Now Is Good

4 Lentamente Pirando


Notas iniciais
Heey *-* Estou sendo legal, e postando de novo por que o capitulo anterior foi curtinho, e pra vocês verem como sou legal, taí mais um. Espero que gostem PS 1: Nome do capitulo é a tradução da música que coloquei ali, adoro :3 PS 2: Acho que vocês vão gostar da visita da xerife a prefeitura :3 Hahaha Boa leitura :)

POV EMMA

Levantei cedo e fui direto para o banho, estava em uma situação deplorável, pelos pensamentos e acontecimentos da noite anterior. Sai de casa desejando que o dia passasse muito rápido, estava muito ansiosa pelo encontro com Regina. Chegando na delegacia, cumprimentei Graham, e me pus a trabalhar. O clima entre nós estava um tanto estranho, pelo acontecido da noite passada.

Enfim, o longo dia, estava chegando ao fim. Arrumei minha mesa, peguei minha jaqueta vermelha da cadeira, e a coloquei, me despedi de Graham, e segui em direção a prefeitura.

O lugar estava vazio, tudo escuro, exceto por uma sala, que refletia uma luz forte o bastante para iluminar metade do corredor, mesmo estando parcialmente aberta. Me direcionei a porta, onde vi uma placa dourada escrito : Mr. Mills, prefeita. Não pude deixar de pensar que aquilo era a cara dela, dei duas batidas para anunciar minha chegada e fui entrando.

— Regi ... na — A visão que tive me fez sofrer um grande impacto, tanto que gaguejei. Ela estava sentada em cima de um piano branco, no canto de sua sala, com as pernas cruzadas, balançando levemente os pés, e tinha as mãos apoiadas na superfície do piano. Provavelmente, o movimento que ela fez para sentar-se, fez com que sua saia subisse alguns centímetros, pois eu tinha uma bela visão de suas pernas e coxas bem definidas. Oh não, isso seria uma sessão de tortura.

— Olá, miss Swan. Como vai? — Me lança um sorriso pra lá de sedutor.

— O.. oi Regina. — Gaguejo. Preciso me recompor. — Estou bem, obrigada. E você?

— Estarei melhor depois que terminarmos essa conversa.

Estremeço com o tom que ela usa. Mas tento não deixar que ela perceba. Ela aponta para a cadeira em frente a ela e diz:

— Sente-se aqui.

Exito por um segundo, sentar de frente para aquelas pernas não seria a melhor atitude a se tomar, porém não discuto, ando até a cadeira e me sento, tentando manter meus olhos nos dela.

— Estou realmente curiosa com o motivo que fez querer que eu viesse até aqui.- Digo, agora de forma mais firme.

— É bem simples, e serei bem direta. Graham vai sair da cidade, e quero que fique no lugar dele, como xerife oficial.

A encaro por um instante, tentando ver algum vestígio de gozação. Mas seu semblante permanece sério. Ela está falando sério

— Eu? Mas eu nem tenho experiência com isso, faz apenas dois dias que assumi o cargo de assistente, não sei se é uma boa ideia prefeita.

— Quem diz o que é ou não boa ideia aqui, sou eu. E se estou dizendo que quero você no cargo, é por que sei que é capaz. — Diz curta e grossa. Me levanto e fico de frente a ela, nossos olhares se equilibrando agora.

— Preciso pensar nisso. — Ela não iria me dar ordens dessa forma.

—Eu não lhe dei essa opção, miss Swan. Quero você como xerife, e fim de papo. Não vejo ninguém mais qualificado que a senhorita para isso.

Paro de prestar atenção no que ela diz, no momento em que ela descruza as pernas, não posso evitar olhar. E como eu tinha previsto, isso é mesmo uma sessão de tortura. Ela deve ter percebido meu devaneio, pois a ouço chamar por mim.

— Miss Swan, está me ouvindo? Swan? — Em um impulso, me aproximei dela, olhando diretamente para sua boca, que parecia ser um convite para ser beijada. Me aproximo mais um pouco, já invadindo seu espaço pessoal. Encaro seus olhos novamente, dessa vez, bem de perto.

— Desculpe, mas você fala demais. — Me aproximo ainda mais, nossos corpos separados por mínimos centímetros. Ela me encara um tanto confusa com a minha atitude, e recua um pouco, sentando mais para trás. Nesse momento não posso evitar o instinto de cravar minhas mãos em suas pernas para evitar que ela se afaste mais. Se eu não estivesse tomada pelo desejo que sentia, poderia jurar que ela tinha soltado um leve gemido com aquilo.

— Miss Swan, está me machucando. Que diabos pensa que esta fazendo?- Ela diz e eu percebo que ainda seguro as pernas dela em minhas mãos. Solto- as, e me afasto um pouco. Foi a deixa para que ela deslizasse de cima da mesa, para ficar em pé a minha frente.

— Eu.. eu sinto muito, não sei o que me deu. — Digo sentindo meu rosto queimar, mas não era só o meu rosto que estava queimando, meu corpo inteiro pegava fogo, o desejo gritando naquele momento. Precisava dela, a queria, e a teria. — Na verdade, eu não sinto muito. — Puxo-a pela cintura, fazendo seu corpo chocar se contra o meu. Posso ver ela engolindo a seco, me encarando, agora,completamente assustada. — Não precisa ficar assustada, não vou te machucar. Você por acaso tem ideia, do que tem me causado desde que nos conhecemos?

— Não sei do que você está falando, me solte agora. — Diz com a voz baixa, porém firme.

— Ah, você sabe. Sabe o poder que tem sobre as pessoas. Está me deixando louca, madame prefeita. — Digo quase colando meus lábios no lóbulo de sua orelha.

— Miss Swan, sabe o que esta fazendo? — Ela diz agora, em um sussurro. Ela estava gostando daquilo, só estava se fazendo.

— Ah eu sei perfeitamente o que estou fazendo. E tenho quase certeza de que não me chamou aqui para falar sobre trabalho, estou errada?

— Talvez. — Ela diz, e eu volto meu olhar de encontro ao seu. Havia chamas ali. Já não aguentava mais, precisava dela, naquele momento.

— Eu sabia.- Digo puxando-a pela cintura, fazendo nosso corpos de colarem de vez. Posso sentir o ritmo descompassado de seu coração. — Apenas relaxe. — Sussurro contra seu ouvido, direcionando meus lábios para seu pescoço, plantando leves beijos. Ela joga a cabeça para o lado, me dando melhor acesso ao seu pescoço, sigo beijando até seu ombro e paro. Volto a olhar em seus olhos, e me aproximo, roçando meus lábios nos seus, para enfim toma-los em um beijo arrebatador, de puro desejo. Suguei seus lábios, e sua língua, de forma quase desesperada. Ela dá uma leve mordida no meu lábio inferior, gemi com a sensação. — Eu quero você. — Digo quando o ar se faz necessário. Ela tira minhas mãos de sua cintura, e senta novamente na superfície do piano. Me fazendo encara-la confusa e um tanto frustrada.

— Estou aqui, é só vir pegar. — Ela diz num tom que fez minha calcinha se encharcar ainda mais. Vou até ela, e colo nossos lábios novamente, e cravo minhas mãos em suas coxas, apertando-as. Ela geme baixinho, o que me motiva ainda mais. Levo minhas mãos aos botões de sua blusa, desabotoando um por um, sem pressa. Queria aproveitar cada sensação. Abri o ultimo botão e a puxei para tirar, aproveitando para beijar, cada centímetro de seu corpo. Voltei meus beijos para seu pescoço, descendo para seus ombros pegando a alça de seu sutiã com os dentes, e descendo- a. O mesmo fiz do outro lado. Beijava e chupava seu colo. E que colo, levo minhas mãos as suas costas, desabotoando por fim, o sutiã. Para em seguida quase ter um treco, tinha na minha frente o mais belo par de seios que já vi na vida. Senti uma contração em meu sexo. Provoquei seus mamilos com as mãos, massageando- os, para enfim me perder naquela delicia, abocanhei o seio direito, enquanto massageado com a mão o outro, senti Regina se arquear para trás, fazendo minha boca afundar ainda mais em seus seios. — Emma. — Sussurra ela, de maneira ofegante. Fui para o outro seio, abri os olhos para encarar a expressão de puro prazer que ela tinha estampado no rosto.

— Você é muito gostosa sabia? — Digo separando meus lábios rapidamente de seus seios. Ela me lança um sorriso safado que me fez revirar os olhos em excitação.

— Você ainda não viu nada miss Swan. — Diz ela me puxando para um beijo completamente obsceno. Sinto suas mãos se enfiando por baixo dos meus cabelos, ela puxa- os sem um pingo de delicadeza, para colar seus lábios em meu pescoço, beijando, sugando, mordendo. Solto um gemido, que deve ter lhe motivado mais, pois puxa minha jaqueta para baixo de uma forma violenta, fazendo a voar longe, junto com minha regata. Me encara um segundo, apreciando a vista. Eu estava sem sutiã. Ela prende o lábio inferior entre os dentes, me lançando um olhar devorador. Para em seguida levar suas mãos aos meus seios, apertando-os fortemente, me causando um misto de dor e prazer. Passa a suga-los de maneira faminta. Gemi alto, enquanto sinto sua língua estimulando meus mamilos. Prendo sua cabeça, empurrando-a mais contra mim. Poderia chegar ao orgasmo, só com aquele toque. Mas eu queria tudo, portanto tratei de afasta-la. Passo minhas mãos por suas pernas, apertando- as, levantando sua saia, até a cintura. Sem nunca desgrudar nossos lábios. Faço com que ela se deite completamente, e puxo sua saia para baixo, não queria nada cobrindo o corpo dela. Me inclino sobre seu corpo, para abocanhar novamente seus seios, descendo por seu abdome, deixando um caminho de beijos. Parei de frente ao seu sexo, a senti ofegar. Ela havia se apoiado nos cotovelos, para poder ter visão dos meus atos, levei minha boca para o interior de suas coxas, dando leves mordidas, sem tirar os olhos dos dela, encaixo minha mão no seu sexo, ainda coberto pela calcinha. Ela revira os olhos.

— Sem torturas, miss Swan. Ande logo com isso. — Solto uma gargalhada, ela queria mais, mas eu ia fazê-la esperar, não queria perder nada. Deslizo sua calcinha para fora do caminho, e volto a beijar o interior de suas coxas. De repente, sinto ela se pondo sentada, me levanto e a encaro. Ela passa suas pernas por minha cintura, abraçando-me com elas, e colando seu sexo completamente encharcado em meu ventre. Leva seus lábios ao meu pescoço, enquanto movimenta lentamente seu quadril contra mim. Meu corpo incendeia de vez, não posso mais suportar, ela afasta seus lábios e eu me abaixo para tirar minhas botas e meu jeans, arranco e jogo longe, junto com a minha calcinha que já estava colada ao meu sexo, tamanha a minha excitação.Volto para ela, que ainda tem as pernas em volta de mim, puxo seus corpo ainda mais contra mim, como se quisesse faze-los atravessarem. Sinto sua umidade em meu ventre novamente, enfio minhas mãos por baixo de sua bunda, e a aperto com vontade, enquanto ela, move seu quadril contra mim. — Ah, isso é ... tão gostoso.

— Gostosa é você. Agora seja boazinha, deite-se e abra as pernas pra mim. — Ela exita por um instante — Vamos Regina, garanto que você vai gostar. — Ela se deita, e eu separo suas pernas de forma brusca, me inclino sobre ela, meus lábios a poucos centímetros de seu sexo, tenho certeza que ela pode sentir minha respiração quente contra ela, pois solta um gemido rouco, que me serviu de incentivo. Passo a língua por toda a extensão de seu sexo, ela geme mais alto. Abocanho seu sexo de uma vez, sugando-o incessantemente, movimento rapidamente minha língua sobre ela, e sinto que ela começa a movimentar os quadris, leva suas mãos aos meus cabelos, me forçando contra ela, enquanto geme palavras desconexas. Mantendo minha boca sobre ela, deslizo um dedo para dentro dela, que substitui os movimentos circulares que fazia com o quadril, por um vai e vem, acompanhando meu ritmo frenético. Levei minha outra mão ao meu sexo, fazendo movimentos circulares em meu clitóris pulsante, pela excitação.

Every day is one more inch of a slow play, sinking in.

Vision fading, suffocating inside my own skin.

http://www.youtube.com/watch?v=uJnk6joSz-o

— Ai meu Deus, Emma. Continue, assim, oh. — Deslizo mais um dedo para dentro dela, aumentando o ritmo das estocadas, sem nunca parar de estimular seu clitóris. Uma de suas mãos permanece em meus cabelos, me forçando mais e mais contra ela, sua outra mão crava na lateral do piano, apertando com força. Sinto os espasmos do orgasmo percorrer seu corpo, retiro meus dedos, para poder sentir o gosto de seu liquido em minha boca. Solto um gemido rouco, Regina arqueia, chegando ao seu clímax, e solta um ultimo gemido, alto o suficiente para fazer eco na sala. Seu corpo desaba sobre a madeira branca do piano, enquanto eu sugava tudo que podia daquele liquido delicioso, tirei minha mão de meu sexo, para também chegar ao meu clímax, desabei no chão com a respiração ofegante.

—Nossa eu sabia que você era gostosa, só não imaginava o quanto. — Digo depois de alguns minutos para retomar o fôlego. Me levanto passando a língua pelos meus lábios, indo em direção a ela, que continuava jogada em cima do piano. Puxei-a para que se sentasse, colando nossos lábios, fazendo a sentir o próprio gosto. Ela quebra o beijo de maneira brusca, me olha, e se levanta juntando e recolocando suas roupas. — O que está fazendo?- Pergunto confusa com a atitude dela

— Não vê que isso foi um erro. Um grande erro. — Diz já quase totalmente vestida. Ela junta minhas roupas do chão e as joga contra mim. — Vamos, vista-se e vá embora.

— O que? — Digo em tom de indignação

— Você é surda? Coloque suas roupas e vá embora.

— Você por um acaso é louca? A um minuto atras estava gemendo nos meus braços e agora está me mandando ir embora? — Digo, já irritada.

— Isso não vai mais se repetir, saia AGORA, miss Swan. — Termino de vestir minhas roupas, muito irritada, quem ela pensa que é? Pego minha jaqueta e vou em direção a saída, batendo os pés. Quando chego a porta, ela pega em meu braço, eu encaro sua mão — Não se atreva a falar disso com ninguém, ou eu vou te destruir nem que seja a ultima coisa que eu faça. Agora vá. — Puxo meu braço com força.

— Não se preocupe madame prefeita, ninguém saberá que a senhorita, gemeu o meu nome esta noite. — Lanço um olhar de desprezo a ela, e saio pela porta. Por essa ela iria me pagar.

Notas finais
E então? Gostaram? Aii, minha primeira cena Swan Queen, espero que atenda a expectativa de todos *-* Comentários são sempre bem vindos, portanto, fiquem a vontade. Até o próximo, Beijinhos :*