Notas iniciais
Oi gente :) Eu to envergonhada :/ Me perdoem pela longa demora pra postar, eu tava com um bloqueio terrível, e como eu sempre digo, essa história é especial pra mim, e eu não consigo vir aqui e simplesmente postar qualquer coisa, gosto de passar o meu sentimento em cada linha, acho que nesse capitulo eu não consegui, mas eu fiz o possível pra isso. Me perdoem de verdade pela demora, prometo não fazer de novo, espero que não tenham me abandonado. Os comentários eu ainda não respondi, porque raramente tenho mexido na internet pelo computador, mas eu irei responder todos direitinho, já li e amei, obrigada. Enfim, acho que NIG já se estendeu demais, portanto já estamos entrando em reta final, e consequentemente, o drama voltou. Espero que gostem, boa leitura.

Após subirem novamente para o quarto, Regina vai para o banheiro tomar um banho, enquanto Emma fica encarregada com a tarefa de pegar algumas peças de roupas para elas na mala que estava já dentro do carro para irem para o aeroporto. Antes que a morena saisse do banho, Emma já havia voltado com as roupas e resolve juntar-se a Regina, dificultando e muito que o banho da morena fosse finalizado.

***

– Ai, me lembra de comprar bicicletas amor. – Emma diz praticamente dando um nó com o cinto em volta de si.

– Porque querida?

– Eu odeio voar. – Ela faz uma careta engraçada, e Regina cai na gargalhada.

– Deixa disso, quando você menos esperar já estaremos pousando.

– Espero que sim, porque não sou obrigada a morrer na minha lua de mel. – Emma estava realmente com medo e Regina divertindo-se com isso.

Várias horas depois, elas finalmente desembarcam no aeroporto internacional de Milão. Fazia muito frio. Caminham em busca de um taxi que as levasse até o hotel onde Emma havia feito reservas.

Ao finalmente chegarem ao hotel, Regina caminha até a sacada e fica observando a bela vista que tinha dali.

– É lindo.

– Muito lindo mesmo.

– To feliz Emma.

– Eu também estou amor, mais do que eu já era. – Regina se aperta ainda mais nos braços que Emma tinha em volta dela.

– Roland ia adorar isso aqui.

– Como assim?

– Ta nevando querida, ele ia querer ficar brincando na neve o dia inteiro.

– Ah sim, é mesmo. Já to com saudades do guri.
– Eu também.

– Quem diria né?

– O que?

– Eu e você assim, do jeito que estamos.

– Abraçadas?- Regina brinca.

– Não boba, assim, casadas, e com um filho.

– Pois é, quem diria que aquela loira abusada ia me laçar direitinho.

– Abusada era você, cheia de frescuras.

– Ta chamando tua mulher de fresca?

– Hmm... só um pouquinho. – Emma sorri e beija o topo da cabeça de Regina.

– O que vamos fazer? Temos a tarde inteira.

– Quero caminhar no parque

– Ham? – Emma estranha o pedido de Regina.

– É Emma, quero andar no parque

– Amor, mas você tem certeza?

– Sim, qual o problema?

– Ah sei la, eu achava que lua de mel era pra gente namorar.

– Mas isso não quer dizer que temos que fazer sexo 24 horas por dia.

– Ah, mas eu adoraria isso.

– Meu Deus, casei com uma ninfomaníaca. – Regina diz fazendo ambas rirem.

– Ai má ideia não é né? Mas ok, vamos trocar de roupa então.

Elas trocam de roupa, animadas, e Regina mais uma vez tem dificuldades em realizar essa tarefa, pois Emma ficava a agarrando a todo instante, impossibilitando-a de vestir as roupas. Alguns minutos depois por fim elas conseguem sair do quarto em meio a risos.

Procuram por um mapa turístico, já que dispensaram a companhia do guia turístico, gostariam de apreciar tudo, sozinhas.

O hotel que haviam escolhido ficava próximo dos mais frequentados pontos turísticos da cidade, e por isso não tiveram muito trabalho em encontrar o Parque Sempione. Regina fica encantada com o lugar, e logo trata de tirar algumas fotos.

Elas não vão muito longe, e Emma no fundo se contenta com isso, não queria que Regina se esforçasse muito, Whale havia permitido essa viagem com muito custo e insistência da parte da morena, e Emma tinha medo que algo acontecesse enquanto elas estavam longe, mas não queria deixar Regina perceber isso. Sendo assim, elas sentam em um dos bancos no meio do parque e tiram mil e uma fotos, cheia de caras e bocas, e então resolvem voltar para o hotel e aproveitar o restante da tarde em sua suíte.

– Esse pouquinho que andamos, eu já me cansei. – Regina diz um tanto ofegante.

– Pois é dona Regina, eu nem deveria ter deixado você ir, se Whale descobre, ele me mata.

– Mas nem bem casamos já quer mandar em mim senhorita Swan?

– Swan?

– Swan Mills. – Regina corrige.

– Melhor – Emma ri. – Mas aqui.. o que vc acha se fazermos algo mais interessante? – Emma sorri maliciosa.

– Acho ótimo senhorita Swan, assim que meu fôlego voltar.

–Amor, não sou só Swan mais.

– Ai eu esqueço disso, senhorita Swan Mills.

– Trate de lembrar.

O casal passa o resto do dia trancadas no quarto, Emma não força muito a barra, pois percebera que Regina não estava se sentindo muito bem, então deixa que a morena tome a iniciativa de fazer amor.

[...]

Os três dias que elas haviam reservado para a viagem, resumiram-se a conhecer a cidade e ficarem trancadas no quarto aproveitando cada segundo juntas e sozinhas, sabiam que ao voltar para Storybrooke às coisas voltariam ao normal, e a rotina voltaria a ser cansativa, principalmente para Regina que voltaria a fazer quimioterapia.

Visitaram o maior numero de lugares que conseguiram, e provaram do mais variado cardápio da comida italiana, que Regina tanto adorava. Compraram presentes para levar para todos, e em uma das lojas na qual entraram, Regina resolve retribuir o presente que Emma lhe dera a algum tempo atrás, e compra um panda de pelúcia para a loira, escondendo-o juntamente com os brinquedos que haviam comprado para Roland. Ao voltarem ao hotel, Emma entra no banho e Regina aproveita para passar um pouco de seu perfume pelo Panda, e o deixa em cima da cama, do lado onde Emma dormia. Assim que a loira sai do chuveiro, Regina entra para tomar banho, e sorri para si mesmo imaginando o quando Emma gostaria daquele presente, já que ela já dissera muitas vezes o quanto amava o bicho.

Ao ver o urso sobre a cama, com um bilhete romântico e o perfume de sua mulher, Emma abre um sorriso enorme, e não contem o impulso de invadir o banheiro e encher Regina de beijos.

[...]

A folga chegará ao fim e no fundo Regina queria muito voltar para casa, ver Roland, estava morta de saudade do filho, além do fato de que se sentirá mal varias vezes, e tentou disfarçar para que Emma não ficasse preocupada e não estragasse a viagem.

O voo estava previsto para as 13:00, o que era uma boa coisa, já que elas chegariam no mesmo dia em Storybrooke.

– Amor, posso confessar uma coisa? – Emma diz quando elas já estavam dentro do taxi.

– O que?

– Eu to feliz em estar voltando. Não por nada assim, eu adorei nosso tempo sozinhas, estar com você me faz a mulher mais feliz do mundo, mas eu to morrendo de saudades do baixinho e dos meus pais. – Emma faz uma cara de culpada, e Regina sorri.

– Eu também Emma.

Emma passa o braço pelos ombros de Regina, e ao sentir a pele do rosto da morena em seu queixo, ela percebe o quanto Regina estava quente.

– Ta se sentindo bem? – Emma se preocupa.

–Estou sim. – Na verdade ela não estava.

– Você não me engana mais amor, todos esses dias eu vi o esforço que você fez para esconder de mim que não estava se sentindo muito bem.

– Como você sabe disso?

– Eu sou sua mulher. – Ouvir isso era sempre muito bom. Regina sorri e se aconchega mais nos braços de Emma. Alguns minutos após chegarem ao aeroporto, o voo para o Maine é anunciado, e uma hora após chegarem ao aeroporto, elas embarcam de volta para casa.

No meio da viagem, Regina que dormia no ombro de Emma, começa a ter delírios, causados pela febre alta. Emma tenta não desesperar-se e procura um antitérmico em sua bolsa e o dá para Regina, que falava coisas desconexas.

O tempo passa e a febre não baixa e agora sim Emma começa a se desesperar. Toda vez que ela olhava para Regina, ela parecia estar mais pálida, e tremendo cada vez mais. Ela olha para o relógio em seu pulso e calcula uns 30 minutos para desembarcarem no aeroporto do Maine, e assim que o fizessem, levaria Regina imediatamente ao hospital. Segura com força a mão fria de Regina, e reza mentalmente para que a febre não aumentasse até que elas chegassem ao hospital.

Quarenta minutos depois, o avião pousa no aeroporto, e Emma trata logo de encontrar onde haviam deixado o carro de Regina, e pede que coloquem as malas no porta malas, enquanto ela prende o cinto em Regina, no banco do carona.

– Emma, vamos pra casa, isso já vai passar.

– Não, eu vou te levar ao hospital agora, você queimou de febre quase a viagem toda.

– Só preciso de um comprido e isso passa.

– Já dei dois, não passou, vamos ao médico e ponto final. – Regina não discute, se encolhe no banco e abraça a si mesma, sentia muito frio. – Não vou te dar a minha jaqueta por que quanto mais roupa mais quente você vai ficar.

– Eu sei.

– Você já vai melhorar, amor. – Emma odiava mais que tudo na vida, ver Regina daquele jeito, e enquanto dirigia ela não pode deixar de pensar que as férias acabaram literalmente.

Notas finais
E ai gostaram? Espero que sim *-* Comentem e me digam o que acharam, eu prometo responder a todos esses e os anteriores tbm. Sei que ta curtinho, mas no próximo eu compenso isso. Desculpem de novo pela demora, não vai ocorrer novamente. Michely querida Maia, postou a one shot que eu escrevi para o projeto de fanfics dela, se alguém quiser dar uma conferida http://fanfiction.com.br/historia/549831/Volta_ao_mundo_em_80_historias/capitulo/3/ Até o próximo, super beijo.