Como está se sentindo? O que o médico disse? Ah, meu Deus, você quase me matou de susto. — Ela diz levando a mão para tocar o rosto da morena, que vira levemente o rosto.
– Eu estou ótima, não foi nada. Pedi que lhe chamassem para que eu pudesse lhe agradecer pelo que fez, portanto, muito obrigada, Srta Swan, mas agora já pode se retirar. — Lança ela de uma vez, e um tom de voz firme.
Emma, solta um suspiro, entendendo o que estava havendo. Regina estava irritada com ela, pela sua atitude de ontem, claro.
– Regina, me desculpe por ontem. Mesmo, me perdoa, eu fiquei com ciumes de ver você com aquele mané e acabei fazendo besteira.
– E só por que você o viu entrar na minha casa, já pensou que eu estava indo pra cama com ele? Quem você pensa que eu sou? — A morena estava magoada com Emma, claro. Mas no momento estava irritada.
– O que você pensaria se me visse entrando em casa nos braços de um homem? Eu não raciocinei direito, por favor me desculpe. — Emma diz fazendo cara de cachorro abandonado.
– Eu estava inconsciente, Srta Swan. Ele estava me pondo para dentro de casa, estava me ajudando.
– Eu sei, agora eu sei. Me desculpa? Por favor. Mas o ciume foi mais forte que eu. — Ela diz fazendo beicinho, conseguindo arrancar um sorriso da morena. -Me desculpa?
– Não sei, Srta Swan, pensarei no seu caso. — Regina diz, fingindo um tom sério, fazendo Emma sorrir. — Você ficou com ciumes de Killian, Swan? — A morena diz, segurando o riso.
– E não deveria ter? Fiquei sabendo de umas coisas sobre vocês.
– Ah ficou sabendo é?
– Sim, vocês tem mesmo alguma coisa? — Pergunta Emma, fazendo uma careta.
– Tínhamos. Por que agora tenho você. — Regina diz, deixando Emma surpresa, fazendo-a abrir um largo sorriso.
– Eu quero beijar você. Portanto, eu vou te beijar. — Ela se inclina para beijar Regina, mas são interrompidas pelo doutor e dois enfermeiros que entraram na sala. Emma se afasta rapidamente, torcendo para ninguém ter percebido nada.
Ela abre espaço para que eles cheguem perto de Regina, ajudando-a a se sentar na maca. Emma vai até Whale e pergunta sobre o diagnóstico de Regina, enquanto os enfermeiros coletavam seu sangue.
– Então doutor, o que houve com a prefeita? — Ela diz, tentando manter as formalidades.
– Ainda não sei, por isso pedi uns exames. Mas essas manchas roxas que ela tem no corpo me preocupam bastante.
– Que manchas? — Ela não havia percebido mancha alguma no corpo de Regina ontem.
– Ela tem algumas manchas arroxeadas pelos braços e costas, provavelmente pelo resto do corpo também, e precisamos ficar de olhar nisso.
– Você tem alguma suspeita do que possa ser? — Emma pergunta bastante preocupada.
– Até tenho, mas prefiro dizer só quando o resultado do exame de sangue chegar, não quero dar alarme falso. — Diz isso, e chega perto da maca onde Regina estava deitada.
– Alarme falso? O que será que ele quis dizer com isso. — Emma pensa consigo mesma. Enquanto o médico falava com Regina.
– Então, por agora é isso, Regina. Preciso que tome esses remédios de tiver febre ou alguma dor. — Ele lhe entrega uma receitam indicando tudo para ela. — E qualquer emergência, por favor me ligue. Assim que tiver o resultado do seu exame em mãos, ligo para você. E se puder, fique de olho nessas manchas roxas, veja se elas vão aumentar, ou se espalhar mais pelo seu corpo. Quanto ao sangramento no nariz, não sei dizer uma causa, talvez tenha batido com ele no chão, quando caiu, mas isso não é o que me preocupa no momento. Peço, que fique de olho nisso. — Ele aponta as manchas nos braços dela. — Qualquer alteração, me ligue.
– Certo, ficarei de olho. Obrigada Dr. Whale. — Ela diz, se levantando devagar e apertando a mão do médico.
– Srta, Swan, você pode me acompanhar até em casa?
– Claro, prefeita. Deixe-me ajuda-la. — Emma chega perto dela, e passa um dos braços da morena pelo seu pescoço, e segurando-a pela cintura, dando mais apoio a ela Caminham porta afora, e quando chegam ao estacionamento, Regina solta um ruido de insatisfação. — O que foi?
– Vamos ter de ir no seu "carro". — Faz aspas com os dedos, desdenhando do carro da xerife.
– Ah, não acredito que vai reclamar, no estado em que esta? Era só o que me faltava mesmo. — Emma diz, fingindo um tom de ofensa, depois sorrindo.
– Capaz, Srta Swan, não estou reclamando nem um pouco. Só me leve para casa. — Ela se aproxima mais de Emma, a puxa pela cintura e a beija. Emma fica surpresa, por ela estar fazendo aquilo, ali, em local tão aberto. Quando param o beijo, Emma abre a porta do carro para Regina, que entra não acreditando que esta mesmo fazendo aquilo. — Não acredito que estou dentro desse fusca. — Diz quando Emma, já estava dentro do carro também.
– Hey, não chama o Herbie de fusca, ele fica magoado. E pare de reclamar. — As duas acabam rindo. Emma dá a partida, e liga o rádio do carro, fazendo do caminho, uma pequena viagem bem mais agradável, para ambas.
That's all they really want
Some fun
When the working day is done
Oh girls... they wanna have fun
Oh girls just wanna have fun
Wanna have fun
Girls wanna have
http://www.youtube.com/watch?v=PIb6AZdTr-A
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Chegam rapidamente a casa da prefeita, que não ficava muito longe do hospital. Emma para o carro, e por um momento o silêncio paira sobre elas. Regina olha para a expressão perdida de Emma, e pergunta:
– Em que você esta pensando? — Emma a olha também, abaixando a cabeça e dando um sorrisinho. Parecia incomodada com alguma coisa. — Conta pra mim. — Regina diz com uma voz doce, que quase derrete a loira.
– É bobagem minha, deixa pra lá. — Ela olha para Regina e sorri.
– Nada disso, não esta parecendo ser bobagem, Swan. Conte pra mim. — Regina diz segurando as mãos de Emma, que levanta os olhos para ela novamente.
– É que... — Ela desvia o olhar novamente. — É que, eu não quero pressionar você, mas eu realmente gosto de você, Regina, e não queria mesmo ter que dividi-la com alguém. — Diz e volta a encarar a morena.
– Ah, era isso. — Regina diz, soltando o ar que não percebeu estar prendendo. — Não se preocupe com isso, querida.
– Então quer dizer que você vai dar um pé na bunda, daquele panaca? — Emma diz empolgada. Fazendo a morena soltar uma gargalhada.
– Não fale assim dele, ele é uma boa pessoa. Mas sim, eu vou conversar com ele.
– Boa pessoa, claro. — Emma diz, fazendo uma careta, que mais uma vez faz Regina rir. Emma deixa seu olhar cair sobre o de Regina, e assim ficam por alguns instantes, até a loira quebrar o silêncio. -Você é um encanto, sabia? — Leva a mão para tocar o rosto da morena, e com uma expressão séria diz: — E quase me matou de susto hoje, nunca mais faça isso.
– Não farei. — A voz de Regina saiu tão baixa, que mais parecia um sussurro. Nesse instante começa a tocar uma música no rádio, que Emma logo conclui expressar tudo o que ela sentia naquele momento.
Every breath you take
Every move you make
Every bond you break
Every step you take
I'll be watching you
http://www.youtube.com/watch?v=OMOGaugKpzs
– Emma? — Regina chama, fazendo a loira voltar sua atenção para ela. — Agora é o momento em que vc tira o cinto, se aproxima de mim e me beija. — Diz se mantendo séria, enquanto Emma se surpreende com aquilo, mas não perde tempo.
– Ah, claro. Mas que falta de respeito a minha, deixar você esperando. — Diz tirando o cinto, e se aproximando de Regina. O olhar que tinham uma na outra era tão profundo que por alguns instantes, pensaram que poderiam ver a alma uma da outra. Emma se aproxima mais da morena, e sela seus lábios com um beijo doce, lento e que parecia estar carregado de sentimentos.
Every single day
Every word you say
Every game you play
Every night you stay
I'll be watching you
O beijo se torna um pouco mais urgente. As línguas, os corpos se buscando rapidamente. Emma solta o cinto de Regina também, e a puxa mais para si, de forma delicada, e parecia fazer isso com medo de quebrar a morena ao meio, como se fosse uma boneca. Mas mesmo com delicadeza, sua pegada era firme, o que agradava muito Regina.
Regina ainda vestia o robe que havia posto para dormir na noite anterior, depois que Killian se foi. Ela se esforça para abri-lo, quando Emma para de repente, vendo o que ela estava fazendo.
– O que ... — Engasga com a visão de ter a mulher que domina seus pensamentos, tirando a roupa para ela. — O que está fazendo? — Regina joga a cabeça para trás em uma risada.
Oh, can't you see?
You belong to me
How my poor heart aches
With every step you take
– Não é óbvio, senhorita Swan? — Ela diz ainda sorrindo.
– É que ... você está bem pra isso? Acabou de sair do hospital. — Ela diz, se contendo o máximo que podia para não agarrar a morena de uma vez.
– Emma, eu não estou doente, foi só um mau estar e já passou.
– Você tem certeza? Eu fico preocupada com você, está fraquinha, não quero que fiquei pior. — Regina, fecha o sorriso que tinha no rosto, e diz:
– Então não quer? Certo, Tchau Srta Swan. — Diz abrindo a porta do carro. Mas antes que ela saísse, Emma a puxa novamente, dessa vez sem nenhuma delicadeza e a beija de forma possessiva, enquanto fecha a porta do carro novamente. Os corpos se buscavam tanto, que quando se dão conta, Regina já está praticamente no colo da loira, mas o espaço no carro era muito pequeno, então Regina diz:
– Vamos para um lugar descente dessa vez. Venha. — Abre a porta do carro e sai, sendo seguida de perto pela xerife e caminhando rapidamente em direção a porta de sua casa, abre-a, e puxa Emma para dentro, e antes mesmo de fecha-lá, a loira já estava com o corpo grudado ao dela, a empurrando contra a porta , fazendo a mesma bater com força. Emma faz o robe de Regina voar longe,e apoia todo o peso de ser corpo no da morena, prendendo a com mais força a porta, colocando os joelhos entre as pernas dela, e levando sua boca ao pescoço exposto de Regina, que tinha a cabeça jogada pra o lado.Ela beija toda a extensão do pescoço da morena, para depois passar a morder e chupa-lo, de forma completamente obscena. Já a morena, tinha as mãos dentro da camiseta da xerife arranhando suas costas com vontade, não se importava se estava causando alguma dor, enquanto gemia de forma contida até o momento, o que levava a loira ao delírio.
– Tira isso de uma vez. — A morena faz a xerife tirar a camiseta que usava. — Venha aqui.- Consegue se desvencilhar de Emma por um instante, e a puxa para subirem as escadas, trabalho que fazer muito rápido. — Perfeito. — Diz Regina, puxando Emma pelo vão do sutiã, entre um seio e outro, a beijando desejosamente. Quando se distanciam um pouco, Emma puxa Regina novamente, pelo decote da camisola, que rasga em suas mãos, só então vendo as marcas roxas que o doutor havia comentado, a puxa mais delicadamente colando seu corpo ao dela novamente,
Never had much faith in love or miracles
(Ooh!)
Never wanna put my heart on the line
(Ooh!)
But swimming in your world is something spiritual
(Ooh!)
I'm born again every time you spend the night
(Ooh!)
Ela vira Regina de costas para ela, e deixa sua mãos direita passear pelo corpo da morena, enquanto a esquerda segurava firma a cintura dela, trazendo a para si. Desliza sua mão para dentro do sutiã da outra, e aperta seus seios com vontade.
– Huuuum. — Regina solta um gemido rouco. Levando a mão direita para trás, para poder tocar a loira, que ainda estava meio vestida, e percebendo o que Regina tentava fazer, Emma a solta por um instante e tira suas botas e calça, chutando-as para o outro lado do quarto, se voltando para a morena que já havia se livrado do sutiã, ela se aproxima da morena e enche suas mãos com os fartos seios dela, se perde neles por algum tempo. E a prefeita já não aguentando mais, diz:
– Chega disso. — Pega Emma pelos ombros e a joga na cama e sobe em cima dela, beijando todo o corpo da loira, cada centímetro que podia, até suas coxas, e volta a subir, para beijar a loira nos lábios, que inverte as posições ficando por cima dela, provocando seus mamilos com a língua. Regina já estava com o corpo totalmente incendiando.
– Emma, agora. — Pega a mão da loira, e direciona ao seu sexo. A loira não se demore em atender a vontade da morena, e logo começa a estimular seu clitóris com movimentos circulares, enquanto Regina se contorcia em baixo dela. — Caramba, Emma, enfia logo esse dedo. — Ela diz, já não suportando mais, fazendo Emma gargalhar.
A loira, coloca o dedo indicador na boca da morena, e depois o dedo médio e diz: — É pra já, madame prefeita. — Fala isso e desliza um dedo para dentro dela, que solta um gemido alto, fazendo Emma sentir uma contração em seu sexo. Começa um movimento de vai e vem dentro da morena, que mexia seu quadril no ritmo das estocadas dela, ela desliza outro dedo para dentro de Regina fazendo-a gemer enlouquecidamente.
Cause your sex takes me to paradise
Yeah, your sex takes me to paradise
And it shows, yeah, yeah, yeah
‘Cause you make me feel like
I've been locked out of heaven
For too long
Não leva muito tempo para Regina chegar ao seu ápice, e o faz de maneira nada silenciosa. Era maravilhosa a sensação de sentir Regina gozando em seus dedos, pensa Emma, tirando os dedos de dentro da morena, fazendo-a soltar mais um gemido, e levando os dedos a boca, se deliciando com o gosto maravilhoso que aquela mulher tinha. Emma se deita ao lado de Regina, tentando recuperar o fôlego junto com ela. Vira para encara-lá e a observa acalmar a respiração.
– Emma isso foi ... — Regina começa, mas é interrompida por Emma.
– Eu te amo.
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